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O Estado de São Paulo 15/07/2008
Telefônica vai dar 5 dias de desconto na fatura mensal
O caos na internet ocorrido entre os dias 2 e 3 de julho em todo o Estado de São Paulo renderá um desconto de cinco dias na fatura mensal aos assinantes do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica
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O Estado de São Paulo 15/07/2008
Não houve ultimato ao Yahoo, diz Microsoft
Em comunicado, a gigante do software desmentiu que tenha dado apenas 24 horas para o Yahoo aceitar a oferta
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Jornal do Brasil 15/07/2008
Lula discute como conter os danos de mais uma crise
Presidente teria sido aconselhado a paralisar fusão Oi-Brasil Telecom
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Correio Braziliense 15/07/2008
Celebridade cibernética
No Brasil, nos Estados Unidos, na Rússia. Seja onde for, músicos se rendem à facilidade dos computadores portáteis. Saiba como eles revolucionam o universo fonográfico
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Correio Braziliense 15/07/2008
Internet: Banda larga via satélite
Tecnologia só aguardava autorização de agência reguladora para ser lançada no Brasil. Serviço é destinado a clientes que precisam se conectar em lugares remotos do país
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Folha de São Paulo 15/07/2008
Taiwanesa lança conversor a R$ 299
O aparelho já vem com antena UHF para captar o sinal e tem uma porta de entrada USB que permite a conexão de dispositivos como câmeras fotográficas e teclados. Também possibilita o acesso à internet se o usuário tiver banda larga
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IDG Now! 14/07/2008
Máquina com Windows desatualizado pode ser invadida em 4 minutos
Instituto mostra vulnerabilidade online de PC que roda Windows sem correção. Projeto alemão calcula 16 horas para invasão
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Info OnLine 14/07/2008
Controle da web prevê novos mercados para TI
O projeto de lei que cria novas regras para controlar a internet deve criar novos mercados para TI, se for transformado em lei
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PC World 15/07/2008
Brasileiro corre para tentar desbloqueio da versão 3G do iPhone
DesbloqueioBr já ativou um aparelho rodando a versão 2.0 do software do iPhone com chip local e trabalha para liberar 3G
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Info OnLine 15/07/2008
Second Life do Google sofre com salas pornô
No Second Life, a prática é liberada. Há inclusive a venda de animações com movimentos sexuais para os avatares
» O Estado de São Paulo 15/07/2008
Telefônica vai dar 5 dias de desconto na fatura mensal
O caos na internet ocorrido entre os dias 2 e 3 de julho em todo o Estado de São Paulo renderá um desconto de cinco dias na fatura mensal aos assinantes do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica. Foi o acerto feito ontem entre a empresa de telefonia - responsabilizada pela pane que afetou pelo menos 2 milhões de clientes e vários serviços do governo estadual -, o Ministério Público Estadual e a Fundação Procon.
Em nota, a Telefônica disse esperar "que essas medidas reparem os transtornos causados a seus clientes". Para o Procon, que classificou o acordo como "compromisso preliminar", foi a "forma de compensar os transtornos sofridos pelos consumidores individualmente" - o órgão, vinculado à Secretaria da Justiça, ressaltou que novos compromissos serão negociados "para tratar da reparação dos danos coletivos", citando eventual "recolhimento de valor para o Fundo Estadual de Interesses Difusos".
No acordo de ontem, a Telefônica também ficou obrigada a abrir um canal de atendimento exclusivo para responder às reclamações, individualizadas, de vítimas do apagão. E ficou estabelecido um prazo de 15 dias para que a companhia respondesse a essas reclamações.
Os cinco dias de desconto acertados ontem referem-se às 36 horas em que a Telefônica admite que o serviço de acesso à internet "apresentou problemas", "acrescido de crédito, a título de compensação, equivalente a 84 horas, calculadas sobre o valor da assinatura mensal do Speedy".
Outros órgãos de defesa do consumidor, como o Idec e a Pro-Teste, consideraram a proposta da Telefônica "tímida". O MP reafirmou que a medida não encerra o processo e que novos acordos terão de ser discutidos e negociados. A Telefônica informou que "já iniciou diálogo com os clientes empresariais e governamentais para definir as compensações aplicáveis a cada um deles".
A pane afetou 407 municípios paulistas e paralisou 50% dos serviços públicos municipais e estaduais na capital. Órgãos federais também foram prejudicados. A Telefônica detectou a falha em um roteador - aparelho que direciona conexões entre redes -, em Sorocaba. A causa da pane ainda não foi identificada.
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» O Estado de São Paulo 15/07/2008
Não houve ultimato ao Yahoo, diz Microsoft
A Microsoft contestou a versão apresentada pelo Yahoo a respeito das negociações sobre uma possível divisão da companhia, envolvendo o investidor Carl Icahn. Em comunicado, a gigante do software desmentiu que tenha dado apenas 24 horas para o Yahoo aceitar a oferta.
A proposta não foi um "ultimato", mas uma tentativa de ver se a oferta da Microsoft era suficiente para "que as partes entrassem em negociações ao longo do fim de semana acerca de acordos de investimento mais detalhados", segundo o documento. Na sexta-feira, Microsoft e Icahn fizeram uma proposta pela qual a Microsoft compraria o negócio de busca do Yahoo e deixaria Icahn controlar o restante da companhia.
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» Jornal do Brasil 15/07/2008
Lula discute como conter os danos de mais uma crise
A maior preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na primeira reunião presencial com o núcleo de coordenação política de seu governo para tratar das investigações da Polícia Federal sobre o empresário Daniel Dantas, ontem, foi blindar o Palácio do Planalto. O governo foi levado para o olho do furacão pela Operação Satiagraha por causa das escutas telefônicas da PF revelando conversas entre o advogado do empresário, Luiz Eduardo Greenhalgh, e o chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
A tônica da reunião no Planalto foi a contenção de danos. Segundo assessores diretos de Lula, a crise institucional entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o juiz federal Fausto Martin de Sanctis ficou em segundo plano.
Esclarecimento
Como primeira providência, o palácio divulgou nota de esclarecimento das relações entre Carvalho e Greenhalgh. Para o presidente Lula, a principal fonte de incômodo é o fato de Greenhalgh – ex-deputado, membro do PT que sempre teve trânsito no Palácio do Planalto – ter aparecido no centro de um episódio com forte suspeição de tráfico de influência.
O chefe de gabinete de Lula confirmou o contato telefônico com Greenhalgh, no dia 28 de maio, quando o advogado de Daniel Dantas teria ligado para Gilberto Carvalho para pedir informações sobre uma suposta investigação envolvendo um cliente seu. Tratava-se de Humberto Braz, sócio de Dantas que ontem se entregou à Polícia Federal em São Paulo. Ele é acusado de tentar subornar policiais para impedir a prisão do empresário.
De acordo com o relato de Gilberto Carvalho, Greenhalgh, por telefone, disse que um suposto tenente da Polícia Militar de Minas Gerais teria seguido e interceptado Humberto Braz, dizendo estar a serviço da Presidência da República. Segundo a versão do Palácio do Planalto, o advogado de Dantas ligou para checar a informação.
"Procurei o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência e fui informado de que o referido tenente estava credenciado pelo GSI, mas o trabalho que realizava nada tinha a ver com o cidadão citado", explica Carvalho, na nota. "Repassei pelo telefone esta informação ao Dr. Greenhalgh".
Supertele
Humberto José da Rocha Braz é ex-presidente da BT Telecomunicações, controladora da Brasil Telecom, que está em processo de fusão com a telefônica Oi. A resistência de setores petistas do governo à operação era a principal preocupação demonstrada por Daniel Dantas nas escutas feitas pela Polícia Federal.
A suspeita é que o empresário tenha procurado os serviços de Greenhalgh para azeitar os caminhos da fusão. Lula foi aconselhado a paralisar a criação da supertele.
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» Correio Braziliense 15/07/2008
Celebridade cibernética
É dia de concerto na universidade americana de Princeton, Nova Jersey. A platéia lota o auditório para assistir a uma orquestra bastante comentada na cidade. Com as luzes apagadas, o locutor anuncia a entrada dos músicos. Ascendem-se os holofotes e, para surpresa de alguns desavisados, não há violinistas, pianistas ou flautistas, mas sim 15 pessoas munidas apenas com notebooks. Dan Trueman, responsável pela criação do projeto, fala ao público: “Boa noite. Nós somos a PLOrk, uma orquestra de laptop”.
Experimentos desse tipo não acontecem apenas em Princeton. Ver um laptop dividindo o palco com baixistas, vocalistas e guitarristas é cada vez mais comum no cenário musical. Marcelo Bonfá, ex-baterista da Legião Urbana, por exemplo, raramente compõe sem ele: “A base de tudo que eu faço agora é eletrônica. O laptop é um instrumento muito poderoso”, opina.
Tão poderoso que bandas de diversos estilos passaram a utilizá-lo. E não é só por causa da mobilidade. Hoje, o mercado já conta com diversos softwares que ajudam o músico a conseguir qualidade sonora quase perfeita em poucos passos. “Durante os shows, costumo usar as harmonias eletrônicas que gravei em meu estúdio, com qualidade impecável. E ainda economizo no tecladista”, brinca Bonfá.
Ele também cria as artes dos discos e as projeções de imagens que aparecem nos seus concertos no computador: “Sempre gostei de desenhos, desing, artes gráficas, enfim. Meu primeiro computador foi um Amiga, isso nos anos de 1990. Lidava com milhões de cores era o maior barato. O laptop é a evolução disso tudo. Tornou tudo mais fácil e acessível”, lembra o baterista.
As intervenções do laptop na música rodaram o planeta e chegaram aqui, onde artistas da cidade começam a utilizá-lo em todas as etapas do processo de criação. Cláudio Bull, ex-vocalista das bandas Divine e Superquadra, cansou-se de ver integrantes chegarem atrasados aos ensaios e resolveu unir-se ao aparato portátil. “Faço tudo nele. Músicas, vídeos dos shows, efeitos. Tudo. E ele nunca me deu bolo nas apresentações.”
As imagens projetadas pelo laptop nos concertos de Bull são sempre relacionadas a Brasília. Para ele, essa identificação com a capital ajuda a criar uma identidade com a música: “Antigamente, utilizava projetor de slides. Ficava muito estático. O laptop abriu meus horizontes criativos. Posso pensar em vários recursos multimída”, diz.
Já Rafael Oops, vocalista do grupo brasiliense Conhaque Supernova, montou uma banda justamente por causa do notebook. “É a forma mais fácil e rápida de compor sozinho. Posso fazer sinfonias que precisariam de mil homens para serem executadas”, comenta.
Segundo Oops, o computador permite ao músico criar todos os tipos de sons e melodias. “Passamos a usar o laptop para executar coisas que nenhum instrumento convencional consegue fazer. Acho que ele só sai dos palcos quando inventarem uma tecnologia à altura.”
Orquestras, conjuntos de rock, projetos solo… Ufa! A verdade é que, para muitos músicos, o laptop deixou de ser apenas um computador que cabe na mochila e que pode ser levado a qualquer lugar. Pelo visto, ele também quer sentir o gostinho da fama e fazer parte de uma banda.
Acordes eletrônicos
Utilizado por todos os estilos, o laptop começa a orquestrar os rumos da música contemporânea
Da Redação
Desde 2005, integrantes do departamento de música da Universidade de Princeton fazem testes sonoros com os laptops. No começo, a orquestra, que eles gostam de chamar simplesmente de PLOrk, era formada por três pessoas. O objetivo principal do grupo sempre foi explorar as possibilidades do computador e buscar maneiras de incluí-lo no contexto convencional da música. A experiência deu certo e a banda cresceu. Hoje, ela se apresenta com 15 marmanjos sentados em almofadas para meditação, um visual pra lá de peculiar.
Além de utilizar laptops para compor melodias, a PLOrk fabrica instrumentos com a tecnologia desenvolvida na própria universidade. Antes de criá-los, a orquestra reúne-se para saber quem executará cada som. “Às vezes, os alunos criam um instrumento que só aparece uma vez na música”, explica Dan Trueman, co-fundador do grupo.
As facilidades dos computadores levaram músicos do mundo todo a montarem orquestras de laptops. Bandas como Mimeo, TOPLAP, PB_UP e CybOrK Moscow também misturam sons com recursos tecnológicos. No caso do grupo moscovita, integrantes com MacBooks interagem com o público por meio de ruídos. “Nós improvisamos bastante. Fazemos uma cyber-jam e exploramos sons pré determinados. É uma loucura que todos gostam”, comentam os integrantes no site oficial da CybOrK.
Adeus, rock’n’roll
Na música, as intervenções eletrônicas começaram a ganhar visibilidade nos anos de 1970. Naquela época, o grupo alemão Kraftwerk criado por Florian Shneider e Ralf Hütter misturava sintetizadores com flautas, violinos elétricos e teclados. Mesmo depois de 38 anos, o legado de Shneider e Hütter continua a influenciar conjuntos musicais de todo o mundo. A diferença é que, hoje em dia, as bandas, inclusive o próprio Kraftwerk, utilizam computadores bem menores dentro dos estúdios e nas apresentações ao vivo.
Roger O’Donnell, ex-tecladista do cultuado grupo inglês The Cure, saiu da banda liderada por Robert Smith para começar um projeto em que utiliza sintetizadores e um Macbook. “Ela (a tecnologia) permite que eu faça todos os sons sozinho. Além do mais, eu não preciso da aprovação de ninguém. Tenho total controle criativo.”
Ele não se limitou a usar o laptop apenas para fazer canções. Recentemente, o tecladista começou a gravar sons do dia-a-dia e editá-los no Macbook. “Adoro barulhos do cotidiano. Queria deixar as pessoas escutarem como são esses sons ao meu redor.” Os brasileiros também podem participar da — como ele mesmo gosta de dizer — loucura pessoal do músico. “Eu adoraria saber como são os sons no Brasil.”
Barulhos à parte, as ondas do laptop também chegaram por aqui. Marcelo Bonfá, outro músico com raízes roqueiras, começou a fazer canções com influências eletrônicas. “Uso um programa chamado Reason e todos aqueles sintetizadores virtuais do Logic. O laptop, definitivamente, ajuda músicos e bandas a chegarem à perfeição sonora.”
Integrante portátil
Em Brasília, o computador portátil não é mero coadjuvante. Alguns músicos resolveram formar bandas só por causa do laptop. “Sempre quis fazer um projeto eletrônico, com computadores, luzes… Isso desde os anos de 1990, com a Divine. Mas a tecnologia era limitadíssima. Agora, com o laptop, faço coisas inacreditáveis”, comenta o vocalista e letrista Cláudio Bull.
A identificação com o computador foi tão grande que ele resolveu usá-lo para fazer tudo relacionado ao projeto solo chamado Bull. “Marco ensaios, faço canções por e-mail junto com os outros integrantes, editamos os vídeos, damos opiniões”, enumera
Apesar de o laptop ser uma ferramenta para compor canções, é unanimidade entre os músicos que ele só funciona com a intervenção humana. “É eletrônico, é uma máquina… Mas só funciona se eu o controlo”, comenta Cláudio. O baterista Marcelo Bonfá concorda. “O laptop é uma das alternativas possíveis para arranjos e composições. E ele não cria tudo isso sozinho.”
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» Correio Braziliense 15/07/2008
Internet: Banda larga via satélite
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou, na última semana, a operação de internet banda larga via satélite. O serviço permite uma conexão em alta velocidade sem nenhum fio ou cabo, que pode ser utilizada em lugares remotos. Com a autorização do órgão, o Brasil se torna o último país da América Latina a fornecer esse tipo de serviço. Para se conectar, é necessário comprar um equipamento específico, batizado de Broadband Global Area Network (BGAN), que permite receber os sinais emitidos pelo satélite e trocar dados em até 492 kbps — oito vezes mais rápido que uma conexão discada.
A Inmarsat, empresa que desenvolveu a tecnologia, esperava desde 2006 a aprovação da Anatel para implantar o BGAN no país. No entanto, a demora aconteceu por conta do modelo de negócio trazido pelas empresas, que consiste em uma associação para explorar o serviço. A comunicação via satélite no Brasil é fornecida pela Tesacom, empresa que passa a ser a exploradora da nova tecnologia no país. De acordo com o CEO da Tesacom, José Antonio Sanchez, a parceria é benéfica para as duas partes. “As possibilidades de expansão desse serviço são inimagináveis”, afirma.
O BGAN é o primeiro produto móvel que oferece transmissão de dados em banda larga via satélite no Brasil. Trata-se de um terminal compacto que capta os sinais do serviço em lugares onde é difícil o acesso à internet via cabo. O presidente da Inmarsat, Michael Butler, observa que o produto é importante para solucionar a dificuldade de comunicações das mais variadas empresas. “Tradicionalmente, os equipamentos atendem setores do governo, mídia e grandes construtoras”, esclarece o executivo.
O público-alvo do novo produto são empresas e prestadoras de serviço que trabalham em locais de difícil acesso, como plataformas de petróleo, mineradoras e grandes construtoras. No entanto, Sanchez ressalta que o serviço também pode ser utilizado por consumidores comuns. “Graças à praticidade e baixo custo, é possível que pessoas que moram em fazendas afastadas, por exemplo, também queiram o serviço, para acesso próprio à internet”, enfatiza o CEO da Tesacom.
Existem atualmente sete modelos diferentes de BGANs. Entre eles, é possível encontrar aparelhos desenvolvidos para usos específicos como aviões e navios. O produto oferece a possibilidade de conectar veículos via satélite, transformando-os em verdadeiros escritórios andantes. “Existem aparatos que vão presos em cima de um caminhão, ou de um ônibus, e os deixam conectados permanentemente na internet”, explica Sanchez. O BGAN é como uma antena; basta posicioná-lo na direção do satélite para iniciar a transmissão de dados.
Mercado promissor
As companhias aguardavam ansiosamente a autorização do órgão regulador, pois vêem no Brasil uma região promissora para investimentos. “A aprovação da Anatel é muito animadora porque o país tem uma grande margem de usuários potenciais”, diz o presidente da Inmarsat. A América Latina representa atualmente apenas 5% do mercado mundial de internet via satélite, mas a intenção é mudar esse cenário.
Como a tecnologia é nova, os preços ainda não são muito acessíveis. O valor pago é correspondente ao uso, ou seja, só é cobrada a transmissão de dados e não há assinatura mensal. Os executivos explicam que, na verdade, o custo depende das necessidades de quem contrata o serviço. Nos últimos três anos as companhias prepararam o terreno para a implementação do produto. “Trabalhamos com empresas locais para desenvolver produtos que resolvam problemas específicos”, esclarece o CEO da Tesacom.
No dia 14 de agosto, a Inmarsat vai lançar o 3º satélite da rede I-4, que garantirá uma cobertura global para o BGAN. Michael Butler assegura que, após o lançamento, o produto trará mais vantagens aos clientes.
SERVIÇO
Para mais informações sobre o BGAN, entrar em contato com a Tesacom Brasil. Telefone: (21) 35263600. Site: www.tesacom.net.
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» Folha de São Paulo 15/07/2008
Taiwanesa lança conversor a R$ 299
Dez anos após a chegada ao Brasil, a taiwanesa Proview se torna hoje a primeira fabricante a lançar um conversor "popular" para a TV digital aberta. Batizado de XPS-1000, o equipamento para TVs de 1.080 linhas de resolução tem preço sugerido ao varejo de R$ 299 -o similar mais barato no mercado sai por R$ 650. "O objetivo é vender para as classes C e D", diz Giovanni Nóbrega, diretor de novos produtos da Proview.
O aparelho já vem com antena UHF para captar o sinal e tem uma porta de entrada USB que permite a conexão de dispositivos como câmeras fotográficas e teclados. Também possibilita o acesso à internet se o usuário tiver banda larga.
Outros dois conversores serão lançados no próximo mês: o modelo intermediário, por R$ 249, e o mais barato (R$ 199), que só fará a conversão do sinal.
Para Nóbrega, não há segredo no preço. "Qualquer fabricante poderia oferecê-lo", diz. "Até porque todos usufruem dos mesmos benefícios na Zona Franca de Manaus."
O problema é que a conta do preço baixo não fecha -para os varejistas, a Proview vende o conversor "top" a R$ 230. A empresa alega desconto na importação de componentes. "Conseguimos 10% nos chips", afirma Nóbrega. O "tuner" teria sido adquirido com 35% de desconto, segundo a concorrência.
Nóbrega diz que as duas peças respondem por dois terços do custo. Seus concorrentes afirmam que, mesmo com esses abatimentos, não seria possível praticar um preço tão baixo. A Proview diz ainda que a margem de lucro da concorrência é elevada devido a custos com campanhas de marketing e projetos de design. "Nosso produto abre mão disso."
A lentidão do governo federal em difundir a TV digital é outro empecilho. Alguns fabricantes afirmam que não é possível manter linhas de produção se não há volume de consumo.
Até agora o sinal só existe em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Por isso, especula-se que a Proview tenha fôlego financeiro para suportar um "encalhe" das vendas.
Menos de 30 mil conversores foram produzidos até maio, segundo a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). A Proview espera vender 20 mil por mês.
Outra empresa afirma que terá o aparelho a preços populares até setembro. Segundo o vice-presidente da Comsat, Jakson Sosa, o modelo para TVs de 1.080 linhas vai custar R$ 250 para o consumidor.
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» IDG Now! 14/07/2008
Máquina com Windows desatualizado pode ser invadida em 4 minutos
É possível invadir um computador com o Windows desatualizado em menos de cinco minutos de conexão à internet, revelou o Internet Storm Center (ISC) do SANS Institute nesta segunda-feira (14/07).
O tempo de “sobrevivência” do PC rodando Windows é de cerca de quatro minutos se não estiver atualizado com o último pacote de segurança divulgado pela Microsoft, segundo a analista Lorna Hutcheson.
O ISC grava o tempo entre a busca por um IP em uma rede. Se os crackers conseguirem o número com sucesso - o que revelaria uma ou mais portas abertas no PC -, provavelmente instalarão um malware na máquina da vítima.
Segundo o The German Honeypot Project, contudo, uma máquina pode sobreviver mais do que alguns minutos se não estiver devidamente atualizada. “Nós estimamos que o tempo de sobrevivência a partir da conexão é de aproximadamente 16 horas”, diz o co-fundador do projeto, Thorsten Holz.
Mesmo assim, Holz enfatiza que “este tempo ainda é curto, e você precisa atualizar o sistema antes de se conectar.”
Em uma de suas últimas correções, a Microsoft endereçou três correções críticas.
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» Info OnLine 14/07/2008
Controle da web prevê novos mercados para TI
Já aprovado no Senado, o projeto que segue para análise da Câmara dos Deputados, prevê que provedores, empresas privadas e públicas e administradores de rede armazenem logs de acesso de conexão e desconexão de seus usuários por ao menos três anos.
O texto também determina que os responsáveis por administrar redes e carteira de clientes de internet passam a ter o dever de repassar à Justiça e à polícia denúncias de crimes online.
Companhias de armazenamento de dados e de ferramentas de bancos de dados e monitoração de conteúdo esperam faturar mais vendendo serviços para provedores e empresas que possuem redes corporativas.
A própria Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Internet), que é contra a aprovação do projeto nos termos atuais, acredita que as exigências legais vão gerar um custo adicional de R$ 13 milhões a R$ 15 milhões, por ano, a seus associados.
Além disso, há novos serviços que deverão ser contratados pelas empresas públicas e privadas que possuem rede corporativa.
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» PC World 15/07/2008
Brasileiro corre para tentar desbloqueio da versão 3G do iPhone
O brasileiro Breno MacMasi, do site DesbloqueioBr, entrou na corrida para desbloquear a versão 3G do iPhone.
MacMasi já conseguiu ativar um aparelho rodando a versão 2.0 do software do iPhone com chip local, da Claro. O feito foi registrado em vídeo no YouTube.
Ele também postou um vídeo com imagem do seu iPhone 3G, que chegou ao Brasil na madrugada desta segunda-feira (14/07). MacMasi pretende conseguir desbloquear completamente o aparelho até o final do dia.
Leia também:
> Especial: saiba tudo sobre o iPhone 3G
> Podcast Now! Café fala sobre lançamento
“Já conseguimos ativar com chip de operadoras locais, mas ainda não conseguimos fazer pegar o sinal”, explica MacMasi, acrescentando: “mas todas as outras funções estão disponíveis”.
O desbloqueador conta que conseguiu seu iPhone 3G com a ajuda de um amigo norte-americano que encarou a fila, assinou o contrato da AT&T e rescindiu o contrato, antes de enviá-lo ao Brasil por intermédio de outro amigo.
“Hoje está mais fácil comprar o iPhone na Europa”, opina MacMasi. “Mas a Apple deve mudar esse processo, se não abre espaço para o mercado paralelo”, ele avalia.
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» Info OnLine 15/07/2008
Second Life do Google sofre com salas pornô
SÃO PAULO - Recém-lançado, o Lively é inundado por salas de conteúdo adulto e exigem trabalho dobrado do Google.
O plugin Lively é um de experiência virtual tridimensional similar ao Second Life, mas roda direto do browser e tem foco apenas no bate-papo e não nas transações financeiras.
Entre as atrações do serviço, estão a possibilidade de entrar em salas privadas, rodar vídeos do YouTube nas TVs virtuais e mostrar fotos nos quadros virtuais das salas.
No ar desde a semana passada, porém, o serviço já foi inundado por salas com conteúdo pornográfico. De acordo com os termos de uso do Lively, tal prática é proibida e passível de remoção arbitrária por parte do Google.
No Second Life, a prática é liberada. Há inclusive a venda de animações com movimentos sexuais para os avatares.
A proibição, não impediu a multiplicação de salas para adultos. Uma das mais populares, inclusive era a "Sexo Virtual", aparentemente criada e freqüentada por brasileiros.
O Google já declarou que ficará de olho no conteúdo impróprio, destacando uma equipe para a filtragem do conteúdo. A julgar pela velocidade com que a pornografia se espalhou pelo Lively, podemos concluir que a empresa vai ter muito trabalho.
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