Segunda-feira, 18 de agosto de 2008
» O Estado de São Paulo    18/08/2008
Varejo eletrônico prevê faturamento recorde de R$ 8,5 bi

Vendas pela internet vão muito além de CDs, DVDs e livros e devem crescer 35% este ano em relação a 2007



» O Estado de São Paulo    18/08/2008
Venda de TV sofisticada dispara

Com preços em queda, indústria aumenta a oferta de TVs de plasma e LCD, além de outros eletrônicos sofisticados



» Valor Econômico    18/08/2008
Celular rouba a atenção no mercado de música digital

Enquanto as vendas de CDs e DVDs caíram 31% em 2007, para R$ 312,5 milhões, o negócio de música digital saltou 185% no período, somando R$ 24,3 milhões. Desse total, 76% das compras foram feitas pelo celular. O computador ficou com os 24% restantes



» Tecnologia - UOL    18/08/2008
Steve Ballmer, da Microsoft: bom administrador, mas pouco flexível

Formado pela Universidade de Harvard em economia e matemática, Steve Ballmer teve uma passagem pela empresa de bens de consumo Procter & Gamble como gerente de produtos assistente. Amigo de Bill Gates desde a época de Harvard, entrou na Microsoft em 1980. Foi o primeiro gerente de negócios da empresa contratado por Gates



» WNews - UOL    15/08/2008
Samsung lança celular feito de milho com menos de 1 cm de espessura

A sua estrutura é toda de bioplástico, feito a partir de plantas naturais, entre elas, o milho. A Samsung quer ampliar a aplicação do bioplástico com intuito de reduzir as emissões de carbono e o consumo de combustível durante o processo de fabricação



» PC World    15/08/2008
Claro lança MySpace no celular

Serviço cobra apenas tarifa básica de tráfego de dados para o acesso



» PC World    15/08/2008
Google na Índia terá de revelar identidade de blogueiro anônimo

Alta Corte de Bombai dá quatro semanas até que buscador revele identidade de blogueiro anônimo que critica empresa de construção



» B2B Magazine    15/08/2008
Hospitais caminham para era high-tech

A tecnologia avança na área de saúde e hoje se fala em “hospitais do futuro” – algo que pode mudar completamente a forma como os enfermos são atendidos, diagnosticados e tratados. No caso do Hospital Albert Einstein, os exames radiológicos são digitalizados, as informações dos medicamentos estão em um banco de dados e, em breve, os prontuários também serão digitais



» IDG Now!    15/08/2008
Mercado de Trabalho em TI é tema de palestra gratuita no Senac-SP

Instituição também divulga agenda com mais de 10 cursos básicos e técnicos de tecnologia programados para setembro e outubro



» Info OnLine    15/08/2008
Polícia investiga ameaça de bomba via orkut

A polícia paulista vai investigar se uma usuária do orkut está por trás de uma ameaça de bomba que parou um prédio em São Paulo




» O Estado de São Paulo    18/08/2008
Varejo eletrônico prevê faturamento recorde de R$ 8,5 bi

Com apenas 13 anos de existência, o varejo eletrônico deve alcançar faturamento digno de empresas do mundo real: R$ 8,5 bilhões, um aumento de 35% em relação a 2007. A estimativa é da empresa de informações de comércio eletrônico E-bit, ligada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, principal entidade multissetorial da economia digital na América Latina.

O resultado histórico é fruto da mudança de hábito do consumidor, que aumentou seu gasto médio, com a queda de 12% nos preços dos produtos vendidos pela internet, gerada pela desvalorização do dólar. Amanhã o E-bit, que acompanha semestralmente o setor, divulgará o balanço da primeira metade do ano. Estudo da E-bit mostra que a média de gasto individual dos consumidores do varejo virtual foi de R$ 324 no primeiro semestre. Em igual período de 2007 era de R$ 298.

"Só compro pela internet. Sou internauta desde 1998. Já tive problemas, como produtos com defeito, mas nem no mundo físico as coisas são 100%", diz o designer Alexandre Grand, de 35 anos. CDs e DVDs foram os primeiros produtos. Agora, até camisa ele compra. "Nem sempre tenho tempo para ir à loja do mundo real."

A deflação de dois dígitos no comércio eletrônico foi apurada pelo Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar- Fia), da USP, no período de 12 meses até junho. Já o custo de vida medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 6,06%.

"O aumento do gasto médio do consumidor na internet ocorre porque eles passaram a comprar produtos de maior valor, não se limitando aos CDs, livros ou DVDs", afirma o diretor-geral da E-bit, Pedro Guasti. Com esse cenário, duas gigantes do varejo, Casas Bahia e Wal-Mart confirmam planos de criar portal de vendas ainda este ano.

Segundo Guasti, 11,5 milhões de consumidores compraram pelo menos um item na internet até junho. Isso representa em torno de 25% do total de internautas no País, afirma o diretor da E-bit. "Há quatro anos tenho hábito de comprar pela internet, normalmente CDs, DVDs e livros, mas já comprei TV e até um canhão de efeitos especiais que solta papel picado", conta o analista de marketing da Claro, Luiz Fernando Martins.

O plano das Casas Bahia foi anunciado em setembro pelo diretor-executivo da rede, Michael Klein. A idéia era lançar o portal quando a empresa alcançasse base de 4 milhões de clientes com cartão de crédito com a bandeira da rede, o que justificaria o investimento.

As Casas Bahia, voltada prioritariamente à classe C, já contam com 4,1 milhões de clientes com cartão de crédito da rede, ou 13% do total de consumidores cadastrados. A empresa anuncia que o portal será lançado até o fim deste ano.

O foco da Wal-Mart é na venda de produtos eletroeletrônicos. O mercado aguarda também o portal de vendas do Carrefour, que em junho inaugurou um site para pacotes de viagens da Turismo Carrefour. A empresa não quis se pronunciar.

O bom cenário para as compras pela internet também foi sentido pela Business to World (B2W) Companhia Global de Varejo, resultante da aquisição pela Americanas.com do portal eletrônico Submarino. No primeiro semestre, o crescimento da receita bruta foi de 39%, em relação a igual período em 2007, atingindo R$ 2,1 bilhões. A Americanas iniciou entrada no e-commerce em 1999 e hoje conta com 10 milhões de usuários e 20 mil empresas.

Sua atuação abrange três portais de comércio eletrônico: Americanas.com; Shoptime e Submarino. Em apresentação dos resultados da empresa, o diretor financeiro e de relações com investidores, José Timóteo Barros, disse que o crescimento de vendas decorre basicamente da combinação de dois fatores: uma entrada forte de novos clientes, e o trabalho para ampliar a freqüência de uso do serviço na base de usuários.

Barros comentou que os resultados vieram "ligeiramente acima" do esperado e que não espera desaceleração no ritmo de vendas para o segundo semestre, mesmo num cenário com taxas de juros mais elevadas. "Das nossas vendas, 80% são no cartão de crédito e 20% à vista. Desses 80%, de 90% a 95% são compras feitas sem juros", disse. Para ele, mudanças na taxa de juros não modificam as boas perspectivas da companhia com as compras pela internet para os próximos meses.

A Globex Utilidades S.A., da rede Ponto Frio, também está atenta ao desenvolvimento das vendas eletrônicas. No início deste mês, anunciou uma reestruturação das atividades de comércio eletrônico. Todas as atividades nesse setor serão exercidas por uma empresa independente chamada Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., ou Pontofrio.com, da qual a Globex deterá quase a totalidade do capital social. Desde 1997 a empresa atua em venda online.

Segundo o diretor-presidente da Pontofrio.com, German Quiroga, a decisão visa o desenvolvimento das atividades de comércio eletrônico da empresa. No primeiro semestre, a receita bruta do Ponto Frio com vendas na internet subiu 15,9% ante igual período de 2007, alcançando R$ 92,4 milhões. "O caminho multicanal de vendas passa pela Internet", disse.

NÚMEROS

11,5 milhões
é o total de internautas que comprou pela internet este ano

R$ 324
é o valor médio individual gasto com compras online no primeiro semestre

25 %
dos internautas fazem compras virtuais


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» O Estado de São Paulo    18/08/2008
Venda de TV sofisticada dispara

O sonho de comprar uma TV de 42 polegadas com tela de cristal líquido (LCD) nunca esteve tão acessível ao bolso do consumidor. Desde que chegou ao mercado brasileiro em fins de 2004 até hoje, o preço desse televisor de alta tecnologia desabou. O produto custava cerca de R$ 20 mil naquela época e hoje sai por menos de um quarto desse valor: R$ 4.499,00 segundo a pesquisa Shopping Brasil feita na semana passada com 345 empresas do varejo.

A valorização do real frente ao dólar, o aumento nos volumes de produção com o avanço da tecnologia e, especialmente, a forte concorrência entre as indústrias e os varejistas explicam o recuo de preços.

Com a queda de preços, as vendas subiram. O mercado já projeta para este ano vendas de 2,5 milhões de TVs de plasma e LCD. O volume é mais que o dobro do ano passado, quando as vendas atingiram 1 milhão de unidades. Também está muito distante das 350 mil TVs de alta tecnologia vendidas em 2006.

A queda nos preços dos aparelhos mais sofisticados provocou uma redução nas vendas dos televisores convencionais, que ainda dominam o mercado. Da venda projetada de 9,5 milhões de TVs este ano, 7 milhões serão de aparelhos convencionais. No ano passado, as vendas de TV convencional atingiram 9 milhões de unidades.

Atentas para o recuo no mercado de TVs convencionais, empresas que sempre foram sinônimo de televisão ampliaram seus negócios para mercados diferentes, como o de informática, celulares e até equipamentos de entretenimento para serem usados em carros. A intenção, que as companhias não admitem publicamente, é escapar do achatamento de preços - e da rentabilidade -, diversificando a linha de produtos.

"Estamos indo muito além da TV", afirma o vice-presidente de eletrônicos de consumo da Philips, Paulo Ferraz. No fim do ano passado, por exemplo, a empresa entrou no mercado de notebooks, reforçou a atuação na área de equipamentos médicos com a compra de duas companhias e lançou purificadores de água. A partir do mês que vem, ela estréia no mercado de aparelhos de entretenimento para serem usados no carro, como DVDs, câmeras que ajudam nas manobras e itens de áudio.

Para Ferraz, a velha linha marrom, de aparelhos de áudio e vídeo, fez "lipoaspiração" e está com uma roupagem moderna. "Diversificamos por conta de uma oportunidade de mercado. As empresas estão atrás de valor", diz o executivo.

Ele diz que a palavra-chave da mudança nos eletrônicos é a conectividade, isto é, a possibilidade de interligar os equipamentos. "Você pode chegar em casa e conectar o MP3 no aparelho de áudio da sala", exemplifica. Apesar da mudança de perfil, Ferraz diz que a linha de imagem, som e portáteis ainda é o carro-chefe da Philips.

A Semp Toshiba é outra empresa que nasceu com a TV e está diversificando as linhas de negócios. Neste ano, a companhia anunciou a entrada na produção de telefone celular e equipamentos de GPS (localizadores). "A linha de mobilidade é uma tendência mundial", afirma o vice-presidente de Marketing e Vendas, Caio Ortiz.

Ele diz que as vendas de áudio e vídeo cresceram 10% no primeiro semestre em comparação a 2007. A linha responde por mais da metade do faturamento da companhia. "Mas as vendas de informática avançam mais rapidamente que a linha marrom, apesar de representarem menos da metade do faturamento." A expectativa é que a informática responda por mais de 50% da receita dentro de dois a três anos. Para 2009, a Semp planeja iniciar a produção de eletrodomésticos da linha branca, como refrigeradores e fornos de microondas.

PERFIL

A mudança do perfil do mercado de eletrônicos, que até hoje sempre foi comandado pelas TVs, é nítida nas estatísticas. Pela primeira vez no ano passado, as vendas de computadores no País ultrapassaram as de TVs, aponta estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feito pelo pesquisador Fernando Meirelles. Entre computadores de mesa e portáteis foram vendidos 10,5 milhões em 2007, contra 10 milhões de TVs.

"A linha marrom tradicional tem uma alta dose de saturação. Todo mundo já tem", diz o supervisor geral das Lojas Cem, Valdemir Colleone. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a TV está presente em 97% dos lares brasileiros. Colleone observa que vários itens estão saindo de linha, como aparelhos de videocassete e microsystems. A TV convencional hoje representa 60% dos aparelhos vendidos pela rede. Até dezembro, a expectativa é que ela recue para 50% e, dentro de dois anos, não esteja mais nas prateleiras das Lojas Cem.

Para dar a volta por cima, Colleone diz que a linha marrom mudou e as redes varejistas incluem, a cada dia, produtos com mais tecnologia, como tocadores de MP3, máquinas fotográficas digitais e notebooks. As três vedetes do momento são os equipamentos de informática, as máquinas fotográficas digitais e os celulares. Ao contrário da velha TV que durante muito tempo foi a rainha das vendas, os novos equipamentos são rapidamente superados tecnologicamente.


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» Valor Econômico    18/08/2008
Celular rouba a atenção no mercado de música digital

O advento da música digital deslocou a atenção do consumidor da prateleira das lojas, onde ficam CDs e DVDs, para o computador. Agora, porém, as empresas do setor perceberam que há outra fronteira a explorar e estão se movendo rapidamente para essa mídia: o telefone celular.


Enquanto as vendas de CDs e DVDs caíram 31% em 2007, para R$ 312,5 milhões, o negócio de música digital saltou 185% no período, somando R$ 24,3 milhões. Desse total, 76% das compras foram feitas pelo celular. O computador ficou com os 24% restantes.


De olho nesse mercado, a Universal Music, uma das maiores gravadoras do mundo, planeja abrir em setembro a versão brasileira da Universal Music Celular, uma loja virtual dedicada ao conteúdo para aparelhos móveis. O projeto já existe em países como México, Argentina e Venezuela.


O objetivo da Universal é ter mais controle de seu próprio conteúdo no celular, um segmento de mercado que atualmente fica nas mãos das operadoras de telefonia móvel. Foram as companhias telefônicas que perceberam, primeiro, o potencial do segmento.


O movimento na direção do celular é puxado por dois fatores. O primeiro é o esforço dos fabricantes de aparelhos para transformar o telefone em um tocador de MP3 - uma tendência cada vez mais forte, principalmente entre os consumidores de menor poder aquisitivo. O segundo ponto é que a pirataria no celular é quase nula, um cenário bem diferente do vale-tudo do computador.


Com a loja própria, a Universal fortalece sua marca diante do consumidor. "Queremos falar com o público. Estamos fechando acordos [na área de tecnologia] com as operadoras", conta Marcia Elena, gerente da área digital da Universal. "Nossa idéia é fazer um portal de entretenimento, onde o usuário encontrará música, vídeos, papel de parede e promoções."


Segundo Marcia, a vantagem em conversar diretamente com o usuário é enorme. A gravadora terá em mãos informações para descobrir o gosto musical de uma determinada região do país e até identificar um novo hit.


Outra investida no celular é a participação da gravadora Som Livre no projeto Globo Celular, das Organizações Globo. Já no ar, a iniciativa da Som Livre interliga o computador e o telefone. O consumidor pode iniciar a compra de uma faixa musical pela internet, a partir do PC, e recebê-la por um torpedo em seu telefone, explica Luciana Paiva, gerente de marketing da Som Livre.


As lojas virtuais de música também têm testado modelos de negócios no celular. O Sonora, do portal Terra, pretende lançar ainda este mês um pacote de serviços pelo qual o consumidor poderá fazer o download da música pelo computador e transferir a faixa para o celular ou o tocador de MP3.


O serviço será oferecido no formato de assinatura mensal, um modelo já adotado pelo portal e que atualmente reúne 100 mil assinantes. "Obtivemos sucesso com esse tipo de serviço, lançado em 2006", diz Lúcio Schneider, diretor de assinatura do Terra.


A diferença do novo serviço é que, até agora, os usuários podiam ouvir as músicas de sua preferência sempre que quisessem, mas só no PC e desde que estivessem conectados à web. Não havia a possibilidade de transferir o arquivo para outros aparelhos. "Agora, o assinante poderá transferir o download para o tocador de MP3 e alguns aparelhos de celular", diz Schneider. Para proteger os direitos autorais, quando a assinatura expira, os downloads desaparecem dos aparelhos.


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» Tecnologia - UOL    18/08/2008
Steve Ballmer, da Microsoft: bom administrador, mas pouco flexível

 Formado pela Universidade de Harvard em economia e matemática, Steve Ballmer teve uma passagem pela empresa de bens de consumo Procter & Gamble como gerente de produtos assistente. Amigo de Bill Gates desde a época de Harvard, entrou na Microsoft em 1980. Foi o primeiro gerente de negócios da empresa contratado por Gates.

Passou por diversas funções na empresa até assumir o cargo de CEO da Microsoft, em 2000, quando o setor de tecnologia começou a se preparar para a progressiva aposentadoria de Gates e a ascensão definitiva de Ballmer.

Adversário assumido do código aberto, afirmou certa vez que "o Linux é um câncer que se une a um senso de propriedade intelectual em tudo que toca. É assim que a licença funciona".

Ele também não poupa o Google. Foi acusado legalmente pelo ex-funcionário da Microsoft Mark Lucovsky de perder as estribeiras: quando soube que Lucovsky iria para o Google, o executivo teria jogado uma cadeira na mesa do outro e dito aos palavrões: "Eric Schmidt [CEO do Google] é uma mulherzinha. Eu vou enterrar aquele cara, já fiz isso antes e farei de novo. Eu vou matar a droga do Google". Na sua definição, a gigante da Internet "não é uma companhia real. É uma casa feita de cartas".

Sua mais recente investida no mercado de Internet envolveu a aquisição do Yahoo, mas depois de muitas negociações, as duas partes não chegaram a um acordo.

Por que pode se tornar o "novo Bill Gates"?

Ballmer não se tornou o braço direito de Gates por acaso. Suas apresentações efusivas, discursos afiados e agressividade nos negócios marcam sua personalidade.

Além disso, ele acredita muito no potencial dos atuais carros-chefe da Microsoft: o Windows Vista e o Office 2007, que juntos correspondem a 90% dos lucros da empresa.

Desdenha das novidades dos seus adversários, mas ainda tem um grande desafio à sua frente: diversificar a receita da Microsoft com produtos mais inseridos na economia online, para assim fazer frente ao avanço do Google. A malfadada negociação com o Yahoo ainda é vista pelos analistas como uma pedra no sapato do CEO.

Assim como o amigo Bill Gates, também fez fortuna com tecnologia: é o número 43 no ranking de bilionários da Forbes, com patrimônio avaliado em US$ 15 bilhões.



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» WNews - UOL    15/08/2008
Samsung lança celular feito de milho com menos de 1 cm de espessura

A Samsung lançou um aparelho celular ultrafino, feito de material bioplástico, derivado de plantas naturais, entre elas, o milho. Trata-se do Samsung E200 Eco, em formato barra, com 9,9 milímetros de espessura.

A sua estrutura é toda de bioplástico, feito a partir de plantas naturais, entre elas, o milho. A Samsung quer ampliar a aplicação do bioplástico com intuito de reduzir as emissões de carbono e o consumo de combustível durante o processo de fabricação. Uma tonelada de bioplástico utilizado no Samsung E200 Eco é capaz de reduzir em até 2,16 toneladas de CO2, em comparação com o uso do policarbonato (plástico comum), produzido a partir do petróleo. O Samsung E200 Eco é um relançamento do modelo Samsung E200, desenvolvido com materiais ecológicos. Só que essa versão ficou mais fina.

“Nós nos esforçamos para produzir tantos produtos verdes quanto for possível para expandir de maneira efetiva um sistema de reciclagem de aparelhos”, afirma Geesung Choi, presidente de Telecomunicações da Samsung. Além disso, o aparelho vem embalado em uma caixa de papel reciclado e estará disponível no mercado europeu a partir de setembro.

Outros dois aparelhos ecologicamente corretos foram lançados em junho desse ano. Trata-se dos aparelhos Samsung W510 e F268. Características do E200 Eco Rede Triband (900/1800/1900 MHz) Tela de 1,8” 65K TFT (176x220) Câmera 1,3 megapixel Vídeo MPEG4 / H.263 Suporte a Vídeo messaging Music Player (MP3 / AAC+ / AMR Recording) SMS, MMS, E-mail Mobile Tracker e Mobile Printing Viva-voz e Modo Offline Conectividade Bluetooth 2.0 / USB 1.1 Dimensões: 108 x 45,6 x 9,9 mm Bateria Li-Ion 770 mAh.


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» PC World    15/08/2008
Claro lança MySpace no celular

A Claro acaba de firmar parceria com o MySpace para oferecer acesso à rede social via celular. Para começar a acessar, o usuário deve enviar uma mensagem gratuita com o texto "MYSPACE" para o número 250, ou navegar na página inicial do portal WAP Claro Idéias e clicar no link MySpace.

Leia também:
> Polo Ralph Lauren inaugura vendas pelo celular
> Brasil tem 950 mil conexões à rede 3G


O m.myspace.com permite atualizar o perfil pessoal, receber e responder mensagens, atualizar o humor, acessar perfil e humor de amigos e ler e postar comentários nos blogs próprios e de amigos.

O serviço tem a cobrança apenas na tarifa de tráfego de dados via celular, conforme o plano contratado.



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» PC World    15/08/2008
Google na Índia terá de revelar identidade de blogueiro anônimo

A Justiça da Índia ordenou que a operação nacional do Google revele a identidade de um blogueiro por trás de um blog do serviço Blogger que supostamente difama uma fabricante de equipamentos de construção.

A ordem, dada pela Alta Corte de Bombai após ganho de ação da Gremach Infrastructure Equipments & Projects, obriga o Google India Private a fornecer a identidade do blogueiro anônimo em um prazo de quatro semanas.

A empresa de construção entrou na Justiça após o blogueiro, conhecido como Toxic Writer, criticar suas ações após compra de 75% de 11 licenças de mineração de carvão em Moçambique, segundo o Wall Street Journal.

Em fevereiro, pouco depois do processo ser iniciado, a Justiça ordenou que o blog fosse tirado do ar, atitude tomada pelo Google, que não se manifestou ainda sobre uma possível apelação para manter o anonimato de seus usuários.

O caso remete ao Yahoo na China, que revelou os dados de blogueiros dissidentes para o Governo Chinês, presos posteriormente pela revelação, algo que rendeu processos contra o buscador.



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» B2B Magazine    15/08/2008
Hospitais caminham para era high-tech

Nada de pranchetas com prontuários, montes de papéis para o controle de medicamentos nem aquelas velhas chapas de raio-X para verificar o estado de saúde do paciente. A tecnologia avança na área de saúde e hoje se fala em “hospitais do futuro” – algo que pode mudar completamente a forma como os enfermos são atendidos, diagnosticados e tratados. No caso do Hospital Albert Einstein, os exames radiológicos são digitalizados, as informações dos medicamentos estão em um banco de dados e, em breve, os prontuários também serão digitais.

As tendências para o setor, já em execução na Europa e nos Estados Unidos, apontam para investimentos em ramais móveis que os médicos e enfermeiros podem carregar para todos os ligares, unificação de redes (voz, dados, imagens e equipamentos), transmissão de informações por celular, a criação de um banco de dados único onde todos os hospitais de determinado lugar podem ter acesso ao histórico dos pacientes e um sistema que sugere ao médico qual o melhor remédio para determinado paciente. As novidades mais avançadas devem demorar um tempo para chegar por aqui, pois a falta de mercado suficiente para convencer os fornecedores a vender tais produtos no Brasil.

Sergio Arai, diretor de TI do Hospital Albert Einstein, explica que antes tecnologia médica e tecnologia da informação funcionavam separadamente. Enquanto a primeira se referia aos equipamentos médicos e controle das máquinas, a outra era composta pela administração de banco de dados, estoques e micros. Hoje existe uma convergência entre ambas, portanto o departamento de TI precisa se adequar às necessidades da equipe médica. Nem sempre é fácil.

“Preciso de um sistema que me dê os dados do paciente, mas não tenho tempo para te dizer os detalhes”, “Sou médico, não sou remunerado para digitar”, “Não era exatamente isso que eu queria”... Essas são frases comumente ouvidas por Sergio em seu cotidiano. Então, como atender às solicitações dos mais interessados? Os médicos não têm tempo para dizer, ao certo, como querem as coisas. Em pesquisa realizada por uma revista norte-americana, a profissão ficou em segundo lugar como a mais estressante. Ficou atrás justamente da área de TI.

Sergio aponta que os profissionais do setor que trabalham em hospitais estão extremamente carregados. A área de saúde passa, atualmente, por um processo de profissionalização igual à vivida pelas empresas dos setores financeiro e industrial. Portanto, a demanda por serviços é muito alta. O próprio Hospital Albert Einstein iniciou a reformulação de sua infra-estrutura há menos de dois anos. O procedimento inclui implementação de rede de alta performance e troca da telefonia tradicional pelo VoIP, e deve ser concluído até o final de 2009.



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» IDG Now!    15/08/2008
Mercado de Trabalho em TI é tema de palestra gratuita no Senac-SP

Para quem quer se especializar, o Senac-SP oferece, nos meses de setembro e outubro, mais de 10 opções de cursos de informática.

No dia 17 de setembro, das 19h às 22h ainda será realizada, gratuitamente, a palestra “Mercado de Trabalho e a Importância da Certificação”, que apresentará o mercado de trabalho em TI, as possíveis carreiras na área e a importância da certificação Microsoft neste mercado.

Para profissionais que já conhecem Dreamweaver (MX 2004 ou Studio), a escola realiza o programa “Dreamweaver CS3 - Acesso ao banco de dados com ASP”. O profissional aprenderá a planejar, criar e desenvolver sites dinâmicos utilizando os recursos do programa e relacionar processos de acesso a bando de dados com a linguagem ASP, envio de e-mails pelo site e design com uso de CCS.

Na área de criação, o Senac oferece o curso de “Corel DRAW X4 - Ilustração Digital”, para que o participante aprenda a desenvolver, criar e publicar ilustrações vetoriais e layout de páginas. Os interessados também podem optar pelo programa de “Criação de Websites - Linguagem XHTML”, para aprenderem a criar e gerenciar uma página utilizando XHTML.

Voltado a iniciantes, no mês de setembro, a escola oferece o programa Básico em Computação MS-Office 2007, em que o aluno aprende a usar os recursos básicos do Windows, Word, Excel, PowerPoint e navegação na internet. O curso de “Manutenção de Microcomputadores” pode ser uma opção para quem quer aprender sobre o funcionamento e manutenção de um microcomputador.



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» Info OnLine    15/08/2008
Polícia investiga ameaça de bomba via orkut

SÃO PAULO - A polícia paulista vai investigar se uma usuária do orkut está por trás de uma ameaça de bomba que parou um prédio em São Paulo.

De acordo com a assessoria de imprensa da PM paulista, um prédio na Vila Olímpia, na cidade de São Paulo, foi esvaziado após a administração do edifício ver mensagens na rede social do Google sobre bombas.

As mensagens diziam que um artefato seria explodido no interior da construção, que fica na rua São Tomé nesta sexta-feira (15).

Segundo a PM, soldados da corporação foram acionados e quando chegaram ao local o prédio já estava vazio.

A administração do condomínio pediu que todos os funcionários deixassem o prédio. Nenhuma bomba no entanto foi encontrada no local.

Um inquérito será aberto e a polícia civil vai investigar se houve má fé por parte da usuária que iniciou o boato de bomba.


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