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Valor Econômico 25/08/2008
Terceirização perde espaço nas empresas
Por motivos diversos e em um movimento oposto à tendência de terceirização que ganhou força a partir da década de 90, empresas como Brasil Telecom, Avis e Getronics integraram à folha de salários profissionais que forneciam serviços a empresas por elas contratadas - serviços originalmente realizados por seu quadro funcional. A reversão do modelo responde à maior fiscalização do Ministério do Trabalho, à busca de ganhos de eficiência e ao crescimento da economia
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Correio Braziliense 25/08/2008
Eleições 2008: Internet é ferramenta de campanha
Publicitários que trabalham para concorrentes a prefeituras das principais capitais do país dizem que o meio é eficiente para atingir o público-alvo. Sites apresentam recursos multimídia e estão cada vez mais interativos
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O Estado de São Paulo 25/08/2008
País lidera Brics em tecnologia
Estudo da IDC mostra que Brasil investe mais do que outros emergentes, inclusive a China
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Jornal do Brasil 25/08/2008
Usuários esperam sistemas para computador
Ainda que não se consiga baixar o custo das telas sensíveis a múltiplos toques com a rapidez que os consumidores desejam, o sucesso do iPhone incentivou outras empresas a explorarem o nicho. A idéia é: se as pessoas gostam de usar os dedos na tela do celular, vão gostar nos monitores de computador
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Jornal do Brasil 25/08/2008
Mercado de telas de toques múltiplos está aquecido
iPhone galvaniza atenção para recurso, mas custo mantém-se alto
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Valor Econômico 25/08/2008
Vendas de servidores crescem 12,2% no segundo trimestre, diz Gartner
As vendas mundiais de servidores em unidades aumentaram 12,2% no segundo trimestre deste ano, ante igual período de 2007, para um total de 2,3 milhões de aparelhos. O faturamento com esses produtos, por sua vez, cresceu 5,7% no período, chegando a US$ 13,8 bilhões, segundo a consultoria Gartner
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Valor Econômico 25/08/2008
Anatel rejeita pedido de teles para adiar portabilidade
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) manteve a data de 1º de setembro para o início da portabilidade numérica no país. O recurso permitirá que os assinantes de uma operadora mudem de prestadora de serviço sem trocar o número de telefone
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Valor Econômico 25/08/2008
Redes sociais ganham apelo profissional
Desde 2005, David de Oliveira Lemes tem seu currículo na rede social LinkedIn, uma espécie de "orkut" da vida profissional. Até o ano passado, no entanto, ele - assim como muitas outras pessoas cadastradas na rede - não tinha encontrado ainda uma utilidade prática para o endereço virtual. "Nunca tinha atualizado meu currículo", lembra. "Só fui fazer isso em agosto do ano passado, porque um amigo disse que tinha recebido uns contatos de emprego [por meio do LinkedIn]"
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IDG Now! 22/08/2008
Microsoft admite falha em sua última atualização de segurança
Esta é a terceira vez, em dois meses, que a Microsoft precisa reenviar uma atualização. Os usuários que baixaram manualmente - pelo site da Microsoft, desde o dia 12 de agosto -, o update MS08-051, que corrige o Office 2003, deve fazer o download da segunda versão assim que possível, alerta a empresa
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WNews - UOL 25/08/2008
Empresas abrem 250 vagas para profissionais de TI
A Alog Data Centers do Brasil, especializada em hospedagem e armazenamento de dados, e a consultoria de TI Resource estão contratando novos talentos. Juntas, a duas empresas estão com 250 vagas abertas para profissionais com conhecimento em tecnologia
» Valor Econômico 25/08/2008
Terceirização perde espaço nas empresas
Por motivos diversos e em um movimento oposto à tendência de terceirização que ganhou força a partir da década de 90, empresas como Brasil Telecom, Avis e Getronics integraram à folha de salários profissionais que forneciam serviços a empresas por elas contratadas - serviços originalmente realizados por seu quadro funcional. A reversão do modelo responde à maior fiscalização do Ministério do Trabalho, à busca de ganhos de eficiência e ao crescimento da economia.
Com base em acordo assinado com o Ministério do Trabalho, a Getronics, da área de informática, assinou a carteira de 120 programadores e consultores da área de tecnologia e comunicação que antes trabalhavam como pessoas jurídicas. A locadora de veículos Avis e o grupo Brasil Telecom integraram a seu quadro de funcionários os atendentes de call center, antes terceirizados. No caso da Avis foram 30 trabalhadores. Na operadora de telefonia, cerca de 10 mil trabalhadores foram contratados desde dezembro. As duas explicam que a iniciativa deve reduzir queixas no atendimento e elevar o volume de negócios fechados.
O Ministério do Trabalho deflagrou no primeiro semestre, em São Paulo, um programa contra a terceirização. Atualmente há mais de 80 processos de fiscalização em andamento. O segmento de TI foi um dos primeiros a ser fiscalizados.
Advogados, analistas de mercado e consultores na área de emprego acreditam que esteja ocorrendo numa espécie de revisão crítica do processo de terceirização. "Há um amadurecimento em relação à essa forma de contratação, com a percepção de que não adianta reduzir custos imediatos, porque a conta pode ficar mais cara por questões trabalhistas e fiscais", diz Nelson Mannrich, do Felsberg Associados.
Há ainda o reconhecimento de que a terceirização do trabalho não garante o controle efetivo da produtividade e da qualidade, diz Clemente Ganz Lucio, diretor-técnico do Dieese. Além disso, companhias, como a Klabin, passaram a colocar a exigência de que os profissionais de empresas terceirizadas que lhes prestam serviços sejam contratados com carteira assinada pelas empresas fornecedoras. Ninguém nega, porém, que a terceirização é um movimento irreversível.
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» Correio Braziliense 25/08/2008
Eleições 2008: Internet é ferramenta de campanha
A internet é a nova ferramenta que publicitários das campanhas das principais capitais do país adotaram para aumentar a repercussão da propaganda eleitoral na TV, que começou esta semana e se prolonga até 2 de outubro. Os recursos de interação e multimídia na web tornaram-se uma boa alternativa para uma maior divulgação do candidato — sinal de que a rede assume cada vez mais um papel importante na corrida eleitoral.
“A vantagem da internet é poder buscar informação sobre o assunto quando quiser e puder”, acredita Pascoal Gomes, um dos responsáveis pela publicidade de ACM Neto (DEM), candidato à prefeitura de Salvador. O site do candidato destaca não só sua biografia e atuação na Câmara dos deputados como também oferece espaço para o internauta participar de enquetes, assistir vídeos e ouvir entrevistas do democrata. Dois perfis de ACM Neto no site de relacionamentos Orkut e vídeos no YouTube reforçam a presença do político na rede.
No fim do mês passado, a Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul voltou atrás e eximiu a candidata à Prefeitura de Porto Alegre Manuela D’Ávila (PCdoB) de retirar do ar comunidades do Orkut e vídeos do YouTube sobre sua campanha. O juiz Ricardo Torres Hermann, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, aceitou o argumento da candidata, que afirma não poder deletar as páginas, já que não foi a responsável pela postagem do conteúdo.
Aos 27 anos, a candidata utiliza a internet como ferramenta para dialogar com o público jovem. O responsável pela publicidade da candidata, Carlos Eduardo Gumes Andrade, conta que o meio já era usado nos tempos de liderança estudantil de Manuela. Por outro lado, a candidata é alvo de críticas e acusações em sites como o próprio YouTube e em comunidades do Orkut.
Grande parte dos candidatos às prefeituras das grandes capitais do país coloca na web os vídeos e programas de rádio veiculados durante o horário eleitoral gratuito. Esse é o caso dos candidatos à prefeitura de Belo Horizonte Márcio Lacerda (PSB) e Jô Moraes (PCdoB). Lacerda (PSB), por exemplo, exibe vídeos com políticos que apóiam sua candidatura, como o atual prefeito da capital mineira, Fernando Pimentel, e o governador do estado, Aécio Neves. O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) chegou a promover um chat com os eleitores assim que sua campanha foi exibida.
Legislação
Apesar de muitos candidatos já estarem utilizando a Internet, há um consenso entre os publicitários de que a legislação brasileira limita e muito o uso da internet em campanhas políticas. O publicitário Paulo de Tarso, responsável pela campanha de Jandira Feghali (PCdoB) à prefeitura do Rio de Janeiro qualifica a atual regulamentação como intimidadora e restritiva. “A internet sempre vai ser naturalmente livre”, acredita o publicitário Fábio Bernardi, da campanha à reeleição do prefeito de Porto Alegre (RS), José Fogaça.
Após muitos embates jurídicos entre candidatos por conta do uso da internet, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que, além das normas gerais que regulam a propaganda eleitoral, a resposta da corte será dada caso a caso. A decisão já foi aplicada, por exemplo, no caso da coligação “São Paulo no Rumo Certo”, de Gilberto Kassab (DEM), contra o uso de vídeos do YouTube pelo candidato Geraldo Alckmin (PSDB). O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo permitiu a reprodução de vídeos no site do ex-governador paulista. “Esse nosso site será interativo, ouvindo, dialogando, discutindo os programas de governo. Convide seus amigos a participar do nosso site. Ele terá as últimas notícias, será em tempo real”, afirma o candidato na mensagem de boas vindas do endereço.
Entorno
A adesão aos recursos oferecidos pela internet ainda é tímida entre os candidatos do Entorno. A candidata à vereadora em Luziânia Cassiana Tormin (PT) é uma exceção. Após um mês na rede, o site dela recebeu a visita de cerca de 500 pessoas. A candidata acredita que a internet faz a diferença entre os formadores de opinião e é uma forma de divulgação a mais para aqueles que passam o dia fora da cidade e não acompanham o “barulho da campanha”.
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» O Estado de São Paulo 25/08/2008
País lidera Brics em tecnologia
No ano passado, a subsidiária brasileira da HP resolveu encomendar um estudo sobre o Brasil para a consultoria americana IDC. A idéia era mostrar para a matriz e para clientes internacionais as oportunidades que existiam no País, quando comparado a outros emergentes. "Naquela época, existia uma tremenda discussão se o Brasil fazia sentido, ou se o B dos Brics tinha morrido", diz Denoel Eller, diretor de Marketing e Alianças da HP. "A HP vinha investindo no Brasil, mas menos do que nos outros Brics. Havia uma imagem de que o País não estava crescendo, que tinha violência e instabilidade."
No meio do caminho, enquanto o estudo era feito, a situação mudou. Em 2007, foram vendidos 10,7 milhões de microcomputadores no País, o que tornou o Brasil o quinto maior mercado de PCs do mundo. A expectativa é que ele se torne o terceiro maior até 2010, atrás somente da China e dos Estados Unidos. Um exemplo da mudança foi o interesse da imprensa internacional em relação ao País.
Neste ano, o atual presidente da subsidiária brasileira, Mário Anseloni, visitou a matriz, nos EUA, e teve de dar uma entrevista coletiva para os americanos. "Eles acabaram surpresos ao saber, por exemplo, que o mercado brasileiro de software e serviços de tecnologia é maior que o de equipamentos", conta Eller.
O estudo da IDC mostrou que, entre os Brics, o Brasil só perde para a China no volume de investimentos em tecnologia. Quando se analisa, porém, o total de investimentos como porcentual do Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil está à frente, sendo o único entre os emergentes com gastos maiores que 2% do PIB. "Isso coloca o Brasil ao lado de países como Japão, França e Alemanha", afirma Roberto Gutierrez, diretor de Consultoria da IDC Brasil.
O mercado de tecnologia no País deve crescer três vezes mais que o PIB nos próximos quatro anos, a maior taxa entre os Brics. O da China, por exemplo, deve aumentar 1,43 vez em relação à economia em geral. O estudo da IDC também mostrou que o Brasil está em uma situação melhor no que diz respeito à estabilidade e à liberdade econômica. Como resultado, a HP conseguiu da matriz a contratação de 800 pessoas para o setor de serviços.
A mudança na imagem do Brasil fez com que a fabricante de computadores Dell nomeasse o brasileiro Fernando Loureiro diretor global de Mercados Emergentes, há cerca de um ano e meio. A divisão não existia e foi criada como uma das cinco iniciativas mundiais da empresa para acelerar o crescimento. O executivo continua sediado no Brasil, de onde comanda a divisão. "Pouquíssimos países receberam destaques em todos os relatórios da Dell nos últimos trimestres, como foi o caso do Brasil", afirma Loureiro.
A situação atual contrasta bastante com o que acontecia há cinco ou seis anos, quando o mercado de PCs era pequeno e dominado pelos chamados fabricantes cinzas, que sonegam impostos e usam peças contrabandeadas. O corte de impostos federais, o câmbio favorável, o avanço do financiamento e a melhora da situação econômica mudaram a situação. "Em 2002, chegamos a pensar em deixar o País", diz o diretor da Dell.
A Dell, que prosperou com um modelo de venda direta de computadores, começou a ir para o varejo, e o mercado brasileiro foi um dos pioneiros no movimento. "Fizemos uma série de ações fortes com varejistas como o Wal-Mart e o Ponto Frio", explica Loureiro.
Outra empresa que recebe reflexos positivos do aumento na venda de PCs é a Microsoft. Em julho, o Brasil ganhou um prêmio da corporação como a melhor subsidiária de países emergentes. A redução do chamado mercado cinza levou a uma queda na pirataria de software, que beneficiou a Microsoft.
Além do crescimento do mercado, a diretora de Marketing e Negócios da companhia, Paula Bellizia, afirma que a Microsoft Brasil tem obtido bons resultados por causa de suas estratégias de aumento dos escritórios regionais, do número de empresas-parceiras e de profissionais treinados em suas tecnologias.
"No último ano, abrimos oito escritórios regionais no Brasil, chegando a 13 escritórios", diz a executiva. "Ainda existe um potencial de crescimento muito grande no Brasil, tanto em tecnologia quanto em educação."
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» Jornal do Brasil 25/08/2008
Usuários esperam sistemas para computador
Ainda que não se consiga baixar o custo das telas sensíveis a múltiplos toques com a rapidez que os consumidores desejam, o sucesso do iPhone incentivou outras empresas a explorarem o nicho. A idéia é: se as pessoas gostam de usar os dedos na tela do celular, vão gostar nos monitores de computador.
Essa é a esperança da empresa israelense N-trig (como na pronúncia em inglês de "intrigue"), que há oito anos desenvolve telas multi-toques que podem ser manipuladas com uma caneta ou com o dedo.
A dupla possibilidade de uso convenceu a Dell colocar a tela N-trig no Latitude XT, um computador híbrido que é menor que um laptop, porém maior que o modelo tablet – tamanho de uma folha de papel. E, na quarta-feira, a empresa demonstrou outra tela da N-trig, num computador-conceito batizado de UrbanMax.
– Não usamos pintura a dedo para escrever bilhetes de papel – compara Roy Stedman, estrategista da Dell, que vê mais uso na touch-screen para "segurar uma pasta enquanto o outro dedo arrasta arquivos para dentro dela, ou ajustar o volume do PC girando um botão virtual, em vez de clicar no mouse".
Além do custo, especialistas apontam a falta de programas para lidar com o toque múltiplo como um obstáculo para a ampliação do uso. Isso pode mudar se a Microsoft realmente apresentar no Windows 7 – a próxima versão do sistema, a ser vendida a partir de 2010 – a tecnologia multitoque que demonstrou a especialistas recentemente, mas que ainda está em fase de testes.
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» Jornal do Brasil 25/08/2008
Mercado de telas de toques múltiplos está aquecido
Descobertas muitas vezes geram outras descobertas, e o uso da tecnologia touch-screen – tela sensível ao toque – da Apple no iPhone estimulou outros fabricantes de touch-screen. A indústria, que antes desdenhava da tecnologia, agora vê nela potencial de riqueza.
O mercado de touch-screens cresceu em silêncio durante anos, tanto em aplicativos comerciais – sistemas de ponto de vendas de restaurantes, leitores de assinatura de cartão de crédito e máquinas de caixa automático – como em dispositivos para o consumidor, como sistemas de navegação GPS e plataformas de jogos. Mas, até agora, a touch-screen não representa o principal meio de utilização de celulares, computadores e outros eletrônicos.
– A Apple mudou a idéia das pessoas quanto ao conceito de toque. É super moderno – diz Geoff Walker, diretor mundial de gestão de produtos da unidade de sistemas Touch Elo, da Tyco Eletronics, grande vendedora de touch-screens.
Particularmente, a Apple mudou a idéia sobre o que é chamado tecnologia multitoque. A tela sensível é exatamente o que parece: aceita vários toques de uma só vez. Na tecnologia da Apple, uma corrente elétrica bem fina reage com o próprio campo elétrico do corpo humano, em vez de responder à pressão. Há outros tipos de tecnologia multitoques, mas todas são mais caras, ressaltam especialistas. Justamente o alto preço fez o mercado ficar lento, até agora.
Apesar dos indícios de que o custo vai cair em cinco anos, há uma pesquisa da iSuppli que aponta: mesmo no mercado de celulares, as touch-screens estarão presentes em apenas 30% dos modelos em 2013.
– A queda de custo terá de ser substancial para ampliar este número – alerta Joseph W. Deal, presidente e CEO da Wacom Technology, que produz telas sensíveis ao toque e está no mercado há 15 anos.
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» Valor Econômico 25/08/2008
Vendas de servidores crescem 12,2% no segundo trimestre, diz Gartner
SÃO PAULO - As vendas mundiais de servidores em unidades aumentaram 12,2% no segundo trimestre deste ano, ante igual período de 2007, para um total de 2,3 milhões de aparelhos. O faturamento com esses produtos, por sua vez, cresceu 5,7% no período, chegando a US$ 13,8 bilhões, segundo a consultoria Gartner.
"Apesar da retração econômica em alguns mercados, como os EUA, em uma base global, as vendas de servidores continuaram crescendo no segundo trimestre do ano", afirmou o vice-presidente de Pesquisa do Gartner, Jeffrey Hewitt.
De acordo com a consultoria, a IBM manteve a liderança mundial em faturamento. A companhia vendeu US$ 4,31 bilhões no segundo trimestre, 11,5% mais que no ano anterior. Em segundo lugar ficou a Hewlett Packard (HP), com vendas de US$ 3,81 bilhões, alta de 2,9% em relação a 2007. A terceira colocada, a Dell, porém, foi a que teve maior taxa de expansão em sua receita com servidores: 15%, para US$ 1,79 bilhão.
Em termos de unidades, a HP se manteve como a maior empresa no setor de servidores, tendo vendido 706,7 mil aparelhos no segundo trimestre deste ano, um aumento de 8,7% em relação a igual período de 2007.
Nesse ranking, segundo o Gartner, a Dell aparece em segundo lugar, tendo crescido 24,2% suas vendas em relação ao ano passado, e atingido um total de 577,1 mil servidores. A IBM, por sua vez, aumentou em 4,7% o número de aparelhos vendidos no segundo trimestre, atingindo a marca de 308,8 mil unidades.
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» Valor Econômico 25/08/2008
Anatel rejeita pedido de teles para adiar portabilidade
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) manteve a data de 1º de setembro para o início da portabilidade numérica no país. O recurso permitirá que os assinantes de uma operadora mudem de prestadora de serviço sem trocar o número de telefone.
Na semana passada, sete operadoras de telefonia fixa e móvel - Telefônica, Oi, Brasil Telecom, Vivo, TIM, Sercomtel e CTBC - enviaram carta à agência reguladora solicitando o adiamento da portabilidade para janeiro de 2009.
O argumento era de que não haveria tempo para testar, de forma adequada, os procedimentos necessários à adoção da portabilidade. A implantação requer uma série de adequações nas centrais telefônicas e nos sistemas de tecnologia das operadoras.
Porém, os integrantes do conselho diretor da Anatel optaram por manter os prazos - que prevêem a adoção gradual da portabilidade até março de 2009, quando deverá estar disponível em todo o país.
A Anatel também estipulou que o Grupo de Implementação da Portabilidade (GIP), coordenado por técnicos do órgão regulador, faça um acompanhamento diário dos testes feitos pelas operadoras e pela ABR Telecom, que atuará como administradora das migrações de clientes. Segundo comunicado divulgado na sexta-feira, as superintendências de serviços públicos e privados da agência deverão receber relatos diários da situação.
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» Valor Econômico 25/08/2008
Redes sociais ganham apelo profissional
Desde 2005, David de Oliveira Lemes tem seu currículo na rede social LinkedIn, uma espécie de "orkut" da vida profissional. Até o ano passado, no entanto, ele - assim como muitas outras pessoas cadastradas na rede - não tinha encontrado ainda uma utilidade prática para o endereço virtual. "Nunca tinha atualizado meu currículo", lembra. "Só fui fazer isso em agosto do ano passado, porque um amigo disse que tinha recebido uns contatos de emprego [por meio do LinkedIn]."
Dez dias depois de ter recheado seu currículo de informações, Lemes teve uma surpresa: ele foi "descoberto" por uma consultoria de recursos humanos. "Não pensei que seria tão rápido assim", diz. Em outubro do ano passado, ele trocou seu antigo emprego, como designer no núcleo de mídias da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, para assumir a supervisão de mídias digitais do Ibmec, também de São Paulo.
Lemes não é o único exemplo de uma tendência cada vez mais forte na internet. As redes sociais, popularizadas por sites como Orkut, MySpace e Facebook, estão deixando de ser um mero passatempo virtual de adolescente. Em vez disso, essas teias - formadas por pessoas desconhecidas entre si, mas que podem obter benefícios reais ao se encontrarem na web -, tem atraído muitos adultos interessados em transformá-las em uma ferramenta de negócios na vida real.
As redes sociais são um fenômeno recente, mas remetem à teorias que já têm décadas, como a dos seis graus de separação. A lógica é de que há uma teia invisível ligando as pessoas.
O LinkedIn é um exemplo disso. Classificado como uma rede profissional, o site é usado para tarefas como recrutar pessoal, encontrar emprego e fazer contatos. Até agora, nada menos que 26 milhões de pessoas já criaram páginas com suas informações profissionais no LinkedIn- metade delas nos Estados Unidos.
É o caso de Fabio Fzero, especialista na programação "ruby on rails" - uma espécie de linguagem para a internet. Ele estava procurando emprego quando recebeu uma proposta. "Meu atual chefe estava pesquisando profissionais que dominassem esse tipo de programação no LinkedIn e acabou me encontrando", conta. Em pouco menos de um mês, Fzero estava de mudança do Rio para São Paulo. Em fevereiro, ele assumiu a posição de programador de um projeto para toques de celular da Arvato Mobile Brasil, empresa de tecnologia que oferece serviços para celular e é controlada pela gigante européia Bertelsmann.
Além dos usuários, os investidores também começam a enxergar o potencial desse emaranhado de dados pessoais. Fundado em 2003 e sediado no Vale do Silício, na Califórnia, o LinkedIn está avaliado em mais de US$ 1 bilhão. A estimativa da companhia é alcançar receita entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões neste ano, mais que o dobro do registrado em 2007.
Os grandes grupos já farejavam a oportunidade de investimento. O Orkut, adquirido pelo Google, é hoje a rede social mais popular entre os usuários brasileiros. São 60 milhões de membros no mundo, mais da metade deles no Brasil. Já o conglomerado de mídia News Corp. pagou US$ 580 milhões, há três anos, para adquirir o MySpace.
O Facebook teve seu valor de mercado rebaixado recentemente em relação à estimativa inicial, de US$ 15 bilhões. Mesmo assim, o preço continua na casa dos nove zeros: o site vale cerca de US$ 5 bilhões. Outro exemplo é o da AOL, que neste ano pagou US$ 850 milhões pelo Bebo, rede social mais popular do Reino Unido, com mais de 40 milhões de membros.
Na maioria dos casos, ainda sequer foi encontrado um modelo de negócio lucrativo. De qualquer forma, os grupos querem posicionar-se para garantir seu espaço. No LinkedIn, a adesão é gratuita, mas a empresa definiu quatro pilares de vendas: anúncios on-line, classificados de emprego, pacotes para empresas e ferramentas mais sofisticadas para usuários.
A competição é crescente. No mesmo segmento do LinkedIn, por exemplo, competem o Plaxo e o Jigsaw.
Florencia Pettigrew, há cinco meses no posto de gerente de marketing internacional do LinkedIn, encontrou a vaga no próprio site. A executiva é argentina, mas morava em Genebra quando seu marido disse que eles precisariam mudar para a Califórnia. "Já participava do LinkedIn e comecei a buscar ofertas, quando descobri o emprego", conta. Há 225 grupos no LinkedIn relacionados ao Brasil e a versão do serviço em português vai sair em breve, diz a executiva.
O uso das redes sociais vai além de obter empregos. O advogado Renato Opice Blum, especializado em direito eletrônico, acelerou uma ação judicial devido a um contato de uma rede social. "Não lembro se foi no LinkedIn ou no Plaxo. Mas se não tivesse o contato, teria demorado mais para resolver a questão", diz.
Alexandre Atheniense, outro advogado especializado em direito de informática, é fã das redes sociais. "Participo do Plaxo, LinkedIn, Facebook, Orkut, Myspace, além de 15 listas de discussões e um blog", conta. "Acredito ter uma rede de 20 mil pessoas."
Atheniense está usando essa visibilidade para difundir seu novo projeto: um curso à distância com temas de direito, previsto para setembro. "Comecei a fazer a divulgação há 20 dias e hoje tenho 100 inscritos", diz o advogado.
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» IDG Now! 22/08/2008
Microsoft admite falha em sua última atualização de segurança
A Microsoft admitiu, nesta sexta-feira (22/08), ter divulgado uma versão incompleta de sua última atualização de segurança em seu próprio centro de downloads na semana passada.
Esta é a terceira vez, em dois meses, que a Microsoft precisa reenviar uma atualização.
Os usuários que baixaram manualmente - pelo site da Microsoft, desde o dia 12 de agosto -, o update MS08-051, que corrige o Office 2003, deve fazer o download da segunda versão assim que possível, alerta a empresa.
Já quem baixou a atualização pelo servidor Windows Server Update Services (WSUS) ou quem atualizou outras versões do Office não precisa reinstalar o MS08-051.
A terceira opção, caso o usuário não consiga baixar imediatamente o pacote, é um improviso: configurar manualmente o código de registro para bloquear os arquivos do PowerPoint.
A correção envolveu três vulnerabilidades no PowerPoint, sendo uma considerada crítica. O MS08-051 foi um dos 11 boletins de seguranças que a empresa lançou na semana passada, corrigindo 26 bugs.
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» WNews - UOL 25/08/2008
Empresas abrem 250 vagas para profissionais de TI
A Alog Data Centers do Brasil, especializada em hospedagem e armazenamento de dados, e a consultoria de TI Resource estão contratando novos talentos. Juntas, a duas empresas estão com 250 vagas abertas para profissionais com conhecimento em tecnologia.
A Alog vai selecionar profissionais para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. As oportunidades incluem as áreas de suporte, monitoramento, gerência de serviços, operações, redes e infra-estrutura.
Na lista de cargos, estão estagiários, analistas, coordenadores, auxiliares, eletricistas e mecânicos. Os interessados podem se cadastrar no site da empresa (www.alog.com.br), clicando no link Carreira, onde estão listados os pré-requisitos para concorrer a cada uma das vagas.
Já a consultoria Resource tem cerca de 150 postos de trabalho abertos para cargos como analistas, programadores, consultores e testadores. Cada ocupação tem pré-requisitos específicos, mas, em geral, a empresa pede experiência prévia, formação em tecnologia e nível de inglês entre avançado e fluente. Cerca de 90% das vagas são para São Paulo, mas há opções para outras cidades paulistas, como Campinas, Americana e Hortolândia.
Os candidatos podem enviar o currículo pelo site www.resource.com.br , acessando o link Vagas.
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