Segunda-feira, 11 de agosto de 2008
» Valor Econômico    11/08/2008
Região serrana do Rio atrai companhias da área de TI

Movimento Petrópolis Tecnópolis é voltado para criação de um cinturão de empresas focadas em tecnologia na região



» Valor Econômico    11/08/2008
Symantec luta para simplificar seu antivírus

Em 2006, Rowan Trollope, um alto executivo da Symantec, declarou guerra a seus próprios engenheiros. O software de segurança de computadores Norton da companhia estava ficando tão sobrecarregado de recursos que seus melhores amigos diziam que preferiam desligar o programa, em vez de lidar com os problemas que ele causava



» Jornal do Brasil    11/08/2008
Vale apagar conteúdo já publicado na internet?

Apagar algo já publicado de um site certamente não é incomum, particularmente depois de se receber uma carta de um advogado demandando a remoção de conteúdo. E em blogs obscuros, é presumível que isso ocorra com freqüência – um escritor pode simplesmente ter mudado de idéia



» Jornal do Brasil    11/08/2008
Destaque na web valoriza marca

Figurar em sites de busca vira estratégia de marketing



» Web Insider    11/08/2008
Banners e links patrocinados em sites de conteúdo

Sites de conteúdo que vivem de publicidade podem obter receita com banners, pagos por impressão ou por resultados, também com links patrocinados. Os grandes conseguem bons resultados



» Informática - Folha OnLine    11/08/2008
Sites ajudam aluno na volta às aulas

Nesta volta às aulas após as férias de julho, confira dicas para conseguir carona, editar textos colaborativamente e facilitar o contato com os colegas de classe via internet. Todos os sites indicados nesta matéria são gratuitos



» Informática - Folha OnLine - 16h53    10/08/2008
Internet na China é monitorada por 30 mil pessoas, que até apagam posts

O peso político da internet faz com que ela seja controlada com requinte pelo governo chinês. Estima-se em 30 mil o número de censores que ficam vigiando os principais fóruns e debates on-line --comentários sobre assuntos polêmicos são apagados em minutos



» Info OnLine    08/08/2008
MS corrige 7 falhas críticas na terça-feira

Entre os títulos que contêm vulnerabilidades críticas estão Windows, Internet Explorer, Windows Media Player, Access, Excel, PowerPoint e Office



» Tecnologia - Terra    10/08/2008
Polícia de Nova York aceita denúncias por SMS

A idéia do Departamento de Polícia, contou Browne, é que os jovens são mais rápidos em seus hábitos de enviar mensagens de texto, e que isso é uma fonte de atividade que os investigadores querem aproveitar



» Tecnologia - Terra    10/08/2008
Empresa distribui novos televisores HD no País

A Agis, distribuidora de produtos de TI e informática, anunciou a distribuição de novos modelos de televisores de alta definição no Brasil, das marcas Sony, Philips, LG e Aoc. Os destaques são os modelos Full HD 42PFL9900 e 47LB7DF, da Philips e LG respectivamente, o Aoc L32W431B, que funciona bem como monitor de computador, e o Bravia KLV-40M400A, da Sony




» Valor Econômico    11/08/2008
Região serrana do Rio atrai companhias da área de TI

Salas envidraçadas mergulhadas no verde, com lareira para aquecer no inverno. No jardim, piscina para refrescar as idéias no verão. A proposta é criar ambiente inspirador para corações e mentes entregues à tecnologia. Num canto escondido de Correias, no município de Petrópolis, está IdeaValley. Com quatro unidades espalhadas no campo gramado, sendo uma delas uma pousada, gente jovem, a maioria petropolitana e com formação em informática, trabalha, em turnos, dia e noite.

Atendem a contratos firmados com 21 jornais brasileiros e dois japoneses. Sergio Cabral Cavalcanti, um dos criadores da IdeaValley, informa que a equipe coloca na web a versão digital da edição do dia. O FlipSite, como é batizado o sistema, transfere inteirinho um jornal, revista ou livro, com a paginação original. O usuário vira as páginas com o mouse como se estivesse lendo da forma tradicional. Pode ampliar ou reduzir as partes que desejar.

Não muito longe dali, em Araras, está a Automatos, braço de desenvolvimento da Virtus. A Automatos resolveu tratar "a inovação de um jeito diferente", diz André Fonseca, presidente da companhia fruto da união de sete empresas. Transferiu os 40 desenvolvedores e pesquisadores para a sede, em harmonia com a natureza, dos oásis dos cariocas nos finais de semana. "Optamos por uma relação mais fluida entre lazer e trabalho. Saímos da movimentada rua da Assembléia, no centro do Rio. Em 12 meses tivemos um ganho sensível em produtividade e redução da rotatividade. Dobraremos a equipe em Araras", diz Fonseca.

A IdeaValley procura estimular os recursos humanos locais. "Contratamos o máximo aqui mesmo, a maioria ainda estudantes para ajudar na formação" diz Juliana Laxe, responsável pela gestão da empresa. Ela morava no Rio e transferiu-se para a casa da família na serra.

Com faturamento de R$ 15 milhões em 2007, e 110 empregados, a IdeaValley tem um gosto especial pela educação. Está trabalhando no desenvolvimento de um software e no design de uma carteira escolar digital, em que o aluno em vez de caneta, livros e cadernos, interage com um display. Com os dedos, aciona textos e imagens alimentados por servidores com as informações definidas para o currículo escolar.

Não é por acaso que muito próximo dali está a Fazenda Marambaia, de Luiz Cezar Fernandes, onde mora o ex-banqueiro e empreendedor inveterado. Na fazenda, entre criação de cabras e de dezenas de cachorros da raça paulistinha, fica a Taho, que presta serviços de banda larga sem fio em quatro municípios fluminenses, inclusive Petrópolis. Fernandes conheceu o quase homônimo do governador fluminense Sergio Cabral em um jantar de empresários em Nova York. Os dois sentaram-se lado a lado e, após uma hora de conversa, decidiram trabalhar juntos. Fernandes entrou com o dinheiro e o tino para negócios e Cabral com idéias e a formação em engenharia da computação.

Deu certo. Cabral e Fernandes estão juntos em vários negócios, inclusive o de inclusão digital da favela da Rocinha (RJ), criado em 2003 com o Viva Rio. O programa ganhou o prêmio de melhor projeto com tecnologia sem fio do mundo da Wireless Communications Alliance (WCA). A proposta acabou exportada para a Nigéria, onde Cabral morou dois anos instalando redes em comunidades carentes.

Há sete anos na região, a Marambaia Capital persegue vários projetos de tecnologia. Controla, também, a WiPlug, voltada para transmissão de dados via rede elétrica, e a Taho VoIP, com projetos de voz sobre IP. Desde o início, Fernandes exigiu de Cabral que as empresas fossem em Correias. Foi ele um dos que deram partida ao Movimento Petrópolis Tecnópolis, voltado para criação de um cinturão de empresas focadas em tecnologia na região.

Semana passada o Movimento promoveu o Festival de Tecnologia de Petrópolis, com a proposta de apresentar idéias, criar espaço para atualização e troca de informações com especialistas, além de promover shows de música digital, atraindo também a população local. O Palácio de Cristal, edificação que o Conde d'Eu mandou construir para presentear a princesa Isabel, foi aberto ao público. Havia atividades de princípios básicos da física, planetário inflável, jogos de computador.

Empresas como Petrobras, Shell, Michelin, Light, Furnas, entre outras estiveram presentes para falar sobre suas expectativas na área de tecnologia da informação. Johnny Chung Lee, da Carnegie Mellon University (EUA), especialista em interatividade e recentemente contratado pela Microsoft, mostrou o controle de imagens à distância na tela sem teclado ou mouse, apenas por de um sistema de controle da Nintendo. Tal qual Tom Cruise fez com uma luva no filme Minority Report, de 2002.

Logo depois da palestra de Lee, Sergio Cabral, da IdeaValley, apresentou um dispositivo semelhante controlado a distância por um simples led (diodo semicondutor). É a alta tecnologia em Petrópolis.



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» Valor Econômico    11/08/2008
Symantec luta para simplificar seu antivírus

Em 2006, Rowan Trollope, um alto executivo da Symantec, declarou guerra a seus próprios engenheiros. O software de segurança de computadores Norton da companhia estava ficando tão sobrecarregado de recursos que seus melhores amigos diziam que preferiam desligar o programa, em vez de lidar com os problemas que ele causava. "Eu percebi, então, que estávamos parecendo porcos, engolindo recursos demais dos PCs", diz Trollope, vice-presidente sênior de produtos de consumo.


Em semanas, metade da equipe de gerentes havia ido embora. Então, Trollope embarcou num plano para dar uma sacudida na Symantec e mudar a maneira como as pessoas pensam na proteção de seus computadores contra vírus e outros ataques. Seu objetivo? Certificar-se de que o software Norton iria perder gordura, como também melhorar o desempenho dos PCs. É o primeiro passo num plano de cinco anos para tornar o software da Symantec mais fácil de ser usado. "Estava claro que precisávamos de um novo plano de jogo", diz Trollope.


Muitos usuários de computadores concordariam. Embora os programas de segurança protejam os computadores, eles também são um dos principais motivos dos PCs terem se tornado uma dor-de-cabeça.


Os firewalls (paredes corta-fogo) impedem você de assistir a vídeos na internet. As janelas "pop-up" interrompem regularmente o usuário para pedir permissão para tarefas banais. E o verificação de vírus reduz a velocidade de seu computador à de uma tartaruga.


Nenhuma companhia tem tanta coisa nesse mercado como a Symantec. O antivírus Norton é o seu produto mais importante, tendo respondido por 30% da receita de US$ 5,9 bilhões do ano passado. E embora o Norton seja o principal programa de segurança, ele vem perdendo participação de mercado. Muitos clientes descobriram que podem baixar programas de segurança mais simples de graça na internet, de concorrentes como a TrendMicro, do Japão. "Muitas pessoas percebem que subitamente seu PC fica mais rápido depois que a assinatura de experiência do Norton vence", diz Richard Doherty, diretor de análises da consultoria Envisioneering Group.


John Thompson, executivo-chefe da Symantec, recorreu a Trollope para reorganizar o Norton em 2006. Trollope, que faz 36 anos no dia 16, tem a reputação de arrumador. Ele começou no serviço de atendimento ao cliente da Symantec aos 18 anos e pouco tempo depois já ocupava cargos melhores. Um alpinista e piloto de motocicleta nas horas vagas, ele parece adorar situações de alto risco.


O executivo certamente enfrenta uma no momento. Reunido com 14 chefes de departamentos no fim de julho, ele discutia quais penduricalhos precisavam ser eliminados para que a companhia conseguisse cumprir o prazo de 26 de agosto como dia de lançamento do Norton 2009. Sua equipe já alcançou vários objetivos ambiciosos. Mas nos últimos dias, a concorrente Kaspersky Lab lançou um produto que é mais rápido que o Norton na busca por vírus. "Ele não será lançado enquanto não tivermos o produto de segurança mais rápido do mundo", diz Trollope.


Ele está apostando que duas inovações o ajudarão a atingir esse objetivo. Uma é a tecnologia apelidada de Mr. Clean, que torna a verificação de vírus mais eficiente. Em vez de checar cada fotografia e documento de seu computador, o Mr. Clean pula qualquer arquivo associado a um aplicativo que ele julga ser "bom". O Bash, outra tecnologia, usa uma abordagem parecida. Em vez de checar cada aplicativo contra mais de 500 mil vírus, ele acelera o processo investigando apenas comportamentos "parecidos com os de vírus". Juntos, os dois poderão reduzir o tempo de verificação em mais de 90%.


Com o prazo final se aproximando, Trollope diz que a Symantec provavelmente vai atingir seu objetivo de ter o sistema de rastreamento de vírus mais rápido. A diferença com os produtos concorrentes pode ser medida em segundos. Mas é vital, diz ele, trazer de volta os usuários de computador que acham que os programas antivírus são um grande aborrecimento. "Precisamos consertar isso", diz ele.


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» Jornal do Brasil    11/08/2008
Vale apagar conteúdo já publicado na internet?

Por gerações, pessoas e instituições têm mudado de opinião sobre decisões: a bolsa de valores retira empresas da lista oficial; tribunais superiores revertem decisões de tribunais inferiores; tenistas repetem pontos disputados; celebridades reinventam suas personalidades.

Na internet, porém, temos a tecnologia para agir com mais extensão: mais especificamente, pode-se "despublicar". Em um momento uma matéria existe em um site, no próximo, ela desaparece, e de uma forma que ninguém poderia adivinhar que ela já existiu.

Apagar algo já publicado de um site certamente não é incomum, particularmente depois de se receber uma carta de um advogado demandando a remoção de conteúdo. E em blogs obscuros, é presumível que isso ocorra com freqüência – um escritor pode simplesmente ter mudado de idéia.

Mas quando se descobriu recentemente que um site popular, chamado Boing Boing, despublicou todas as referências a uma blogeira chamada Violet Blue, alguns de seus leitores consideraram a decisão de grave conseqüência, embora o ato tenha ocorrido há cerca de um ano. Uma discussão relevante no site, boingboing.net, já recebeu mais de 1.400 mensagens.


As questões claramente vão além do material por si, que acumulou pelo menos 70 mensagens de um dos contribuintes do site, Xeni Jardin, em que ela se referiu às escritas de – ou simplesmente deu um alô à – Blue, que é a colunista semanal do sexo para o San Francisco Chronicle e uma ex-amiga de Jardin.

Mas nesse caso, o que aparenta ser uma rixa pessoal entre as duas se transformou em conto acautelar, que reflete a comunidade estranha e influente que cresceu em torno do blog, Boing Boing. O site, que começou como uma revista fanática (o gênero "fanzine") no começo dos anos 90, se define como "um diretório de coisas maravilhosas" e seus leitores podem parecer particularmente intensos.

Peculiaridades
A intensidade deles vem de descobrir que, de fato, há outras pessoas no mundo que também gostam de criar desenhos detalhados em uma tela ou colecionar fantasias de 100 anos sobre como o futuro será ou criticar a intromissão das empresas de tecnologia e do governo na liberdade pessoal.

Semana passada, os comentários desses leitores foram implacáveis. Entre os primeiros a chamar o site de hipócrita estava gabrielm, lembrando o seu compromisso de promulgar a internet livre e espontânea.

"Tenho um respeito enorme pelos editores do BB, mas isso me cheira a hipocrisia", escreveu gabrielm.

Jardin, que disse que foi ela a despublicar as referências, concedeu que a decisão foi inédita.

Ela preferiu não discutir os motivos que a precipitaram a agir além de dizer que "não foi um revestimento estranho" e que foi baseado em "questões pessoais e comportamentos públicos".

Mas os leitores do Boing Boing certamente o interpretaram como um ato do site. Estava o Boing Boing enganando sua fiel audiência, suprimindo silenciosamente o material, mesmo que ninguém tenha se dado conta até um ano depois?

A ironia, claro, é que, para quase todos que aturam o que a internet publica sobre eles, ser despublicado seria um sonho realizado.

Mas Blue não é pessoa de ficar mortificada pelo que vê sobre ela na Rede. Ela cultiva uma personalidade virtual em seu blog, que costuma ser bem pornográfico, e está no processo de fazer de seu nome marca registrada.

– A idéia de alguém te despublicar é horripilante – disse ela. – Por isso é que esse assunto é maior do que uma pessoa contra outra. Na verdade, é o Boing Boing contra o mundo.

Por todos os danos que a internet pode causar à reputações, talvez a maior ansiedade da comunicação virtual é a leveza de tudo. A Rede pode parecer uma sala de espelhos - nada de concreto, nada vinculativo, nenhum selo de notário público. Onde ela existe, exatamente, é? Como é que qualquer um de nós pode saber se é verdade?


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» Jornal do Brasil    11/08/2008
Destaque na web valoriza marca

Numa época marcada pelo excesso de informações, figurar com destaque nas páginas do Google ou de outros sistemas de busca pode ser fundamental para uma marca se diferenciar da concorrência. Mas o que uma empresa que vende imóveis deve fazer para que seu nome apareça entre as primeiras opções na web para um consumidor que faz uma busca pela palavra "apartamento"?.

É nesse momento que entra em cena aquele que é o novo xodó do mercado de internet: o serviço de otimização de sites.

Trata-se de, por meio de sistemas de programação, fazer com que determinado site apareça com destaque nos resultados de busca. Já bem desenvolvida na Europa e nos Estados Unidos, essa tendência agora começa a ganhar corpo no Brasil.

Uma pesquisa nos Estados Unidos mostra que o olhar de 87% dos internautas que realizam uma busca em um site se detém na parte de cima da página, "sem nem mesmo correr a página até o fim", comenta o especialista Bill Hunt, presidente da Global Strategies, que tem o Grupo Ogilvy como sócio.

Outros 77% chegam a ver a primeira página inteira e 30% passam para a segunda página.

– Estar na segunda página é a mesma coisa que não existir na internet – afirma o diretor de novos negócios da MediaClick, da AgênciaClick, Marcelo Sant'Iago. – Esse mercado ainda está em fase de amadurecimento no Brasil e passa a ser uma fonte de receita para as agências especializadas em internet.

Globalmente esse serviço recebeu o nome de Search Engine Optimization (SEO), algo como mecanismo de busca natural ou orgânico. O conceito está dentro do Search Engine Marketing (SEM), o marketing para mecanismos de busca, que engloba diferentes conceitos, entre eles o de link patrocinado.

– Apesar de fazerem parte da estratégia de comunicação da empresa, as duas ferramentas são completamente diferentes – conta Sant'Iago. – São verbas separadas. O link patrocinado faz parte da verba de mídia, enquanto a otimização para busca necessita de um grande conhecimento técnico para transformar o site em referência.

– A procura dos serviços de SEO tem crescido muito nos últimos anos, pois o mercado brasileiro começa a perceber a necessidade e a importância dos sites bem posicionados nos buscadores – comenta o gerente de SEO da Media Contacts, Marcos Brasil Peçanha.

– Para estar bem colocado na página de resultados, o site precisa preencher alguns parâmetros e, principalmente, ser relevante para o assunto pesquisado – afirma Hunt.

Ele explica que, quanto mais vezes o site é acessado, quanto mais links sobre ele houver em outros sites importantes, maior a chance de estar bem posicionado nas buscas.

Entre alguns parâmetros analisados pelos buscadores está o título da página no navegador.

– Se a palavra-chave pesquisada aparecer nos três tópicos, o site tem grande chance de figurar na primeira página – diz Hunt.

Dados globais sobre o setor mostram uma movimentação de US$ 10 bilhões em 2006, US$ 14 bilhões em 2007, e uma expectativa de US$ 33 bilhões em 2010.




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» Web Insider    11/08/2008
Banners e links patrocinados em sites de conteúdo

Os links patrocinados têm apresentado uma evolução crescente no bolo publicitário online - são acessíveis a verbas menores, permitem anúncios em contexto e apresentam resultados facilmente mensuráveis.

Aos veículos que têm a sua receita publicitária essencialmente oriunda de banners, a preferência de anunciantes por campanhas de links patrocinados não é bom negócio. Ainda assim, os formatos-padrão de publicidade na internet prosseguem em uso e recebem uma parte dos investimentos.

Os sites que exibem banners são remunerados em diferentes modalidades.

Há os anúncios vendidos por quantidade (exemplo: R$ 20 por cada mil vezes que o banner é exibido e comprovado por sistema adserver), como geralmente contratados por agências (que preferem concentrar em sites de grande audiência).

Mas os banners também podem ser pagos pelo número de cliques que recebem, em acordo com o anunciante (exemplo, R$ 0,50 cada clique).

Ou por resultado – cada vez que um produto é vendido ou outra meta combinada é atingida. É o caso dos afiliados da Dell, que ganham R$ 125 quando um computador é vendido a um comprador que chega ao e-commerce após clicar em um banner em um site afiliado.

O veículo deve confiar nos relatórios do parceiro e, principalmente, avaliar se os resultados compensam.

Do ponto de vista do veículo, o modelo pago por clique e pago por venda são opções pouco interessantes, pois normalmente este modelo remunera pouco o veículo em comparação com a venda por impressão, ou CPM (custo por mil).

Se o produto ou serviço anunciado não despertar a atenção do leitor não haverá cliques. Se o anúncio não for atraente também não.

O veículo deve testar os resultados dos diversos modelos e escolher os que podem funcionar. Por outro lado, estes modelos agradam aos comerciantes, estimulados justamente pelos baixos preços da mídia e pelo pouco risco do investimento (só pagam se há venda).

Os anunciantes gostam do modelo dos banners (também chamados anúncios display) pagos por clique e também dos links patrocinados, que representam uma alternativa que se adequa a um modelo interativo e menos invasivo.

Como uma fatia importante da receita dos investimentos em publicidade online vai para os links patrocinados, onde domina o sistema o AdWords do Google, os veículos tradicionais que têm sua receita publicitária oriunda de banners se adaptam para responder o impacto que os buscadores fizeram na venda de espaços publicitários na internet.

O ponto de vista do veículo
Sites de conteúdo podem exibir os anúncios de links patrocinados, mas na prática os retornos são magros.

Os veículos que optam por exibir os anúncios podem ser afiliados do Google ou de outros serviços. Há o Yahoo com serviço semelhante, além da Microsoft, que também deve lançar seu próprio sistema de links patrocinados.

Grandes portais têm fôlego para criar seu próprio sistema e trabalhar sua audiência, criando um serviço próprio. O UOL links patrocinados compete com o Google, possui uma rede de sites afiliados e muita audiência para exibir os anúncios.

Formatos associados a conteúdos
Criar espaços “informerciais” também pode ser uma alternativa inteligente para gerar renda para sites de conteúdo. Segundo Marcelo Pimenta, diretor da empresa Conectt, especializada em desenvolver tecnologia para sites corporativos, a criação de especiais para audiências específicas pode resultar em receita – algo como o UOL desenvolver e dar visibilidade uma área sobre Empreendedorismo como uma campanha patrocinada pelo Sebrae, por exemplo.

Outra boa prática seria criar conteúdos especializados e deixá-los abertos apenas para assinantes com login e senha e vender esse público bem segmentado. Em alguns casos é possível ter uma área de acesso restrito com acesso pago ou não, que gere receita suficiente.

Ações de e-mail marketing co-branded para a base de newsletters representam outro formato oferecido a anunciantes. O anunciante neste caso pega carona na atenção que o assinante dá ao conteúdo recebido no e-mail, quando solicitado.

O site de conteúdo também pode exibir uma loja de terceiros como o Shopping UOL, onde pode escolher os tipos de produtos que serão exibidos e ganhar uma comissão quando vendidos ou as ofertas clicadas

Outra solução indicada por Pimenta é desenvolver uma ferramenta com indicadores que possa ser cobrada para veiculação em sites de conteúdo. “Um bom exemplo do uso dessa prática é o que o site Agrolink faz com o banco de venenos”.

No sentindo de qualificar e vender sua audiência, pode ser feito um investimento em turbinar os canais de comunicação com os usuários para obter resultados expressivos em números. Conjugado a isso, é importante construir um site simples, que não demande mais investimento do que disponível, para conseguir ficar vivo até os resultados começarem a aparecer. 


Viviane Danin (vdanin@gmail.com) é jornalista e consultora junto ao Sebrae e do conselho do Webinsider.



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» Informática - Folha OnLine    11/08/2008
Sites ajudam aluno na volta às aulas

A internet já se consolidou como fonte de informação para estudantes. Mas ela oferece muito mais ferramentas úteis para pais, alunos e professores.

Nesta volta às aulas após as férias de julho, confira dicas para conseguir carona, editar textos colaborativamente e facilitar o contato com os colegas de classe via internet. Todos os sites indicados nesta matéria são gratuitos.

Carona

Volta às aulas significa congestionamentos maiores. Parte da solução pode estar na prática de carona. Os sites Ride Amigos (www.rideamigos.com) e Caroneiros (www.caroneiros.com) promovem encontros entre pessoas que pedem e oferecem carona. Basta preencher a origem e o destino para localizar internautas que percorram itinerários semelhantes.

O Ride Amigos está em inglês, mas tem usuários brasileiros. No Caroneiros, os usuários podem atribuir qualificações uns aos outros.

Um exemplo bem-sucedido de organização de caronas entre estudantes é o Caronas Unicamp (www.caronasunicamp.com), que tem mais de 2.500 usuários.

Os cuidados que você toma na vida real devem se estender ao ambiente virtual. Se for usar um desses sites, procure usuários que tenham boas avaliações e, se for o caso, avise a um responsável que vai pegar uma carona.

Pacotes de escritório

Editores de textos, planilhas e apresentações on-line contam com cada vez mais recursos e estão mais fáceis de usar.

Não é preciso instalar nada no computador além de complementos comuns para o navegador. Outra vantagem é que os arquivos ficam disponíveis para qualquer micro com acesso à internet. Por permitir edição de um mesmo documento por várias pessoas, eles são ideais para trabalhos em grupo.

Experimente o Google Docs (docs.google.com), o Zoho (www.zoho.com) e o Buzzword (buzzword.acrobat.com) para ver qual atende melhor às suas necessidades.

Grupos de discussão

Uma boa forma de manter contato entre colegas são os grupos de discussão on-line. Ao abrir um grupo, cria-se um endereço de e-mail. Mensagens enviadas para esse endereço podem ser lidas pelos membros na página do grupo na internet ou por e-mail.

Outro recurso útil desses serviços é o armazém de arquivos com acesso restrito a membros.
Confira o Grupos.com.br, o Yahoo! Grupos (br.groups.yahoo.com) e o MSN Grupos (groups.msn.com)



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» Informática - Folha OnLine - 16h53    10/08/2008
Internet na China é monitorada por 30 mil pessoas, que até apagam posts

O peso político da internet faz com que ela seja controlada com requinte pelo governo chinês. Estima-se em 30 mil o número de censores que ficam vigiando os principais fóruns e debates on-line --comentários sobre assuntos polêmicos são apagados em minutos.

O contato entre a rede da China e a do resto do mundo passa por um pequeno número de cabos de fibra óptica que entram no país em três pontos. Poucos lugares têm acesso a internet por satélite, que é caro. O governo consegue monitorar praticamente todo o tráfego que entra no país.

O sistema de monitoração e proteção é chamado pelo governo de "Projeto Escudo Dourado", embora os internautas o tenham apelidado de "Great Firewall", um trocadilho entre o nome da Muralha da China em inglês ("Great Wall") e o sistema de segurança firewall.

Parte do esquema de vigilância e monitoramento foi vendida ao governo chinês pela empresa americana Cisco.
Sites com informação sensível --como o da seita Falun Gong, banida no país e os das ONGs que defendem a independência do Tibete ou que divulgam relatórios sobre direitos humanos-- são bloqueados. Censura válida para o centro de imprensa dos jogos.
Outra medida envolve os micros que tentam acessar sites proibidos e que começam a não conseguir abrir site algum. Esses usuários atraem a atenção do batalhão de censores --já aconteceu de usuários serem descobertos em cibercafés e receberem a visita de autoridades querendo saber o porquê da visita a páginas censuradas.



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» Info OnLine    08/08/2008
MS corrige 7 falhas críticas na terça-feira

SÃO PAULO – A Microsoft vai publicar 12 atualizações de segurança na próxima Terça-Feira de Correções, 12/8.

Entre as 12 atualizações, sete são consideradas críticas e cinco marcadas como importantes. Entre os títulos que contêm vulnerabilidades críticas estão Windows, Internet Explorer, Windows Media Player, Access, Excel, PowerPoint e Office. Entre os que têm correções importantes estão Windows, Outlook Express, Messenger e Office. 

Entre as versões do Windows corrigidas no pacote estão o Windows Server 2003 e o Windows Server 2008, sistemas que exigirão a reinicialização dos servidores.


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» Tecnologia - Terra    10/08/2008
Polícia de Nova York aceita denúncias por SMS

Há anos, prefeitos, comissários de polícia, líderes comunitários e outros interessados tentam fazer com que os moradores de Nova York decorem um telefone de ligação gratuita para que eles ajudem a resolver crimes de forma anônima: 1-800-577-TIPS.

Agora, eles querem alistar uma turma maior de potenciais solucionadores de crimes. Na última terça-feira, o Departamento de Polícia publicou instruções para que cidadãos possam enviar mensagens de texto dirigidas às autoridades, oferecendo o mesmo tipo de dicas anônimas para investigadores trabalhando em casos de crimes não resolvidos.

As instruções são simples, de acordo com Paul Browne, o principal porta-voz do Departamento de Polícia. Para iniciar uma conversa com os detetives no departamento de prevenção de crimes, as pessoas que querem dar dicas devem mandar suas mensagens para 274637, ou a palavra "crimes", em um celular.

Então, para iniciar uma troca de mensagens, e para assegurar que as identidades vão ser protegidas, o cidadão deve começar a mensagem com "tip577". A pessoa que ligar vai receber uma resposta da polícia com um codinome ou código, que vai ser uma combinação de letras e números. "Você pode mandar mensagens de texto e parar a qualquer minuto", disse Browne.

Para parar com a troca de mensagens, a pessoa deve digitar a palavra "stop" (pare) e apertar "send", "e mais nenhuma resposta da polícia vai aparecer no celular", disse Browne.

A idéia do Departamento de Polícia, contou Browne, é que os jovens são mais rápidos em seus hábitos de enviar mensagens de texto, e que isso é uma fonte de atividade que os investigadores querem aproveitar.

"As pessoas enviam mensagens de texto, e isso é uma alternativa", afirmou Browne. "Mesmo que não seja usado, nós temos a capacidade, e estamos contando para as pessoas que isso existe".

Ele complementou: "Adolescentes, e jovens adultos, principalmente, enviam muitas mensagens de texto, quando, obviamente, com seus telefones, eles poderiam estar falando uns com os outros. Mas eles preferem enviar mensagens. Isso pode incentivar alguém a fornecer informações por texto ao invés de fazê-lo verbalmente".

Apesar de o sistema estar funcionando na noite de terça, o Departamento de Polícia não fez um apelo direto de ajuda para um caso específico, e portando nenhuma mensagem de texto havia sido recebida até aquele momento, disse Browne.

Browne disse que a opção de texto pode ser interessante em raras situações onde é importante ser discreto. Como exemplo, ele disse, se alguém estiver em um lugar público cercado de pessoas e não quiser ser escutado.

"E assim pode optar por mandar uma mensagem de texto", ele disse.

O Departamento de Polícia tem planos de atuar em todas as vertentes tecnológicas: por exemplo, permitir que as pessoas enviem vídeos e fotografias para o departamento. Um detetive do Centro de Crimes em Tempo Real do departamento pode ensinar a pessoa que liga sobre como enviar dados visuais para o centro de computação da polícia.

Ao ser perguntado se isso tornaria obsoleto o simples número de três dígitos 911, reservado a emergências, Browne respondeu que "não, claro que não".

"Nós ainda esperamos que a grande maioria das chamadas para a polícia, seja para pedir ajuda ou para fornecer informações, venham a ser feita pelo telefone", afirmou.


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» Tecnologia - Terra    10/08/2008
Empresa distribui novos televisores HD no País

 A Agis, distribuidora de produtos de TI e informática, anunciou a distribuição de novos modelos de televisores de alta definição no Brasil, das marcas Sony, Philips, LG e Aoc. Os destaques são os modelos Full HD 42PFL9900 e 47LB7DF, da Philips e LG respectivamente, o Aoc L32W431B, que funciona bem como monitor de computador, e o Bravia KLV-40M400A, da Sony.

Com resolução de 1.920 por 1.080 pontos (1080p), os modelos Full HD - de preço mais elevado - são compatíveis com sinais de altíssima definição gerados por aparelhos como tocadores de discos Blu-ray, capazes de exibir imagens muito mais definidas que as de um DVD, por exemplo. A solução da Philips, 42PFL9900, oferece tela LCD de 42 polegadas, tempo de resposta reduzido de 3 milissegundos (melhor percebido em cenas de movimento) e recursos como o HD Perfect Pixel, que reforça os detalhes das imagens para produzir mais nitidez. O 42PFL9900 sai por mais de R$ 15 mil. Já o televisor da LG, modelo 47LB7DF, tem tela de 47 polegadas LCD, ângulo de visão de 178 graus, conversor digital híbrido integrado e conexão USB para receber dados de dispositivos como câmeras fotográficas digitais e fones de ouvido. Custa em torno de R$ 6 mil.

Os outros dois modelos possuem resolução de 1.366 por 768 pontos, pouco maior que a de um DVD comum. O modelo Aoc L32W431B, com tela LCD de 32 polegadas, é recomendável para usuários que querem ter televisão e PC ao mesmo tempo, com uma faixa de preço até R$ 2 mil. Compatível com os sistemas Windows e Mac, o produto conta com entradas HDMI, vídeo componente, vídeo composto e s-video.

Na mesma categoria, o Bravia KLV-40M400A, da Sony, possui tela LCD de 40 polegadas, design "Piano Finish", alto-falantes com efeitos S-Force Front Surround e tecnologia que ajusta automaticamente o nível de brilho da imagem conforme a iluminação do ambiente. Com entrada para PC, o televisor custa cerca de R$ 4 mil.



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