Sexta-feira, 01 de agosto de 2008
» Valor Econômico    01/08/2008
Kaspersky, da Rússia, inicia operações diretas no Brasil

Para a maioria das pessoas, sugerir um roteiro de viagem envolvendo as cidades de Moscou, São Paulo e Miami provavelmente não faria o menor sentido. Mas para alguns executivos da Kaspersky Labs, a companhia russa de software antivírus, esse roteiro tornou-se perfeitamente compreensível nos últimos meses



» Folha de São Paulo    01/08/2008
Lula assina novas regras para call centers

O objetivo da mudança é facilitar o contato direto do cliente com o atendente, ao firmar que essa opção deve figurar no primeiro menu eletrônico e em todas as subdivisões. O decreto também exige que o serviço funcione todos os dias durante 24 horas



» O Estado de São Paulo    01/08/2008
Grupo de TV de Berlusconi quer US$ 800 milhões do YouTube

Mediaset, do primeiro-ministro italiano, acusa o portal de difundir ilegalmente vídeos de suas transmissões



» Jornal do Brasil    01/08/2008
Anatel aprova a compra da Intelig pela Docas

A Intelig é controlada pela holding Premium formada pelos grupos France Telecom, National Grid e Sprint. A operadora foi criada há oito anos, como empresa-espelho da Embratel



» Jornal do Brasil    01/08/2008
Ponto extra: Anatel mantém proibição

Quando o consumidor pedir um ponto adicional, a empresa só poderá cobrar o mesmo valor que é cobrado pelos aparelhos, eliminando a possibilidade de cobrança a mais sobre o custo da programação



» DCI - Diário Comércio, Indústria e Serviços    01/08/2008
Loja virtual segue tendência da segmentação

Ao possibilitar praticamente o mesmo faturamento de uma loja física, mesmo demandando investimentos bem mais baixos, as lojas virtuais, ou o comércio eletrônico (e-commerce), ganham cada vez mais destaque nas vendas de redes varejistas, como a Hering, que acaba de anunciar aporte de R$ 100 mil em sua loja virtual, com expectativa de alcançar faturamento médio de R$ 1 milhão em cerca de três anos



» Informática - Folha OnLine    01/08/2008
China suspende parcialmente censura à internet após pressões do COI

Quem nesta manhã se conectava à internet em Pequim podia entrar na página da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), encomendar uma camiseta de denúncia contra os Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e se inteirar de uma convocação para protestar contra as embaixadas chinesas no mundo todo



» Info OnLine    31/07/2008
Site deduz se internauta é homem ou mulher

Um site se baseia no histórico do seu navegador para descobrir o gênero do internauta



» Tecnologia - Terra    31/07/2008
Programador alerta: 41% da Internet continua vulnerável

Enquanto os provedores de acesso à Internet correm para resolver o problema, que torna possível a criminosos encaminhar usuários de computadores a sites falsos nos quais informações pessoais e financeiras podem ser roubadas, Kaminsky se preocupa com a possibilidade de que a demora seja excessiva



» Portal Segs - Seguros, Saúde e TI    31/07/2008
Cepromat gerencia rede de 10 mil estações de trabalho com soluções da MCafee

Centro de Processamento de Dados do Estado do Mato Grosso utiliza as soluções há cinco anos e colhe resultados oferecidos pela empresa de segurança




» Valor Econômico    01/08/2008
Kaspersky, da Rússia, inicia operações diretas no Brasil

Para a maioria das pessoas, sugerir um roteiro de viagem envolvendo as cidades de Moscou, São Paulo e Miami provavelmente não faria o menor sentido. Mas para alguns executivos da Kaspersky Labs, a companhia russa de software antivírus, esse roteiro tornou-se perfeitamente compreensível nos últimos meses. 

Em um esforço para acelerar sua expansão internacional, a empresa sediada em Moscou decidiu instalar em São Paulo seu primeiro escritório na América Latina. A subsidiária brasileira será comandada por Eljo Aragão, um executivo com experiência no setor. Durante 12 anos, ele trabalhou na rival americana Symantec.

No novo cargo, assumido há um mês, Aragão vai responder a Alejandro Musgrove - argentino, apesar de o sobrenome parecer russo -, outro contratado recente da Kaspersky. "Entrei na companhia há quatro meses", afirma Musgrove, que desde então ocupa a posição de vice-presidente de vendas e marketing para a América Latina. "Moro em Miami com minha família, mas nos últimos quatro meses só passei duas semanas em casa". O novo lar, brinca o executivo, fica nos aviões da American Airlines, onde ele passa a maior parte do tempo viajando de um lado para outro.

Criada há onze anos, pelo casal Natalya e Eugene Kaspersky (que hoje está separado, mas continua a dividir o comando do negócio), a empresa obteve um crescimento de vendas de 240% na América Latina em 2007. O desafio, agora, será de manter esse ritmo acelerado, à medida em que a base de usuários ganha consistência. Além do Brasil, já foram contratados executivos para assumir as filiais do México e da Argentina. Em 60 dias, a previsão é inaugurar a subsidiária colombiana.

A previsão para este ano, diz Musgrove, é atingir vendas de US$ 10 milhões na região, chegando a algo entre US$ 18 milhões e US$ 20 milhões em 2009. Desse total, a expectativa é de que o Brasil responda por uma fatia média de 40% dos negócios, completa Aragão. No mundo, a Kaspersky projeta alcançar receita de US$ 350 milhões em 2008, com incremento de 75% em relação ao ano passado.

No Brasil, uma das principais tarefas da dupla - que já trabalhou junta na Symantec -, será o de ampliar o número de canais para expandir a cobertura geográfica. A Kaspersky tem um distribuidor no país, a Esy World, que além de vender os produtos oferece serviços de pré-venda, pós-venda e suporte técnico. "Estamos muito satisfeitos com esse trabalho, mas precisamos aumentar o número de revendedores", afirma Aragão. Sob a estrutura atual, as revendas ativas, que fazem pedidos regularmente, somam cerca de 400 empresas. Nos maiores distribuidores, essa rede chega a 10 mil revendas.

Independentemente dessa ampliação, o plano é manter o modelo comercial, baseado exclusivamente na venda por meio de canais externos.

Um dos alvos principais é o mercado empresarial, especialmente o de pequenas e médias empresas. Em termos globais, as companhias representam 55% da receita da Kaspersky. Os demais 45% vêm da área de consumo, a dos usuários que compram o software para proteger os PCs em casa. Na América Latina, diz Musgrove, a participação do mercado empresarial é ainda maior, por volta de 60%.

Para o usuário comum, que compra o produto no varejo, a Kaspersky quer reforçar os acordos com fabricantes de computadores, pelos quais as máquinas já saem de fábrica com o software embutido. A empresa já tem um contrato com a Positivo Informática e planeja fechar parcerias semelhantes com outros fornecedores. Além disso, em outubro chegam às gôndolas as versões 2009 de dois produtos voltados ao consumidor.


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» Folha de São Paulo    01/08/2008
Lula assina novas regras para call centers

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem o decreto com as alterações nas regras de funcionamento dos chamados call centers. 

O texto traz mudanças substanciais ao funcionamento desses serviços. As empresas terão prazo de 120 dias, contados a partir de hoje, para se adequar. 

Fica em aberto a regulamentação sobre o tempo máximo de espera para o atendimento. As novas regras valem para os setores de telecomunicações, sistema financeiro, aviação, água, energia elétrica, transporte terrestre e planos de saúde. 

O objetivo da mudança é facilitar o contato direto do cliente com o atendente, ao firmar que essa opção deve figurar no primeiro menu eletrônico e em todas as subdivisões. O decreto também exige que o serviço funcione todos os dias durante 24 horas.



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» O Estado de São Paulo    01/08/2008
Grupo de TV de Berlusconi quer US$ 800 milhões do YouTube

O grupo italiano de televisão Mediaset acusou o portal de vídeos YouTube de difundir ilegalmente vídeos de suas transmissões e quer uma indenização de 500 milhões de euros (cerca de US$ 800 milhões) por perdas e danos, anunciou em um comunicado, segundo a agência de notícias AFP. A denúncia foi apresentada à Justiça romana.

A Mediaset contabilizou, até o dia 10 de junho de 2008, 4.643 vídeos "pirateados" de suas transmissões no YouTube e estima que seus três canais de televisão perderam 315.672 telespectadores que viram seus programas através da internet, segundo o texto.

A indenização deve ser de "pelo menos 500 milhões de euros" sem contar as perdas de publicidade, de acordo com o grupo controlado pela holding Finivest, propriedade do atual primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi.

O YouTube, do Google, é o mais popular dos sites na internet especializados na distribuição de vídeos. A companhia norte-americana assumiu o controle do portal no final de 2006, por cerca de US$ 1,65 bilhões.

A Telecinco, cadeia privada de televisão da Espanha controlada também pela Mediaset, iniciou um processo similar contra o YouTube e pediu que um tribunal suspenda a utilização de suas imagens no Youtube.

O grupo de mídia norte-americano Viacom também processou o Youtube ante um tribunal de Nova York pedindo US$ 1 bilhão de indenização.


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» Jornal do Brasil    01/08/2008
Anatel aprova a compra da Intelig pela Docas

A Anatel aprovou a compra da operadora de longa distância Intelig pela Docas Investimentos. Segundo o conselheiro Pedro Jaime Ziller, a agência entende que os bancos que pediram a não aprovação da anuência prévia por causa das cotas que possuem na Intelig não são o objeto do negócio. Com isso, a Docas passa a ter 100% da Intelig.

– Eles têm cotas da Intelig, mas não estão sendo vendidas essa cotas – argumentou o conselheiro.

A Intelig é controlada pela holding Premium formada pelos grupos France Telecom, National Grid e Sprint. A operadora foi criada há oito anos, como empresa-espelho da Embratel. No dia 14 de janeiro, o grupo Docas Investimentos fechou acordo para a compra da operadora Intelig.

Os bancos que pediram a não aprovação da Anatel foram os europeus UBS e Deutsche Bank, credores da Intelig.

A Intelig conta com uma rede de fibra ótica instalada de norte a sul do país, totalizando mais de 500 mil quilômetros de fibras próprias e de terceiros com capacidade superior a 160 Gbps.




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» Jornal do Brasil    01/08/2008
Ponto extra: Anatel mantém proibição

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu ontem manter a proibição da cobrança do ponto extra de TV por assinatura. De acordo com o conselheiro Pedro Jayme Viller, só poderá ser cobrado o valor do aparelho decodificador e o custo da instalação. A partir da data da aprovação da nova regra, as empresas terão que especificar na fatura o custo do aparelho e da instalação – tanto do ponto principal como os dos pontos extras – e o valor da programação. Dessa forma, quando o consumidor pedir um ponto adicional, a empresa só poderá cobrar o mesmo valor que é cobrado pelos aparelhos, eliminando a possibilidade de cobrança a mais sobre o custo da programação.

A proposta aprovada pela Anatel ficará em consulta pública entre os dias 5 de agosto e 25 agosto. Depois disso, o texto final será aprovado pelo conselho diretor da agência.

A agência decidiu suspender por 60 dias os artigos do regulamento sobre TV por assinatura que tratavam da cobrança do ponto extra. Na prática, isso significa que, nos próximos dois meses, as empresas poderão continuar cobrando pelo ponto extra – ou, pelo menos, até a regra ser aprovada em definitivo.

O impedimento da cobrança, quando estiver oficializado, valerá tanto para os novos clientes quanto para os que já utilizam dos serviços de TV por assinatura.

PGO

A Anatel negou os pedidos de prorrogação para a consulta pública do Plano Geral de Outorgas (PGO) e do Plano Geral de Regulamentação (PGR). Com isso, a consulta dos dois documentos termina hoje. De acordo com o conselheiro Pedro Jayme Viller, o PGO deverá ser aprovado pelo Conselho Diretor da agência em até 60 dias.

Com o fim da consulta, a área técnica da Anatel analisará as mais de 50 contribuições feitas durante esse processo. Depois desta análise, o conselho deverá aprovar os documentos definitivos. A consulta pública para dois documentos já tinha sido ampliada uma vez, passando de 17 de julho para hoje.

A revisão do PGO é fundamental para que possa ser concluída a compra da Brasil Telecom pela Oi. Até a alteração, a lei não permitia que uma operadora de uma região pudesse comprar outra que atua em área diferente. Os conselheiros da Anatel já aprovaram mudanças no PGO. Porém, elas precisam passar pela consulta pública. O PGR tem com diretrizes para o setor nos próximos 10 anos.


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» DCI - Diário Comércio, Indústria e Serviços    01/08/2008
Loja virtual segue tendência da segmentação

SÃO PAULO - Ao possibilitar praticamente o mesmo faturamento de uma loja física, mesmo demandando investimentos bem mais baixos, as lojas virtuais, ou o comércio eletrônico (e-commerce), ganham cada vez mais destaque nas vendas de redes varejistas, como a Hering, que acaba de anunciar aporte de R$ 100 mil em sua loja virtual, com expectativa de alcançar faturamento médio de R$ 1 milhão em cerca de três anos. Além disso, uma nova onda de negócios deve envolver o meio eletrônico de vendas, pois segundo especialistas a tendência é esse mercado passar por um processo de segmentação, o que pode afetar as vendas de gigantes do ramo como Lojas Americanas e Submarino, que podem perder espaço para as lojas virtuais especializadas.

A Sack's, que há sete anos vende perfumes e cosméticos pela Internet, vem superando suas próprias metas de crescimento e vendas, segundo Carlos André Montenegro, um dos sócios da rede. Ele afirma que este ano a loja virtual deve crescer no mínimo 45% em relação ao ano passado, tendo neste primeiro semestre uma alta de 47%. Em 2007, esperavam crescimento de 60% sobre o ano anterior, e acabaram fechando com alta de 70%.

A rede garante ser a maior compradora do Brasil de grandes marcas, como Lancôme e Carolina Herrera. Atualmente com 500 mil clientes na carteira, eles acreditam que ainda há espaço para crescer e prevêem investir 50% a mais do que no ano passado em publicidade. "Num universo de cerca de 40 milhões de brasileiros com acesso à Internet, apenas 9,5 milhões são e-consumidores; ainda é muito pouco, mas o brasileiro já vem adquirindo essa cultura, e esperamos que esse número possa alcançar os 30 milhões", diz Montenegro.

O executivo também explica que o site tem grande penetração no interior do País, onde muitas vezes os consumidores não conseguem encontrar esses produtos em lojas físicas. Para ele, porém, a concorrência vem mesmo crescendo. "Hoje, todo mundo quer fazer e-commerce, todos estão vendo que dá certo."

A rede fechou recentemente contrato com a Clinique e deseja ainda trazer outras marcas para o Brasil, como Estée Lauder e Victoria's Secret. Com os bons resultados da Sack's, Montenegro e mais dois outros sócios decidiram criar no fim do ano passado, a Glamour, loja virtual de roupas e acessórios de marcas sofisticadas. Na fase inicial do negócio, foram aplicados R$ 3,5 milhões.

Nessa área, a empresa está fechando um contrato de exclusividade com uma grande marca internacional, que sozinha irá incrementar em 15% suas vendas. Montenegro diz que ainda não pode revelar o nome do parceiro, mas ressalta que sua marca só é vendida em dois pontos-de-venda no Brasil, e a Sack's será a primeira na América Latina a vender seus produtos pela Internet.

Vestuário

Enquanto isso, a Hering acabou de anunciar a criação de sua loja virtual com aporte de R$ 100 mil. As expectativas são grandes e há intenção de atrair um público jovem. No primeiro ano de operação, é esperado um faturamento mensal de R$ 100 mil também, o que seria o equivalente ao de uma loja Hering. A loja ainda tem previsão de atingir faturamento de R$ 1 milhão até 2010. Entre 2000 e 2002, a empresa já teve uma experiência no e-commerce, da qual acabou desistindo em função de outros objetivos, como a reformulação da marca.

A Camisaria Colombo, varejista de roupas masculinas que tem 140 lojas em todo o País, resolveu investir no e-commerce desde o final do ano passado e afirma que ele cresce cerca de 30% ao mês. Segundo gerente de Marketing da Colombo, Patrícia Amaro, a loja virtual ainda é recente, mas já é uma das lojas mais representativas em vendas da rede. Para ela, se trata de mais um serviço ao cliente, com várias vantagens. "A principal vantagem é atingir as regiões onde não há lojas físicas da rede e tornar possível o conhecimento da marca em todo Brasil. Assim o cliente ainda pode escolher a melhor forma de fazer compras." A Colombo ainda espera crescer de 10% a 15% este ano.

Outra que atua somente na Internet e continua com grandes expectativas de venda é a NetShoes, que vende artigos esportivos. Há 8 anos no mercado, o site passou por uma reformulação no final do ano passado, que agora está com melhor navegação e visualização dos produtos, o que trouxe um crescimento de 20% nas vendas. Segundo Ronaldo da Cunha Bueno Neto, diretor de Marketing da empresa, esse ano a NetShoes ainda projeta crescer 49% frente ao ano passado, quando cresceu 43%.

Para manter as vendas, a loja está aumentando os investimentos em publicidade, cerca de 10% a mais por mês, além de ampliar o mix de produtos e as parcerias. Recentemente passaram a vender a marca Diadora, por exemplo. Outra iniciativa são ações cooperadas com as marcas com que já trabalha, como promoções e descontos. O diretor destaca que é importante ter foco: "Ter foco no seu mercado é o principal, já recebemos propostas de vender de tudo, mas vamos continuar com o que sabemos vender", diz.

Tecnologia

Empresas que trabalham com soluções para e-commerce, como a Uniconsult e a Ikeda, confirmam a tendência de crescimento, pois estão com mais clientes. Fernando Di Giorgi, diretor da Uniconsult, que faz sistemas de informações e atende Americanas.com, Submarino e Wal-Mart, declara que se trata de um mercado dinâmico e concorrido. O faturamento da empresa deve crescer 20% esse ano.

Alessandro Gil, diretor de Marketing da Ikeda, afirma que fechou contratos recentemente com redes como Bayard, Le Postiche e Track&Field, além de esperar um crescimento de 80%. Para ele, ainda há um grande potencial no Brasil nas vendas eletrônicas.

O e-commerce atrai ainda o Wal-Mart, que iniciará os negócios neste semestre, além da Casas Bahia, que há anos não confirma as informações da criação do braço no e-commerce. Procurada pela reportagem, a empresa disse apenas que pretende "entrar na plataforma, no entanto, ainda não há previsão sobre o assunto."


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» Informática - Folha OnLine    01/08/2008
China suspende parcialmente censura à internet após pressões do COI

A China suspendeu parcialmente nesta sexta-feira (1º) a censura sobre a internet e, após as pressões do COI (Comitê Olímpico Internacional), liberou sites de várias organizações de direitos humanos, apesar de continuar vetando todo o conteúdo 'sensível' relacionado a Tibete, povoado uigur e Falun Gong.

Desta forma, quem nesta manhã se conectava à internet em Pequim podia entrar na página da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), encomendar uma camiseta de denúncia contra os Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e se inteirar de uma convocação para protestar contra as embaixadas chinesas no mundo todo.

Citada pelo jornal "South China Morning Post", a vice-presidente do COI, Gunilla Lindberg, disse que 'o problema foi resolvido'.

"A Comissão de Coordenação do COI e o Bocog (Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim) se reuniram na noite passada (quinta-feira) e chegaram a um acordo. A internet será usada como em qualquer dos outros Jogos", acrescentou.

No entanto, enquanto os sites da Anistia Internacional (AI), Human Rights Watch ou da própria RSF podiam ser acessados, as páginas de dissidentes chineses, de grupos pró-tibete e da região uigur de Xinjiang, e do movimento espiritual Falun Gong permaneciam censuradas.

Este último, um "culto maligno" que atenta contra os interesses nacionais, segundo a China, demarca a fronteira entre os conteúdos que se beneficiaram ou não da "medida de graça".

Falun Gong, a independência do Tibete ou de Xinjiang e os movimentos pró-democracia de cidadãos chineses, todos eles "assuntos internos", não parecem negociáveis para o Bocog.

O órgão, por isso, segue sem cumprir a promessa de um acesso "livre" à internet que o COI estabeleceu desde que, em 2001, a capital chinesa assumiu a organização dos Jogos.

Obrigação

A AI comemorou, em comunicado, o relaxamento da censura e a suspensão do veto sobre o site da organização no Centro de Imprensa Olímpico e em toda a capital chinesa, mas lembrou que o Bocog segue sem cumprir seu dever.

"O bloqueio e desbloqueio arbitrário de algumas páginas não satisfaz o dever de cumprir os padrões internacionais de liberdade de informação e expressão", afirmou no texto Roseann Rife, subdiretora do Programa Ásia-Pacífico da AI.

"Como o resto do mundo, os cidadãos chineses têm direito a ter acesso à informação e a se expressar em linha em todas as áreas de informação pública legítima, incluindo os direitos humanos", lembrou Rife.

Sobre o papel do COI no relaxamento da censura por parte da China, Rife destacou que "lá onde a diplomacia calada em matéria de direitos humanos falha, uma forte pressão pública pode ter efeito".

A Agência Efe verificou que páginas como as anteriormente citadas, junto com o serviço em mandarim da BBC e a da Radio Free Asia, podiam ser visitadas hoje de Pequim, mas não de outros pontos do país, e inclusive na capital o acesso é lento.

O relaxamento da censura ocorre depois que os jornalistas estrangeiros que foram a Pequim para cobrir os Jogos Olímpicos descobriram que o "acesso livre" prometido pelo COI tinha passado a ser um acesso 'suficiente e conveniente' estabelecido pelo governo chinês.



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» Info OnLine    31/07/2008
Site deduz se internauta é homem ou mulher

Um site se baseia no histórico do seu navegador para descobrir o gênero do internauta.

O endereço do site é http://www.mikeonads.com/2008/07/13/using-your-browser-url-history-estimate-gender/ .

Para fazer uma estimativa da chance do internauta ser homem ou mulher, o site toma como referência uma lista dos sites mais visitados nos Estados Unidos e o perfil dos seus visitantes (http://www.quantcast.com/top-sites-1).

O site My Space, por exemplo, recebe uma audiência preponderantemente feminina, o que é levado em consideração no momento da estimativa. O site da loja de eletrônicos Circuit City e o site de vídeos YouPorn, por sua vez, são visitados mais por homens que por mulheres.

O autor do script que advinha o sexo do internauta se inspirou no script Social History.js , que permite detectar as redes sociais visitadas pelos internautas. Ele deixa claro que o método não é 100% confiável. É apenas uma forma de demonstrar como é possível descobrir informações pessoais das pessoas pela internet.


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» Tecnologia - Terra    31/07/2008
Programador alerta: 41% da Internet continua vulnerável

Desde uma reunião secreta de emergência entre especialistas em segurança de computadores, na sede da Microsoft, em março, Dan Kaminsky vem instando empresas de todo o mundo a corrigir uma falha potencialmente perigosa na estrutura básica da Internet. 

» Falha está longe de ser resolvida
» Falha: crackers podem controlar web
» Dados de 41 mil vazam na web
» Fórum: opine sobre segurança na web

Enquanto os provedores de acesso à Internet correm para resolver o problema, que torna possível a criminosos encaminhar usuários de computadores a sites falsos nos quais informações pessoais e financeiras podem ser roubadas, Kaminsky se preocupa com a possibilidade de que a demora seja excessiva.

Ele calcula que cerca de 41% da Internet continua vulnerável. Agora ele está reforçando a pressão sobre as empresas e organizações para que realizem as mudanças de software necessárias, antes que hackers criminosos se aproveitem da vulnerabilidade.

Na semana que vem, ele continuará em sua campanha, ao expor publicamente os detalhes da falha em uma conferência de segurança em Las Vegas. Isso deve forçar administradores de redes a corrigir defeitos nos milhões de sistemas afetados.

Mas, ao detalhar onde está o problema, ele facilitará aos criminosos explorá-lo, roubando senhas e outras informações pessoais.

Kaminsky tem de encontrar o equilíbrio entre a proteção a milhões de usuários e abalar a confiança dos consumidores nos sistemas bancários e de comércio via Internet. Mas ele está entre os especialistas que acreditam que ameaças de segurança reveladas forçam os administradores de redes a agir. "Precisamos planejar para o caso de desastres", ele disse.

A falha que Kaminsky descobriu está no sistema de nomes de domínio, uma espécie de lista telefônica automatizada que converte endereços simples de lembrar, como google.com, em contrapartes numéricas que as máquinas aceitam mais facilmente.

As conseqüências potenciais do defeito são apavorantes. Ele poderia permitir que um criminoso redirecionasse o tráfego da web secretamente, de modo a que uma pessoa que digitasse o endereço correto de um banco terminasse encaminhada a um site falso criado para obter sua senha e nome de usuário. O consumidor não estaria ciente de que o site visitado era falso.

O problema é análogo ao de, por exemplo, ligar para a assistência ao assinante de uma companhia telefônica para conseguir o número de um banco, e receber uma informação incorreta com um telefone no qual alguém se faria passar por operador do banco e solicitaria senha e nome de usuário.

O problema na Internet e a corrida para corrigi-lo são um lembrete urgente de que a Internet continua a ser uma mistura ocasionalmente anárquica de jurisdições. Nenhuma pessoa ou grupo isolado tem o poder de proteger as transações online de todos. A segurança da Internet depende de pessoas como Kaminsky, que precisa persuadir outros especialistas de que as ameaças são reais.

"Isso revela os riscos que as pessoas enfrentam, e o consumidor deveria ficar esperto", diz Ken Silva, vice-presidente de tecnologia da VeriSign, que administra endereços de Internet com terminação .com e .net. "Não tome por certas as coisas que as máquinas fazem por você".

Quando Kaminsky, 29, anunciou o problema, em 8 de julho, ele disse que esperaria um mês antes de divulgar os detalhes, na esperança de que isso estimulasse os administradores de redes a corrigi-lo com alterações de software antes que os hackers pudessem atacar.

Mas na semana passada detalhes corretos sobre a falha foram veiculados por algum tempo, aparentemente devido a um erro acidental em uma empresa de segurança da computação. Agora os especialistas estão esperando para ver se as correções nos até nove milhões de computadores afetados, em todo o mundo serão realizadas com a rapidez necessária.

"As pessoas levaram o problema a sério e estão atualizando seus servidores", diz Silva.

Grandes provedores de Internet nos Estados Unidos indicaram esta semana que já haviam ou em breve corrigiriam o problema. Comcast e Verizon, dois dos maiores provedores, anunciaram que suas redes já estavam atualizadas, e a AT&T anunciou que estava procedendo às correções.

Mas o problema é mundial, e o tempo necessário a resolvê-lo pode expor usuários da web por semanas ou meses.

Indivíduos e pequenas empresas que estejam preocupados com o problema e disponham de algum conhecimento técnico podem alterar as preferências de rede em seus computadores de modo a que eles utilizem os servidores de nome de domínio de um serviço chamado OpenDNS (www.opendns.com), de San Francisco.

Alguns sistemas de computadores estão imunes ao defeito. Cerca de 15% dos servidores de nomes de domínio nos Estados Unidos e 40% dos europeus, incluindo os de grandes provedores de acesso à Internet como a America Online e a Deutsche Telekom, utilizam software de uma empresa holandesa chamada PowerDNS, que não é vulnerável à falha.

Mas boa parte da rede continua exposta.

"Estou vendo o trabalho de correção, e sei que não é fácil", declarou Kaminsky em entrevista por telefone.

O erro, que ele descobriu por acidente em fevereiro, passou despercebido por quase duas décadas. O momento da revelação surgiu quando ele estava refletindo sobre outra ameaça de segurança. Da mesma forma que, se alguém olha para uma imagem por longo tempo, outra imagem parece emergir, ele subitamente compreendeu que seria possível adivinhar informações cruciais sobre o protocolo que os servidores de nomes de domínio utilizam para converter em endereços numéricos os endereços textuais de Internet.

"Eu estou envolvido nesse jogo para proteger as pessoas", disse Kaminsky, que participa de trabalhos de segurança da computação desde seus anos de universidade.



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» Portal Segs - Seguros, Saúde e TI    31/07/2008
Cepromat gerencia rede de 10 mil estações de trabalho com soluções da MCafee

Todos os gestores do Cepromat têm consciência de que a Segurança da Informação é fundamental para o bom andamento de uma empresa. Agora, vamos imaginar como deve ser administrar os sistemas de segurança de todos os órgãos governamentais de um Estado. Muito complexo? Não para o Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat), gestor de uma rede que inclui 10 mil estações de trabalho. Há cinco anos, o Cepromat padronizou sua proteção contra ameaças virtuais com soluções da McAfee, tendo renovado o contrato de licenças dos produtos de segurança por um período de mais dois anos.


Alguns fatores foram essenciais para esta decisão, como o gerenciamento único e a atualização remota dos sistemas de segurança. O diferencial da McAfee é uma plataforma que integra todos os sistemas implantados, chamada McAfee ePolicy Orchestrator ® (ePOT).

O Cepromat utiliza a solução antivírus da McAfee - que integra firewall e o anti-spyware em um único produto - anti-spam e também uma solução para prevenção de intrusões no host. Todas essas soluções são gerenciadas pelo ePO, que permite ao usuário visualizar e monitorar todos os sistemas, além de executar remotamente todas as ações para manter o ambiente protegido contra ataques internos e externos.

"Com o fornecedor anterior trabalhávamos com um tipo de antivírus para servidor e outro para estação de trabalho, exigindo um gerenciamento específico para cada solução", explica Cláudio Nogueira Dias, diretor de relacionamento com o cliente do Cepromat.

"As soluções da McAfee facilitaram muito o nosso trabalho. Com uma estrutura enxuta, de apenas três profissionais de tecnologia, conseguimos gerenciar toda a rede do Estado e mantê-la protegida, além de nos liberar para outras tarefas de TI", complementa Marcos Ueda, diretor de operações do Cepromat.

Os 10 mil computadores da rede da instituição pública estão distribuídos em 32 órgãos do Estado, sendo que 4 mil máquinas são abastecidas diretamente pelo servidor do Cepromat e o restante fica sob responsabilidade dos departamentos que possuem sua própria equipe especializada em TI.

A atualização dos sistemas de segurança da informação implantados ocorre diretamente no servidor do Cepromat. Os computadores das secretarias e órgãos independentes são atualizados por meio de um computador capaz de captar e transportar as modificações até o servidor responsável pelo abastecimento dos mesmos.

Todo esse esquema de proteção foi montado com a assistência da Impacto Software, parceira da McAfee na região. A cada dois meses, a revenda oferece um treinamento aos 15 técnicos de segurança dos órgãos governamentais de Mato Grosso sobre atualizações ou dúvidas referentes às soluções.

A Impacto Software também oferece o suporte para os problemas que não podem ser resolvidos pelo Cepromat. "O bom atendimento da Impacto e o fato de ser um suporte local também foram determinantes para a contratação das soluções McAfee", declarou Luiz Fernando Caldart, diretor-presidente do Cepromat.

O executivo ainda ressalta que a contratação dos serviços da McAfee foi um ótimo investimento. "Além da facilidade que nos oferece, o custo é mais acessível". Inicialmente, o Cepromat investiu R$ 310 mil em 7 mil licenças. Mais tarde, expandiu o parque tecnológico em mais 3 mil estações, adquirindo, assim, outras 3 mil licenças da solução antivírus e ainda a inserção de 10 mil licenças do Host Intrusion Prevention System (HIPS).

Sobre o Cepromat

O Cepromat é uma empresa vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral, que desenvolve produtos e serviços de TI. Em 2004, recebeu a competência de fazer a Gestão da Informação e a Tecnologia da Informação do Estado de Mato Grosso. Com algumas práticas gerenciais como planejamento estratégico, orçamento como instrumento de gestão, método PDCA e gerenciamento de processos, o Cepromat espera que haja aprimoramento da gestão e desenvolvimento de serviços e produtos com qualidade, inovação e agilidade.[14]

Sobre a McAfee, Inc.

A McAfee, Inc., com sede em Santa Clara, Califórnia (EUA), é uma empresa líder e dedicada a tecnologias de segurança, distribuindo soluções e serviços proativos e comprovados que protegem computadores e redes em todo o mundo. Com seu conhecimento e ampla experiência em segurança, além de seu compromisso com a inovação, a McAfee permite que usuários domésticos, empresas privadas, empresas e órgãos do setor público e prestadores de serviços bloqueiem ataques, evitem interrupções e controlem e aprimorem continuamente a sua segurança. http://wwwa.mcafee.com.br



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