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Folha de São Paulo 24/07/2008
Mesmo ministro, Mangabeira insistiu em ação contra a BrT
Filósofo só desiste de processar empresa controlada por fundos estatais 1 ano após posse. Acordo só saiu depois da interferência de Dantas, na negociação da fusão BrT-Oi; Mangabeira diz que instruiu retirada de ação em 2007
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Folha de São Paulo 24/07/2008
Falha da Claro dá acesso a mensagens pessoais
Correio eletrônico ficou exposto a qualquer pessoa
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Folha de São Paulo 24/07/2008
Para a Telefônica, ação da PF não influi em mudança de lei
O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente da Silva, disse ontem em entrevista no Planalto que a Operação Satiagraha, da Polícia Federal, não interfere nas discussões sobre as mudanças no PGO (Plano Geral de Outorgas), que regulamenta o setor de telefonia no país
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Portal Administradores 24/07/2008
Veja quais as melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
De acordo com ranking divulgado, na terça-feira (22), pela Great Place to Work, a melhor empresa para trabalhar na área de TI (Tecnologia da Informação) e Telecomunicações é a Chemtech. A segunda posição foi ocupada pela Microsoft, seguida pela Kaizen e Google
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Valor Econômico 24/07/2008
Nokia lança ofensiva para deter iPhone
A Nokia, líder mundial em vendas de telefones celulares, assume que vai desafiar o sucesso do iPhone, da Apple, com uma série de aparelhos que começam a ser lançados hoje
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Correio Braziliense 24/07/2008
Bando fazia tráfico na internet
Em ação conjunta com a polícia do Uruguai, PF desarticula quadrilha que mantinha farmácias virtuais e comercializava ilegalmente drogas sintéticas de uso controlado. Cinco envolvidos foram presos
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O Estado de São Paulo 24/07/2008
Briga com Dantas começou por causa da TIM
Eles pagaram R$ 1,9 bilhão para operar nacionalmente e não podiam, por causa da participação na Brasil Telecom (BrT)
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O Estado de São Paulo 24/07/2008
Anatel também está na mira de policiais
Integrantes da Agência Nacional de Telecomunicações teriam ajudado Daniel Dantas
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IDG Now! 23/07/2008
Golpe: site clonado do Bradesco usa banco de dados de contas correntes
Novo golpe usa e-mail falso alegando atualização de segurança para enganar correntista. Site falso está hospedado na Colômbia
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Info OnLine 24/07/2008
Google libera acesso à enciclopédia online
O serviço, apelidado de "knol", em referência à palavra “conhecimento” em inglês, estava disponível há sete meses apenas para uma audiência limitada de colaboradores e leitores
» Folha de São Paulo 24/07/2008
Mesmo ministro, Mangabeira insistiu em ação contra a BrT
Só depois de um ano no governo, o ministro Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) desistiu, em maio passado, da ação judicial que movia contra a BrT (Brasil Telecom), controlada por fundos de pensões estatais.
A informação, que aparece em e-mails interceptados pela Polícia Federal na Operação Satiagraha, foi confirmada à Folha por Mangabeira e pela Brasil Telecom.
Os e-mails indicam que a desistência da ação era uma exigência do Opportunity, de Daniel Dantas, em um acerto feito diretamente com a BrT. Esse entendimento abriu caminho para a fusão da BrT com a Oi, acertada em abril. Dantas travava disputa com a BrT, que já havia controlado, e abandonou o jogo em um acordo estimado em US$ 1 bilhão.
O processo, movido por Mangabeira em abril de 2007, e a ligação dele com Dantas, causaram desconforto no governo e quase lhe custaram o cargo -que só assumiu em junho daquele ano. À época, Mangabeira afirmou que desistira da ação em nome do cargo.
Por meio de sua assessoria de imprensa, ele disse que instruiu seus advogados a retirarem a ação no ano passado, antes de ele tomar posse, mas que a formalização só ocorreu em maio por conta das "negociações entre os envolvidos".
Procurado desde segunda, Mangabeira não comentou a interferência do Opportunity. O Palácio do Planalto não se manifestou.
Mangabeira tomou posse em junho de 2007, mas já havia sido indicado ao cargo em março daquele ano. Ou seja, ele moveu a ação contra a BrT pouco depois do convite.
A notícia do processo criou resistência no Planalto à indicação de Mangabeira, pois os fundos de pensões já haviam assumido o controle da BrT, em acordo com o Citibank. Lula queria que o filósofo desistisse de assumir o cargo por mover ação contra fundos que tinham dinheiro público.
"Trustee"
Mangabeira entrou com o processo, no Estado norte-americano de Massachusetts, contra a BrT, requerendo pagamento por serviços de curador ou "trustee" (espécie de procurador) referente ao período de 1º de abril de 2006 a 31 de março de 2007. Quando o grupo de Dantas controlava a BrT, até 2005, o ministro recebeu US$ 2 milhões pelo trabalho.
Em resposta ao processo judicial de Mangabeira, a BrT moveu uma ação contra ele por perdas e danos, sem reconhecer a suposta dívida pelos serviços de "trustee".
O caso da ação judicial voltou à tona no inquérito da Operação Satiagraha, cujo alvo central é Dantas. No inquérito, Mangabeira é citado como uma das pessoas "influentes nos entes federativos" que dão "apoio ostensivo" ao grupo de Dantas.
Durante a investigação, a PF interceptou e-mail entre advogados do Opportunity e da BrT. Neles, as duas empresas acertaram a retirada de processos judiciais entre elas conforme o acordo, de 25 de abril deste ano, para compra da BrT pela Oi.
"Por exigência dos advogados do Opportunity nos EUA, foi incluído na petição de dismissal [despedimento para um acordo judicial] o sr. Mangabeira Unger, que é co-réu. É o advogado dele que (o tal de David Brower citado abaixo) que está enrolando agora", diz e-mail de 8 de maio, enviado pela BrT ao Opportunity.
A BrT sugere que o acordo no processo seja feito só com o Opportunity, enquanto prosseguiria com a ação contra "Unger até ele parar de enrolar".
Conforme a BrT, uma semana depois do e-mail, o acordo foi fechado. Mangabeira desistiu da ação e, em troca, a BrT retirou o processo de perdas e danos contra ele.
Ainda segundo a BrT, se Mangabeira não desistisse da ação, isso não provocaria danos ao acordo para a compra da empresa pela Oi. Isso porque o acordo para retirada das ações era entre o Opportunity e BrT. Mangabeira foi incluído por intervenção do grupo de Dantas.
Acordo
À Folha, a BrT informou que houve uma tentativa de acordo com Mangabeira quando ele assumiu cargo no governo, mas "os advogados das partes não se entenderam".
Após anexar e-mail ao inquérito da Satiagraha, a PF faz o seguinte comentário sobre ele: na "mensagem buscam solucionar o acordo, entre as diversas partes, de desistir de ações judiciais, conforme acordo durante a compra de Brasil Telecom pela Telemar".
"Cabe lembrar", prossegue a PF, "que Mangabeira Unger que atualmente assumiu a Secretaria Especial de Ações de Longo Prazo [cargo extinto e transformado em Assuntos Estratégicos] possui forte vínculos profissionais com o grupo Opportunity, atuou como trustee nos EUA, defendendo os interesses do Opportunity".
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» Folha de São Paulo 24/07/2008
Falha da Claro dá acesso a mensagens pessoais
Um problema técnico na operadora Claro fez que mensagens pessoais de secretárias eletrônicas de usuários da região de Ribeirão Preto -DDD 16- pudessem ser acessadas ontem, durante duas horas e meia, por qualquer pessoa que ligasse para celulares desligados ou que caíam na secretária.
A Folha constatou que o problema ocorreu entre as 14h30 e as 17h. A reportagem ligou para ao menos 15 celulares pós-pagos da Claro. Era possível ouvir as mensagens de voz do dono do aparelho, em vez da secretária eletrônica, e o bipe que indica o início da gravação.
Com a autorização de usuários, a reportagem teve acesso total ao menu da secretária eletrônica de alguns celulares. Foi possível, por exemplo, ouvir todas as mensagens novas e/ou armazenadas, além de realizar alterações na mensagem de boas-vindas do aparelho.
A reportagem constatou que o problema atingiu ainda celulares de secretários da administração municipal de Ribeirão e um promotor de Justiça. Nesses casos, a Folha desligou antes do início das mensagens.
Para o promotor dos Direitos do Consumidor de Ribeirão, Carlos César Barbosa, a falha foi "gravíssima". "A operadora permitiu a invasão da privacidade do consumidor. Isso caracteriza, no mínimo, dano moral. Foi um erro imperdoável da operadora", disse Barbosa. "Recomendo ao usuário que tenha sido vítima de danos morais ou materiais que entre com ação judicial."
Em nota, a Claro admitiu o problema e pediu desculpas. "A ocorrência verificada no software responsável pelo controle de chamadas para caixa postal, entre 15h30 e 16h45, atingiu algumas cidades de DDD 16 e foi solucionada. A operadora pede desculpas pelo transtorno."
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» Folha de São Paulo 24/07/2008
Para a Telefônica, ação da PF não influi em mudança de lei
O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente da Silva, disse ontem em entrevista no Planalto que a Operação Satiagraha, da Polícia Federal, não interfere nas discussões sobre as mudanças no PGO (Plano Geral de Outorgas), que regulamenta o setor de telefonia no país.
Para ele, o processo do PGO "independe de quais são grupos empresariais envolvidos". "É uma mudança de regras que vai ser feita em função do processo de convergência, de consolidação empresarial que acontece no mundo. Isso não deveria ser afetado por nenhum problema que viesse a acontecer com um grupo empresarial, ainda que ele possa ser importante."
A entrevista de Valente foi dada logo depois de ele ter se reunido com Lula. As mudanças no PGO são condição necessária para a concretização da compra da BrT pela Oi. Caso o negócio se concretize, a telefonia brasileira será disputada entre três grupos: a Oi, a Telefônica e o grupo mexicano América Móvil, de Carlos Slim, dono da Claro e da Embratel.
Valente disse não ver necessidade de prorrogar o prazo da consulta pública sobre as mudanças no plano -a Anatel está analisando a possibilidade. Também disse que os serviços da Telefônica estão "estabilizados", a despeito da pane ocorrida na internet no início do mês.
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» Portal Administradores 24/07/2008
Veja quais as melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
De acordo com ranking divulgado, na terça-feira (22), pela Great Place to Work, a melhor empresa para trabalhar na área de TI (Tecnologia da Informação) e Telecomunicações é a Chemtech. A segunda posição foi ocupada pela Microsoft, seguida pela Kaizen e Google.
A pesquisa avalia o índice de confiança dos funcionários no ambiente de trabalho e nas práticas de gestão de pessoas. Foram premiadas empresas com as seguintes dimensões: credibilidade (Kaizen), Respeito (Google), Imparcialidade (iVirtua Solutions), Orgulho (Chemtech) e Camaradagem (Sydle).
Mais de 120 empresas participaram do processo de seleção da pesquisa no Brasil, que é aberta a produtores de softwares, hardwares, serviços de tecnologia da informação e de telecomunicações.
Gestão de pessoas
De acordo com o presidente do Great Place to Work, José Tolovi Jr., a pesquisa mostra que as empresas têm investido em melhores práticas e ainda comprova que um excelente ambiente de trabalho é sinônimo de diferencial competitivo, que vai além do retorno financeiro.
"E o que essas empresas têm em comum? Posso citar mais produtividade, menor turnover e maior comprometimento dos funcionários", afirmou Tolovi Jr. Na pesquisa, os funcionários das empresas respondem por um questionário, voluntário e anônimo, sobre o clima organizacional.
Veja, na lista abaixo, as dez melhores empresas para se trabalhar em TI e Telecomunicações:
Posição / Empresa
1ª - Chemtech
2ª - Microsoft
3ª - Kaizen
4ª - Google
5ª - CTBC Telecom
5ª - Intelig
7ª - Nasajon Sistemas
8ª - Sydle
9ª - Intelbras
10ª - Okto
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» Valor Econômico 24/07/2008
Nokia lança ofensiva para deter iPhone
A Nokia, líder mundial em vendas de telefones celulares, assume que vai desafiar o sucesso do iPhone, da Apple, com uma série de aparelhos que começam a ser lançados hoje. O presidente da Nokia no Brasil, Almir Narciso diz que a estratégia da companhia é "massificar" a oferta dos chamados celulares inteligentes que facilitam o acesso à internet, e-mails e trazem funções de computador e recursos multimídia.
O primeiro Nokia nesta linha foi lançado em junho e hoje, em Buenos Aires, estão sendo apresentados dois novos modelos que chegam ao mercado sul-americano até outubro. Ambos estão na faixa "premium".
A companhia quer usar o diferencial da ampla penetração de mercado para combater o avanço da Apple, que atua há pouco tempo no segmento. Dos 3 bilhões de celulares em uso no planeta, 1 bilhão é da Nokia, que vende diariamente 1 milhão de telefones nos 150 países onde atua.
"Vamos usar a nossa presença em todo mundo e massificar o 'smart phone' com funções multimídia que é um diferencial da Nokia. Havia quem achasse que câmera fotográfica era uma coisa, telefone outra. E hoje ninguém mais imagina ter um celular só para falar", diz.
Outra aposta da Nokia é o GPS. Segundo Narcizo até o fim do ano serão mil cidades brasileiras mapeadas com navegação assistida por voz. "E a voz é de português do Brasil e não de Portugal como em alguns serviços", diz.
Segundo o executivo, os novos telefones inteligentes serão adaptados para "85 idiomas com preços acessíveis, atingindo todos os mercados", diz o presidente da Nokia.
A estratégia da Apple é ousada mas localizada. A companhia planeja vender 10 milhões de iPhones 3G este ano em 21 países para capturar aproximadamente 1% do mercado mundial de celulares.
A vantagem da Apple é que seu criador, Steve Jobs, conseguiu fazer do iPhone sonho de consumo. A companhia lançou aparelho em 11 de julho e vendeu em três dias cerca de 1 milhão de unidades. O fenômeno se deu nas 2 mil lojas da AT&T nos Estados Unidos, além de pontos de comercialização da Apple no Japão, Reino Unido e na Alemanha.
No Brasil, muita gente já tem seu iPhone, independentemente do modelo, importado ou comprado no exterior apesar das operadoras aqui ainda não terem autorização para vender. A Claro, que firmou contrato com a Apple, sequer fez marketing mais pesado do produto pois só poderá anunciar a venda quando o terminal for homologado pela Anatel. Mas, mesmo assim, mais de 100 mil pessoas já se cadastraram no site da empresa pedindo informações, segundo o diretor de marketing da companhia, Eric Fernandes. Ele atribui o " afã pelo produto" a três fatores: à marca Apple que "é muito forte", inovação com design atraente e facilidade de uso.
Os dois novos modelos da Nokia (E71 e E66) de terceira geração que estão sendo lançados hoje, seguem a estratégia do iPhone. São fininhos, leves, com teclado completo e fácil de digitar. Mas não têm um dos atrativos do produto da Apple que é o toque direto na tela. Segundo Narcizo será apenas por enquanto, pois até o fim do ano vão chegar os modelos Nokia com essa característica.
"Tenho que reconhecer que a Apple foi feliz trazendo a tecnologia 'touch screen'. Mas não é todo mundo que gosta. Fizemos pesquisas, muitos acham que à medida que vão digitando um número direto na tela, acabam não tendo certeza se o que colocaram foi entendido e preferem a interação mecânica", diz Narciso. Ele admite que o toque na tela é uma tecnologia sofisticada. Exige características como reconhecer o diferencial dos dedos frente ao fato do usuário encostar o telefone ao ouvido e não acionar comandos com apenas essa aproximação.
Nos novos modelos da Nokia, uma facilidade que Narcizo enfatiza é a possibilidade de separar o acesso de e-mails pessoal e profissional. Na função multimídia faz um destaque: além da câmara fotográfica, está a filmadora que por meio de cabo permite reproduziras as imagens captadas direto na TV.
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» Correio Braziliense 24/07/2008
Bando fazia tráfico na internet
Cinco pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Federal, realizada ontem simultaneamente no Brasil e no Uruguai, para desarticular uma quadrilha especializada em tráfico de substâncias entorpecentes pela internet. Quatro supostos integrantes do bando foram detidos em Porto Alegre. Em Montevidéu, a polícia uruguaia localizou e prendeu o homem apontado como líder do grupo. Foram apreendidos documentos, planilhas, computadores e notebooks, HDs e cerca de R$ 20 mil em dinheiro.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Eles devem responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, cujas penas somadas podem chegar a 30 anos de reclusão.
A Operação Pedra Redonda, segundo a PF, é um desdobraOperação Ouro Verde, realizada em março de 2007, que resultou na prisão de uma quadrilha que operava um banco ilegal e enviava dinheiro ao exterior. Durante a análise do material apreendido na primeira investigação, a polícia observou a movimentação financeira de um jovem gaúcho, que apesar de ter menos de 30 anos e não possuir atividade profissional definida, era um dos principais investidores do banco paralelo, sendo titular de vários milhões de dólares.
Esse homem, identificado como gaúcho, foi preso ontem no Uruguai. Em trabalho conjunto com agentes do Drug Enforcement Administration, órgão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a PF verificou que o jovem integrava um bando que operava farmácias virtuais na internet e comercializava, de forma ilegal, drogas sintéticas de uso controlado.
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» O Estado de São Paulo 24/07/2008
Briga com Dantas começou por causa da TIM
A briga entre a Telecom Italia e o Banco Opportunity de Daniel Dantas aconteceu por causa da TIM, empresa de telefonia celular dos italianos. Eles pagaram R$ 1,9 bilhão para operar nacionalmente e não podiam, por causa da participação na Brasil Telecom (BrT). Para terem sinal verde, a administração de Dantas teria que ter antecipado as metas de universalização da Brasil Telecom de 2003 em 2001, mas não fez isso.
A Telecom Italia fechou um acordo com o Opportunity em 2002, em que reduzia sua participação na operadora, transformando-se em minoritária, até que a BrT atingisse as metas no ano seguinte. Antes da volta dos italianos, a BrT comprou licenças celulares para sua área de atuação, criando um impedimento ao retorno dos italianos. As regras impedem que uma empresa participe do controle de duas operadoras celulares que atuem em uma só região.
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» O Estado de São Paulo 24/07/2008
Anatel também está na mira de policiais
Uma conversa entre dois advogados que trabalhavam para o Grupo Opportunity é um dos principais indícios usados pela Polícia Federal para sustentar a suspeita de que integrantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) teriam recebido propina do banqueiro Daniel Dantas para resolver processos administrativos em andamento no órgão. O diálogo ocorreu entre Danielle Silberglei Ninnio, diretora jurídica do Opportunity, e o advogado Philip Korologos, que defendia o grupo no processo que o Citibank movia contra o grupo em Nova York, pedindo US$ 300 milhões de indenização.
Na conversa, ocorrida em 27 de junho, Danielle conta a Korologos que o grupo havia "dado duro na FCC brasileira" para encerrar todos os processos administrativos. "Eles disseram que os retirariam, se nós pagássemos algum dinheiro." FCC é a sigla americana para Federal Communications Commission (FCC), o órgão de telecomunicações que regula o setor nos Estados Unidos. Seu equivalente no Brasil é a Anatel.
A advogado prossegue afirmando que "para os processos criminais fica mais difícil", em uma referência, segundo a PF, ao inquérito que resultou na Operação Satiagraha e levou à prisão de Dantas - solto depois, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
Daniele conta ao advogado americano que no Brasil a Justiça funcionava de forma diferente. Aqui, segundo ela, em investigações penais e administrativas não pode haver um acordo entre as partes para que a acusação seja retirada, como nos EUA. "No Brasil é o Estado que conduz tais investigações, mesmo que as partes cheguem a um acordo. Por isso, todos odeiam quando há alguma ação."
A advogada diz ainda: "Há muitas pessoas dentro da polícia que vêem isso como uma oportunidade para ganhar dinheiro. Então, eles criam uma série de dificuldades para extorquir dinheiro."
O Estado procurou a Anatel e foi informado de que existem milhares de processos administrativos nos órgãos contra os operadores de telefonia. Só no ano passado, teriam sido abertos 6,5 mil deles. Os principais são chamados de Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado), mas há ainda os Procedimentos de Averiguação (PA). Segundo a Anatel, sem o número exato do processo é impossível saber qual seria o caso citado.
DEFESA
O advogado Nélio Machado, que defende Dantas, afirmou que as conclusões do "doutor Protógenes" - referência ao delegado Protógenes Queiroz, que comandou a Operação Satiagraha - são "balela". De acordo com ele, o policial transforma atos legítimos de operações financeiras e comerciais em crimes.
Ele acusou Protógenes, que deixou a chefia das investigações depois de indiciar Dantas por gestão fraudulenta e formação de quadrilha, de invadir diálogos entre advogados, como o caso de Danielle e Korologos, o que seria absolutamente ilegal, já que o sigilo profissional dos advogados é uma das garantias da profissão.
Para Machado, todas as conclusões de Protógenes são insustentáveis, garantindo que isso será demonstrado pela defesa durante a instrução do processo, em caso de denúncia do Ministério Público Federal contra Dantas e os demais executivos do Opportunity.
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» IDG Now! 23/07/2008
Golpe: site clonado do Bradesco usa banco de dados de contas correntes
O internet banking do Bradesco é alvo de uma nova e mais elaborada tentativa de golpe virtual, que usa dados reais de agências e contas bancárias, além de uma página clonada do banco, alertou a empresa EPSEC nesta terça-feira (23/07).
Inicialmente, a vítima é induzida a acessar um link em um e-mail falso, que se faz passar por um alerta sobre atualização de segurança do Bradesco, explica o consultor de segurança Denny Roger, da EPSEC, que testou a mecânica do golpe. (Veja as telas do site no final desta reportagem).
"O site está hospedado em Bogotá, na Colômbia, em nome de uma empresa de TV a cabo, para evitar processos jurídicos pela legislação brasileira", afirma Roger.
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» Info OnLine 24/07/2008
Google libera acesso à enciclopédia online
SÃO FRANCISCO - O Google está aos poucos revelando uma enciclopédia online que permitirá aos internautas mostrarem seus conhecimentos sobre qualquer assunto e lucrarem com isso.
O serviço, apelidado de "knol", em referência à palavra “conhecimento” em inglês, estava disponível há sete meses apenas para uma audiência limitada de colaboradores e leitores.
Agora, qualquer pessoa com login do Google poderá publicar um texto e, se quiser, permitir a exibição de anúncios na página do seu artigo. O autor e o Google dividirão a receita gerada pela publicidade.
A possibilidade de lucrar com os textos deve encorajar as pessoas a participarem com mais freqüência com temas mais comerciais do que os disponíveis em outras enciclopédias tradicionais, segundo o líder de buscas na internet.
Embora o knol seja visto como rival da Wikipedia, o Google afirma que o serviço será complementar a ela.
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