Segunda-feira, 16 de junho de 2008
» TI Inside    13/06/2008
Falta de profissionais de TI pode prejudicar política de desenvolvimento

A advertência foi feita por Celso Poderoso, coordenador de graduação tecnológica da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap)



» TI Inside    13/06/2008
Yahoo confirma acordo com Google; mercado publicitário critica decisão

No caso específico dos anunciantes, eles não parecem compartilhar a mesma opinião. Publicitários ouvidos pelo jornal americano New York Times não vêem a associação entre as duas empresas como positiva



» Tecnologia - Terra    14/06/2008
Novo microprocessador usa 30 mil vezes menos energia

Na teoria, a energia armazenada em uma bateria para relógio seria suficiente para manter o Phoenix em operação por 263 anos. O projeto foi dirigido por Scott Hanson, estudante de doutorado no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência de



» Tecnologia - Terra    15/06/2008
EUA: pista em site leva 76 à prisão por prostituição

Vários agentes policiais se fizeram passar por clientes que marcaram encontros com mulheres que apareciam em anúncios de "serviços eróticos" nesse site. As autoridades afirmaram que, após feita a oferta em dinheiro à mulher, a mesma era detida.



» B2B Magazine    13/06/2008
Crime digital, justiça off-line

“Os criminosos de 2020 já nasceram digitais”, afirma Paulo Quintiliano, perito criminal da Polícia Federal, alertando para a urgência na atualização da legislação, mais adaptada à realidade digital que vivemos hoje. O perito abordou o tema durante o painel “Segurança: legislação e investigação apresentado no segundo dia do Ciab 2008, em São Paulo



» B2B Magazine    13/06/2008
Dell estende inscrições para prêmio em tecnologia

A Dell, prorrogou as inscrições do Prêmio de Excelência em Tecnologia 2008 para o dia 30 de junho. Empresas brasileiras de até 100 funcionários que investem em tecnologia de forma inovadora tem mais dias para inscrever seus cases pelo site da companhia.



» Folha OnLine    14/06/2008
Programas on-line oferecem cada vez mais recursos

Sem baixar nem instalar programas no seu computador, é possível editar textos com funções muito além do Bloco de notas, ou até criar arquivos PDF. E você pode fazer isso sozinho ou em grupo --o trabalho colaborativo, tão em voga em tempos de web 2.0.



» Informática - Folha OnLine    15/06/2008
Game Ninja Gaiden II traz banho de sangue

A violência é outra característica marcante: ao dar espadas nas mãos do jogador, a Team Ninja não fez cerimônia com glóbulos vermelhos e desmembramento. Cada movimento de finalização do protagonista, quando bem executado, resulta em um verdadeiro banho de sangue, sem falar em cabeças e outras partes do corpo voando pela tela



» O Globo OnLine    13/06/2008
Caixa vai trocar 5.003 terceirizados neste ano

O desligamento dos terceirizados acontecerá de outubro a dezembro de 2008 e entre abril e junho de 2009, sendo precedidos de qualificação dos novos trabalhadores em treinamentos ministrados pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados)



» G1 Notícias - Globo.com    16/06/2008
Wi-Fi roubado pode levar dono da rede à Justiça, diz advogado

Sem configurações adequadas, roteador fornece acesso à web para vizinhança. Caso alguém use esse acesso inadequadamente, quem responde é o dono da rede




» TI Inside    13/06/2008
Falta de profissionais de TI pode prejudicar política de desenvolvimento

A falta de profissionais qualificados, em razão da concorrência externa cada vez maior, poderá prejudicar os ambiciosos planos do governo federal, que estabeleceu como parte da Política de Desenvolvimento Produtivo, lançada em maio, a meta de atingir US$ 3,5 bilhões com as exportações de software e serviços em 2010.

A advertência foi feita nesta sexta-feira (13/6) por Celso Poderoso, coordenador de graduação tecnológica da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). “Com empresas estrangeiras recrutando profissionais brasileiros de TI, o mercado nacional fica cada vez mais carente de recursos especializados, o que gerará uma barreira ainda maior à inserção internacional, principalmente das nossas micro e pequenas empresas”, comenta.

Segundo ele, nos próximos anos, o mercado mundial de TI terá um déficit de 3 milhões de profissionais - vagas de emprego abertas e não preenchidas por falta de mão-de-obra capacitada. Mas se essa escassez de profissionais aumenta as chances de boas oportunidades de trabalho ao redor do mundo para quem aposta na carreira de TI, por outro as empresas brasileiras do setor deverão sofrer cada vez mais a concorrência externa.

“Como há uma tendência de tornar o Brasil um pólo prestador de serviços de TI, a perda de profissionais locais qualificados para outros países é uma preocupação e um grande desafio para o mercado nacional", afirma Poderoso.

Ele destaca ainda, com base em dados da Softex, entidade que promove a exportação de software, que, até 2012, se levarmos em conta apenas o segmento de software e serviços, haverá 230 mil vagas de emprego em aberto no Brasil. Como solução para a questão, ele aponta o incentivo à formação específica na área.

"É necessário formar o maior número de profissionais, capacitá-los rapidamente para lidar com a tecnologia, especializá-los para gerar resultados para as empresas e dar-lhes boas condições de trabalho para que eles permaneçam no país” destaca.


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» TI Inside    13/06/2008
Yahoo confirma acordo com Google; mercado publicitário critica decisão

O Yahoo confirmou nesta sexta-feira (13/6) que fechou um acordo com o rival Google para terceirizar o negócio de buscas. O CEO do Google, Eric E. Schmidt, disse que a parceira com o Yahoo foi uma vitória tripla: uma vitória para as empresas, uma vitória para as editoras e uma vitória para os anunciantes.

No caso específico dos anunciantes, eles não parecem compartilhar a mesma opinião. Publicitários ouvidos pelo jornal americano New York Times não vêem a associação entre as duas empresas como positiva.

“Há, sem dúvida, um apelo em termos de facilidade de gerenciamento e otimização de campanhas on-line”, disse Aaron Goldman, vice-presidente de marketing e parcerias estratégicas da Resolution Media, uma agência da Omnicom que realiza pesquisas de mercado. “Claro que a desvantagem é, nesse meio, a falta de motivação do Google para continuar inovando, para ser mais transparente com os dados, que é algo que vem sendo sua marca há algum tempo. O que você vai fazer, não usá-los?”

Michael Mothner, da empresa de pesquisa de mercado Wpromote, disse que o negócio é “verdadeiramente assustador a partir de uma perspectiva do anunciante, principalmente sabendo que ele precisa do Google”. “E se ele decidir aumentar os seus preços ou reavaliar outras taxas. Ele têm muito poder agora”, observou ele, acrescentando que, embora o Yahoo seja uma empresa separada, a terceirização da busca é, na prática, o mesmo que dar as chaves da casa nas mãos do Google. “A partir de uma perspectiva do anunciante, é verdadeiramente assustador quanto ele verificar que está diante de um poderoso monopólio na área de busca de anúncios.”

Em relação a questão do monopólio, Eric Schmidt disse, durante uma conferência de imprensa para falar do acordo, que as duas empresas tinham configurado o negócio de forma a atender as exigências para aprovação regulatória. O conselheiro jurídico do Google, E Kent Walker, no entanto, disse que não vê a necessidade de aprovação regulamentar na Europa. E acrescentou: "Nos Estados Unidos, por exemplo, não há nenhuma exigência de aprovação legal. Temos realizado discussões com o Departamento de Justiça americano, mas porque é um negócio cuja natureza envolve um perfil elevado”.

Walker usa como argumento que haverá benefícios para os três grupos envolvidos: os consumidores, com a melhoria da qualidade dos anúncios; as editoras, já que um teste com um grupo limitado de empresas indicou que elas teriam as receitas elevadas; e os anunciantes, com a melhoria do nível dos anúncios; leilão de preços etc.

De acordo com a empresa de pesquisa de internet eMarketer, o Google obteve 76,4% do mercado de busca paga até agora neste ano, enquanto o Yahoo ficou com apenas 7,3%. Portanto, o “desaparecimento” dos seus principais concorrentes não é uma boa notícia para os anunciantes.

"Isso vai no sentido oposto daquilo que nós marqueteiros queremos", disse Warren Cowan, CEO da GreenLight, empresa britânica de pesquisa e marketing. "Isso significa uma maior consolidação com um grande parceiro. Se um anunciante pretende diversificar os seus riscos e a difusão em vários canais, agora certamente isso ficará mais difícil de ser feito."


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» Tecnologia - Terra    14/06/2008
Novo microprocessador usa 30 mil vezes menos energia

Engenheiros da Universidade de Michigan desenvolveram um microprocessador que utiliza 30 mil vezes menos energia em espera e dez vezes menos quando em atividade que os demais microprocessadores. O processador, chamado de Phoenix por seus criadores, estabeleceu uma nova marca de baixo consumo de energia e foi feito para ser usado em implantes médicos, controles de ambientes e equipes de vigilância. 

Na teoria, a energia armazenada em uma bateria para relógio seria suficiente para manter o Phoenix em operação por 263 anos. O projeto foi dirigido por Scott Hanson, estudante de doutorado no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência de Computadores, que apresentará o desenho em 20 de junho no Simpósio do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos sobre Circuitos.

De acordo com a Universidade de Michigan, o Phoenix mede um milímetro quadrado, mesmo tamanho de sua bateria e é isto que diferencia a criação. "Em muitos casos as baterias são muito maiores que os processadores que alimentam de energia e isto expande drasticamente o tamanho e o custo do sistema inteiro", disse David Blaauw, professor no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência de Computadores.

"Por exemplo, a bateria em um computador portátil é quase cinco mil vezes maior que o processador e fornece só poucas horas de energia", explicou. "O consumo baixo nos permite reduzir o tamanho da bateria e, em conseqüência, o tamanho de todo o sistema", disse Blaauw.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan está testando o Phoenix em um sensor biomédico que controla a pressão ocular em pacientes com glaucoma. A Universidade indicou que os engenheiros acreditam que processadores como este também poderiam se dispersar sobre uma área para criar uma rede invisível de sensores que vigie a água e o ar ou que detectem movimentos.

Outro uso possível é a mistura dos microprocessadores no concreto para ter informação sobre a integridade estrutural dos edifícios e pontes novas.

Para chegar a esse baixíssimo consumo de energia, os engenheiros do Phoenix se concentraram no modo de espera, que é a forma como os sensores passam mais de 99% de sua vida útil.



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» Tecnologia - Terra    15/06/2008
EUA: pista em site leva 76 à prisão por prostituição

A Polícia de um condado de Illinois deteve 76 homens e mulheres por prostituição, seguindo uma pista do site de classificados Craigslist, informou hoje o jornal Chicago Tribune. 

Vários agentes policiais se fizeram passar por clientes que marcaram encontros com mulheres que apareciam em anúncios de "serviços eróticos" nesse site. As autoridades afirmaram que, após feita a oferta em dinheiro à mulher, a mesma era detida.

Em dois casos, segundo o jornal, as mulheres que foram se encontrar com os supostos clientes em hotéis locais do condado de Cook tinham alugado quartos separados onde deixaram os filhos pequenos.

Além de responder aos anúncios, os agentes que participaram da investigação também colocaram outros, falsos, no Craigslist.

Um dos anúncios falsos dizia que uma menina de 15 anos oferecia sexo em troca de dinheiro e recebeu três respostas. A investigação mostrou que uma dessas ofertas era de um indivíduo que já tinha cometido crimes sexuais e tinha sido detido pela polícia.

O jornal afirmou que esta é a quarta operação deste tipo que o departamento de Polícia do condado Cook lançou sobre as atividades ilegais nesse site nos últimos 18 meses.


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» B2B Magazine    13/06/2008
Crime digital, justiça off-line

“Os criminosos de 2020 já nasceram digitais”, afirma Paulo Quintiliano, perito criminal da Polícia Federal, alertando para a urgência na atualização da legislação, mais adaptada à realidade digital que vivemos hoje. O perito abordou o tema durante o painel “Segurança: legislação e investigação apresentado no segundo dia do Ciab 2008, em São Paulo.

Segundo ele, não faltam entraves de atraso legal e regulatório que impactem nas investigações de crimes virtuais cada vez mais recorrentes e de toda a natureza, desde fraudes em pagamentos até movimentos xenofóbicos que o atual Código Penal já não dá conta de resolver por meio de analogia com crimes, digamos, analógicos. “Os criminosos estão se digitalizando. Perceberam que correm menos riscos e podem fazer transações mais interessantes com rapidez pela internet do que assaltos a bancos, por exemplo”, diz Quintiliano.

“Não temos ainda uma formatação de tipos penais para crimes cibernéticos. A tecnologia anda numa velocidade a frente do que é capaz de acompanhar a estrutura técnica do aparato estatal”, admite o óbvio o ministro da Justiça, Tarso Genro, que apesar fazer um certo meaculpa do governo, não deixou de partilhar a batata quente com provedores, usuários e gigantes de TI como Google e Microsoft, acusando as empresas de manterem seus servidores fora do País e pouco cooperarem com as solicitações da justiça brasileira nas investigações de crimes na web.

O que pode ser feito
Para lidar com esse e outros desafios que a justiça enfrenta para encontrar meliantes na rede, o ministro destacou o projeto de lei da Polícia Federal. “A proposta da Polícia Federal avança e chega a um patamar mínimo que precisamos para a segurança. Primeiro porque obriga os provedores nacionais, públicos e privados, a armazenar qualquer tipo de acesso durante três anos; admite a possibilidade de instalar a intercepção de tráfego por solicitação judicial e regula a adequação dos produtos as regras, evitando abusos”, diz.

Misturando as bolas, a boa nova que o ministro trouxe ao setor foi o andamento de uma lei federal que reorganiza a segurança privada (mais para agências, que de fato ambiente on-line).

O deputado federal Julio Semeghini, aproveitou a oportunidade para puxar a orelha do ministro pelo atraso de quatro anos do projeto de lei da PF na Câmara, que, segundo ele, avança agora, passando pelo Senado e devendo ser votada até o recesso, com data limite até o final do ano quando deverá ser sancionada pelo presidente Lula.

“O projeto não trata só de crimes em rede de computadores, mas é de vanguarda, contempla sistemas de comunicação em geral incluindo a telefonia móvel, meio pelo qual as transações bancárias devem ser maioria daqui para frente”, destaca Semeghini.
A lei começa a deixar claro o que é crime ou não na web, como por exemplo, o uso de redes wireless alheias, que muitos usuários inocentemente usam sem considerar crime, mesmo meio que por falta de controle tem sido usado para ações ilícitas mais graves como pedofilia e roubos financeiros.

A culpa da vulnerabilidade recai também para os usuários. “Eles não sabem quem acessa, não protegem os computadores, não fecham suas redes wireless, recebem centenas de e-mails com códigos maliciosos sem atenção, enfim, usam a internet com irresponsabilidade”, argumenta o advogado Renato Opice Blum.

Segundo ele, sem o senso de responsabilidade do usuário é questionável a queixa de invasões em internet banking, por exemplo, se esse mesmo cliente acessava o canal com o computador infectado por mais de cem cavalos de Tróia, como já houve caso julgado no Rio Grande do Sul, dando ganho de causa a instituição financeira.

Os problemas estão claros, basta saber se a justiça realmente conseguirá se adaptar e acompanhar a migração do crime para a web. Quintiliano apregoa o treinamento da PF para as ferramentas online, Genro ainda fala em convênios de cooperação internacional para desencorajar e localizar criminosos abrigados em “paraísos cibernéticos”, Blum quer a reeducação do usuário e Semeghini um aparato legal e regulatório que funcione. Todos terão de andar juntos para que se colha algum resultado. Enquanto isso o crime corre, no mesmo ritmo do avanço tecnológico.


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» B2B Magazine    13/06/2008
Dell estende inscrições para prêmio em tecnologia

A Dell, prorrogou as inscrições do Prêmio de Excelência em Tecnologia 2008 para o dia 30 de junho. Empresas brasileiras de até 100 funcionários que investem em tecnologia de forma inovadora tem mais dias para inscrever seus cases pelo site da companhia.

Na segunda edição do Prêmio, o vencedor ganhará R$ 45 mil em soluções e serviços da Dell para pequenas empresas, além de uma viagem para quatro pessoas para participar de uma reunião com Michael Dell e outras lideranças da companhia na sede da empresa, no Texas, Estados Unidos.

O prêmio contempla cada uma das dez empresas finalistas com um Notebook Dell no valor de R$ 3 mil.



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» Folha OnLine    14/06/2008
Programas on-line oferecem cada vez mais recursos

Sem baixar nem instalar programas no seu computador, é possível editar textos com funções muito além do Bloco de notas, ou até criar arquivos PDF. E você pode fazer isso sozinho ou em grupo --o trabalho colaborativo, tão em voga em tempos de web 2.0.

Os aplicativos on-line ganharam um reforço: a Adobe lançou um pacote de recursos baseado na internet, o Acrobat.com, que abrange editores de texto --o BuzzWord-- e de PDF, armazém de arquivos e uma sala de reuniões.

Os serviços, gratuitos, se juntam a Google Docs e Zoho, duas suítes de aplicativos on-line que oferecem editores de texto, planilhas e apresentações. Ainda que esses programas não ofereçam tantas funções quanto seus concorrentes instalados no disco rígido, eles têm seus apelos.

O primeiro: são gratuitos; basta fazer o cadastro e sair digitando, criando documentos. Além disso, são propícios ao trabalho em grupo. Dependendo de critérios estabelecidos pelo dono do documento, é possível permitir que outras pessoas leiam o arquivo ou editem o conteúdo.

Um vendedor que esteja na África pode apresentar planilhas para um colega no Brasil, que acrescenta comentários ou faz correções. Isso sem perder a formatação e sem usar o e-mail como intermediário --os documentos não precisam sair do editor de textos.

Os programas não dependem de espaço no disco do computador; o conteúdo fica armazenado nos servidores da empresa que presta o serviço.

Eles não demandam muita capacidade de processamento do computador do usuário --para usá-los com razoável conforto, basta uma conexão à internet e um navegador, eventualmente com plug-ins extras instalados. Nada de muito complicado; são complementos comuns nos browsers.

Dessa forma, são programas ideais para quem trabalha em muitos computadores diferentes ou está em viagem. O que você faz em uma máquina vai estar disponível em outra com acesso a internet.

Esse tipo de software se encaixa com outra tendência do mundo da informática: a nuvem computacional (cloud computing), em que a capacidade de processamento e de armazenamento de servidores de empresas como o Google é usada, nesses casos, pelo usuário final. E eles vão se precisar: celulares e subnotebooks, por exemplo, expandem seu poder com o uso de serviços on-line.



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» Informática - Folha OnLine    15/06/2008
Game Ninja Gaiden II traz banho de sangue

Ninja Gaiden é uma franquia que existe há duas décadas. Sua estréia no Xbox 360 preserva as raízes que alçaram o ninja Ryu Hayabusa ao sucesso. Trata-se de um game para um jogador apenas e extremamente desafiador --pouco amigável para os principiantes, pois a dificuldade é elevadíssima.

A violência é outra característica marcante: ao dar espadas nas mãos do jogador, a Team Ninja não fez cerimônia com glóbulos vermelhos e desmembramento. Cada movimento de finalização do protagonista, quando bem executado, resulta em um verdadeiro banho de sangue, sem falar em cabeças e outras partes do corpo voando pela tela.

Ninja Gaiden II, lançado para o Xbox 360, é game para jogador extremamente desafiador e pouco amigável para principiantes
Não por acaso, no Brasil, onde custa R$ 159, Ninja Gaiden II recebeu classificação etária para maiores de 18 anos. Embora ninjas atraiam pessoas de todas as idades, o jogo é direcionado ao público mais adulto.

Combatendo outros ninjas ou demônios diversos, os movimentos acrobáticos que Ryu Hayabusa executa, entre seqüências de golpes, são um show à parte. Dominar as técnicas de Ninja Gaiden II pode levar algum tempo e exigir paciência, mas vale a pena.

Justiça seja feita, a produtora agora aliviou um pouco. No episódio anterior, lançado para o Xbox original, morrer durante luta contra um chefão geralmente obrigava o jogador a voltar um razoável pedaço da aventura; desta vez, retorna-se direto ao combate. Há também mais pontos para restaurar a barra de energia.

O enredo envolve temas típicos, como vingança e amizade, e os cenários passam por cidades como Tóquio e Nova York, além do mundo dos mortos.


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» O Globo OnLine    13/06/2008
Caixa vai trocar 5.003 terceirizados neste ano

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal firmou um acordo com o Ministério Público do Trabalho para substituir 9.229 funcionários terceirizados por concursados em todo o país. As substituições deverão ser efetuadas até o dia 30 de junho de 2009. Para ocupar os postos - a maioria na área de tecnologia -, a Caixa se comprometeu a chamar 1.600 aprovados no concurso para técnico bancário realizado em 2004 até 11 de julho deste ano. No mês passado, o banco convocou 1.903 aprovados. Outros 1.500 funcionários serão contratados até 30 de dezembro. Ao todo, são 5.003 contratações. Os demais serão chamados em 2009. 

O acordo prevê que a Caixa será multada em R$ 2.500 por terceirizado em caso de descumprimento. 

O banco vem acertando a terceirização de serviços desde o ano de 2004, em virtude de Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério.

O desligamento dos terceirizados acontecerá de outubro a dezembro de 2008 e entre abril e junho de 2009, sendo precedidos de qualificação dos novos trabalhadores em treinamentos ministrados pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados).



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» G1 Notícias - Globo.com    16/06/2008
Wi-Fi roubado pode levar dono da rede à Justiça, diz advogado

Seja por falta de conhecimento ou por questões ideológicas, os donos de roteadores Wi-Fi -- equipamentos que oferecem acesso sem fio à internet -- muitas vezes deixam suas redes abertas para serem usadas por outras pessoas. Essa prática pode, no entanto, facilitar a ação de pessoas mal-intencionadas que cometem crimes via internet, como o roubo de senhas e download ilegal de conteúdo, por exemplo. Quando isso acontece, o verdadeiro dono da rede pode acabar respondendo na Justiça por ações que muitas vezes desconhece.

“Uma investigação pode levar até esse usuário, caso ele não feche sua rede sem fio e ela seja utilizada para ações ilícitas”, explica Renato Opice Blum, advogado especializado em direito digital. “O usuário dessa tecnologia tem que fazer as configurações de segurança ou pode ser considerado legalmente negligente. As informações estão no manual: elas devem sempre ser lidas e seguidas”, continua o especialista.

Por isso, os donos de redes que quiserem fornecer acesso às pessoas da redondeza devem ter conhecimento o suficiente para saber até onde vai o limite dessa oferta. Diogo Superbi, engenheiro de vendas da fabricante de roteadores Linksys, afirma que a “socialização” do acesso é válida, desde que os usuários tenham controle sobre o que querem compartilhar. “Ao disponibilizar a rede, é preciso entender o suficiente de segurança para saber que tipo de dados ficarão acessíveis, além de saber como proteger bem seu computador”, afirmou o especialista.

Socialização
Na turma dos que defendem as redes coletivas está um movimento global chamado Fon, que propõe o acesso universal e gratuito à internet sem fio -- a idéia é oferecer a conexão de sua casa aos “foneros” para poder usar a rede deles em outros lugares do mundo. Por se tratar de uma iniciativa organizada, um de seus principais pilares é a segurança.

Todos os usuários do serviço precisam ser registrados e a comunidade tem acesso a dois tipos de redes: uma criptografada, que tem como único usuário o dono do sinal, e outra pública, para que ele ofereça acesso aos demais membros do grupo. “Somente os ‘foneros’ registrados podem acessar nossa rede. Se alguém fugir das regras, conseguimos identificar quem é esse usuário”, diz o site.

Mas que fique claro. Uma coisa é participar de um movimento organizado, baseado em uma ideologia de disponibilização de acesso, tomando os devidos cuidados. Outra, completamente diferente, é ter preguiça de fazer as configurações de segurança e acabar fornecendo sua própria rede para diversas pessoas que você não imagina quem sejam -- inclusive algumas que podem estar mal-intencionadas.

Negligência
Segundo Renato Opice Blum, o dono de uma rede Wi-Fi desprotegida pode ser acusado de responsabilidade por negligência caso o acesso não-autorizado seja utilizado para alguma ação ilícita (“responsabilidade por negligência” porque algo que ele deixou de fazer, nesse caso a configuração adequada do roteador, acabou prejudicando alguém).

Se o “ladrão de Wi-Fi” causar algum tipo de prejuízo, o verdadeiro dono da rede pode ser condenado a pagar uma indenização, mesmo sem ter cometido voluntariamente qualquer crime. “Em muitos casos, ele não sabe sequer quem usou seu acesso sem fio à internet”, diz o advogado.

Por se tratar de uma questão recente, o especialista afirma desconhecer decisões judiciais envolvendo o uso inapropriado de redes Wi-Fi. Ele diz, no entanto, que uma situação desse tipo segue o mesmo princípio do código civil que condenou em março uma LAN house de São Paulo a pagar R$ 10 mil por conta de um e-mail anônimo enviado de um de seus computadores. Sem ter como identificar a pessoa que escreveu a mensagem ofensiva -- algo determinado pela Justiça --, o estabelecimento acabou sendo multado.


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