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O Estado de São Paulo 12/06/2008
Vivo anuncia que também vai vender o iPhone no Brasil
Empresa vai disputar mercado com a Claro, que já havia fechado acordo com a Apple
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O Estado de São Paulo 12/06/2008
Vivo anuncia que também vai vender o iPhone no Brasil
Empresa vai disputar mercado com a Claro, que já havia fechado acordo com a Apple
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TI Inside - 15h47 11/06/2008
UE recomenda que governos descartem softwares proprietários
A comissária para concorrência da União Européia, Neelie Kroes, fez uma dura crítica à Microsoft ao recomendar que os governos utilizem softwares baseados em padrões abertos. A repreensão foi feita durante conferência na terça-feira (10/6) em Bruxelas, na Bélgica, onde fica a sede da Comissão Européia
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TI Inside - 15h47 11/06/2008
UE recomenda que governos descartem softwares proprietários
A comissária para concorrência da União Européia, Neelie Kroes, fez uma dura crítica à Microsoft ao recomendar que os governos utilizem softwares baseados em padrões abertos. A repreensão foi feita durante conferência na terça-feira (10/6) em Bruxelas, na Bélgica, onde fica a sede da Comissão Européia
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TI Inside - 22h22 11/06/2008
Data center da Caixa e Banco do Brasil terá nova licitação
O edital de licitação para construção do data center conjunto entre a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, um dos primeiros projetos de parceria público privada que deveria estar finalizado ao fim deste ano, vai ser publicado em no máximo dois meses.
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Folha OnLine 12/06/2008
Avô elabora navegador para neto autista
John LeSieur atua na área de softwares, de forma que lhe chamou a atenção o fato de os computadores parecerem não ter utilidade nenhuma para seu neto de seis anos de idade, Zackary. O garoto sofre de autismo, e o grande número de opções oferecido pelos PCs confundiam-no de tal forma que Zackary, frustrado, costumava atirar o mouse longe
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Folha OnLine - 22h03 12/06/2008
TSE deve julgar "caso a caso" a propaganda eleitoral na internet
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou nesta quarta-feira ainda não ter concluído como será o uso da internet para a propaganda eleitoral. "Não chegamos a uma conclusão
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IDG Now! 12/06/2008
Firefox 3 será lançado em 17 de junho
Após 34 meses de desenvolvimento, versão final do navegador chega na próxima terça
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Info OnLine 12/06/2008
Banco do Brasil fará transações pela TV
Segundo o BB, tanto a infra-estrutura de hardware como o desenvolvimento do software que será usado pelos clientes já está disponível
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Tecnologia - G1 12/06/2008
Web vira "fonte da discórdia" para casais de namorados
Vida "secreta" virtual mostra que nem sempre a tecnologia ajuda no namoro. Comunidades no Orkut culpam mundo on-line por relacionamentos complicados
» O Estado de São Paulo 12/06/2008
Vivo anuncia que também vai vender o iPhone no Brasil
O consumidor brasileiro terá duas opções para comprar o iPhone, da Apple. A Vivo, maior empresa de celulares do País, anunciou ontem que a Telefônica, uma de suas controladoras, fechou um acordo para distribuir o aparelho em 15 países, sendo 11 da América Latina, incluindo o Brasil. A concorrente Claro, da mexicana América Móvil, também tem um acordo para vender o iPhone no Brasil, anunciado mês passado.
Deve haver agora uma corrida para ver quem traz o iPhone primeiro. A Vivo prometeu o aparelho "para os próximos meses" e a Claro, para "até o fim do ano". A Telefônica lançou o iPhone no Reino Unido em dezembro, por meio de sua subsidiária O2, e em março na Irlanda. Segundo a companhia, os usuários do aparelho têm garantido receita média mensal 30% superior aos clientes com outros aparelhos
"Temos verificado um consistente aumento da utilização de dados em nossa base", afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima, em comunicado. "A introdução do iPhone será um estímulo adicional importante para o acesso a esses serviços." Segundo a Vivo, sua receita com dados e serviços de valor adicionado cresceu 47% no primeiro trimestre, comparada com o mesmo período do ano passado.
Na segunda-feira, Steve Jobs, presidente da Apple, anunciou nos Estados Unidos o lançamento de uma nova versão do iPhone, com conexão mais rápida em tecnologia celular de terceira geração (3G). O aparelho também é mais barato (com metade do preço da versão original) e vem equipado com sistema de localização via satélite (GPS, na sigla em inglês).
A queda do preço deve ajudar a massificar o iPhone, que vinha sendo visto até agora como um aparelho caro. A Apple também lançou um pacote de serviços que torna o equipamento mais atraente para o público corporativo, colocando mais pressão em concorrentes como a Research In Motion (RIM), que fabrica o Blackberry, e a Nokia.
Um novo serviço, chamado MobileMe, irá enviar automaticamente mensagens de correio eletrônico e outras informações para os iPhones, assim como faz o servidor de e-mail Exchange, da Microsoft. O serviço, que será cobrado, também oferecerá aplicações de internet para oferecer ao aparelho recursos mais parecidos com os do computador de mesa.
O iPhone 3G chegará ao mercado em 11 de julho. É essa a data para os Estados Unidos, para a Espanha (sede da Telefônica) e para o México (sede da América Móvil), entre outros países, mas não para o Brasil. A primeira versão do iPhone nunca foi vendida na Espanha. A Telefónica não chegou a um acordo para vender o iPhone no México, mas continua tentando, disse um porta-voz da empresa à agência Dow Jones.
Os acordos internacionais, sem cláusula de exclusividade, fazem parte da estratégia da Apple de atingir a marca de 10 milhões de iPhones vendidos em 2008. Nos Estados Unidos, existe um contratos de exclusividade com a AT&T. Os únicos grandes mercados mundiais que ainda não contam com acordos de distribuição são a Rússia e a China.
Apesar de ainda não ter distribuição oficial, é fácil comprar um iPhone no Brasil. Na internet, ele tem preços a partir de R$ 1,3 mil. Lojas na Rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, vendem o aparelho. Também existem empresas especializadas em desbloquear o iPhone importado e que vendem assistência (não oficial) ao usuários brasileiros.
A América Móvil, dona da Claro, e a Telefónica, que possui metade da Vivo, brigam pelo domínio do mercado latino-americano de telefonia celular. O grupo mexicano tem 159 milhões de usuários na região, e o espanhol, 102 milhões.
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» O Estado de São Paulo 12/06/2008
Vivo anuncia que também vai vender o iPhone no Brasil
O consumidor brasileiro terá duas opções para comprar o iPhone, da Apple. A Vivo, maior empresa de celulares do País, anunciou ontem que a Telefônica, uma de suas controladoras, fechou um acordo para distribuir o aparelho em 15 países, sendo 11 da América Latina, incluindo o Brasil. A concorrente Claro, da mexicana América Móvil, também tem um acordo para vender o iPhone no Brasil, anunciado mês passado.
Deve haver agora uma corrida para ver quem traz o iPhone primeiro. A Vivo prometeu o aparelho "para os próximos meses" e a Claro, para "até o fim do ano". A Telefônica lançou o iPhone no Reino Unido em dezembro, por meio de sua subsidiária O2, e em março na Irlanda. Segundo a companhia, os usuários do aparelho têm garantido receita média mensal 30% superior aos clientes com outros aparelhos
"Temos verificado um consistente aumento da utilização de dados em nossa base", afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima, em comunicado. "A introdução do iPhone será um estímulo adicional importante para o acesso a esses serviços." Segundo a Vivo, sua receita com dados e serviços de valor adicionado cresceu 47% no primeiro trimestre, comparada com o mesmo período do ano passado.
Na segunda-feira, Steve Jobs, presidente da Apple, anunciou nos Estados Unidos o lançamento de uma nova versão do iPhone, com conexão mais rápida em tecnologia celular de terceira geração (3G). O aparelho também é mais barato (com metade do preço da versão original) e vem equipado com sistema de localização via satélite (GPS, na sigla em inglês).
A queda do preço deve ajudar a massificar o iPhone, que vinha sendo visto até agora como um aparelho caro. A Apple também lançou um pacote de serviços que torna o equipamento mais atraente para o público corporativo, colocando mais pressão em concorrentes como a Research In Motion (RIM), que fabrica o Blackberry, e a Nokia.
Um novo serviço, chamado MobileMe, irá enviar automaticamente mensagens de correio eletrônico e outras informações para os iPhones, assim como faz o servidor de e-mail Exchange, da Microsoft. O serviço, que será cobrado, também oferecerá aplicações de internet para oferecer ao aparelho recursos mais parecidos com os do computador de mesa.
O iPhone 3G chegará ao mercado em 11 de julho. É essa a data para os Estados Unidos, para a Espanha (sede da Telefônica) e para o México (sede da América Móvil), entre outros países, mas não para o Brasil. A primeira versão do iPhone nunca foi vendida na Espanha. A Telefónica não chegou a um acordo para vender o iPhone no México, mas continua tentando, disse um porta-voz da empresa à agência Dow Jones.
Os acordos internacionais, sem cláusula de exclusividade, fazem parte da estratégia da Apple de atingir a marca de 10 milhões de iPhones vendidos em 2008. Nos Estados Unidos, existe um contratos de exclusividade com a AT&T. Os únicos grandes mercados mundiais que ainda não contam com acordos de distribuição são a Rússia e a China.
Apesar de ainda não ter distribuição oficial, é fácil comprar um iPhone no Brasil. Na internet, ele tem preços a partir de R$ 1,3 mil. Lojas na Rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, vendem o aparelho. Também existem empresas especializadas em desbloquear o iPhone importado e que vendem assistência (não oficial) ao usuários brasileiros.
A América Móvil, dona da Claro, e a Telefónica, que possui metade da Vivo, brigam pelo domínio do mercado latino-americano de telefonia celular. O grupo mexicano tem 159 milhões de usuários na região, e o espanhol, 102 milhões.
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UE recomenda que governos descartem softwares proprietários
A comissária para concorrência da União Européia, Neelie Kroes, fez uma dura crítica à Microsoft ao recomendar que os governos utilizem softwares baseados em padrões abertos. A repreensão foi feita durante conferência na terça-feira (10/6) em Bruxelas, na Bélgica, onde fica a sede da Comissão Européia.
Nos últimos quatros anos, a comissária vem travando uma luta acirrada com a Microsoft. Ela acusa a companhia de ter desafiado ordens da Comissão Européia, o que gerou multas que quase 1,7 bilhão de euros, ou US$ 2,7 bilhões, por ter violado as regras européias da concorrência.
O discurso de Neelie teve um tom mais forte ainda ao recomendar aos governos e empresas públicas que descartem produtos baseados em padrões proprietários, e optem por utilizar sistemas de código aberto, numa clara alusão a gigante americana do software.
"Eu conheço uma decisão comercial inteligente quando vejo que alguém optou por um produto de padrão aberto. A escolha de padrões abertos é uma decisão de negócios muito inteligente na verdade", Neelie. "Nenhum cidadão ou empresa deve ser obrigado ou incentivado a escolher uma tecnologia fechada tendo como opção uma aberta."
Embora não tenha citado nominalmente a Microsoft em seu discurso, a comissária da concorrência fez uma alusão clara à empresa ao se referir que houve um único caso na história da União Européia em que foi aplicada a lei antitruste contra uma companhia por se recusar a cumprir as ordens determinadas pelo órgão executivo da comunidade.
"A Comissão Européia nunca antes havia emitido duas sanções pecuniárias compulsórias, em um processo de concorrência", disse Neelie, segundo notícia publicada nesta quarta-feira (11/6) pela versão on-line do New York Times.
Nos últimos meses, a comissária da européia abriu novos inquéritos contra a Microsoft, após denúncias de concorrentes de competição desleal no mercado de navegadores web, utilizando o software Internet Explorer. Ela também está investigando se a companhia está dificultando o processo de compatibilidade de softwares de empresas rivais com o pacote de aplicações para escritório Office.
No discurso, Neelie disse há sérias preocupações no que concerne a segurança para governos e empresas públicas que utilizam um único fornecedor de software. Ela elogiou a cidade de Munique, na Alemanha, por utilizar software baseado em padrões abertos, juntamente com o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, além do Gendarmerie Nationale, departamento francês de polícia.
Neelie, que é holandesa, incentivou o governo e o parlamento de seu país a continuar avançando no uso de padrões abertos. “As agências européias não devem confiar em um único fornecedor e recusar aqueles que mantêm bloqueadas suas tecnologias, comprometendo a manutenção do controle total sobre a informação”, disse ela.
No fim do discurso, ela ressaltou que a Comissão Européia precisa executar “com garra” a política aprovada no ano passado para promover o uso de softwares que suportam padrões abertos.
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» TI Inside - 15h47 11/06/2008
UE recomenda que governos descartem softwares proprietários
A comissária para concorrência da União Européia, Neelie Kroes, fez uma dura crítica à Microsoft ao recomendar que os governos utilizem softwares baseados em padrões abertos. A repreensão foi feita durante conferência na terça-feira (10/6) em Bruxelas, na Bélgica, onde fica a sede da Comissão Européia.
Nos últimos quatros anos, a comissária vem travando uma luta acirrada com a Microsoft. Ela acusa a companhia de ter desafiado ordens da Comissão Européia, o que gerou multas que quase 1,7 bilhão de euros, ou US$ 2,7 bilhões, por ter violado as regras européias da concorrência.
O discurso de Neelie teve um tom mais forte ainda ao recomendar aos governos e empresas públicas que descartem produtos baseados em padrões proprietários, e optem por utilizar sistemas de código aberto, numa clara alusão a gigante americana do software.
"Eu conheço uma decisão comercial inteligente quando vejo que alguém optou por um produto de padrão aberto. A escolha de padrões abertos é uma decisão de negócios muito inteligente na verdade", Neelie. "Nenhum cidadão ou empresa deve ser obrigado ou incentivado a escolher uma tecnologia fechada tendo como opção uma aberta."
Embora não tenha citado nominalmente a Microsoft em seu discurso, a comissária da concorrência fez uma alusão clara à empresa ao se referir que houve um único caso na história da União Européia em que foi aplicada a lei antitruste contra uma companhia por se recusar a cumprir as ordens determinadas pelo órgão executivo da comunidade.
"A Comissão Européia nunca antes havia emitido duas sanções pecuniárias compulsórias, em um processo de concorrência", disse Neelie, segundo notícia publicada nesta quarta-feira (11/6) pela versão on-line do New York Times.
Nos últimos meses, a comissária da européia abriu novos inquéritos contra a Microsoft, após denúncias de concorrentes de competição desleal no mercado de navegadores web, utilizando o software Internet Explorer. Ela também está investigando se a companhia está dificultando o processo de compatibilidade de softwares de empresas rivais com o pacote de aplicações para escritório Office.
No discurso, Neelie disse há sérias preocupações no que concerne a segurança para governos e empresas públicas que utilizam um único fornecedor de software. Ela elogiou a cidade de Munique, na Alemanha, por utilizar software baseado em padrões abertos, juntamente com o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, além do Gendarmerie Nationale, departamento francês de polícia.
Neelie, que é holandesa, incentivou o governo e o parlamento de seu país a continuar avançando no uso de padrões abertos. “As agências européias não devem confiar em um único fornecedor e recusar aqueles que mantêm bloqueadas suas tecnologias, comprometendo a manutenção do controle total sobre a informação”, disse ela.
No fim do discurso, ela ressaltou que a Comissão Européia precisa executar “com garra” a política aprovada no ano passado para promover o uso de softwares que suportam padrões abertos.
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» TI Inside - 22h22 11/06/2008
Data center da Caixa e Banco do Brasil terá nova licitação
O edital de licitação para construção do data center conjunto entre a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, um dos primeiros projetos de parceria público privada que deveria estar finalizado ao fim deste ano, vai ser publicado em no máximo dois meses.
Previsto para ser o principal empreendimento da Cidade Digital, área próxima ao Parque Nacional de Brasília, que abrigará um pólo tecnológico, o projeto exigia investimentos R$ 300 milhões do consórcio que venceu a licitação, que em troca teria um contrato de locação do prédio por 25 anos para a empresa pertencente ao Banco do Brasil e à Caixa. Ao final do contrato, o consórcio pagaria cerca de R$ 800 milhões pelo aluguel.
Segundo Clarice Coppetti, vice-presidente de TI da Caixa, “a engenharia financeira apresentada pelo consórcio era inviável, motivo pelo qual vamos licitar novamente em no máximo dois meses e até o fim do ano pretendemos ter o vencedor para a construção do data center”.
BB admite parceiros para a Cobra
O vice-presidente de Tecnologia e Logística do Banco do Brasil, José Luis Prola Salinas, disse nesta quarta-feira (11/6) durante coletiva de imprensa no CIAB- Febraban – 2008, que a Cobra Tecnologia vai continuar pública, mas estão que buscando sócios e, principalmente parceiros, que tragam inovação aos serviços que ela presta ao banco.
Fundada em 1974, a Cobra foi a primeira empresa a desenvolver, produzir e comercializar computadores com tecnologia nacional. Nos anos 90, depois do fim da reserva de mercado do setor de TI, e já fazendo parte do conglomerado Banco do Brasil, torna-se integradora de soluções e assistência técnica em todo o País para equipamentos de terceiros.
Esse caráter de "subsidiária" sempre trouxe críticas à Cobra quanto a natureza de sua operação como fornecedor privilegiado do Banco do Brasil, motivo pelo qual deveria ser privatizada.
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» Folha OnLine 12/06/2008
Avô elabora navegador para neto autista
John LeSieur atua na área de softwares, de forma que lhe chamou a atenção o fato de os computadores parecerem não ter utilidade nenhuma para seu neto de seis anos de idade, Zackary. O garoto sofre de autismo, e o grande número de opções oferecido pelos PCs confundiam-no de tal forma que Zackary, frustrado, costumava atirar o mouse longe.
LeSieur tentou encontrar ferramentas on-line que poderiam guiar uma criança autista na internet, mas não encontrou nada que fosse satisfatório. Então criou um programa que, em homenagem ao neto, chamou de Browser Zac para Crianças Autistas. Agora, o software pode ser obtido gratuitamente por qualquer interessado (www.zacbrowser.com).
O Browser Zac simplifica a tarefa de usar um computador. Ele bloqueia o carregamento de vários sites, impedindo o acesso a materiais violentos, de conteúdo sexual ou qualquer outro tipo dirigido apenas a adultos. E apresenta um número limitado de sites gratuitos e públicos, com ênfase em jogos educacionais, músicas, vídeos e imagens divertidas, como a de um aquário virtual.
Outros programas para crianças já possibilitam ingressar na internet de forma protegida. O browser de LeSieur, porém, assume o comando do computador e reduz a quantidade de controles disponíveis --para crianças como Zackary, um número excessivo de opções pode ser estressante.
Ele desliga, por exemplo, a tecla Print Screen e o botão direito do mouse. Isso elimina comandos dos quais as crianças não precisarão e reduz a chance de que um menino autista perca confiança após clicar em algo que o atrapalharia.
Ao utilizarem o navegador de LeSieur, as crianças selecionam as atividades clicando em ícones maiores que os normais, como uma bola de futebol para jogos e uma pilha de livros para histórias. O Browser Zac também configura a tela para barrar propagandas e outros tipos de distração que eventualmente surgiriam diante do usuário.
Resultados
O autismo costuma prejudicar a capacidade de comunicação do doente, e Zackary não fala muito. Mas a mãe dele, Emmanuelle Villeneuve, contou que o garoto consegue abrir o Browser Zac sozinho. Ele gosta de ouvir música por meio do programa e tentar solucionar alguns quebra-cabeças.
Zackary continua a agir de forma agressiva contra a TV, mas não tenta mais quebrar o computador.
LeSieur não criou o browser consultando pessoas consideradas especialistas nos vários tipos de autismo. A pequena empresa de software que ele dirige, a People CD, fez o Browser Zac, basicamente, para atender às necessidades de Zackary e concluiu que tal instrumento talvez ajudasse outras crianças autistas.
As primeiras avaliações sobre o software foram positivas. Agora LeSieur pretende adaptar o programa a fim de que os pais possam sugerir o acréscimo de novos conteúdos.
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» Folha OnLine - 22h03 12/06/2008
TSE deve julgar "caso a caso" a propaganda eleitoral na internet
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou nesta quarta-feira ainda não ter concluído como será o uso da internet para a propaganda eleitoral. "Não chegamos a uma conclusão. O que se preferiu foi resolver a utilização da internet caso a caso", disse. Hoje, o ministro esclareceu aos presidentes nacionais dos partidos políticos a decisão de manter sem regulamentação específica a propaganda eleitoral pela internet.
Ontem, os ministros do tribunal não reconheceram, por quatro votos a dois, consulta que questionava se serão permitidas campanhas em blogs, links patrocinados e redes sociais, como Orkut e MySpace.
A decisão dos ministros é de que as análises devem ser feitas pela Justiça Eleitoral a partir de casos concretos, ou seja, os casos serão analisados um a um.
O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, defendeu a criação de normas para o uso da internet. "Ontem não se gerou uma norma, isso cria um risco para os partidos. Seria importante que existisse uma normatização para dar maior tranqüilidade", afirmou Berzoini.
Segundo o ministro Ari Pargendler, relator da consulta, há uma preocupação do TSE que a internet não sirva para escândalos, fofocas e boatos.
Na decisão de ontem, Britto defendeu a liberação do uso da web pelos candidatos em razão da liberdade de comunicação e concordou com o voto do ministro Joaquim Barbosa, que defendeu a análise caso a caso. O voto foi acompanhado pelos ministros Felix Fischer e Caputo Bastos.
Já Pargendler, defendeu a equiparação da internet aos demais meios de comunicação. Para ele, a Corte deveria responder negativamente ao questionamento sobre uso de correio eletrônico, banner, redes sociais, criação de blogs, telemarketing ou páginas eletrônicas para divulgação de propaganda eleitoral. Votou com ele o ministro Marcelo Ribeiro.
Em resolução do TSE de março deste ano, o tribunal define que a propaganda eleitoral na internet somente será permitida na página do candidato destinada exclusivamente à campanha eleitoral, mas não especifica como se dará a questão de e-mails com mensagens políticas ou perfis de candidatos em sites de relacionamentos.
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» IDG Now! 12/06/2008
Firefox 3 será lançado em 17 de junho
O Firefox 3 será lançado em 17 de junho, próxima terça-feira, segundo um comunicado no blog para desenvolvedores da Mozilla.
“Depois de mais de 34 meses de desenvolvimento ativo, e com a colaboração de milhares, estamos orgulhosos em anunciar que estamos prontos”, diz o post.
A data final de lançamento foi divulgada logo após a Mozilla ter liberado uma terceira versão “quase final, o Release Candidate 3 (RC3), do navegador na quarta-feira.
Uma mudança feita pela Apple no sistema Mac OS X foi a responsável pelo terceiro RC do Firefox 3, segundo relatório de uma reunião conduzida pela Mozilla nesta terça.
A falha, que afetava apenas a versão para Mac do navegador, fez com que alguns sistemas experimentassem problemas na inicialização ou durante o desligamento.
A Apple divulgou há duas semanas uma atualização que corrigia mais de 100 problemas de estabilidade e segurança. Engenheiros da Mozilla reportaram o problema à Apple.
Rival do Firefox 3, o Internet Explorer 8 deverá ter sua segunda versão beta de testes apenas em agosto, segundo detalhamento publicado no blog da Microsoft na última semana.
A versão ainda não finalizada para usuários finais do Firefox 3 pode ser baixada no site da Mozilla para Windows, Mac OS e Linux.
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» Info OnLine 12/06/2008
Banco do Brasil fará transações pela TV
SÃO PAULO – O Banco do Brasil disse nesta quarta-feira que já está com tudo pronto para adotar a TV digital como mais um canal de transações com o cliente.
O anúncio foi feito durante o Ciab Febraban 2008, evento de tecnologia bancária que ocorre essa semana em São Paulo.
Segundo o BB, tanto a infra-estrutura de hardware como o desenvolvimento do software que será usado pelos clientes já está disponível.
O que falta agora é esperar a conclusão do Ginga, o middleware que serve como camada de integração entre o set-top box e a aplicação desenvolvida para a TV digital e que possibilitará aos clientes interagirem com o banco.
A instituição financeira ainda estuda como será o modelo de negócio do canal. Se o software será, por exemplo, distribuído pelo BB numa pen drive e instalado pela porta USB do set-top box ou da TV, ou se virá na forma de um serviço oferecido via operadora de TV aberta.
"A expectativa é que até o final do ano o Ginga já esteja finalizado e que a interação comece a valer", afirma Glória Guimarães, diretora de tecnologia do Banco do Brasil.
Já no segundo semestre, os usuários de TV digital poderão fazer pequenas consultas na página do BB na TV. Além de saldo e extrato, os clientes do banco terão acesso a simulações de empréstimos e financiamentos.
"40% das atividades feitas num caixa eletrônico são apenas consultas. Isso pode ser feito tranquilamente pela televisão", afirma Jose Luis Salinas, vice-presidente de tecnologia do BB.
A expectativa do Banco do Brasil é que o canal da TV digital siga os mesmos passos da adoção dos celulares para realizar transações. Atualmente, a base de usuários de mobile banking do BB é de 520 mil aparelhos. "Acreditamos que nos próximos cinco anos a TV digital será um canal consolidado para transações com os clientes", diz a diretora.
Cheques na rede
Outra novidade anunciada pelo Banco do Brasil no Ciab é a visualização de cheques emitidos por meio do site do banco. Agora, todo o cheque preenchido pelo cliente aparecerá em frente e verso no internet banking para facilitar a conferência por parte dos usuários.
"Antes, o pedido de uma cópia para conferência do cheque leva até 15 dias para ser atendido. Agora, os clientes poderão ter acesso em tempo real", diz Salinas.
Para o ano que vem, o banco pretende escanear os cheques no próprio caixa eletrônico. Com isso, no momento em que o cheque for depositado, o cliente receberá a imagem pela rede.
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» Tecnologia - G1 12/06/2008
Web vira "fonte da discórdia" para casais de namorados
"Vê que namora e dá em cima!", "Orkut me dá crises de ciúmes", "Internet + namoro = brigas". Com até 47 mil membros, muitos deles dispostos a abrir o coração nos fóruns, comunidades do Orkut como essas mostram que a mesma internet que reúne casais apaixonados também pode manchar o que parecia um conto de fadas.
Recados "carinhosos" pelo Orkut e novos amigos na lista do MSN são dois dos sinais que costumam alertar a maioria dos casais de que algo pode não estar indo bem.
"Uma menina da mesma sala da faculdade do meu namorado deixou um recado assim: 'oi, lindo. Só passei para te encher. Beijão'". Que raiva!", desabafa uma garota em resposta à pergunta "Qual foi a pior coisa que você viu no Orkut do seu namorado?".
O relato está na comunidade "Vê que namora e dá em cima!", com mais de 25 mil membros na rede social mais popular no Brasil.
Vida secreta
Em alguns casos, porém, as pistas não aparecem e ajudam a esconder vidas "secretas" administradas em sites e redes sociais. Foi assim com Melissa (nome fictício), que terminou um namoro de 7 meses quando resolveu conferir o histórico de internet de seu namorado, há cerca de dois anos.
Ele estava dormindo e eu precisava fazer um trabalho no computador. Acabei o trabalho e fiquei de bobeira. Como estava cansada de ele sempre mexer no meu computador, eu cliquei no histórico da internet e achei umas 20 entradas em sites de sexo e vídeos baixados".
Melissa conta que outros sites arquivados mostravam fotos ampliadas de meninas no Orkut, em poses sensuais. "Fiquei revoltada. Lembrei de cada vez que troquei de roupa por causa dele", conta, ao dizer que o namorado censurava as roupas que ela usava e se incomodava se alguém a olhava na rua.
"Disse que nunca tinha nem pensando em mexer nas coisas dele, mas me senti no direito, já que minha vida era invadida todos os dias". Ela diz que o ex-namorado vasculhava os arquivos do computador dela e chegou até a exigir que ela deletasse e-mails de um namoro anterior. "Era um terreno que ele não dominava na minha vida e isso era um problema".
Quando perguntada se a tecnologia ajuda ou atrapalha os relacionamentos, Melissa diz que depende de cada caso. "Eu sempre lidei como uma coisa do dia-a-dia. Acho que quando a relação tem um problema, a internet atrapalha. Ou ajuda, como foi o meu caso".
Do ICQ ao MSN
Bruno Muxfeldt Rocha, de 21 anos, namora Marina desde 2003, quando se conheceram na praia e usavam o comunicador ICQ para conversar.
Ele é dono da comunidade "O Orkut atrapalha meu namoro" e conta que as relações virtuais já renderam brigas por Orkut e MSN, mantendo o casal separado por algum tempo.
"No começo, eu tinha pisado na bola, e ela disse que eu só poderia ter um número 'x' de meninas no meu Orkut, e que esse número não poderia ser maior do que o número de homens da lista de amigos", explica.
Bruno conta que, hoje, o casal amadureceu e superou conflitos do mundo virtual. A "contabilidade" do número de amigos e amigas, por exemplo, não é mais regra. "Acho que não temos mais paciência de ficar vigiando o Orkut um do outro. Mas eu ainda não teria coragem de adicionar uma ex-namorada por que sei que isso seria motivo pra mais uma briga”, explica.
Ciúme de você
Com 47 mil membros, a comunidade "O Orkut me dá crise de ciúmes" costuma ser ponto de encontro para quem decide compartilhar suas angústias.
"Não acompanho de muito perto os membros, mas acho muito engraçado quando eles deixam mensagens pedindo para denunciar o perfil de um ex", diz Daianne Moraes, de 23 anos, moderadora da comunidade.
Ela conta que também já enfrentou situações em que a tecnologia atrapalhou o namoro.
"Brigas sérias, nunca tive. Mas há um tempo rolava muito estresse por causa das mensagens carinhosas das amigas e ex-casos dele. Ele nunca deu motivo, mas o fato de elas escreverem já era suficiente pra eu ficar insegura", conta.
Ela namora há 4 anos, e diz que hoje superou a maior parte dos problemas. Ela e o namorado não têm ex-namorados na lista de amigos. "Essa situação não foi imposta claramente, mas foi acontecendo, deletamos ao poucos as pessoas com quem já tivemos algum tipo de relacionamento.”
Para Daianne, o mundo virtual pode facilitar os relacionamentos se a pessoa for segura. "Mas se a pessoa não estiver emocionalmente bem, prejudica muito", completa.
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