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Valor Econômico 21/08/2008
BlackBerry 3G desembarca no Brasil
A Research In Motion (RIM), companhia canadense que fabrica o telefone inteligente BlackBerry, lançou ontem o primeiro de seus aparelhos com tecnologia de terceira geração (3G) no Brasil. O BlackBerry Bold será distribuído pelas operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo ainda este mês, segundo a fabricante. O preço varia entre R$ 699 e R$ 1.349, dependendo da operadora e do pacote de serviços
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Valor Econômico 21/08/2008
O que há de pessoal na luta entre Dell e Apple
Em 10 de novembro de 2004, Steve Jobs, o principal homem da Apple, teve uma conversa tensa com Tim Bucher, um dos executivos da área de engenharia da empresa. Segundo uma ação posteriormente iniciada por Bucher, Jobs teria dito: "as pessoas às vezes pensam que você é maníaco-depressivo... Eu acho que vou pedir a você que deixe a companhia".
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Correio Braziliense 21/08/2008
Portabilidade: Operadoras de telefonia pedem tempo à Anatel
Empresas de telefonia fixa e móvel querem que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adie o prazo para o início da portabilidade numérica — a possibilidade do cliente mudar de operadora e manter o número do telefone
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O Estado de São Paulo 21/08/2008
Senado aprova afilhada de Sarney para a Anatel
Emília Ribeiro, que defende a revisão da lei de telecomunicações, foi aceita por 13 votos a cinco
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Folha de São Paulo 21/08/2008
Uso de banda larga cresce 48% em 1 ano
País rompe a marca de 10 milhões de conexões de alta velocidade, patamar antes previsto para ser atingido em 2010. Agora meta é de 15 milhões de conexões em 2010; ofertas de acesso pela rede das operadoras móveis é o motor desse crescimento
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O Estado de São Paulo 21/08/2008
Embratel vai lançar serviço para classe C
A mensalidade do Livre.com será de R$ 39,80 (R$ 14,90 para serviço de voz e R$ 24,90 para a transmissão de dados). Segundo a companhia, os clientes que já assinam o serviço de voz Livre poderão pagar separadamente pela internet
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Informática - Folha OnLine 21/08/2008
Universalizar banda larga no Brasil custará R$ 2,4 bilhões
Apenas 62% das cidades brasileiras despertam interesse comercial das operadoras que vendem acesso à internet rápida. É o que revela um estudo feito pela Cisco e que serve de base para a estratégia de expansão da teles e para os programas de governo nessa área
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Info OnLine 21/08/2008
Juiz mantém processo contra Universal Music
Esta é a primeira vez que donos de direitos autorais são aconselhados a avaliar o uso legítimo do conteúdo antes da justiça determinar a remocão do material de sites como o YouTube
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WNews - UOL 21/08/2008
Sony apresenta versão 160GB do Playstation 3
O console tem a mesma expansão que o atuam modelo 80GB - que custa US$400 -, mas é limitado a duas portas USB, e só é compatível a jogos originais. Ele também vem com tecnologia Wi-Fi e um controle DualShock 3
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Folha OnLine Informática 21/08/2008
Especialistas culpam aparelhos eletrônicos por problemas de sono
Hábitos ruins de sono podem levar a problemas de pressão alta em adolescentes, segundo um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos. E, segundo eles, grande parte do problema está na "invasão tecnológica" ocorrida no quarto da população
» Valor Econômico 21/08/2008
BlackBerry 3G desembarca no Brasil
A Research In Motion (RIM), companhia canadense que fabrica o telefone inteligente BlackBerry, lançou ontem o primeiro de seus aparelhos com tecnologia de terceira geração (3G) no Brasil. O BlackBerry Bold será distribuído pelas operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo ainda este mês, segundo a fabricante. O preço varia entre R$ 699 e R$ 1.349, dependendo da operadora e do pacote de serviços.
A empresa tem intensificado sua atuação no Brasil, para aproveitar a expansão da economia do país. A companhia, que iniciou contratações para o escritório brasileiro no ano passado, conta atualmente com 16 funcionários, afirmou o gerente de relacionamento com operadoras da RIM, Moacyr Queirolo. "O crescimento no número de funcionários será constante e em todas as áreas de atuação, desde vendas e marketing até o operacional", afirmou o executivo. "O ritmo de expansão, porém, vai depender da demanda do mercado por nossos produtos", acrescentou.
As informações sobre preços foram dadas pelas operadoras. Queirolo não quis falar sobre o preço de referência na apresentação dos aparelhos. Ele disse que a RIM não vende diretamente seus telefones, mas apenas por meio de parcerias com operadoras. "Elas é que vão estabelecer quais os preços que irão praticar", afirmou. O aparelho lançado ontem tem GPS integrado e memória de armazenagem de 1 gigabyte, que pode ser expandida com o uso de cartões de memória.
De acordo com Queirolo, embora não tenha planos imediatos, a RIM avalia permanentemente o cenário econômico para decidir sobre eventuais investimentos em produção local. Segundo o executivo, se fizer sentido financeiro, a empresa pode considerar a fabricação local de seus aparelhos.
Embora não revele qual a base instalada dos aparelhos BlackBerry no Brasil, ou mesmo qual a expectativa de vendas dos aparelhos no país, Queirolo disse que a demanda está bastante aquecida. Segundo ele, a crescente procura por aparelhos que aumentem a mobilidade e a produtividade dos trabalhadores tem alimentado as vendas.
Para Queirolo, o aguardado lançamento local do iPhone, da Apple, não irá interferir com os negócios da RIM no país. Segundo o executivo, a competição é um ponto positivo. "Não somos intocáveis. Toda vez que um novo competidor entra no mercado, somos levados a buscar mais inovação e nos diferenciar", afirmou.
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» Valor Econômico 21/08/2008
O que há de pessoal na luta entre Dell e Apple
Em 10 de novembro de 2004, Steve Jobs, o principal homem da Apple, teve uma conversa tensa com Tim Bucher, um dos executivos da área de engenharia da empresa. Segundo uma ação posteriormente iniciada por Bucher, Jobs teria dito: "as pessoas às vezes pensam que você é maníaco-depressivo... Eu acho que vou pedir a você que deixe a companhia". Bucher ficou surpreso: ele havia sido promovido apenas alguns meses antes. Bucher saiu da Apple mas logo moveu uma ação contra a companhia por demissão injusta. Ele diz que as acusações de doença mental são "completamente falsas". A Apple, que resolveu o processo em 2005, não quis comentar o assunto.
Agora, Bucher está se preparando para brigar mais uma vez com sua ex-companhia. Ele lidera um ambicioso plano na Dell para acabar com a posição dominante que a Apple tem no mercado de entretenimento digital. Ele não vai bater de frente com a Apple, com inovações na linha do iPod ou uma versão da Dell para a loja virtual de música iTunes. Em vez disso, a equipe de 120 pessoas de Bucher está tentando criar uma aliança poderosa entre os muitos concorrentes da Apple - de fabricantes de telefones celulares a gravadoras e sites de música on-line.
A idéia, que a Dell pretende revelar no início de setembro, é criar um padrão amplo, mais aberto que o da Apple, para proporcionar às pessoas uma escolha mais ampla na maneira como compram e consomem músicas, filmes e podcasts (arquivos de áudio disponíveis na web). A Dell dará às outras empresas o software que ajudará a estabelecer o padrão e fará dinheiro vendendo PCs e outros tipos de equipamento. "Os clientes querem acesso a conteúdo de uma variedade ampla de fontes - como, quando e onde eles escolherem", diz Michael Dell, executivo-chefe da Dell.
A Apple parece quase invencível nesse mercado, mas isso poderá ser sua maior vulnerabilidade. Hoje, as gravadoras reclamam do controle rígido que a Apple tem sobre seus negócios e muitos consumidores estão frustrados porque o iPod funciona somente com a loja iTunes, num momento em que há muitas maneiras de se obter conteúdo digital. Imagine se você pudesse baixar uma música da Amazon.com e enviá-la para o celular de um amigo ou o carro de alguém que possui um rádio por satélite. Ao criar esse tipo de mercado, a Dell e seus parceiros esperam convencer os consumidores a experimentarem os novos dispositivos e serviços.
A parte principal do plano da Dell é um software que a empresa obteve um ano atrás, ao adquirir a Zing, companhia que Bucher fundou após sair da Apple. O software permite que o conteúdo possa ser transferido em alta velocidade entre computadores e outros aparelhos compatíveis.
A Dell espera anunciar o software Zing como parte de um laptop pequeno e barato, com previsão de lançamento em setembro. Espera também ter, até o fim do ano, o programa instalado em todos os seus PCs vendidos aos consumidores. Dois tocadores de música estão previstos para o começo do ano que vem, segundo três fontes. Bucher confirma que os novos dispositivos estão chegando, mas prefere não discutir detalhes.
Embora o conceito da Dell seja intrigante, o retrospecto da companhia no entretenimento digital não é nada encorajador. A Dell lançou um tocador de música portátil em 2003, dois anos depois da Apple apresentar o iPod, mas seu aparelho conseguiu um número tão pequeno de compradores que a companhia o tirou de circulação. O mesmo aconteceu com uma linha de televisores Dell, que teve vida curta. A companhia fez seu nome vendendo computadores pessoais básicos e não vem se mostrando capaz de desenvolver o software necessário para fornecer serviços cativantes. Em função dos fracassos do passado, Bucher pode ser duramente pressionado para conseguir um amplo apoio entre os parceiros para enfrentar a Apple. "Eu não sei se a Dell conseguirá criar uma situação convincente", diz o analista Mike McGuire, da consultoria Gartner Group.
Bucher diz que sua tentativa de desafiar a Apple é só negócio e não tem nada de pessoal. Ele trabalhou primeiro com Jobs na década de 1980, na NeXT, depois que o fundador da Apple foi demitido de sua própria companhia e diz ter uma tremenda admiração pelo executivo-chefe da Apple. "Garanto que não tem nada a ver com vingança", afirma Bucher.
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» Correio Braziliense 21/08/2008
Portabilidade: Operadoras de telefonia pedem tempo à Anatel
Empresas de telefonia fixa e móvel querem que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adie o prazo para o início da portabilidade numérica — a possibilidade do cliente mudar de operadora e manter o número do telefone. O sistema deveria começar no próximo dia 30, com o escalonamento da entrada das regiões ao novo sistema — no Distrito Federal valeria a partir de janeiro de 2009 — mas as operadoras querem que a mudança só comece no próximo ano.
A agência pode decidir o assunto ainda hoje na reunião anteriormente já prevista do Conselho Diretor da Anatel. No início do mês, empresas e agência já tinham se reunido para discutir as dificuldades que estavam sendo encontradas para fazer a portabilidade funcionar. O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, admitiu na época uma certa surpresa, uma vez que até então as informações eram de que todo o processo transcorria normalmente.
Depois daquele encontro a agência decidiu ampliar a fiscalização sobre os testes, trabalho antes restrito ao Grupo de Implementação da Portabilidade Numérica (GIP), que reúne representantes das empresas e da própria Anatel. Desde então outras duas superintendências entraram no circuito, mas agora há divergências entre elas se é necessário ou não um adiamento.
O principal argumento das empresas é de que não foi possível realizar todos os testes necessários para o efetivo funcionamento da portabilidade numérica. Mas nem todas as operadoras assinaram a carta que foi encaminhada ontem à Anatel — subscrita pelas concessionárias Brasil Telecom, Telefônica, Oi, CTBC e Sercomtel e pelas móveis TIM e Vivo. Algumas discordaram do adiamento por quatro meses, por entender que é muito tempo.
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» O Estado de São Paulo 21/08/2008
Senado aprova afilhada de Sarney para a Anatel
O governo atropelou a oposição na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura no Senado e conseguiu ontem aprovar a indicação da assessora da presidência do Senado Emília Ribeiro para o cargo de diretora da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foram 13 votos a favor e apenas cinco contra.
Alheia aos debates sobre sua competência técnica para a vaga, Emília adotou um tom conciliador durante a sabatina, evitando dar opiniões sobre o mérito das mudanças no Plano Geral de Outorgas (PGO) e uma futura fusão entre as concessionárias de telefonia Brasil Telecom (BrT) e Oi (ex-Telemar). Defendeu, entretanto, a revisão da legislação de telecomunicações.
"Acho maravilhoso que aconteça (mudança no PGO), mas quanto ao mérito não posso falar sem olhar o conteúdo das consultas públicas", afirmou Emília, em entrevista, após a reunião. Ela se disse satisfeita com o número de votos favoráveis que recebeu. Para ser confirmada como quinta integrante da diretoria da Anatel, a indicação ainda tem que ser aprovada pelo plenário do Senado. Emília Ribeiro foi indicada pelo Executivo há cerca de um mês com o apoio do senador José Sarney (PMDB-AP).
A oposição ainda tentou adiar a sabatina retomando o argumento de que o governo tem exagerado nas indicações políticas para as agências reguladoras. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que declarou seu voto contrário, apresentou um relatório em que levanta dúvidas sobre a legalidade do negócio entre Oi e BrT.
Ele tentou vincular a fusão às investigações da Polícia Federal, na operação Satiagraha, que atingiram o ex-sócio da BrT, Daniel Dantas. "A dúvida que emerge a respeito da fusão Oi-BrT é motivo impeditivo da apreciação do nome da senhora Emília Ribeiro neste momento. Há suspeita de que a indicada teria a missão de trabalhar para adaptar a legislação ao negócio já realizado", disse.
O preenchimento, neste momento, da vaga na diretoria da Anatel que existe há oito meses, é crucial para a definição do novo PGO sem risco de empate entre os quatro conselheiros atuais, que se mostraram divididos nas discussões preliminares. A mudança no PGO vai permitir que uma concessionária de telefonia fixa de uma região, no caso a Oi, compre uma concorrente que explora outra área, como a BrT.
Durante sua apresentação, Emília disse que o maior desafio do órgão regulador é contribuir para a "massificação" da oferta do serviço de internet em banda larga. Ela chegou a defender um serviço público de banda larga que poderia conviver com o atual serviço privado. No entanto, não apontou caminhos para se chegar a isso. A assessora do Senado destacou que, embora o número de acessos à banda larga tenha aumentado em torno de 40% nos últimos anos, a "densidade" desses acessos ainda é baixa: cinco por 100 habitantes.
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» Folha de São Paulo 21/08/2008
Uso de banda larga cresce 48% em 1 ano
Os brasileiros derrubaram todas as previsões dos analistas de mercado. Há cinco anos, estimava-se que o total de conexões à internet rápida (banda larga) não chegaria a 6 milhões. Dois anos depois, a previsão indicava que a saturação ocorreria em 2010, com um total de 10 milhões de conexões. Essa marca foi batida em junho deste ano, quando o país somou 10,04 milhões de conexões, um crescimento de 19,5% sobre o trimestre anterior. Entre junho de 2008 e junho de 2007, o aumento foi de 48,3%.
"Não existe mais essa história de saturação", diz Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil, empresa americana que vende equipamentos para as redes de telefonia e acesso à internet e que faz o levantamento trimestral dos acessos. "O Brasil apresenta um resultado espantoso em comparação com outros países emergentes, e nossa estimativa é a de que o total de conexões até 2010 deva atingir 15 milhões. Isso caso as operadoras móveis não lancem produtos pré-pagos de acesso à internet. Com um produto desse tipo, que está em estudo neste momento, o crescimento será muito mais rápido."
A participação das operadoras de celular, que vendem soluções de acesso remoto à internet por chips específicos acoplados a computadores ou notebooks, foi o motor da expansão da banda larga. Há um ano, as conexões móveis não chegavam a 250 mil, número que saltou para 1,3 milhão em junho deste ano, alta de 464%.
As vendas foram tão boas que houve escassez. Segundo as próprias operadoras, esse mercado foi subestimado. Faltou investimento em rede, e também esgotou-se a oferta dos chips destinados a esse tipo de produto. Analistas de mercado estimam que, nos últimos seis meses (quando começou a escassez), as operadoras tiveram de desembolsar cerca de US$ 1 bilhão no aumento de capacidade de sua rede. Os fabricantes de chips também tiveram de dar mais atenção ao Brasil. Espera-se que, a partir de setembro, as vendas sejam normalizadas.
Esse potencial de consumo dos brasileiros pela rede móvel é tão grande que as operadoras estão preocupadas. Há cerca de um mês, o presidente da Claro, João Cox, cogitou, em fórum do setor de telecomunicações, a possibilidade de uma pane na rede da operadora (e também na de suas concorrentes) por uma explosão do consumo. Segundo ele, todo o setor subestimou esse consumo. Ainda segundo ele, esse é um "bom problema" resolvido com investimentos e até aumento das faixas de freqüência.
Atenta a essa situação, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estuda formas de reunir faixas de freqüência ociosas no país para que possam ser vendidas futuramente.
Isso porque, nas contas da agência, o crescimento da internet rápida será maior após a aprovação do novo marco regulatório do setor. Nele está prevista a universalização da banda larga pelas operadoras. As estimativas apontam que, em 2015, o Brasil estará em igualdade com países vizinhos, como a Argentina e o Chile que têm, proporcionalmente, mais habitantes conectados.
Outro avanço registrado no país foi o aumento da velocidade das conexões. Apesar de a maior parte dos internautas usar acessos discados (com velocidades baixas), de junho de 2007 a junho de 2008, a participação dos internautas que navegam com mais velocidade (acima de 1 Mbps) subiu 26,6%, passando de 25,9% para 32,8%.
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» O Estado de São Paulo 21/08/2008
Embratel vai lançar serviço para classe C
Para conquistar o público com menor poder aquisitivo, a Embratel vai lançar, a partir de setembro, um pacote que reúne telefonia e internet com velocidade de até 156 kbps.
A mensalidade do Livre.com será de R$ 39,80 (R$ 14,90 para serviço de voz e R$ 24,90 para a transmissão de dados). Segundo a companhia, os clientes que já assinam o serviço de voz Livre poderão pagar separadamente pela internet.
O primeiro teste do serviço ocorreu em julho, em São Paulo.
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» Informática - Folha OnLine 21/08/2008
Universalizar banda larga no Brasil custará R$ 2,4 bilhões
Apenas 62% das cidades brasileiras despertam interesse comercial das operadoras que vendem acesso à internet rápida. É o que revela um estudo feito pela Cisco e que serve de base para a estratégia de expansão da teles e para os programas de governo nessa área.
Com a aprovação do novo marco regulatório do setor (pelo Plano Geral de Outorgas e o Plano Geral de Regulamentação), as companhias serão obrigadas a promover a universalização da banda larga. Na prática, elas terão de construir uma rede de acesso, chamada de "backhaul", que interconectará todas as cidades do país.
Pelos cálculos da Cisco, será preciso investir R$ 1,28 bilhão só na construção dessas "estradas". O número também inclui a manutenção da rede. Para chegar a essa cifra, a empresa coletou todos os dados socioeconômicos das cidades brasileiras e estudou a infra-estrutura de telecomunicação em cada uma delas.
"Depois disso, projetamos a demanda latente", diz Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil. No caso, demanda latente é a previsão de conexões à internet rápida em cada cidade por qualquer das tecnologias disponíveis (rede fixa, rede móvel, satélite ou cabo, entre outras).
Cidades que estão mais distantes de outras já conectadas à internet rápida tendem a custar menos para as operadoras. Na Amazônia, essa distância é tão grande que a única tecnologia possível é o satélite.
Última milha
Além dos investimentos na construção dos "backhaul", as operadoras não querem a obrigação de levar o acesso a municípios onde não terão ganhos. Ainda não se sabe qual será o modelo a ser implantado nessas localidades.
É possível que seja criado um fundo com recursos destinados pelo Fust, cobrado na conta mensal de cada consumidor dos serviços de telefonia, mas o governo teria de decidir se a banda larga será um serviço público, como são as chamadas telefônicas.
Outro problema é estabelecer a conexão entre o "backhaul" e as empresas, as residências e os órgãos públicos. Essa ponta, conhecida como "última milha", exigirá mais R$ 1,1 bilhão em investimentos. "A Anatel precisa regulamentar as regras desse jogo para saber quem fará esse investimento", afirma Ripper.
O "backhaul" interligará os municípios. A conexão entre os moradores de cada cidade e as centrais de acesso no município poderá ser feita pelas próprias operadoras ou por terceiros. "No serviço de voz, as operadoras levam os cabos das ruas para dentro das casa e cobram por esse serviço", diz Ripper. "É possível que outras empresas queiram dividir esses custos com as operadoras para oferecer esse serviço."
A americana Cisco é uma das empresas que mais se beneficiarão com essa expansão. São dela os equipamentos (roteadores e switches) que estabelecem as conexões entre as centrais de acesso à internet. Em outubro de 2007, a companhia envolveu-se em um escândalo de subfaturamento de preços dos equipamentos e, atualmente, responde a um processo judicial.
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» Info OnLine 21/08/2008
Juiz mantém processo contra Universal Music
SÃO FRANCISCO - Um juiz federal norte-americano permitiu na quarta-feira (20/08) que uma mulher, moradora da Pensilvânia, processe a Universal Music por forçar o YouTube a retirar um vídeo do filho dela dançando a música "Let´s go crazy", do cantor Prince.
A Universal Music exigiu a remoção do clipe caseiro de 29 segundos, alegando que ele violava os direitos autorais da canção.
Para o juiz, entretanto, a Universal deveria primeiro avaliar se o vídeo fazia uso legítimo do material.
Segundo a lei de direitos autorais dos EUA, é permitido utilizar trechos de conteúdos protegidos para fins como paródia, sátira ou outras circunstâncias limitadas.
Esta é a primeira vez que donos de direitos autorais são aconselhados a avaliar o uso legítimo do conteúdo antes da justiça determinar a remocão do material de sites como o YouTube.
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» WNews - UOL 21/08/2008
Sony apresenta versão 160GB do Playstation 3
São Paulo, 21 de agosto de 2008 - A Sony anunciou a versão do Playstation 3 de 160GB. O produto carrega duas vezes a capacidade do anterior, de 80GB, e foi desenvolvido para armazenar mais informações para a Playstation Video Store, que entrou em funcionamento neste semestre. A previsão de chegada do console ao varejo nos Estados Unidos é novembro ao preço de US$500.
O console tem a mesma expansão que o atuam modelo 80GB - que custa US$400 -, mas é limitado a duas portas USB, e só é compatível a jogos originais. Ele também vem com tecnologia Wi-Fi e um controle DualShock 3. A nova versão do videogame será vendida com uma cópia do jogo de ação Uncharted e um cupom para baixar gratuitamente o game online PAIN na loja Playstation.
A Sony também apresentou um teclado QWERTY para o controle DualShock3. O dispositivo vem com um botão sensível ao toque que fornece movimentos semelhantes ao de um mouse. Por meio de Bluetooth é possível também se conectar a algum gadget que possa ser utilizado com um teclado externo. Seu preço ainda não foi divulgado.
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» Folha OnLine Informática 21/08/2008
Especialistas culpam aparelhos eletrônicos por problemas de sono
Hábitos ruins de sono podem levar a problemas de pressão alta em adolescentes, segundo um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos. E, segundo eles, grande parte do problema está na "invasão tecnológica" ocorrida no quarto da população.
"Há adolescentes que ficam mandando mensagens de texto ou ouvindo música a noite toda, além de terem que levantar cedo para ir à escola. Os adolescentes precisam de nove horas de sono. Os pais deveriam melhorar a qualidade do sono de sua família com horários regulares para dormir e acordar e os quartos devem ser mantidos quietos, escuros e conducentes ao sono", afirma Susan Redline, pediatra que conduziu o estudo, publicado na revista "American Heart Association".
"Parte do problema é a invasão tecnológica ocorrida no quarto, com computadores, celulares e música", diz Redline, da Case Western Reserve University, em Cleveland (EUA).
O estudo indicou que os adolescentes que dormem menos de 6,5 horas por noite têm o dobro de chances de desenvolverem pressão alta. E aqueles com sono muito agitado têm o triplo dos riscos. Os resultados da pesquisa foram válidos inclusive quando associados a outros fatores, como sexo, peso e nível socioeconômico.
O estudo analisou 238 adolescentes de 13 a 16 anos e descobriu que 14% deles tinham problemas de pressão alta. Em média, os voluntários dormiam apenas 7,7 horas por noite, quando o ideal são nove horas nessa idade.
Durante o estudo, os pesquisadores pediam que os voluntários preenchessem relatórios sobre o sono e também mediam seus movimentos na cama, para determinar se eles estavam mesmo dormindo. Em média, 16% tinham sonos pouco eficientes --sofriam para cair no sono ou acordavam muito cedo.
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