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Jornal do Brasil 09/06/2008
Yahoo! quer conhecer mais o Brasil
Vice-presidente mundial esteve no Rio em busca de novas informações sobre o mercado
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Jornal do Brasil 09/06/2008
Tecnologia sem fio pode abalar a saúde
Os efeitos nocivos das transmissões eletromagnéticas – a famosa "comunicação sem fio" – já são conhecidos e provados. O uso massivo de celulares, wi-fi, bluetooth e telefones fixos sem fio cria um campo magnético que – acima de determinados níveis – pode fazer muito mal à saude.
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Informática - Folha OnLine 07/06/2008
Após meio ano, TV digital dá menos de um ponto de Ibope
Números obtidos com a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) revelam que, de 2007 até abril deste ano, 25.854 conversores (ou "set-top boxes") foram fabricados na região. Os aparelhos são necessários para a recepção do sinal digital nas TVs.
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TI Inside 06/06/2008
FTC vai investigar Intel por supostas práticas anticompetitivas
Em um comunicado, a Intel admitiu que tivesse recebido uma intimação na quarta-feira (4/6) e disse que vai "trabalhar estreitamente" com a FTC e cooperar com as autoridades, segundo notícia divulgada nesta sexta-feira (6/6) pelo The New York Times.
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TI Inside 06/06/2008
Dell assume segunda posição em venda de PCs no Brasil
A linha Inspiron, lançada recentemente, com foco no usuário final, representou sozinha 1,5% do total de vendas de computadores no país, sendo a segunda linha mais vendida da Dell.
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WNews 06/06/2008
Você sabe qual é a velocidade da sua banda larga?
Ao contratar uma conexão de Web veloz, confira qual é a quantidade de dados prevista no plano e a velocidade de tráfego das informações pela rede. Verifique, inclusive, as taxas de download e upload, pois elas são diferentes.
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Correio da Bahia 09/06/2008
Bahia já responde por 25% da produção de computadores no país
Volume de vendas no estado deve chegar a R$2,4 bilhões em 2008
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JB OnLine 08/06/2008
Cerca de 2,5 mil escolas públicas já estão conectadas via banda larga
O balanço foi feito durante o 52º Painel da Associação Brasileira das Telecomunicações (Telebrasil), na Costa do Sauípe. O secretário de Educação à Distância do Ministério da Educação (MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, representantes das empresas de telefonia, da Casa Civil, do Ministério das Comunicações, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da Telebrasil fizeram uma reunião para avaliar os trabalhos.
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Tecnologia - Terra 08/06/2008
Presentes high-tech já esquentam Dia dos Namorados
Os produtos do universo high-tech são sempre uma boa pedida, mas, dentre tantas opções disponíveis, é natural que os casais fiquem confusos no momento da escolha. Para ajudar a clarear as idéias, apresentamos algumas seleções de compra para este último fim de semana antes do encontro.
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IT Web 08/06/2008
Sua TI é eficaz e eficiente?
Durante o IT Conference, workshop discute como o departamento de TI deve se organizar e trabalhar para reduzir custo sem perder qualidade
» Jornal do Brasil 09/06/2008
Yahoo! quer conhecer mais o Brasil
Paulo Marcio Vaz
Semana passada, em visita ao Brasil para conhecer melhor os internautas tupiniquins, o vice-presidente mundial do Yahoo! Mail, John Kremer, recebeu a equipe do JB e falou sobre o futuro do e-mail e do próprio Yahoo!.
Qual o motivo da viagem?
– Viemos conhecer mais de perto o mercado brasileiro, que consideramos estratégico. O país está avançando no aspecto comunicacional e queremos saber como o e-mail e outras formas de comunicação estão sendo usadas aqui.
É verdade que os próximos usuários do Yahoo! não virão dos Estados Unidos, mas de países emergentes?
– Sim. O maior crescimento em relação ao número de usuários do Yahoo virá principalmente de mercados emergentes.
Quais são as principais características do mercado brasileiro?
– Estamos só começando esta fase de pesquisas. O que sabemos do Brasil é que é um lugar sociável, com uma cultura amigável e que abraça também os bons produtos. Quem quiser ganhar este mercado tem de ser inovador, levar em conta os aspectos sociais e criar uma tecnologia que seja abraçada pela população.
Qual o futuro do e-mail?
– Ele terá que servir a qualquer tipo de comunicação. Estamos caminhando para isso com a integração das mensagens instantâneas e SMS ao e-mail. Outras tecnologias, com certeza, virão e também encontrarão seu caminho até o e-mail. A abertura do sistema para novos desenvolvedores também vai contribuir para aperfeiçoar ainda mais a plataforma.
No mundo globalizado é possível a existência de produtos direcionados ao Brasil?
– Boa pergunta. Se tivermos apenas um produto, igual para todos, isto não atenderá a usuários de culturas diferentes. A idéia é desenvolvermos uma plataforma padrão distribuída globalmente, mas permitindo que certas características sejam personalizadas. Além disso, algumas partes podem ser desenvolvidas por equipes locais, fazendo, por exemplo, com que um produto ganhe características regionais.
Quanto o Brasil pode contribuir para o desenvolvimento de um produto global do Yahoo!?
– Depende do que encontrarmos aqui, do que virmos, das direções que percebermos que o país está tomando. Tudo isso nos ajudará a elaborar novos projetos de plataformas de e-mail. Em janeiro, apresentamos uma plataforma que será aberta a desenvolvedores que deverão contribuir com características locais. Certamente, novas idéias vindas do Brasil poderão servir a usuários do mundo todo.
Sobre a possível compra do Yahoo! pela Microsoft, o que há de novo?
– Provavelmente, você lê as mesmas coisas que eu a respeito. O que esperamos é galvanizar a empresa. Para isso, precisamos unir forças dentro da própria companhia.
Por que o Yahoo! perdeu a liderança entre os sites de buscas para o Google e quais foram as lições tiradas disso?
– Perdemos oportunidades e pagamos por isso. O Google inovou em uma área na qual o Yahoo! demorou a perceber o que o mercado realmente desejava. Mas estamos no topo de diversos outros setores e queremos continuar assim. Para isso, estamos fazendo coisas como esta viagem ao Brasil, para ver o que há de novo em outras partes do mundo e mantermos nossos olhos bem abertos.
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» Jornal do Brasil 09/06/2008
Tecnologia sem fio pode abalar a saúde
Comecei a ler o livro 'E se as telecomunicações se tornassem um escândalo sanitário?', do francês Etienne Cendrier. A pergunta – bastante contundente – me chamou a atenção, pois num país como o Brasil, onde os telefones celulares são cada vez mais onipresentes, é de muito bom tom nos questionarmos sobre os perigos da comunicação sem fio. Na França, país sobre o qual o livro se concentra, a situação já transcendeu há tempos os telefones portáteis: aposta-se que o wi-fi e o bluetooth farão o leite derramar caso nenhuma providência seja tomada.
Os efeitos nocivos das transmissões eletromagnéticas – a famosa "comunicação sem fio" – já são conhecidos e provados. O uso massivo de celulares, wi-fi, bluetooth e telefones fixos sem fio cria um campo magnético que – acima de determinados níveis – pode fazer muito mal à saude. Tanto no que diz respeito a efeitos colaterais imediatos – como dores de cabeça, irritação e oscilações de humor – quanto a problemas a longo prazo, como tumores no cérebro.
Diferentemente das transmissões de rádio e TV, às quais estamos expostos desde que nascemos e que poderiam ser classificadas como "emissões contínuas", pois são transmissões em alta freqüência e ininterruptas; as transmissões eletromagnéticas feitas pela telefonia celular e pelos equipamentos de informática são "emissões pulsantes", ou seja, transmissões que acontecem de maneira fragmentada, com potências relativamente elevadas. E o que é pior: em freqüências mais baixas, que causam mais danos à saúde.
O autor afirma que, da maneira como ela é feita hoje, a comunicação sem fio já é nociva, e cita uma série de estudos e pesquisas feitas por um sem-número de pesquisadores independentes. Por que "independentes"? Muito simples: um cientista que de alguma maneira estiver ligado à indústria das telecomunicações obviamente vai tentar colocar toalhas quentes sobre o assunto, dizendo que "pouca coisa foi provada", "ainda é cedo para conclusões" e etc. Exatamente o mesmo discurso, por exemplo, daqueles que defendem a liberação dos produtos transgênicos. Primeiro a gente vende, depois a gente vê se faz mal ou não.
Ao contrário da França e de boa parte dos países desenvolvidos – onde todo mundo tem banda larga com wi-fi em casa, no trabalho, no bar, no aeroporto e no raio que o parta – o Brasil ainda tem tempo para aprender com a experiência alheia e evitar primeiro fazer a lambança para depois ter de limpar. Se por aqui os celulares já se massificaram de vez, a internet sem fio ainda engatinha. Nem todo mundo tem computador, nem todo mundo que tem computador tem banda larga, nem todo mundo que tem banda larga tem wi-fi. Nosso orçamento ainda está longe disso tudo, mas é fácil perceber – observando o que acontece nos EUA, na Europa e na Ásia – quais são as nossas perspectivas para daqui a poucos anos.
As conseqüências para a saúde não são poucas: distúrbios na produção de melatonina, insônia e até câncer. Já foi provado que pessoas que falam ao celular por mais de uma hora e meia por dia terão, ao fim de uma década, aumentado em 240% as chances de desenvolver um tumor. O livro descreve um movimento interessante por parte das grandes seguradoras, como forte indício de que a coisa realmente está ficando preta: uma a uma, todas as grandes corporações que fazem seguros para as empresas de telecom começaram a se recusar a segurá-las no que diz respeito a "todo e qualquer risco para a população civil causado pela emissão de campos eletromagnéticos". Se as seguradoras estão tirando o corpo fora é porque devem estar sabendo de alguma coisa. E a Anatel e o Ministério das Telecomunicações, será que estão a par disso tudo?
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» Informática - Folha OnLine 07/06/2008
Após meio ano, TV digital dá menos de um ponto de Ibope
Seis meses após sua estréia oficial, a única certeza que se tem sobre a TV digital brasileira é que ela ainda dá traço --ou seja, a recepção do sinal em televisores sequer atinge o equivalente a um ponto no Ibope, 55 mil domicílios na Grande SP. Números obtidos com a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) revelam que, de 2007 até abril deste ano, 25.854 conversores (ou "set-top boxes") foram fabricados na região. Os aparelhos são necessários para a recepção do sinal digital nas TVs.
"Quase a totalidade dos receptores vem de Manaus, por conta dos benefícios [fiscais]", afirma Roberto Franco, presidente do Fórum da TV digital. Hélio Rotenberg, presidente da empresa Positivo Informática, líder em vendas neste mercado, diz haver 20 mil famílias recebendo o sinal na Grande SP, no máximo. "Algo entre 10 mil e 20 mil", afirma.
Além de São Paulo, as cidades de Rio de Janeiro e Belo Horizonte também têm TV digital, mas a implementação começou há menos tempo.
Órgãos responsáveis pela inserção do novo sistema no país, como Ministério das Comunicações, Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) e Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), alegam não ter dados oficiais sobre adesão.
Ainda não há também o volume de compra de TVs com receptores digitais embutidos, mas o produto é restrito a nichos de alto poder aquisitivo. Um dos aparelhos mais baratos deste tipo custa R$ 6 mil. Já o conversor mais barato do mercado sai por R$ 499 --preço considerado alto, já que a demanda é baixa.
O conteúdo transmitido pelas emissoras em alta definição, um dos chamarizes para procura por "set-top boxes", é limitado. Em São Paulo, o único canal que transmite toda sua programação em alta definição (sem contar horários alugados) é a RedeTV!.
Promessas
Além do conteúdo, as promessas não cumpridas também ajudam no fracasso do sistema. O conversor popular de R$ 250, prometido desde antes do estréia, ainda não chegou. Tampouco a interatividade.
"A indústria não se preparou para vender o conversor, nem mesmo caro", cutuca o ministro Hélio Costa (Comunicação), à Folha Online.
"A Eletros nunca afirmou que os preços seriam baixos nessa fase inicial, embora tenhamos apresentado ao governo as medidas necessárias para acelerar o processo de redução dos preços conversores", responde a associação dos fabricantes, em nota.
Sobre a interatividade, Costa responsabiliza radiodifusores e até telespectadores: "A interatividade é uma coisa que depende muito mais do usuário, das emissoras de TV, das entidades que querem utilizar a interatividade, do comércio, das empresas, do que do governo. Não é uma responsabilidade do governo fazer a interatividade."
Segundo Roberto Pinto Martins, secretário de Telecomunicações, a interatividade chega no ano que vem --"talvez no começo de 2009". O governo alega que um imbróglio envolvendo pagamento de royalties atrasou a formulação do sistema Ginga, responsável pela interatividade dentro do conversor.
"As emissoras morrem de medo de conectar algum canal de retorno na TV e verem a chegada da convergência no ambiente que elas lutam para manter 'intocado'", afirma Gustavo Gindré, membro do Comitê Gestor da Internet e da ONG Intervozes, que discute a ampliação do direito à comunicação.
O presidente da Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão), Daniel Slaviero, diz que "as televisões estão cumprindo rigorosamente a sua parte" na divulgação da TV digital.
"Nós, juntamente com a indústria, colocaremos neste mês uma segunda rodada da campanha da propaganda 'Família Nascimento', para divulgar o sistema. Também deve ser trabalhada a questão da degustação da TV digital em pontos públicos, como shoppings e parques."
A questão do preço também tem um horizonte, diz Hélio Costa. "Estou indo ao Japão agora em junho. Na minha ida, eles vão anunciar o conversor de US$ 50", promete, mais uma vez.
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» TI Inside 06/06/2008
FTC vai investigar Intel por supostas práticas anticompetitivas
A Federal Trade Commission (FTC), órgão do governo americano que investiga contratos comerciais e dados fiscais de empresas e pessoas físicas, deu início a um procedimento formal de investigação da Intel por suposta conduta anticompetitiva.
Em um comunicado, a Intel admitiu que tivesse recebido uma intimação na quarta-feira (4/6) e disse que vai "trabalhar estreitamente" com a FTC e cooperar com as autoridades, segundo notícia divulgada nesta sexta-feira (6/6) pelo The New York Times.
A fabricante de chip vem sendo acusada por sua rival, a AMD, de práticas comerciais no mercado dos microprocessadores prejudiciais aos negócios da empresa. No documento, ela diz que "considera suas práticas comerciais de acordo com as leis dos Estados Unidos".
Os oficiais de Justiça e os advogados disseram que nos últimos dias a Intel, a AMD e vários dos maiores fabricantes de computadores, que compram semicondutores das duas empresas, já começaram a receber as intimações da FTC.
A investigação, que vai averiguar as acusações de que as políticas de preços da Intel foram concebidos de forma a manter um quase monopólio no mercado, foi autorizada pelo novo presidente da FTC, William E. Kovacic, e obteve o apoio de outros comissários do órgão. Na verdade, ele reverteu uma decisão de sua antecessora, Deborah P. Majoras, que havia bloqueado a instrução formal do inquérito por muitos meses.
Deborah é uma ex-funcionária sênior da divisão antitruste do Departamento da Justiça e foi uma das arquitetas no governo Bush do arranjo que livrou a Microsoft, em 2001, da acusação de ferir a lei antitruste. Ela saiu há dois meses para se tornar membro do conselho geral da Procter & Gamble.
Thomas M. McCoy, vice-presidente executivo para os assuntos jurídicos da AMD, também soltou um comunicado, no qual diz que “a Intel deve agora responder à Federal Trade Commission, que é a forma adequada para determinar o impacto de suas práticas sobre os consumidores e aos negócios de tecnologia”.
Uma vez que quase certamente a FTC ainda vai levar muitos meses para decidir se move um processo contra a Intel, e como os órgãos reguladores europeus e asiáticos já concluíram por processar a empresa, o inquérito poderá constituir-se num importante teste para o próximo governo dos EUA e a sua política de concorrência.
Tecnicamente, independente da posição da Casa Branca, a FTC é composta por pessoas nomeadas pelo presidente da República. Se o próximo governo quiser mostrar que é mais rigoroso na política antitruste do que foi a administração Bush poderá usar o inquérito da Intel para estabelecer um marco.
Na verdade, as duas fabricantes de chips disputam um mercado que gera receita de mais de US$ 225 bilhões por ano, por isso é uma das maiores ações antitruste e considerada entre as mais importantes desde o processo movido contra a Microsoft na década de 1990.
Esta semana, a Fair Trade Commission da Coréia do Sul decidiu que a Intel terá de pagar mais de US$ 25 milhões por violar as leis de comércio daquele país. A comissão coreana constatou que a empresa violou a lei antitruste quando ofereceu US$ 37 milhões em descontos para as fabricantes de PCs Samsung e da Trigem, entre 2002 e 2005, em troca da promessa de não comprarem microprocessadores da AMD. Intel respondeu dizendo que estava desapontada com a decisão e disse que, provavelmente, entraria com recurso.
Os advogados da AMD disseram que esperam que os órgãos reguladores europeus expandam as objeções ou cobrem oficialmente uma mudança da Intel. No ano passado, a Comissão Européia disse que a empresa tinha se empenhado em mudar sua conduta anticoncorrencial de proporcionar descontos para revendas e fabricantes de PCs cancelassem a libertação de produtos que utilizassem microprocessadores da AMD.
As práticas tarifárias da Intel também estão sendo analisadas pelos investigadores da Procuradoria Geral de New York, chefiada pelo procurador-geral Andrew M. Cuomo.
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» TI Inside 06/06/2008
Dell assume segunda posição em venda de PCs no Brasil
Nos primeiros três meses do ano, a Dell conquistou 5,9% do mercado de PCs no país, alcançando a segunda posição no ranking de vendas, de acordo com pesquisa da IDC. No ano passado, a companhia havia começado na terceira colocação em vendas de computadores, responsável por 4,8% do mercado no primeiro trimestre. Mas nos últimos três meses de 2007, já dava indícios de crescimento, atingindo 5,2% das vendas totais de PCs no país.
“Enquanto o mercado cresceu 18,7% ano sobre ano em unidades, a Dell conseguiu crescer 46,1% no Brasil. Isso reforça, ainda mais, a estratégia da companhia de investir aqui”, diz Raymundo Peixoto, diretor geral da Dell Brasil.
Segundo ele, grande parte dessa conquista se deve às novas estratégias da companhia, focada em atingir o público doméstico, além do mercado corporativo. Após o lançamento de novas linhas de produtos específicas para este segmento e o anúncio de parcerias com redes varejistas, a Dell Brasil viu sua participação de mercado aumentar.
Ele informa que a linha Inspiron, lançada recentemente, com foco no usuário final, representou sozinha 1,5% do total de vendas de computadores no país, sendo a segunda linha mais vendida da Dell.
Mas foram os notebooks, entre todos os produtos, os grandes responsáveis pela vice-liderança da companhia no primeiro trimestre, segundo Peixoto. Com 11,4% de participação em vendas de computadores portáteis, a Dell viu este produto crescer no gosto do consumidor. No último trimestre de 2007, atingiu 8,9% em participação de notebooks, um salto de 2,5 pontos percentuais em relação aos três primeiros meses de 2008.
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» WNews 06/06/2008
Você sabe qual é a velocidade da sua banda larga?
Kilo ou Mega, bit ou byte. Qual é a velocidade da banda larga fixa usada na sua residência? As siglas aplicadas para medir o volume de dados e a capacidade de tráfego na Internet causam confusão entre muitos usuários. Prova disso é que 16% dos lares brasileiros com conexão rápida não sabem a taxa contratada para acessar a Web, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2007 do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
A falta de informação sobre o serviço é um dos fatores que contribuem para o crescimento das reclamações nos órgãos de defesa do consumidor. No ano passado, a banda larga ocupou o quinto lugar no ranking de queixas do Procon de São Paulo por descomprimento dos serviços. Para não engrossar as estatísticas de descontentamento; nem perder tempo nas centrais de atendimento ao consumidor, aprenda a medir a velocidade da sua banda larga.
Ao contratar uma conexão de Web veloz, confira qual é a quantidade de dados prevista no plano e a velocidade de tráfego das informações pela rede. Verifique, inclusive, as taxas de download e upload, pois elas são diferentes.
"Essas são dúvidas muito comuns. O usuário em geral acha que a velocidade usufruída é inferior à contratada", diz Ricardo Sanfelice, gerente de marketing de produtos da GVT. Quando as empresas anunciam pacotes com tamanhos de Megas variados, isso significa a quantidade de dados que vão trafegar pela rede. Já a velocidade é expressada em segundos. Por exemplo, Kilobit é diferente de kilobit por segundo. O mesmo acontece com o Megabit, que não é a mesma coisa de Megabit por segundo.
Sopa de letrinhas
As siglas ajudam a identificar as diferenças. Kilobit é (Kb) e Kilobit por segundo é Kbps. O mesmo vale para a denominação com velocidades superiores, Mega - Megabit (Mb) e Megabit por segundo (Mbps). Essas unidades são baseadas na linguagem binária do Bit (BInary digiT). Um conjunto de 8 bits reunidos como uma única unidade forma um Byte.
Há termos para referir-se a múltiplos de bits usando padrões prefixados, como kilobit (kb), megabit (Mb) e gigabit (Gb) - com "b" minúsculo -, diferente de byte que utiliza um "B" maiúsculo (kB, MB, GB). Essas formas são usados para definir quantidade de informação.
Já quando se trata de velocidade de transmissão, entra em cena o segundo (velocidade por segundo). Soma-se às siglas Kb, Mb ou KB e MB as letras "ps" (por segundo). Daí vem Kbps (Kilobit por segundo); KBps (Kilobyte por segundo) ou Mbps (Megabit por segundo) e MBps (Megabyte por segundo). O Kilobyte por segundo é oito vezes maior que o Kilobit por segundo. (Confira na tabela abaixo os valores correspondentes).
"É preciso observar com cuidado o tipo de serviço a ser contratado para evitar decepções futuras", aconselha Marta Aur, técnica de proteção e defesa do consumidor do Procon de São Paulo. Ricardo Sanfelice, da GVT aconselha, inclusive, ao internauta a identificar como ele irá usar a Web. "O perfil do usuário de Internet mudou. Antes, as pessoas baixavam mais conteúdo do que subiam. Agora, elas participam mais, fazem mais upload em sites colaborativos", ressalta.
Taxas de velocidade
As taxas de velocidade variam de acordo com o tipo de conteúdo solicitado. A prestadora garante rapidez na comunicação da casa do usuário até a Internet. Daí para frente existem fatores da própria rede que vão influenciar, como a localização do servidor onde o conteúdo está guardado.
Imagine baixar um vídeo hospedado em um servidor na Rússia que não garante taxas altas de tráfego. Isso vai influenciar no tempo do seu download, segundo explica Sanfelice, da GVT. Devido a esses fatores, as prestadoras garantem percentuais míninos e máximos de velocidades nominais em função do pacote comprado.
Planos
As prestadoras de serviços de banda larga costumam oferecer conexão o termo Mega. Ele refere-se à quantidade máxima de dados que vão trafegar pela rede. Já a taxa de transmissão dessas informações é referenciados em segundos.
O plano Speedy de 1 Mega da Telefônica, por exemplo, oferece velocidade de download de 1 Mbps (Megabit por segundo) e de upload é de 300 Kbps. O Turbonet de 3 Mega da GVT dispõe 3 Mbps para baixar conteúdo e 750 Kbps para subida de dados.
No pacote da Net Virtua de 2 Mega, por exemplo, a velocidade de download é de 2 Mbps e a de upload é de 300 Kbps. Já no Velox de 1 Mega da Oi, as taxas de descida de dados são de 1024 Kbps e de subida é de 300 Kbps.
Diferenças entre velocidades de download e upload
A tecnologia de Internet banda larga mais usada no País é a ADSL (Asymetric Digital Subscriber Line) - desenvolvida para prover acesso pela linha telefônica. Como o próprio nome diz, ela é assimétrica, ou seja, as velocidades de download e upload são diferentes. Do total de conexões de Web veloz no País (8,2 mil), 5,9 mil são feitas por esta tecnologia. Em segundo está a TV por assinatura, com cable modem, com 1,9 mil, de acordo com o site Teleco, que monitora o setor de telecom.
Apesar da maior parte dos acessos banda larga existentes no Brasil serem providos por operadoras de telefonia fixa ou de TV por assinatura, eles não são os únicos a oferecerem estes serviços ao mercado. Há 1.761 outros provedores menores de conexão rápida presentes em 74,2% dos municípios brasileiros.
Como medir
A velocidade de sua conexão à Internet depende não só das características técnicas de seu acesso como também do tráfego, dia e hora. Por isso deve fazer várias medições para saber a estabilidade de seu acesso. Existem diversos sites que oferecem medição.
As próprias prestadores colocam a disposição do assinante, basta solicitar. Exemplos de sites medidores: http://www.pcpitstop.com/Internet/bandwidth.asp; http://www.hwn.com.br/medvel; http://www.numion.com/; http://www.pcativo.com.br/nosso_teste.asp?4,29943263530731E+21; http://www.rjnet.com.br/1velocimetro.php
Tabela
1 Kilobit (ou Kb) = 1024 bits
1 Megabit (ou Mb) = 1024 Kilobits
1 Gigabit ou (Gb) = 1024 Megabits
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» Correio da Bahia 09/06/2008
Bahia já responde por 25% da produção de computadores no país
Os consumidores de baixa renda estão impulsionando a produção de computadores na Bahia. A queda do dólar, os prazos alongados e as medidas de incentivo popularizaram o acesso aos equipamentos e vêm sendo responsáveis pelo boom do setor no estado, que já responde por 25% de todo o volume fabricado no país, com aproximadamente 2,2 milhões de unidades por ano, ou 180 mil por mês. O mercado baiano já ocupa a terceira posição entre os maiores produtores nacionais, atrás apenas de São Paulo e do Paraná. O volume de vendas da indústria local somou R$2 bilhões em 2007. A expectativa é fechar 2008 com um incremento de 20%, chegando a R$2,4 bilhões.
“Daqui a cinco anos, haverá mais brasileiros acessando computadores que assistindo à TV”, compara a diretora de fomento às tecnologias de informação e comunicação, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Rúbia Carvalho. “Os incentivos fiscais, com barateamento dos preços e parcelamentos esticados, estão promovendo a inclusão digital, fazendo com que a classe baixa possa ter acesso ao computador e internet”, completa.
O presidente do Sindicato das Empresas do Pólo de Informática de Ilhéus (Sinec), Gentil Pires Filho, destaca que desde 2005 a fabricação de computadores vem crescendo a passos largos no mercado baiano, estimulada principalmente pela queda do dólar.
“Em 2006, a expansão na produção chegou a 24%, e de lá para cá mantivemos a média de 20%. Para atender à forte demanda, as indústrias do pólo de Ilhéus têm feito um investimento anual médio de R$60 milhões em expansão do parque industrial e novas contratações”, diz o dirigente, acrescentando que o pólo concentra 20% da produção do estado, enquanto as unidades instaladas em Salvador e outras cidades, a exemplo da Semp Toshiba, na capital baiana, respondem por 5%.
“Estamos no embalo do setor e projetamos chegar ao final do ano com um volume de produção 20% maior”, comemora o diretor comercial da Login Informática, Carlos Valadares, ressaltando que a classe C é a que mais está comprando computadores. “Hoje o consumidor encontra computador completo por até R$769”, afirma. Uma das mais antigas indústrias do pólo de Ilhéus, a Login conta hoje com uma produção mensal de 18 mil computadores e reúne 500 funcionários.
Gentil Filho salienta que no período do final do ano a produção do pólo baiano registra incremento de mais de 50%. “Para atender a essa demanda, a contratação de mão-de-obra temporária tem sido elevadíssima. Este ano a previsão é recrutar, entre setembro e dezembro, em torno de 1,6 mil trabalhadores”, frisa. O pólo de Ilhéus gera hoje cerca de 3,4 mil empregos, entre diretos (1,7 mil) e indiretos (1,7 mil), e conta com 60 empresas efetivas.
Da produção mensal de 180 mil computadores na Bahia, 35 mil são notebooks, segundo Gentil Filho. O estado fabrica também monitores, mouses e teclados. Cerca de 80% do total produzido é direcionado para as regiões Sul e Sudeste do país, enquanto 20% é absorvido pelo mercado interno, principalmente pelas grandes redes supermercadistas e lojas do setor de informática, além de empresas de telecomunicações e segurança.
Novas fábricas - O pólo baiano de informática está sendo reforçado com duas novas indústrias este ano. A Positivo Informática, de origem paulista, fabrica monitores LCD, enquanto a Microtécnica, que tem sede em Brasília, irá inaugurar sua primeira unidade fabril na Bahia em agosto (até então operava apenas com comercialização e manutenção), para produção de computadores e monitores.
O vice-presidente financeiro e diretor de relações com o investidor da Positivo, Lucas Guimarães, aponta a mão-de-obra especializada e a localização como os fatores determinantes na escolha da Bahia para implantar a nova fábrica da companhia. A Positivo iniciou as operações em maio, com uma produção de 20 mil monitores/mês, devendo chegar a 51 mil até março de 2009, segundo o executivo. “Mas não está descartada a possibilidade de fabricarmos outros equipamentos em território baiano, como computadores e placas-mãe. A Bahia possui um mercado varejista muito interessante e queremos estar mais próximos desse segmento”, revela Guimarães. A unidade baiana da Positivo contou com investimentos de R$3,4 milhões e tem capacidade de produção máxima de 70 mil monitores por mês.
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» JB OnLine 08/06/2008
Cerca de 2,5 mil escolas públicas já estão conectadas via banda larga
COSTA DO SAUÍPE - Duas mil e quinhentas escolas públicas já receberam internet banda larga. O balanço foi feito durante o 52º Painel da Associação Brasileira das Telecomunicações (Telebrasil), na Costa do Sauípe. O secretário de Educação à Distância do Ministério da Educação (MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, representantes das empresas de telefonia, da Casa Civil, do Ministério das Comunicações, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da Telebrasil fizeram uma reunião para avaliar os trabalhos.
O programa foi lançado em abril pelo MEC e a meta para o primeiro bimestre, instalar a conexão em duas mil escolas, já foi cumprida. Um dos problemas detectados nesses primeiros meses pelas teles é a falta de estrutura em algumas escolas para receber o cabeamento. Em alguns lugares, o laboratório de informática não existia mais ou a diretoria negou-se a receber os técnicos das empresas porque não havia sido comunicada sobre a instalação.
- Percebemos que há a necessidade de comunicar a todas as secretarias de educação quais escolas serão beneficiadas e quando. Isso foi agora ajustado em um termo de compromisso, o MEC vai repassar isso para a gente responder sobre a validação da escola - explicou o vice-presidente do Consed, Adeum Sauer. As escolas que não tiveram a estrutura passarão a vez para aquelas que já podem receber a banda larga até que estejam adequadas.
O programa de banda larga prevê que 56 mil escolas sejam beneficiadas até 2010. Desse total, 40% devem ser instaladas em 2008, 40% em 2009 e os 20% restantes em 2010. O acordo entre governo e teles foi feito a partir da troca da obrigação das operadoras de telefonia em instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) e levar aos municípios um sistema chamado backhauls, que é a infra-estrutura de rede para conexão em banda larga.
- A avaliação foi positiva. Se as empresas não instalarem a rede dentro dos prazos serão multadas, então não tenho a menor dúvida que as metas serão cumpridas - avaliou o secretário executivo da Telebrasil, César Rômulo.
Durante o painel, Bielschowsky apresentou o Portal do Professor, que será lançado ainda em junho e disponibilizará conteúdos multimídias para serem usados em sala de aula. Rômulo lembrou que é fundamental que o governo desenvolva os conteúdos digitais pedagógicos.
- Eles [MEC] estão cientes de que é preciso capacitar os professores e fornecer esse material - afirmou Rômulo. Ele não descarta que no futuro as empresas possam estabelecer parcerias com o governo para disponibilizar os conteúdos.
- A gente quer que esse investimento seja otimizado na melhoria da qualidade do ensino. O resultado é criança melhor capacitada - apontou.
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» Tecnologia - Terra 08/06/2008
Presentes high-tech já esquentam Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados está chegando e, junto com esta data especial, também se aproxima a hora de comprar os presentes. Os produtos do universo high-tech são sempre uma boa pedida, mas, dentre tantas opções disponíveis, é natural que os casais fiquem confusos no momento da escolha. Para ajudar a clarear as idéias, apresentamos algumas seleções de compra para este último fim de semana antes do encontro.
Para começar juntando tudo em um, o iPAQ 510, da HP, é um smartphone que atende aos comandos de voz do usuário graças ao recurso HP Voice Reply, que reconhece a fala e permite que e-mails sejam respondidos oralmente. Além desse diferencial, ele serve como telefone, agenda, visualizador de documentos e tocador de música. O transporte do produto também é facilitado graças ao peso de 102 gramas. Seu preço é de R$ 1.199.
Na linha dos dispositivos móveis, a empresa HTC traz o Touch Dual, uma opção de smartphone voltada ao público executivo que combina a elegância do design com recursos de ponta como tela de cristal líquido de 2,6 polegadas, compatibilidade com o padrão 3G e sistema operacional Windows Mobile 6.0 Professional. O aparelho ainda fotografa a 2 megapixels e conta com a tecnologia TouchFLO, que reconhece o movimento dos dedos para a navegação em menus. O preço sugerido no Brasil ainda não foi anunciado.
Para quem busca um presente mais acessível, o Style, tocador de MP5 da Dynacom, possui a função extra de câmera fotográfica com 2 megapixels e oferece tela colorida de 2,4 polegadas mais alto-falantes embutidos. O Style pode ser adquirido nas versões de 512 MB (R$ 299), 1 GB (R$ 399) e 2 GB (R$ 499).
Agora, um pouco mais inusitado que os tocadores e smartphones é o rastreador automotivo Maxtrack Free, um GPS que se instalada em carros e motos e utiliza chips SIM de telefone celular. Os usuários colocam créditos no produto e assim que se sentem ameaçados no trânsito podem acionar um botão de pânico, que dispara um alerta para celulares pré-cadastrados. O aparelho sai por R$ 599 e o consumo mensal gira em torno dos R$ 15.
Outro GPS, o NAV740, da companhia V7, auxilia os motoristas em rotas de 27 estados e 1.140 cidades, vindo com uma tela confortável de 4,3 polegadas, instruções por meio de voz e navegador que recalcula rapidamente os caminhos. À venda nas lojas do País por R$ 1.199, o NAV740 tem dois anos de garantia.
Chegando em casa, o conjunto de caixas acústicas M3310, da fabricante Edifier, é uma solução com bom custo-benefício para os casais que desejam ter um sistema de áudio mais competente na mesa de trabalho. Por R$ 357 é possível levar duas caixas acústicas tipo satélite e um subwoofer (para sons graves) de 5 polegadas protegido magneticamente. Os recursos básicos incluem controles frontais, ajustes de volume e de graves. A potência das caixas é de 8W RMS para as satélites e 12W RMS para o subwoofer.
Saindo do universo sonoro e entrando no campo das imagens, porém ainda ao gosto dos apaixonados por cinema, o televisor de LCD Bravia KLV-40S301A, da Sony, tem 40 polegadas e é oferecido nas cores preta, prata, vermelha e branca. O ângulo de visão, um dos grandes vilões das telas de cristal líquido, é de 178º nesse modelo, ou seja, oferece conforto aos espectadores em praticamente todos os lugares da sala. O aparelho custa R$ 3.799.
Um presente também interessante por se parecer mais com um brinquedo é o Nabaztag, mascote eletrônico inteligente da Tectoy que se conecta à Internet e interage com o próprio dono. Para comemorar o Dia dos Namorados, o coelho digital pode ser encontrado em lojas de todo o Brasil por R$ 499. No site www.nabaztag.com/brasil, é possível ainda mandar recados apaixonados e subir canções para a pessoa amada.
Opções para aqueles que gostam de ficar em frente ao computador ao lado do par por horas seguidas também não faltam. Uma delas é o mouse sem fio da Clone com seletor de resoluções, que variam de 500 cpi (contagem por polegada) a 1.000 cpi. Os usuários podem optar por modelos com 5 ou 7 botões. Se for adquirido junto com um teclado sem fio, também da Clone, o preço sugerido do periférico fica entre R$ 129 e R$ 159.
Os casais que gostam de registrar os momentos com cenas em movimento podem escolher a filmadora digital SW20, da Panasonic, que, além de compacta, é resistente à água e a quedas de até 1,2 metro de altura. O zoom óptico (real) do modelo chega a 10x e ainda há o recurso de estabilização de imagens E.I.S., que minimiza os efeitos indesejáveis provocados pela tremulação das mãos. A SW20 sai por R$ 1.999 e vem com cartão de 1 GB.
Também da Panasonic, o depilador ES2059 é feito para mulheres, garantindo uma remoção mais suave dos pêlos graças à cabeça móvel que acompanha as curvas do corpo. De fácil limpeza, o produto é resistente à água e tem acessórios para depilação de áreas sensíveis, como a virilha. Um sistema protetor ainda evita que a pessoa sinta dor e sofra com as irritações. O preço sugerido do ES2059 é de R$ 399.
Por fim, para guardar dados com segurança, os apaixonados podem comprar o pendrive DataTraveler Micro Reader, da Kingston, que armazena entre 1 GB e 4 GB e ainda conta com leitor de cartões MicroSD, Micro SDHC e Micro Stick (M2) incorporado. Disponível em lojas de eletrônicos do País, o produto é vendido nas versões de 1 GB (R$ 79), 2 GB (R$ 119) e 4 GB (R$ 179).
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» IT Web 08/06/2008
Sua TI é eficaz e eficiente?
Fazer mais com menos. Este parece ser o objetivo de dez em cada dez empresas. Mas como realizar isto sem comprometer a qualidade dos projetos e dos serviços - ou sobrecarregar os funcionários? Para responder esta questão latente dos CIOs, o consultor de gestão empresarial Sergio Lozinsky conduziu o workshop Eficácia de TI durante a sexta edição do IT Conference, que reuniu 768 pessoas entre quinta (05/06) e sexta-feira (06/06), no WTC Hotel, em São Paulo. "A eficácia e a eficiência de TI devem ser vistas como parte de um ciclo de atendimento das necessidades dos usuários, que tendem a se sofisticar a medida que o usuário entendem mais de tecnologia", enfatizou.
Antes de se aprofundar no tema e chamar os executivos Paulo Vassalo, CIO da CCEE, e Fabio Faria, diretor-corporativo de TI da Votorantim Industrial, que apresentam os cases das respectivas empresas, Lozinsky explicou a diferença entre eficácia e eficiência. De acordo com o especialista eficácia diz respeito à como a TI lida com as demandas por soluções e como são definidas as necessidades da área de tecnologia da informação. Já eficiência está relacionada à forma como o serviço de TI é entregue, envolve a busca por soluções alternativas, a medição por custo unitário e por níveis de serviços ofertados pela TI e também a obtenção de ganhos em escala.
Com usuários cada vez mais independentes e os CEOs exigindo mais rentabilidade e redução de custos, o departamento de TI se vê obrigado a incrementar suas capacidades estratégicas, como gestão de TI, gestão de desempenho, gestão de portfólio e gestão de inovação, além da gestão de demanda, governança de TI, estratégia de sourcing e de TI e gestão da arquitetura.
No caso da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a dinâmica rotina e o ciclo de demanda incontrolável obrigaram a área de TI, comandada por Paulo Vassalo, a repensar sua organização. "Percebemos que éramos eficazes, mas não eficientes", conta Vassalo. A resposta foi elevar o nível de maturidade dos processos e a governança de TI.
Na Votorantim Industrial, Fabio Faria, propôs uma plataforma única para todas as empresas que integram esta vertical do grupo (saiba mais: assista ao webcast). A tarefa esbarrava nas dificuldade inclusive de distância, uma vez que são 330 localidades em todos os Estados do Brasil. Alguns pontos foram cruciais, como ter a governança de TI alinhada com a de negócios, padronização, integração e otimização das informações e a implantação de um centro de competência de TI. "Reduzimos de 1,17% do faturamento para 0,74% sem deixarmos de fazer nada", ressalta o diretor-corporativo.
Para finalizar o workshop, Lozinsky apontou alguns índices que podem ser usados pelos profissionais com objetivo de descobrir se o departamento está na direção certa:
- oportunidades perdidas por causa da infra-estrutura de TI
- impacto nos clientes
- serf-service (grau que as empresas disponibilizam para os funcionários)
- mix de recursos profissionais
- impacto na geração de lucro
- percepção sobre segurança da arquitetura tecnológica
- velocidade do desenvolvimento
- utilização prática das soluções
- inovação
- treinamento focado em resultados
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