Sexta-feira, 18 de julho de 2008
» Correio Braziliense    18/07/2008
Telefonia: Brasília briga para sediar supertele

O Distrito Federal vai entrar na disputa para se tornar a sede da maior operadora de telefonia de capital nacional a partir da fusão da Oi com a Brasil Telecom



» Correio Braziliense    18/07/2008
Fiscalização: Chips em veículos até 2009

Equipamento localizará carros roubados e identificará irregularidades, como multas não pagas. Ele será instalado nos pára-brisas, sem custo para o motorista, no emplacamento



» Folha de São Paulo    18/07/2008
Empréstimo à Oi foge de padrão do BB

Crédito de R$ 4,3 bi a ser usado na compra da BrT extrapola limite do banco para empréstimos a um grupo econômico. Empresa torna-se a maior tomadora de empréstimo do banco estatal, e setor de telefonia sobe no ranking de setores agraciados pelo BB



» Valor Econômico    18/07/2008
Google faz nova investida na área de software empresarial

Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil: pacotes serão pagos no formato de assinatura anual



» Valor Econômico    18/07/2008
Operadoras de telefonia obtêm vitórias nos TRFs

A segunda instância da Justiça Federal começa a consolidar o entendimento favorável às operadoras de telefonia sobre o repasse, nas tarifas aos consumidores, dos custos com tributos como o PIS e a Cofins incidentes sobre o faturamento das empresas



» TI Inside    17/07/2008
Time Warner volta "pressionar" Microsoft e Yahoo a comprarem AOL

Segundo uma fonte próxima à empresa, a Time Warner vem mantendo conversações em separado com a Microsoft e o Yahoo com o propósito de vender a divisão antes da reunião anual dos acionistas do Yahoo, marcada para 1º de agosto, quando será votada a proposta de Icahn para substituir os diretores do site de buscas, para que o negócio com a Microsoft possa ser concretizado



» WNews - UOL    17/07/2008
NET amplia transmissão de alta definição para seis cidades

A empresa de TV a cabo entrou em parceria com a Globosat para transmitir TV fechada digital em alta definição para essas regiões. Com essas duas localidades, a NET está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília



» WNews - UOL    17/07/2008
Acordo entre You Tube e Viacom protegerá dados de usuários

- O Google entrou em acordo com a Viacom para não revelar informações de navegação dos usuários do YouTube. Não será mais necessário fornecer à Viacom informações e endereços IP



» PC World    18/07/2008
A porta USB funciona corretamente, mas o pendrive não. Por quê?

Excesso de arquivos e até alguns tipos de vírus podem impedir que o dispositivo funcione. Veja como resolver



» Info OnLine    17/07/2008
TiVo oferecerá vídeos do YouTube pela TV

O TiVo anunciou que alguns dos seus usuários poderão assistir a vídeos do YouTube, do Google, nos seus televisores, usando uma nova versão do aparelho




» Correio Braziliense    18/07/2008
Telefonia: Brasília briga para sediar supertele

O Distrito Federal vai entrar na disputa para se tornar a sede da maior operadora de telefonia de capital nacional a partir da fusão da Oi com a Brasil Telecom. O cenário atual indica o Rio de Janeiro como o estado escolhido para acomodar a nova empresa. Mas durante um encontro com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, o governador José Roberto Arruda (DEM) pediu que o governo federal considerasse a possibilidade de a capital da República abrigar as instalações da nova empresa. “Resolvi entrar nessa briga e fui me apresentar ao ministro. Ele se mostrou bastante receptivo”, acredita o governador.

Arruda também quer que o DF seja pólo de produção de equipamentos de telecomunicações. Manaus, Minas Gerais, Bahia e algumas regiões do interior de São Paulo disputam esse mercado. “Podemos oferecer espaço e estamos numa área central que beneficia a distribuição de produtos para todo o país”, reforçou o governador.

Outro tema tratado por Arruda e Costa foi a implantação da TV digital no DF. O governador quer garantir a concessão de benefícios fiscais. O primeiro passo, que antecede a concessão dos benefícios fiscais, foi cobrado por Hélio Costa. O ministro sugeriu ao governador que acelere a obra da torre de TV digital. Arruda disse que pretende iniciar a construção da torre em no máximo 40 dias.


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» Correio Braziliense    18/07/2008
Fiscalização: Chips em veículos até 2009

Quem costuma atrasar o pagamento de multas e IPVA não vai ter mais para onde fugir. Até dezembro de 2009 deve ser implantado no Distrito Federal um sistema que permitirá ao Departamento de Trânsito (Detran) localizar veículos que rodam irregulares. A tecnologia também ajudará a polícia em casos de seqüestros relâmpagos e a encontrar carros roubados. O decreto do governador José Roberto Arruda que cria o Programa de Sistema de Identificação Automática de Veículos (SIAV) foi publicado ontem no Diário Oficial do DF.

Os chips serão instalados nos pára-brisas dos carros, sem custo para o motorista, na hora do emplacamento. O Detran convocará os donos dos veículos em circulação no DF para receber o equipamento de acordo com os números finais das placas. A Secretaria de Transportes é quem fará a licitação para escolher a empresa responsável por instalar o aparelho.

A adoção de chips para rastrear os carros está prevista na Resolução 212 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de novembro de 2006. A norma prevê que até o fim de 2011 o sistema de monitoramento esteja implantado em todo o Brasil. Experiências semelhantes já existem em Nova York, nos Estados Unidos, em Londes, na Inglaterra, e em Estocolmo, na Suécia.

Punição
Segundo o secretário de Transportes, Alberto Fraga, a tecnologia a ser usada ainda não foi definida e não há data marcada para o início das convocações. “Vamos nos reunir com o Contran para ver o melhor modelo e realizar audiência públicas para debater o tema antes de fazer a licitação”, explicou Fraga. O prazo final para a instalação dos chips, de uso obrigatório, é dezembro de 2009. Caso o condutor seja flagrado sem o sistema, deverá pagar multa, perder pontos na carteira e ter o carro recolhido para a regularização.

Um dos sistemas estudados pelo Detran funciona pela triangulação entre o chip do veículo, a antena de recepção e uma central de controle. De acordo com a resolução do Contran, a antena deve ter a capacidade de ler e gravar os dados das placas eletrônicas a uma distância mínima de cinco metros. Em seguida, a informação obtida deve ser repassada para a central de controle, que analisa os dados e, caso seja necessário, faz contato com agentes de trânsito para pedir que determinado veículo seja parado e as medidas cabíveis tomadas.

O Detran espera que o novo sistema torne a fiscalização mais eficiente, pois, dessa forma, só serão parados os carros que realmente tiverem uma pendência a resolver. A adoção do chip de identificação faz parte de um pacote de medidas que o Detran pretende tomar nos próximos anos para facilitar o fluxo dos veículos nas vias e rodovias do DF.

Inadimplência
Levantamento do Detran revela que 15% dos carros em circulação no DF apresentam algum tipo de irregularidade, que varia de multas de trânsito a falta de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Hoje, o único meio de punir esses condutores são os flagrantes em blitzes espalhadas na cidade. “Com o novo sistema, que fornecerá todo o histórico do veículo, a fiscalização será mais eficiente. Saberemos quem são os infratores para poder pará-los nas operações”, observou Alberto Fraga.


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O número
Estatística
15% dos carros em circulação no DF apresentam algum tipo
de irregularidade


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» Folha de São Paulo    18/07/2008
Empréstimo à Oi foge de padrão do BB

Com o empréstimo de R$ 4,3 bilhões junto ao Banco do Brasil anunciado anteontem, a empresa de telefonia Oi se tornará o maior tomador de crédito da instituição controlada pelo governo federal, ultrapassando até o limite normal de exposição a um único grupo econômico previsto na política de crédito do banco. 

Segundo a Folha apurou, isso só será possível porque ela passará a integrar um segmento especial de empresas que a diretoria do BB considera estratégico para investir e, portanto, permite uma maior concentração de crédito. 

Considerando os últimos dados disponíveis do balanço do BB, referente ao primeiro trimestre deste ano, o maior tomador de crédito, uma companhia pertencente ao setor de metalurgia e siderurgia cujo nome não foi divulgado, devia ao banco R$ 4,182 bilhões. Isso representava 4% dos R$ 104,574 bilhões emprestados só a grandes empresas com faturamento superior a R$ 90 milhões por ano (o chamado segmento "corporate"). 

A operação com a Oi, que será usada para financiar a compra da Brasil Telecom uma vez que a lei a permita, atinge 4,1% desse total e também está no topo dos maiores devedores do BB quando se considera o volume global de empréstimos do banco. A carteira total de crédito do BB junto a empresas privadas -incluindo micro, pequenas e médias- fechou o primeiro trimestre com R$ 138,124 bilhões concedidos. 

O empréstimo para empresa de telefonia representa 3,1% desse total, percentual ligeiramente superior aos 3% detidos até então pelo maior credor privado pessoa jurídica do BB. 

Os R$ 4,3 bilhões também extrapolam o limite de 10% do patrimônio de referência do banco fixado pela diretoria do BB para operações com um mesmo grupo empresarial, segundo a Folha apurou -o banco nega esse limite (leia texto abaixo).
Para esse cálculo, é utilizado o patrimônio de referência, que, no caso do BB, em março equivalia a R$ 36,4 bilhões. Se seguisse o teto de 10%, o banco só poderia emprestar R$ 3,6 bilhões à Oi. No entanto, há uma exceção para empresas consideradas clientes estratégicos e de bom retorno para a instituição. Nesse grupo estão, por exemplo, a Vale do Rio Doce, a Petrobras e a Votorantim. Todas companhias que integram o setor de metalurgia e siderurgia, o que mais toma empréstimos junto ao BB. Nesses casos, vale o limite de exposição de 25% do patrimônio de referência, determinado pelo Banco Central. Ou seja, até o empréstimo à Oi, o BB usava um critério mais restrito que o do BC para outros setores que não o de metalurgia e siderurgia.
Em março, esse segmento tinha R$ 11,517 bilhões em crédito do banco, 11% do total concedido às grandes empresas. Telecomunicações, em que está incluída a Oi, ocupava a 17ª posição, com R$ 2,1 bilhões. Agora, deverá ficar entre os seis principais segmentos. 

Para Luís Miguel Santacreu, analista da Austin Rating, não é comum um negócio dessa magnitude. "Sobretudo porque um dos interessados no negócio entre a Oi e a Brasil Telecom é a Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB." Ele diz não acreditar que seja uma operação ruim, já que a empresa Oi é considerada sólida. No entanto, para ele, claramente, a operação foge do padrão do BB. "O BB não é um banco de investimento. Ele poderia ganhar mais dinheiro fazendo operações de crédito no varejo."
O BB argumenta que o setor de telefonia é estratégico pelas oportunidades que surgirão no mercado com a tecnologia 3G. A idéia, segundo executivos do banco, é que isso permitirá fazer de telefones celulares computadores de bolso, atendendo a uma demanda reprimida no país por essa tecnologia.


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» Valor Econômico    18/07/2008
Google faz nova investida na área de software empresarial

Um serviço gratuito, baseado em anúncios de publicidade on-line. Ao que tudo indica, o modelo de negócios teoricamente simples e que transformou o Google em uma empresa avaliada em US$ 156 bilhões está longe de perder o fôlego. Cada vez mais, os anunciantes têm escoado parte de suas verbas de propaganda para a internet, um meio que, em muitos países, já deixou de ser chamado de "mídia alternativa".

O gigante das buscas, no entanto, sabe muito bem que, com o tamanho que já adquiriu, fica praticamente impossível manter as taxas galopantes de crescimento que registrava no início da década. Hoje, mais que crescer, o Google esforça-se para defender seu mercado - cada vez mais cobiçado por Microsoft e Yahoo - e, paralelamente, avançar sobre o terreno das rivais. Um passo neste caminho acaba de ser dado.

Ontem, a empresa anunciou o início das operações da divisão "Google Enterprise" no país. A unidade, que venderá serviços e produtos somente para empresas, será viabilizada por alianças locais. A principal investida tem a parceria da Spread, que ficará responsável pela venda do chamado "Google Apps Premier", um pacote de sistemas de escritório que inclui ferramentas como editores de texto, planilhas de cálculo e correio eletrônico.

O "Premier" é uma derivação do Google Apps, produto gratuito lançado um ano e meio atrás pelo qual o usuário - em vez de instalar sistemas em seu computador - utiliza tudo pela internet e grava seus arquivos na própria rede (mais especificamente nos servidores do Google). A diferença é que, na versão empresarial, o usuário assina um contrato e passa a ter acesso a recursos como suporte telefônico em português, apoio em integração com sistemas empresariais, garantia anual de 99,9% de disponibilidade de serviço e 25 gigabytes (Gb) de espaço para contas de e-mail (na versão gratuita o limite é de 6 Gb). Pelo pacote, o usuário paga entre US$ 74 e US$ 80 por ano, preço médio cobrado pela companhia nos EUA.

"É muito mais barato que a concorrência", diz Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil, numa referência indireta ao pacote Office, da Microsoft.

O sucesso do Google no mundo dos programas de escritório, no entanto, está longe de ser óbvio. A despeito de seu poder de fogo e da empatia que detém com seus usuários, a companhia ainda não conseguiu emplacar seus programas oferecidos pela rede, um mercado concentrado nas mãos na Microsoft. De seu lado, a fabricante do Windows tem revidado na área da publicidade on-line, território do Google. No mês passado, a Microsoft lançou um sistema de gerenciamento de publicidade na internet, batizado de Drivepm. Para colocar o produto no mercado, a Microsoft desembolsou US$ 6 bilhões pela empresa aQuantive, sua maior aquisição até hoje. O recurso, além de usar parâmetros básicos de análise, como sexo e idade, avalia o comportamento de compra do usuário, o que permite ao anunciante ou agência publicitária tomar decisões rápidas sobre ofertas e promoções na web.

Na semana passada, foi a vez do Yahoo lançar no país um serviço que avalia a audiência de blogs e sites para, então, vender anúncios. O recurso é resultado de US$ 680 milhões investidos na aquisição total da Right Media, depois de ter adquirido 20% da empresa, em outubro de 2006, por US$ 40 milhões.

O "Google Apps Premier" também não foi tirado da cartola. Segundo José Nilo Martins, gerente da divisão empresarial do buscador, boa parte dos recursos de gestão de e-mail que o pacote passa a oferecer é resultado da aquisição da companhia de segurança Postini, por US$ 625 milhões em dinheiro, realizada um ano atrás.

A empreitada do Google para diversificar sua receita - hoje 97% atrelada à publicidade - não ficará restrita aos programas de escritório. Com apoio da distribuidora Westcon, a companhia também vai vender no país dois equipamentos usados para buscas internas em empresas. O "Google Mini", com preço a partir de US$ 7,5 mil, faz busca e gerenciamento de até 50 mil documentos, enquanto o "Search Appliance", para até 500 mil documentos digitais, tem custo inicial de US$ 70 mil. O Google já vendia este segundo equipamento no país, numa parceria com a distribuidora Mude, mas a aliança terminou antes que o negócio engrenasse. As vendas do Search Appliance - atualmente usado por empresas como Lojas Americanas e Pão de Açúcar - não passaram de uma dúzia de equipamentos. Completa a oferta de produtos uma parceria renovada com a Apontador Maplink, empresa que cuidará da venda de versões profissionais dos programas Google Maps e Earth, que já são usados por companhias como Porto Seguro e Urban Systems.

Ontem, nos Estados Unidos, o Google anunciou que seu lucro líquido cresceu 35% no segundo trimestre de 2008, atingindo US$ 1,25 bilhão. O resultado de peso, no entanto, decepcionou os analistas, que esperavam mais da companhia. As ações, que recuaram 0,4% no horário regular de pregão em Nova York, perdiam 7% após o fechamento do mercado.


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» Valor Econômico    18/07/2008
Operadoras de telefonia obtêm vitórias nos TRFs

A segunda instância da Justiça Federal começa a consolidar o entendimento favorável às operadoras de telefonia sobre o repasse, nas tarifas aos consumidores, dos custos com tributos como o PIS e a Cofins incidentes sobre o faturamento das empresas. Um acórdão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região rejeitou uma apelação do Ministério Público Federal contra uma sentença de primeira instância em favor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e das empresas Embratel, Vesper, Intelig, Vivo, Oi (ex-Telemar) e Algar Telecom Leste (ATL). O acórdão considerou legal o repasse dos custos com os tributos nas tarifas de telefonia pagas pelos consumidores, rejeitando a alegação do Ministério Público de que as concessionárias de telefonia estariam transferindo aos assinantes sua própria obrigação tributária.


Diversas ações desse tipo começaram a ser ajuizadas há oito anos, quando algumas empresas de telefonia - como a Embratel - passaram a destacar nas faturas os valores relativos ao PIS e à Cofins, incidentes em 3,65%, ao todo, sobre o valor dos serviços. A intenção era a de detalhar as tarifas telefônicas aos assinantes, mas acabou gerando contestações na Justiça, vindas de consumidores pessoas físicas e jurídicas, entidades de defesa do consumidor e dos ministérios públicos estaduais e federal. "Foi uma decisão conceitual errada", afirma o advogado Marcos Vinhas Catão, do escritório Vinhas Advogados, que defende operadoras de telefonia. Segundo ele, hoje as empresas não fazem mais esses detalhamentos nas faturas. A prática foi abandonada também porque a Receita Federal respondeu a uma consulta formal da Anatel sobre o tema informando que o preço constante nas faturas já deveria incluir os tributos.


Embora algumas decisões de primeira instância tenham sido favoráveis aos consumidores e aos ministérios públicos, os primeiros julgamento de mérito dos tribunais vêm em sentido contrário. Na ação analisada no mês passado pelo TRF da 2ª Região, a oitava turma do tribunal entendeu, por unanimidade, que o repasse dos tributos é uma repercussão econômica das despesas das empresas e não uma transferência de obrigação tributária. "A empresa de telefonia continuará a ser responsável direta pelo pagamento do tributo", afirmou em seu voto o juiz convocado Marcelo Pereira da Silva, relator do processo. "Só poderia haver restrições às cobranças em caso de um impedimento regulatório", diz a advogada Daniella Zagari, do escritório Machado, Meyer Advogados, que atuou na ação em favor de uma das operadoras.


A decisão do TRF da 2ª região não é a única existente. O TRF da 5ª região também já julgou o mérito da disputa e decidiu no mesmo sentido. Em 2005, a quarta turma do tribunal decidiu em favor das empresas ao considerar normal que o custo final dos serviços seja composto também pela carga tributária das operadoras. "A grande maioria das decisões de segundo grau tem sido contrária ao Ministério Público", afirma o advogado Marcos Vinhas Catão. Ele diz que já obteve decisões liminares favoráveis dos TRF da 1ª, 4ª e 5ª regiões e também dos tribunais de Justiça de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, essas últimas em ações impetradas pelo Ministério Público dos Estados.


Procurada pelo Valor, a Anatel informou, em nota enviada por sua assessoria de imprensa, que a cobrança dos impostos no valor das tarifas é permitida, o que é confirmado em decisões favoráveis dadas pela Justiça. O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro ainda pode recorrer do acórdão da oitava turma do TRF da 2ª região. Segundo a assessoria de imprensa da Tim, as cobranças seguem as regras legais que regem o repasse dos tributos nos preços, inclusive em relação ao destaque dos valores nas faturas. A Claro, também por meio de sua assessoria de imprensa, informou que suas tarifas incluem todos os tributos incidentes no faturamento, mas não comentou sobre possíveis ações. A Telefônica também não quis se manifestar sobre o repasse de tributos e informou que segue as regras tarifárias definidas pela Anatel.


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» TI Inside    17/07/2008
Time Warner volta "pressionar" Microsoft e Yahoo a comprarem AOL

Em meio a queda-de-braço travada pelo acionista Carl Icahn com os membros do conselho de administração do Yahoo para que a empresa seja vendida para a Microsoft, a Time Warner voltou à carga nesta quarta-feira (16/7) para tentar convencer as duas empresas a comprar a sua divisão de internet AOL.

Segundo uma fonte próxima à empresa, a Time Warner vem mantendo conversações em separado com a Microsoft e o Yahoo com o propósito de vender a divisão antes da reunião anual dos acionistas do Yahoo, marcada para 1º de agosto, quando será votada a proposta de Icahn para substituir os diretores do site de buscas, para que o negócio com a Microsoft possa ser concretizado.

Mas, apesar de continuarem a discutir as propostas com a Time Warner, executivos ligados às duas empresas, que pediram para não ser identificados, disseram à reportagem da versão on-line do jornal americano New YorK Times que nenhuma delas parece interessada na compra da AOL neste momento. De acordo com os executivos, a Microsoft e o Yahoo estão centrados nos passos que darão após o desfecho da reunião de acionistas do Yahoo em agosto.

Para Richard Greenfield, analista da Pali Capital, parece improvável que qualquer acordo com a AOL possa ser conseguido antes da votação dos acionistas do Yahoo. "Não vejo por que razão alguém iria fazer um movimento agora com todas as peças no tabuleiro de Xadrez onde estão."

O analista diz que a Time Warner esta em um terreno difícil, pois o valor da AOL foi extremamente depreciado nos últimos tempos. "O seu principal negócio da venda de espaço para anúncios em displays gráficos está sob forte pressão de preços. Além disso, a sua marca tem uma certa conotação 'tóxica' entre os consumidores", disse Greenfield, ao acrescentar que a empresa não usa o nome da AOL em novos sites.

Mas o Yahoo e a Microsoft também enfrentam problemas significativos. "Não creio que uma combinação de qualquer um deles vá resolvê-los", finalizou.


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» WNews - UOL    17/07/2008
NET amplia transmissão de alta definição para seis cidades

São Paulo, 17 de julho de 2008 - A NET anunciou, nesta quinta-feira, o início das transmissões em alta definição em Campinas e Porto Alegre. A empresa de TV a cabo entrou em parceria com a Globosat para transmitir TV fechada digital em alta definição para essas regiões. Com essas duas localidades, a NET está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Curitiba e Florianópolis são as próximas praças a receber esse serviço. Em todos os locais a NET lança também o NET Digital HD Max, um serviço que permite reproduzir e gravar imagens em alta definição.

Através de um único decodificador, os clientes da NET poderão receber os canais da TV por assinatura, transmitidos em alta definição (HDTV) ou em definição padrão (SDTV), com todos os recursos interativos que a NET Digital já oferece e mais as funcionalidades do gravador digital pessoal (DVR).



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» WNews - UOL    17/07/2008
Acordo entre You Tube e Viacom protegerá dados de usuários

O Google entrou em acordo com a Viacom para não revelar informações de navegação dos usuários do YouTube. Não será mais necessário fornecer à Viacom informações e endereços IP.

A empresa processa o gigante da internet por quebra de direitos autorais, numa ação que o Google é acusado de permitir que vídeos protegidos por copyrights sejam exibidos no YouTube.

A ordem judicial também determina que sejam entregues cópias de todos os vídeos que já foram retirados do ar. A Viacom pretende provar que o conteúdo mais acessado do YouTube é protegido por direito autoral e, portanto, exibido de forma ilegal, e não como um site de conteúdo produzido apenas por usuários.

O Google, que comprou o YouTube em 2006 por US$ 1,5 bilhão, alega, baseado em lei americana, que os serviços online são protegidos desde que eles retirem do ar o material salvo quando os donos desejem.


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» PC World    18/07/2008
A porta USB funciona corretamente, mas o pendrive não. Por quê?

Dúvida da leitora Anelise Costa, recebida por e-mail
“Estou com um problema, que não sei se é do pendrive ou das pastas que quero copiar. As portas USB parecem funcionar, pois a impressora e o mouse funcionam sem nenhum problema. Porém, quando conecto um pendrive para fazer cópia de músicas ou fotos, surgem as mensagens “Arquivo especificado não encontrado...” ou o “erro 0x80070052”. A primeira vez que deu esse problema, o PC só me deu a opção de fazer backup, então eu fiz e depois disso o pendrive não foi mais reconhecido. Já com outro pendrive, o PC ainda me deixa ter acesso ao conteúdo, mas não posso colar, excluir nem modificar os arquivos.”

PC World: O tal erro 0x80070052 pode ter muitas causas. Excesso de arquivos na pasta raiz do dispositivo pode causar esse erro, pois o pendrive é formatado em FAT32.


Um erro físico do disco, problema na sua superfície, também gera esse tipo de erro. Há alguns tipos de vírus que se propagam via pendrives, criando ou alterando um arquivo chamado autorun.inf (que junto traz um programa que se instala sorrateiramente no PC), que também causam esse tipo de problema.


Leia também:
> Coloque o Firefox no pendrive
> Cadê o arquivo txtsetup.sif que estava no pendrive?
> Que tal levar o MS-DOS no pendrive?
> Veja como dar boot no PC usando o pendrive


Como no seu caso a pane se manifestou em três pendrives distintos, há uma boa chance de haver algum vírus em seu computador. A solução será localizar e remover o vírus do PC e de todos os pendrives que você manipulou. Atualize as vacinas de seu antivírus ou instale outro mais eficaz.


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» Info OnLine    17/07/2008
TiVo oferecerá vídeos do YouTube pela TV

NOVA YORK - O TiVo anunciou nesta quinta-feira (17/07) que alguns dos seus usuários poderão assistir a vídeos do YouTube, do Google, nos seus televisores, usando uma nova versão do aparelho. 

A empresa irá atualizar nas próximas semanas os modelos de alta definição dos equipamentos de gravação digital de vídeos – o Series3 e o TiVo HD DVR. Poucos dos 3,8 milhões de assinantes do serviço possuem essas versões. 

A atualização gratuita permitirá que usuários com conexão de internet de alta velocidade assistam aos milhões de vídeos disponíveis nos YouTube.

Os termos do acordo entre Google e TiVo não foram divulgados.

O TiVo cobra 13 dólares mensais pelo serviço e declarou que o número total de seus assinantes cresceu 22% no último trimestre.


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