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Pequenas Empresas Grandes Negócios/Com G1 16/06/2008
Venda de PC para baixa renda cria outros serviços
Os eletroeletrônicos entram cada vez mais na lista de compras dos consumidores de baixa renda. De olho nesse público, já existem empresas que esclarecem, por telefone, as dúvidas sobre o funcionamento desses aparelhos. O surgimento destes serviços mostra uma tendência do mercado: a de aproveitar o potencial do consumidor de renda mais baixa
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Expresso da Notícia 17/06/2008
Disputas por palavras-chaves na internet chegam aos tribunais dos EUA
Depois dos casos conhecidos como "cliques" fraudulentos, o uso de marcas registradas para a publicidade online por meio dos polêmicos "links patrocinados" estão gerando novas controvérsias nos meios jurídicos norte-americanos. Muitas marcas registradas estão sendo utilizadas por terceiros, não titulares dessas marcas, como "palavras-chaves" pela Google e outros sites de busca para ativar "links patrocinados" que figuram ao lado das páginas de pesquisa
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Informática - Correio Braziliense 17/06/2008
Diversão boa e light
Games casuais conquistam um número cada vez maior de usuários que buscam entretenimento fácil e sem complicação. Segmento atrai pessoas de todas as idades, mas são as mulheres quem mais jogam
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Correio Braziliense - Com Estado de Minas 17/06/2008
Facebook em português
Saiba como aproveitar ao máximo o site de relacionamentos mais acessado do mundo
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Correio Braziliense - Com Estado de Minas 17/06/2008
Como melhorar as buscas no Google
O Google é uma ferramenta incrível. Para mim, é a maior biblioteca do mundo. O maior dedo-duro que existe. Contudo, muitas vezes, achar a informação que desejamos pode ser um trabalho para lá de demorado. Uma vez que o mecanismo de busca forneça uma lista de sites possíveis de terem a informação que você busca, começa a tarefa de entra-e-sai nos sites para ver o que lá existe
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Informática - Folha OnLine 17/06/2008
Alemães criam robô capaz de submergir a 6 mil metros
Alemães criam robô capaz de submergir a 6 mil metros
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G1 Notícias - Globo.com 17/06/2008
"A Favorita" marca estréia da TV Globo digital no Rio
Emissora oficializou nova forma de transmissão na cidade com a novela. TV digital já está disponível em São Paulo e também em Belo Horizonte
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PC World 16/06/2008
Review: navegador OmniWeb 5.6
Alternativa ao Safari e ao Firefox, browser tem recursos que tornam a navegação mais visual.
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IT Web 16/06/2008
DealerNet - Ação Informática tem 20 vagas
Empresa busca profissionais para gerenciamento de projetos e desenvolvedores
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TI Inside - 19h05 16/06/2008
TCU determina suspensão de leilão de switches de rede do governo
A decisão decorreu de representação da empresa Rhox Comunicação de Dados, que alegou a existência de possíveis irregularidades na participação de uma única empresa, a Servix Informática
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Venda de PC para baixa renda cria outros serviços
Os eletroeletrônicos entram cada vez mais na lista de compras dos consumidores de baixa renda. De olho nesse público, já existem empresas que esclarecem, por telefone, as dúvidas sobre o funcionamento desses aparelhos. O surgimento destes serviços mostra uma tendência do mercado: a de aproveitar o potencial do consumidor de renda mais baixa.
"Com o aumento do acesso das classes menos favorecidas aos equipamentos, principalmente de informática, viu-se a necessidade de uma empresa que auxiliasse os consumidores a dar o pontapé inicial em sua vida digital", explica Glauco Padilha, gerente de um serviço de orientação por telefone.
A empresa de Padilha tem a proposta de ser informal, bater um papo com o cliente. Muitas vezes, os atendentes trabalham em suas próprias casas. "Geralmente são dúvidas simples: como configurar um monitor ou imprimir um documento", conta o atendente Carlos Eduardo Jardim. "É uma dúvida que o cliente não consegue solucionar sozinho, e aí a gente acaba fazendo esse auxílio para ele."
Segundo a Federação do Comércio de São Paulo, o mercado varejista cresceu 6,8% de janeiro a abril de 2008, em relação ao mesmo período de 2007. Só a venda de eletrônicos e eletrodomésticos teve alta de 18,3%. É um dos setores em que as classes C e D fazem diferença, explica o economista Nelson Barrizzelli. "A indústria passou a reconhecer essas classes como consumidoras e a produzir com qualidade bastante satisfatória para elas."
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» Expresso da Notícia 17/06/2008
Disputas por palavras-chaves na internet chegam aos tribunais dos EUA
A grande controvérsia legal diz respeito ao fato de uma empresa utilizar como palavra-chave para publicidade online uma marca registrada em nome de outra, em geral concorrente e atuante no mesmo setor. Juristas, empresários e grandes escritórios de advocacia debatem se uma marca registrada é violada se um concorrente a utiliza para ativar um anúncio on-line para sua própria companhia. Seria legal e legítimo fazer com que o consumidor que procura a marca registrada ser atraído pelo anúncio de um competidor, detentor de outra marca?
Vários casos já foram levados à análise dos tribunais norte-americanos. "Ainda é um assunto polêmico, sobre o qual os Tribunais ainda não têm um entendimento pacífico", disse Deborah Wilcox, do escritório Baker Hostetler de Cleveland.
Os primeiros entendimentos indicavam que a Google e os outros buscadores poderiam permitir que anunciantes poderiam utilizar marcas registradas de terceiros para anúncios de palavras-chaves. Mas esta tendência está mudando.
"Nós estamos começando a ver mais litígioa entre os anunciantes, ao ao invés de acionar judicialmente a Google e a Yahoo, os maiores buscadores. Esta é a próxima fase a ser definida", afirma Jeffrey Rohrs, advogado, vice-presidente da agência de marketing de busca Exact Target, sediada em Indianapolis.
Clarke Walton, advogado de Las Vegas que representa apenas empresas com negócios online, defende os interesses de companhias que estão em ambos os lados da discussão. "Tem empresas que possuem políticas liberais, que compram palavras-chaves de marcas registradas de concorrentes para atrair internautas, e existem donos de marcas registradas que não admitem o uso de suas marcas por terceiros, principalmente concorrentes, e consideram tal prática uma infração", explica Walton.
Mesmo os advogados também podem se envolver em disputas baseadas nas palavras-chaves na propaganda online. Os links patrocinados são muito utilizadas pelos advogados para a divulgação de seus serviços, frisou Eric Goldman, professor assistente da Faculdade de Direito de Santa Clara, e criador do blog Technology & Marketing Law (blog.ericgoldman.org).
Um escritório de advocacia pode, por exemplo, pretender comprar uma palavra-chave equivalente a uma marca registrada para anunciar seus serviços. Caso escolha a marca da própria empresa que será acionada na Justiça por algum dano, como forma de atrair os interessados, e posteriomente a ação for julgada improcedente, o dano causado poderá ser duplo.
Por outro lado, prosseguiu Walton, os advogados podem acreditar que a própria marca registrada deles foi violada se o nome de seus escritórios foi comprado como link patrocinado por um escritório concorrente.
Limites legais
Uma das questões que tem sido mais discutida é se o uso de marcas registradas em anúncios online de palavras-chaves constituiria um "uso em comércio". Para os que defendem as idéias mais "libertárias" para a Web, uma marca registrada na Internet pode ser usada para ativar um link patrocinado porque não é, necessariamente, vista pelo consumidor como se estivesse sendo utilizada em um produto. Ou seja, o uso nos links patrocinados na Internet seria diferente da aplicação da marca registrada tradicional, usada para embalar um produto ou distinguir um serviço. Por isso, o uso na publicidade online seria diferente da contrafrção tradicional, em que a marca registrada é posta no rótulo de um produto concorrente.
"Alguns tribunais entendem que, se um consumidor não pode ver uma marca registrada, da forma que como seria visível na página ou em um anúncio gráfico, como pode ter ocorrido uma violação de marca registrada?", argumentou Sarah Bird, gerente da SEOmoz, uma empresa de publicidade online de Seattle.
Mas outros tribunais já decidiram que o uso de marcas registradas utilizadas para promover um anúncio online constitui um "uso em comércio". Na avaliação desta corrente jurisprudencial, o anunciante estaria usando o nome e a "fama" obtida por outra empresa para obter vantagens, de forma não autorizada e, muitas vezes, até de maneiras que podem ser descritas como predatórias.
Confusão
O outro ponto contencioso está relacionado com o fato de que se é provável que um link patrocinado com palavras-chaves pode confundir os consumidores. Embora a propaganda comparativa seja uma "vaca sagrada", distinta dos conceitos da legislação de marcas registradas, a situação mudaria de figura quando as pessoas estão surfando na Internet e clicando em diferentes opções de links.
"O que pensam os consumidores quando eles vêem uma link patrocinado em portais como Google ou Yahoo? Eles entendem alguém comprou um espaço ali, ou eles pensam que esses anúncios pertencem de fato ao dono da uma marca registrada?", questionou Wilcox.
Até que a Justiça norte-americana responda a essas perguntas, identificando o que vai pela cabeça do consumidor comum, e como ele vê e pensa enquanto está surfando na Internet, os tribunais continuarão com decisões contraditórias.
Wilcox acredita que é mais provável que os tribunais venham a considerar uma infração quando mhouver um nítida tentativa de desviar tráfego do site do dono da marca registrada, principalmente quando os consumidores não podem saber previamente que estão se dirigindo para o portal de um concorrente daquela marca utilizada como "isca".
Ela prevê que os tribunais seguirão a tendência de considerar que os consumidores não estão sendo enganados por meio de qualquer anúncio online baseado em palavras-chaves relacionadas com marcas registradas.
Mas, para Walton, não há nenhuma regra que possa ser "previamente definida" porque tudo depende de como a marca registrada é usada na web.
Prevenção
Os advogados ouvidos são unânimes sobre o "melhor conselho" para evitar conflitos nesses casos. O ideal é consultar previamente o site de busca ou a companhia adversária, cuja marca se pretende utilizar.
Os principais sites de busca desenvolveram suas próprias políticas e procedimentos de reclamação relativas à publicidade online. A Google, por exemplo, irá tirar de circulação um link patrocinado caso o legítimo proprietário de uma marca registrada reclamar que sua marca está sendo usada no texto ou título de outra emnpresa, explicou Walton.
"Mas a Google não vai fazer nada se a marca registrada é usada como uma "palavra de gatilho", e não é visível no anúncio veiculado", observou, fazendo menção a técnicas de programação em que a marca registrada permanece oculta aos olhos humanos, mas serve de "isca" para as máquinas.
Yahoo, Microsoft e outros sites de busca têm as suas próprias políticas. Walton aconselha os advogados a se familiarizar com as regras e procedimentos de reclamação.
Uma área cinzenta muito comum diz respeito ao fato de que alguns sites de busca vendem palavras-chaves induzindo anunciantes a utilizar marcas de terceiros
"Se eu compro a palavra "sapatos", então a qualquer hora alguém digita "sapatos", e aparece o meu anúncio. Por outro critério, se alguém digita palavras adicionais, mencionando marcas famosas de sapatos, o meu anúncio também aparecerá, tirando proveito da "fama" de marcas notórias", observou Wilcox. Nesse caso, assegura a advogada, o titular da marca pode perfeitamente advertir quem está se valendo de sua marca.
Legislação
Apesar das dificuldades de fixar os "limites" no ambiente dos links patrocinados, alguns legisladores já sde debruçaram sobre o tema. O Estado de Utah aprovou uma lei ampla e controvertida, que proíbe a compra de palavras-chaves de marcas registradas.
Os legisladores também criaram um registro de marca registrada estadual, mas depois de intensa oposição, esse dispositivo foi revogado, diante da possibilidade de conflitos com leis federais. Mas restaram normas que proíbem os vendedores de software de adware de usar marcas registradas para ativar "cliques" forçados sobre anúncios online, lembrou Goldman. Nos primeiros tempos de internet, era comum sites e anunciantes criarem dispositivos artificiais para forçar a exibição de publicidade online, praticamente "prendendo" o internauta em determinados portais, ou por meio das famigeradas "pop ups".
O Estado do Alasca também criou um estatuto de anti-adware.
Além disso, o comitê de jurídico contencioso de marcas registradas da Seção de Propriedade de Intelectual da Associação dos Anunciantes está formatando duas resoluções para serem votadas: uma que estabelece que palavras-chaves com marcas de terceitos constitui um "uso em comércio", configurando como violação, e uma outra, com texto em sentido oposto, que assegura não ser infração tal prática.
O comitê colherá os votos para decidir entre as duas resoluções próxima na reunião anual, prevista parqa contecer em Nova York, no começo de agosto, informou Michael Potenza, advogado do escritório Debevoise & Plimpton.
Goldman, porém, como todo analista do mundo virtual, é cético quanto às possibilidades de se criar leis rídigas para a web.
Modelos de publicidade mais novos já estão germinando, como anúncios em telefone celular, o que demandará em novos padrões éticos. "A tecnologia está mudando tão depressa que a lei estará sempre atrasada", concluiu.
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» Informática - Correio Braziliense 17/06/2008
Diversão boa e light
No lugar de um incrementado joystick, o simples mouse e o teclado. Em vez de gráficos futuristas, um visual modesto, porém capaz de seduzir até mesmo os pouco familiarizados com o mundo do entretenimento virtual. Andando numa direção adversa aos hard games, que a cada dia ganham mais ares hollywoodianos, os jogos casuais obtêm espaço no segmento com uma velha (mas infalível) máxima: diversão boa é aquela sem complicação. Tanto que esse segmento apresentando taxas maiores de crescimento que a dos próprios jogos para videogames e computadores. Por casual entende-se um jogo digital mais simples, tanto na jogabilidade quanto na interface, e que não precisa de muito esforço para ser aprendido e usufruído por pessoas das mais distintas faixas etárias. Para se ter uma idéia, esse mercado (que inclui títulos para PC e celular) já conquistou 70% do total dos jogadores virtuais.
“São mais de 200 milhões de pessoas que jogam games casuais por ano. A dinâmica dos títulos é mais simples, não precisa de muito entendimento e em qualquer tempo livre é possível acessá-los, jogá-los e depois voltar a fazer o que se estava fazendo”, comenta o diretor de conteúdo do MisterApe, um dos maiores portais de games da América Latina. Estima-se que o mercado de games casuais movimente este ano US$ 2 bilhões. O auxiliar administrativo Maikon Alves Pereira, de 23 anos, é um usuário assíduo, tanto em casa quanto no trabalho. E quais as principais vantagens do gênero? “Não é necessário instalar, é de fácil entendimento e não existe a necessidade de gravar onde parou, já que você pode começar do ‘zero’ sem problemas, pois a duração é pequena, se comparado aos jogos de PC ou console”, conta.
Produzidos, em geral, por empresas de pequeno porte, os jogos são publicados em portais especializados como e Games, Atrativa e Big Fish, onde o usuário pode optar por jogar online (a partir do próprio navegador) ou baixar versões que dão direito de experimentar por uma hora antes de efetuar a compra. A versão completa desses games pode custar de R$ 15 a R$ 35. Ao contrário do que acontece, por exemplo, com os jogos mais elaborados para consoles, onde os homens formam a maior parte dos usuários, nos games casuais a história muda e o público feminino é que é a maioria. De acordo com a Casual Games Association (CGA), 51% das pessoas que jogam esses games são mulheres. E também são elas quem mais pagam (74% do total) para baixar esses títulos para o computador.
Para o webdesigner Alessandro Vieira, que trabalha na TechFront, um estúdio que desenvolve títulos casuais, o maior mérito do gênero é atrair um público que até então não tinha por hábito jogar qualquer tipo de game eletrônico. “Há muita gente que nunca pensou que poderia ser divertido jogar videogame e começou há pouco tempo. Na empresa que trabalho, por exemplo, fazemos games majoritariamente para o público feminino entre 25 e 50 anos. Até poucos anos, pessoas dentro desse perfil simplesmente não jogavam videogame”, conta.
PORTAIS FAMOSOS
Kongregate
http://www.kongregate.com
TryGames
http://www.trygames.com
Gametrust
www.gametrust.com
Atrativa
www.atrativa.com.br
Big Fish
www.bigfishgames.com
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» Correio Braziliense - Com Estado de Minas 17/06/2008
Facebook em português
Pode reparar: a cada semana, surge uma nova firula no Orkut, a rede social mais acessada por brasileiros no mundo. É aviso de chegada de scraps para cá, marcador de fotos para lá, agregador de comunidades aqui, notificação de atualização de amigos acolá. Se a cada uma dessas mudanças você acha o máximo, lamentamos estourar a sua bola, mas elas são, na verdade, estratégias muito parecidas com aquelas já utilizadas pelo Facebook, um dos sites de relacionamentos preferidos das pessoas em todo o mundo. A versão em português foi lançada na última semana, na surdina, depois da tradução de uma equipe de 1.023 voluntários.
Mas como, além dos widgets e gadgets (programinhas e agregadores divertidos, as ditas firulas), o que interessa mesmo para as redes sociais é gente participando, vamos aos números: enquanto o Orkut tem 33 milhões de membros, o Facebook faz a festa com 116,4 milhões de adeptos no mundo! Em compensação, brasileiros no Orkut são 19 milhões, enquanto no Facebook nós ainda somos 1,3 milhão. De qualquer forma, vale a pena experimentar a brincadeira pelo Facebook, e por isso preparamos esse pequeno guia, para que você arrisque seus primeiros passos além do Orkut.
A CONTA
Você vai começar criando a sua conta, como em qualquer serviço online. O processo se resume a três etapas. Você propõe o login e preenche os dados principais. O Facebook encaminha um email, você confirma o cadastro e pronto!
O PERFIL
Preparar a sua página inclui a publicação de foto, contatos, status de relacionamento, atividades, interesses, onde estuda, onde trabalha etc. É legal responder à pergunta “o que você está fazendo agora?”, que aparece no canto superior direito da página – uma das idéias do Facebook que o Orkut pegou emprestada nos últimos meses. Outro recurso bacana é gravar, no próprio site, seus vídeos. Ele reconhece sua webcam e microfones e faz a gravação na hora. Mandar videomensagens também é bem simples.
OS AMIGOS
Agora é sair atrás das pessoas! O site revela facilidades bacanas; estarão lá te esperando, por exemplo, os perfis de seus amigos que já o convidaram para integrar a rede do Facebook. Depois, uma opção bacana é que o site pode buscar todas (sim, todas) as pessoas para as quais você já enviou e-mail. Assim, numa tacada só, já surgem montes de amigos – muitos deles egressos do Orkut!
A FOFOCA
O Facebook é a mais fofoqueira das redes sociais. Isso porque o recurso de Feed de notícias lhe dá detalhes das atualizações de cada amigo. Mas não é nada superficial como no Orkut (em que você vê no máximo fotos, vídeos e textos de perfil). Com o Facebook, você fica sabendo até quem ficou amigo de quem.
A PRIVACIDADE
Exatamente por conta da propensão ao falatório, é bom dedicar um tempo determinando quem são as pessoas que terão acesso às suas informações, na página de edição de privacidade. As opções podem ser bem restritivas: só vê seu perfil, por exemplo, quem é seu amigo; quem não é tem de se tornar para poder entrar na sua página.
AS FIRULAS
O grande atrativo do Facebook é que ele funciona como um agregador de utilidades (e muitas inutilidades também, convenhamos). Isso significa que, na sua página inicial, você pode instalar pequenos aplicativos, que ajudam na interação com seus amigos. Divulgar suas músicas e filmes favoritos, comparar os gostos entre os amigos, importar dados do Twitter, Flickr e também do Orkut estão entre as aplicações! Os mais de 27 mil programinhas (também chamados de widgets) são criados por participantes da rede.
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» Correio Braziliense - Com Estado de Minas 17/06/2008
Como melhorar as buscas no Google
O Google é uma ferramenta incrível. Para mim, é a maior biblioteca do mundo. O maior dedo-duro que existe. Contudo, muitas vezes, achar a informação que desejamos pode ser um trabalho para lá de demorado. Uma vez que o mecanismo de busca forneça uma lista de sites possíveis de terem a informação que você busca, começa a tarefa de entra-e-sai nos sites para ver o que lá existe.
Em algumas situações, você até já esteve em algum endereço e está procurando-o novamente, mas não se lembra o seu endereço. Em qualquer uma dessas situações, poderá se beneficiar bastante do complemento do Firefox que estamos mostrando aqui na coluna. Trata-se do Google Preview, que está em sua versão 3.5.
Esse complemento funciona para o Google e o Yahoo Search. Uma vez instalado, você terá a grata surpresa de ver ao lado esquerdo dos links das páginas encontradas uma miniatura da respectiva página. Com isso, fica muito mais fácil achar um site já visitado, ou então, quando procurando por um novo site, escolher primeiro aquele cuja aparência parece ser a mais conveniente ao leitor.
O Google Preview funcionou muito bem nos testes que realizei e não retardou o tempo de busca.
Após a instalação, reinicie o Firefox. Na próxima vez que fizer uma pesquisa, as miniaturas aparecerão ao lado da página.
Para desabilitar a exibição das miniaturas, clique no ícone GP, no canto direito da barra de status do navegador. Para alterar a quantidade de páginas exibidas, clique com o botão direito do mouse sobre esse ícone e selecione o item Google Preview Options. Lá, você poderá escolher quantas miniaturas devem aparecer em cada página de busca.
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» Informática - Folha OnLine 17/06/2008
Alemães criam robô capaz de submergir a 6 mil metros
O Instituto Leibniz de Ciências Marinhas da Universidade de Kiel, na Alemanha, apresentou ontem seu novo robô subaquático, o ROV Kiel 6000, que é capaz de descer a uma profundidade de seis mil metros.
Segundo o diretor do projeto, Colin Devey, a máquina, de 30 toneladas terá acesso a 95% do fundo marinho do planeta.
"Para nós, abre-se toda uma nova dimensão", comentou Devey. Ele destacou que o robô poderá coletar amostras de água, de sedimentos e rochas do fundo do mar graças a dois braços que possui.
A máquina, que será coordenada por controle remoto, possui duas câmeras e tem um cabo de fibra de vidro de 6.500 metros de comprimento que conectará o robô a uma base.
O projeto teve um investimento total de 3,2 milhões de euros (cerca de R$ 8 milhões).
O diretor do centro, Peter Herzig, explicou que o robô será utilizado para avançar em investigações com dióxido de carbono (CO2) no fundo do mar.
Além disso, as pesquisas desenvolvidas pelo novo ROV Kiel 6000 abordarão questões como a formação de matérias-primas biológicas e de origem mineral no mar e suas descobertas poderão ser utilizadas pelas indústrias médica e farmacêutica.
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» G1 Notícias - Globo.com 17/06/2008
"A Favorita" marca estréia da TV Globo digital no Rio
A transmissão em alta definição da novela ‘A Favorita’ marcou nesta segunda-feira (16) a estréia oficial das transmissões digitais da TV Globo no Rio. Em evento no Jockey Club Brasileiro para oficializar o lançamento, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou que o cronograma da TV digital está adiantado e que outras capitais brasileiras devem ganhar essa nova forma de transmissão até o final do ano.
Ao lado de Belo Horizonte, o Rio faz parte do segundo grupo a receber essa nova tecnologia, depois da estréia em 2 de dezembro de 2007, na Grande São Paulo.
A previsão é de que ainda este ano o sinal digital da Globo chegue a mais dez cidades brasileiras: Goiânia, Porto Alegre, Cuiabá, Curitiba, Salvador, Florianópolis, Manaus, Uberlândia (MG), Belém e Campinas (SP).
“Estamos adiantados. Pelo nosso cronograma, a TV digital só deveria chegar ao Rio de Janeiro em outubro de 2009”, disse o ministro durante a cerimônia, apresentada por Angélica e Luciano Huck. “Só meu preocupa agora ver o meu nariz em alta definição”, brincou o apresentador de “Caldeirão do Huck”.
Também participou do evento o governador em exercício do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que definiu a data de lançamento como um ”dia histórico”.
Para ter acesso à alta definição na TV, é necessário utilizar uma antena UHF e também um conversor digital, ou comprar uma TV que já tenha o receptor digital integrado. Já a característica de mobilidade – assistir à programação da TV aberta em equipamentos portáteis -- está disponível nos telefones celulares adaptados para essa forma de transmissão ou pequenos conversores, que exibem os programas na tela de notebooks, por exemplo.
Hélio Costa, garantiu que já estão para chegar ao mercado brasileiro os conversores mais baratos. "Vamos lançar no dia 4 em São Paulo, no dia 7 em Belo Horizonte, e imediatamente no Rio de Janeiro, o conversor popular a R$ 230", afirmou. Segundo o ministro, até o fim do ano o preço do conversor deve cair para a faixa de R$ 150.
Imagem
Na nova forma de transmissão, as imagens exibidas pelos aparelhos de TV ficam mais nítidas, sem ruídos ou interferências, pois não há perda de sinal da antena até a recepção doméstica. O conteúdo é transmitido em pacotes binários (de “0” e “1”, como na informática) e chega ao aparelho de TV das residências exatamente como foi transmitido pela emissora. "Com a transmissão digital, a imagem chega à casa do telespectador sem ruídos ou chuviscos", explica o diretor-geral da TV Globo, Octávio Florisbal.
Outro aliado da alta definição é o formato 16:9, padrão no cinema, que oferece um campo de visão maior que o padrão 4:3, comum nos televisores analógicos.
Imagens mais fiéis, com alta qualidade, significam um nível de detalhes mais preciso. Por isso, cenários, figurinos e maquiagens dos programas gravados em alta definição precisam ser revistos para que os defeitos, antes imperceptíveis ao público, não prejudiquem a qualidade dos programas.
Por enquanto, apenas alguns programas serão transmitidos com a melhor qualidade de imagem, como o seriado 'A grande família' e a novela 'A favorita'. De acordo com o diretor da Central Globo de Engenharia, Fernando Bittencourt, o próximo passo é aumentar a programação do canal em alta definição. "Quem se acostumar a ver um programa em alta definição, não vai conseguir mais voltar mais atrás", afirmou Bittencourt.
Quem não quiser aderir agora à TV Digital terá tempo. O fim das transmissões analógicas só está marcado para meados de 2016.
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» PC World 16/06/2008
Review: navegador OmniWeb 5.6
O navegador OmniWeb, do Omni Group, pode ser considerado uma versão ampliada e superpoderosa do Safari. Se você se sente frustrado pela flexibilidade limitada do Safari em áreas como controlar recursos de segurança e gerenciar favoritos, o OmniWeb 5.6 é para você.
A diferença mais visível entre o OmniWeb e outros navegadores é o modo como ele lida com a navegação em abas. Em vez de usar abas convencionais no topo da janela, o OmniWeb cria uma lista de miniaturas (que podem ser substituídas por títulos das páginas) em uma área ao lado da janela.
As miniaturas podem ser reordenadas, arrastadas para novas janelas ou apagadas.
O OmniWeb pode salvar automaticamente todas as janelas e abas, incluindo seu tamanho e posição na tela, e restaurá-las quando o aplicativo for reaberto. Você também pode criar suas áreas de trabalho e reabri-las posteriormente.
O navegador dá um controle extraordinário sobre como cada site aparece e se comporta. Pode-se, por domínio/site, definir detalhes do tamanho de texto, acesso de pop-ups, bloqueio de anúncios e como extensões Java, JavaScript e cookies são usados. Na maioria dos outros navegadores, tais preferências se aplicam a todos os sites.
Para completar, o OmniWeb oferece um editor HTML integrado, o que pode ser útil para quem mantém um website. E o navegador permite especificar quantas vezes uma página dos Favoritos deve ser verificada por mudanças.
A barra de buscas do OmniWeb, diferente do Safari, permite escolher entre diversos mecanismos de busca e até inserir novos sites, caso as escolhas existentes não sejam adequadas.
Por outro lado, os recursos de RSS do OmniWeb são modestos. Os desenvolvedores dizem que melhorias nessa área virão em próximas versões (o OmniWeb 5.7 está em fase de testes beta).
O OmniWeb 5.6 é um browser sólido e capaz com inúmeros recursos e uma interface limpa. Embora o Safari possa ser ampliado (com add-ons de terceiros) para incluir muitas das capacidades do OmniWeb, quem preferir um aplicativo mais simples vai encontrar no OmniWeb um bom (e pequeno) investimento.
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» IT Web 16/06/2008
DealerNet - Ação Informática tem 20 vagas
A DealerNet - Ação Informática, especializada em software de gestão para concessionárias de veículos, anuncia 20 vagas em aberto, metade para implantadores, e a outra metade para desenvolvedores. Há também uma oportunidade de estágio.
As vagas de implantadores serão preenchidas em Salvador (BA) e Aracaju (SE), e a empresa exige dos candidatos formação superior em administração, economia, contabilidade e informática. A empresa dá preferência para conhecimentos de processos gerenciais, noções de fluxo de processo, visão sistêmica do funcionamento de uma empresa e perfil de treinador para treinar os usuários após a implantação.
Para os futuros desenvolvedores, que trabalharão em Salvador (BA), a empresa requer conhecimento em banco de dados SQL Server da MS e na linguagem .Net, profissionais da área de análise de sistemas com foco em desenvolvimento e programação.
A oportunidade de estágio na DealerNet - Ação Informática, na área de tecnologia, busca profissional com experiência em instalação de IIS (Internet Information Server - ferramenta do Windows para conexão via internet voltada para o banco de dados) e dos demais componentes para funcionamento de sistema na Web.
Os currículos devem ser enviados para o e-mail rosane.macedo@acaoinformatica.com.br, com a indicação do cargo pretendido no campo assunto.
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» TI Inside - 19h05 16/06/2008
TCU determina suspensão de leilão de switches de rede do governo
O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a anulação de licitação realizada pela Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para contratação de empresa especializada para fornecimento e instalação de quatro switches de rede com software de gerência. A decisão decorreu de representação da empresa Rhox Comunicação de Dados, que alegou a existência de possíveis irregularidades na participação de uma única empresa, a Servix Informática.
O TCU diz ter encontrado diversas irregularidades, entre elas a elaboração de um projeto básico com especificações técnicas que impediram a participação de pelo menos três grandes empresas e a adoção da licitação na modalidade concorrência, em vez de pregão, em conformidade com a Lei 10.520/02. O TCU determinou a ciência do órgão no ministério e da empresa Servix.
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