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Folha de São Paulo 27/06/2008
Artigo - TI: escolha para vencer
Ao incentivar as exportações, o governo deu ao setor de TI uma opção para participar da competição global já
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Folha de São Paulo 27/06/2008
Regra de domínio na internet é ampliada
Normas só devem valer a partir de 2009 e aumentarão endereços na web. Novas diretrizes tornariam mais fácil a empresas e grupos propor novos domínios, além dos já tradicionais .com e .org
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O Estado de São Paulo 27/06/2008
Bill Gates deixa a Microsoft
Aposentadoria do fundador da maior empresa de software do mundo marca transição no mercado de tecnologia
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Gazeta Mercantil 27/06/2008
Oportunidades e obstáculos para TI no varejo
Para muitos varejistas, o "Santo Graal", o grau de excelência, de qualquer sistema de tecnologia da informação (TI) seria uma conexão realmente ininterrupta entre o fabricante e o ponto-de-venda
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IDG Now! 27/06/2008
Windows XP: as principais dúvidas sobre o fim do sistema operacional
Prestes a ser descartado em novos PCs, Windows XP ainda está envolto de dúvidas. Confira respostas para as mais intringantes
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B2B Magazine 26/06/2008
Nokia apresenta novos aparelhos e serviços
Os lançamentos reforçam o posicionamento de negócios da companhia de se tornar uma empresa de serviços de Internet
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PC World 27/06/2008
Games para celular devem gerar receita de US$ 4,5 bilhões este ano
De acordo com o Gartner, mercado mundial deve crescer 10% ao ano até 2011, chegando a 6,3 bilhões de dólares
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Folha OnLine Informática 26/06/2008
Relator da CPI da Pedofilia ameaça pedir fechamento do Google no Brasil
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou nesta quinta-feira (26) que a CPI da Pedofilia pode pedir a abertura de uma ação penal contra o Google, caso fique comprovado que a empresa "acoberta criminosos" e se negue a colaborar com o combate a crimes como a pedofilia
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IT Careers - Convergência Digital 26/06/2008
Finep destinará financiamentos a empresas de base tecnológica no RS
A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), vinculada ao MCT (Ministérios da Ciência e Tecnologias) formalizou nesta quinta-feira (26), uma parceria com o Centro de Empreendimentos em Informática do Instituto de Informática da UFRGS (CEI/UFRGS) para operar o programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME)
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TI Inside 26/06/2008
Brasil lidera comércio eletrônico na América Latina e Caribe
Segundo o estudo, o aumento das transações comerciais na internet, da ordem de 40%, em 2007, decorre do crescimento econômico dos países da região, avanços da tecnologia e mudanças de comportamento dos consumidores
» Folha de São Paulo 27/06/2008
Artigo - TI: escolha para vencer
A NOVA política industrial e tecnológica do governo, anunciada em maio, trouxe uma medida valiosa para as empresas de tecnologia da informação (TI). A redução de 20% para 10% da contribuição ao INSS sobre a folha salarial, na proporção do que for exportado, coloca as empresas brasileiras no jogo global da terceirização de serviços de TI. Esse será um mercado de US$ 70 bilhões em 2008 e nele o grande destaque é a Índia, com exportações de US$ 50 bilhões.
O Brasil tem elevada competência em TI, mas os encargos trabalhistas são muito altos. Como o custo médio da mão-de-obra representa 70% do faturamento de uma empresa de software, a incidência desses encargos torna nossas empresas pouco competitivas. O incentivo do governo reduz o "custo Brasil", mas tem sido criticado por alguns na imprensa e até por algumas vozes do setor de TI.
São duas as correntes críticas. A primeira condena políticas setoriais; a segunda se opõe ao foco dado às exportações. Ambas se equivocam.
Talvez o primeiro grupo de críticos estivesse certo em sua defesa de políticas horizontais se o mundo fosse total e irremediavelmente plano. Mas não é. Neste exato momento, há uma guerra fiscal global pela atração dos contratos de TI. São US$ 300 bilhões potencialmente em disputa no mundo, segundo consultorias especializadas e o Banco Mundial.
Podem os críticos das escolhas pelo governo acertar no tocante a não se criar muletas para os empresários competirem. Mas não podem eles ignorar o bem que a "escolha" do governo da Índia fez para os indianos e a economia daquele país, ao criar um exército de 1,6 milhão de programadores que ganham a vida vendendo TI para o mundo. Agora, China, Rússia, México, Argentina, Filipinas e outros mais oferecem incentivos e têm programas para TI. Por que o Brasil deveria ficar alheio a isso?
Não há razão para o Brasil ficar à margem. Temos 45 anos de investimento nesse setor, programadores de qualidade, tradição em serviços financeiros e governo eletrônico e temos também um ótimo posicionamento em termos de fuso horário, relativamente aos EUA e à Europa. Ademais, o mundo procura uma alternativa viável à alta concentração dos negócios de TI na Índia.
A outra vertente crítica alega que o foco em exportações privilegia as grandes empresas. Sustenta que sem um vigoroso mercado interno e uma ampla base de pequenas empresas não há como exportar. Para a Brasscom, não há oposição entre mercado interno e mercado externo. É preciso sim ter um mercado interno robusto e pequenas empresas vicejantes. Mas o jogo global de TI envolve capacidade de entrega, escala. A Índia tem um mercado interno menor do que o do Brasil, mas é líder em exportações. Conseguiu isso com empresas de TI que, hoje, valem bilhões nas Bolsas de Nova York.
Diante de um mercado cada vez mais disputado, se o Brasil não competir globalmente, seu mercado interno e suas empresas é que serão alvo. Em nome de não se escolher "vencedores", o que poderia de fato acontecer é eleger-se um "perdedor" em área tão sensível. Com o incentivo às exportações, o governo deu ao setor de TI uma opção para participar da competição global já.
Agora, nossas empresas estão mais bem preparadas para enfrentar o desafio de aumentar as exportações de US$ 800 milhões para US$ 5 bilhões, criando 100 mil postos de trabalho até 2011. O Brasil quer e pode ser uma das três melhores opções em TI no mundo.
ANTONIO GIL , engenheiro, é presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações (Brasscom).
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» Folha de São Paulo 27/06/2008
Regra de domínio na internet é ampliada
A principal agência de supervisão da internet aprovou a introdução de novos domínios na web, em uma mudança em que os tradicionais .com e .org ganharão a companhia de centenas, talvez milhares de novos endereços, como .sports, .bancos ou .brasil. É a primeira mudança abrangente no sistema de endereços da rede, adotado há 25 anos. Pelas novas regras, qualquer empresa ou organização ou país poderá, em breve, pedir um novo domínio de internet.
Com isso, deverão surgir mais endereços que terminem com o nome de uma cidade ou de um produto, por exemplo. Também poderão surgir batalhas judiciais por endereços que são marcas registradas.
A Icann (entidade que coordena a internet) aprovou as novas diretrizes e também a decisão de iniciar o período de comentário público sobre uma proposta que pela primeira vez permitiria endereços inteiramente expressos em outros idiomas que não o inglês. Os novos domínios provavelmente não começarão a aparecer antes do ano que vem, e a Icann não tomou decisões sobre nomes específicos, por enquanto. Ela ainda precisa decidir muitos detalhes, entre as quais as taxas de obtenção de novos nomes, que devem exceder os US$ 100 mil por domínio, a fim de ajudar a Icann cobrir custos de US$ 20 milhões.
Os domínios ajudam computadores a encontrar sites e a direcionar e-mails. Acrescentar novos domínios pode facilitar aos sites a adoção de nomes fáceis de memorizar, já que muitos dos melhores nomes com o domínio .com estão em uso ou sob o controle de terceiros. As novas diretrizes tornariam mais fácil a empresas e grupos propor novos domínios.
A Icann aceitou sugestões apresentadas em 2000 e 2004, mas as revisões demoram muito tempo e uma das propostas, .post, para serviços de correio, ainda não recebeu aprovação final após de quatro anos de avaliação. Nas duas rodadas de expansão do número de domínios realizadas até agora, apenas 13 sufixos foram aceitos.
As novas diretrizes, mais enxutas, determinam que os interessados passem por um período inicial de revisão durante o qual qualquer pessoa poderia se opor ao pedido, alegando questões como racismo, conflito de marcas e semelhança a domínios existentes. Caso não haja objeção, a aprovação seria concedida rapidamente.
Alguns dos membros do conselho da Icann expressaram preocupação com a possibilidade de que as regras façam dela um órgão de censura, encarregada de decidir o que pode ser considerado passível de objeção por qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo.
"Caso o sistema seja implementado de forma ampla, a recomendação permitiria que qualquer governo na prática vetasse um sufixo que o incomode", disse Susan Crawford, professora de direito em Yale e membro do conselho. Ela votou em favor das mudanças nas normas, mas posteriormente solicitou esclarecimentos.
A outra proposta que a Icann está debatendo permitiria que endereços expressos inteiramente em caracteres inexistentes no inglês fossem adotados pela primeira vez. Países específicos poderiam ser colocados na "via expressa" para receber o equivalente de seu domínio geográfico de país (na Bulgária, por exemplo, é .bg) em seu idioma de origem. O conselho da Icann disse que pedirá comentários públicos sobre as regras antes da reunião de novembro.
A demanda por esses nomes vêm crescendo em todo o mundo, à medida que o uso da internet se amplia entre povos que não falam inglês ou não podem digitar facilmente os caracteres usados na língua inglesa. Hoje endereços expressos parcialmente em caracteres de outros idiomas são ocasionalmente possíveis, mas o domínio está limitado a certos caracteres.
A Icann aprovou também recomendações cujo objetivo é reprimir a prática da "degustação" de nomes de domínio -o equivalente on-line a adquirir roupas novas com um cartão de crédito e em seguida devolvê-las e pedir reembolso depois de usá-las em uma grande festa.
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» O Estado de São Paulo 27/06/2008
Bill Gates deixa a Microsoft
A Microsoft nasceu, há mais de 30 anos, durante uma grande transição no mercado de tecnologia, que passou da era dos mainframes (computadores de grande porte), em que a computação era centralizada e disponível somente para grandes empresas, para a era dos PCs, que tornaram os computadores acessíveis às pessoas comuns.
Hoje, Bill Gates se aposenta da Microsoft, e sua saída do dia-a-dia da empresa marca uma nova transição, do mundo dos PCs para a computação em nuvem, em que várias máquinas conectadas e espalhadas pelo mundo funcionam como um único computador. A oferta da Microsoft pelo Yahoo, que não deu resultado, foi uma tentativa da empresa de aumentar a presença nesse cenário.
O objetivo inicial da Microsoft era colocar um PC em cada mesa e em cada residência. Hoje, cerca de 900 milhões dos 1 bilhão de microcomputadores que existem no mundo rodam o Windows, da Microsoft. Com a popularização dos microcomputadores nos países ricos, a empresa abandonou esse lema. "O PC, obsessão do senhor Gates, acabou se tornando um terminal de internet", apontou a revista Economist, na edição desta semana, em que faz um balanço do legado de Gates.
O fundador da Microsoft continuará como presidente do conselho da empresa, o que não é um cargo executivo, e irá se dedicar à Fundação Bill & Melinda Gates, para quem doou boa parte de sua fortuna, e que se dedica a projetos como o combate a doenças em países pobres.
A saída de Bill Gates da Microsoft deve colocar pressão sobre Steve Ballmer, que está na presidência da empresa há oito anos. Ele tem como desafios expandir os negócios tradicionais da empresa, recuperar o preço de suas ações e alcançar seus ágeis rivais da internet, como o Google, que fatura bilhões com publicidade online.
"Acho que combinação de uma grande mudança na tecnologia e no modelo de negócios, e um competidor que tem um ganso de ovos de ouro, que pode financiar muitos experimentos, é realmente o maior desafio que a Microsoft já enfrentou", disse Paul Maritz, ex-vice-presidente da Microsoft. "Se Steve conseguir vencê-lo, ele irá para a história, por seus próprios méritos, como um grande líder."
Mas o maior desafio talvez esteja com Ray Ozzie, que substituiu Gates como arquiteto-chefe de software, e Craig Mundie, que estabelece a visão de longo prazo da empresa como seu diretor de Pesquisa e Estratégia. "Qualquer questão a respeito da direção em que vai a empresa, e como fazê-lo, está na verdade em suas mãos", disse Mark Anderson, editor da newsletter de tecnologia Strategic News Service. "Tudo depende da tecnologia, e eles são os caras que definirão o caminho."
Numa entrevista na semana passada, Mundie identificou várias tendências da computação que ele considera importante, incluindo o surgimento de centros de dados de larga escala, que a Microsoft e outras empresas vão usar para permitir que as pessoas sincronizem os arquivos e outros dados em vários PCs e dispositivos.
De forma mais geral, Mundie disse que a companhia prevê a proliferação da computação em formas não tradicionais - com microprocessadores e telas embutidos em tudo, incluindo mesas de escritório e paredes. Uma área que a empresa elegeu como prioritária é a de saúde e, em um vídeo conceitual que Mundie mostrou, uma mesinha ao lado da cama que mostra informações sobre medicamentos quando um frasco é colocado sobre ela.
"Acho que estamos muito bem posicionados para um mundo em que haverá um computador em quase tudo", disse Mundie. Ele disse que, conforme isso acontece, o desafio da Microsoft será descobrir a experiência que as pessoas querem ter em meio a esses equipamentos, encontrando uma forma de integrá-los e torná-los mais fáceis de usar.
Um grande indicador da era pós-Gates será o Windows 7, como está sendo chamada a nova versão do sistema operacional da Microsoft, que deve ser lançada em 2010. A versão atual, Windows Vista, sofreu vários atrasos no lançamento e recebeu críticas negativas quando chegou ao mercado. Por causa disso, a Microsoft sente a pressão de lançar um sucessor de alta qualidade e dentro do prazo.
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» Gazeta Mercantil 27/06/2008
Oportunidades e obstáculos para TI no varejo
A crescente demanda por eficiência na cadeia de suprimentos representa o desejo dos varejistas em integrar mais estritamente seus sistemas operacionais e financeiros, motivados pelo fato de que mais de US$ 40 bilhões em vendas são perdidos anualmente.
Para aumentar o diferencial competitivo e diminuir os riscos, associados aos sistemas de cadeia de suprimentos tradicionais, os varejistas buscam tecnologias e arquitetura cada vez mais sofisticadas que lhes permitam acessar, consumir, analisar, monitorar, gerenciar e agir sobre os dados obtidos.
Freqüentemente esses processos estão relacionados a aplicações complexas desenvolvidas para lidar com as principais necessidades comerciais do varejo, tais como gerenciamento do relacionamento com clientes (CRM), faturamento, inventário, processamento e recursos humanos, entre outros.
Porém, a prevalência dessas aplicações e a tecnologia distinta representam um enorme desafio para os varejistas que desejam obter o máximo de seus dados comerciais. Para muitos varejistas, o "Santo Graal", o grau de excelência, de qualquer sistema de tecnologia da informação (TI) seria uma conexão realmente ininterrupta entre o fabricante e o ponto-de-venda.
A SOA (arquitetura orientada a serviços, na sigla em inglês) é uma tecnologia de aplicação que utiliza padrões abertos e serviços on-line para facilitar o compartilhamento de dados entre diversos pontos pelos quais trafega informação entre o produtor e o consumidor.
Ou seja, a SOA pode ajudar um varejista a gerenciar as tecnologias dentro da organização e, ao mesmo tempo, aprimorar a colaboração com parceiros comerciais para responder às demandas do consumidor de maneira rápida e mais consistente.
Em última análise, a SOA também oferece a oportunidade de gerenciar processos comerciais complexos, como visibilidade de inventário, conciliação de faturas, acompanhamento, recall de produtos e gerenciamento, tanto de vendas, como de distribuição ou de produção.
Dessa forma, atende perfeitamente às métricas da cadeia de suprimentos, tais como tempo, custo e complexidade. Estas métricas, por sua vez, equivalem a economias reais, que podem se tornar significativas ao longo do tempo.
De modo algum trata-se de uma abordagem de baixo custo ou de uma empresa que esteja buscando uma solução abstrata para os infortúnios na cadeia de suprimentos, pois a SOA leva em consideração tanto pessoas e processos quanto tecnologia.
Além disso, possibilita o desenvolvimento adicional de soluções personalizadas em armazenamento, permitindo acesso aos serviços na medida em que eles forem necessários.
Mas, obviamente, a SOA não é a única área a ser observada quando os varejistas adotam a TI. Para que um sistema de tecnologia realmente funcione, as empresas precisam estar aptas a acessar, descobrir, integrar e distribuir seus dados onde e quando for necessário, em todo o empreendimento.
A tecnologia SOA é somente a primeira etapa para garantir que todos os dados estejam acessíveis, de acordo com as necessidades do momento. É preciso, também, assegurar que os sistemas sejam executados em uma base de integração de dados abrangente, segura e escalonável.
O objetivo é oferecer gerenciamento dos dados de ponta a ponta, que meça e monitore a qualidade dos dados por todo o empreendimento e, por fim, garanta que todos os dados estejam alinhados internamente aos padrões locais e globais, de modo a permitir a plena utilização.
Isso é especialmente importante para garantir conformidade nos negócios, uma causa válida e almejada por todos os executivos do setor de varejo. Quanto aos executivos de negócios, todos utilizam a tecnologia da informação com o objetivo de obter as informações necessárias para tomar decisões de negócios.
Entretanto, essas decisões são tão importantes quanto os dados que fluem pelo "universo" dos varejistas. Manter esses dados fluindo por SOA - sendo gerenciados por uma integração sofisticada e mantendo-os precisos em relação à qualidade - ajuda todos os aspectos do negócio do varejista, da satisfação do cliente ao grupo de executivos.
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» IDG Now! 27/06/2008
Windows XP: as principais dúvidas sobre o fim do sistema operacional
O Windows XP começa o último passo de sua longa caminhada em direção à aposentadoria em 30 de junho, quando termina seu ciclo de vida para ser pré-instalado em micros.
A data é o prazo final dado pela Microsoft para que fabricantes de computadores parem de vender PCs com o antigo sistema operacional, além de parar de repassar ao varejo cópias em caixas do sistema.
Mesmo com o prazo prestes a terminar, ainda são muitas as dúvidas que pairam sobre a provável (mas não totalmente confirmada) morte do Windows XP. O IDG Now! compilou estes questionamentos na lista abaixo. Confira.
A Microsoft deu algum sinal que pode desistir da aposentadoria do XP? Mais ou menos.
No começo de junho, a Microsoft estendeu suas exceções para o final da disponibilidade do sistema operacional ao anunciar que permitiria que fabricantes de desktops de baixo custo pré-instalassem o XP Home até o final de junho de 2011.
Foi a segunda vez em dois meses que a companhia relaxou a decisão que pararia de oferecer licenças do Windows XP a integradores após 30 de junho.
No começo de abril, a companhia afirmou que permitiria que fabricantes de ultraportáteis usassem o Windows XP por mais três anos.
A Microsoft alegou que a mudança se originou com pedidos de parceiros, inclusive integradores, mas não afirmou nada sobre sistemas operacionais rivais - principalmente o Linux - que vinham tentando ganhar participação no setor.
"Algo que a Microsoft ouviu bem claramente, tanto de clientes como parceiros, é o desejo de ter o Windows em uma nova classe de aparelhos", afirmou uma porta-voz da empresa no começo de junho.
Isto significa que não haverá mudanças na data oficial para varejo e integradores em 30 de junho? Exatamente.
Quando os fabricantes de PCs mais conhecidos pararão de vender PCs com Windows XP? Não há data definida - até que eles queiram pode ser a melhor resposta.
Três dos quatro integradores mais importantes do mundo - HP, Acer e Lenovo - confirmaram que venderão máquinas equipadas com Windows XP além do limite oficial da Microsoft.
Apenas a Dell, segundo colocado em vendas no último trimestre pelo Gartner e pelo IDC, planeja colocar um fim às vendas de micros com XP um pouco antes que isto - a empresa estendeu o prazo original para o dia 26 de junho.
Não se esqueça, porém, que a Microsoft permitirá que fabricantes e varejistas vendam seus já existentes estoques de cópias do Windows XP após 30 de junho, ao invés de retirar das prateleiras os produtos na data.
Quais PCs com Windows XP estarão disponíveis após 30 de junho pela cláusula de downgrade? Isto depende do fabricante.
Alguns fabricantes usarão os direitos de downgrade para vender micros originalmente ofertados com as versões Business e Ultimate do Windows Vista com uma cópia do Windows XP Professional pré-instalada a partir do dia 30 de junho.
A Lenovo e a HP, por exemplo, continuarão a ofertar opções com downgrade até o final de janeiro e julho de 2009, respectivamente.
A Dell, que foi a primeira integradora a anunciar que se apoiaria nos direitos de downgrade para continuar a vender PCs com Windows XP, forneceu detalhes muito específicos sobre quais modelos de desktops e laptops venderá após o prazo.
Na sua página de vendas de Home & Home Office, a Dell afirmou que ofereceria o Windows XP Pro como downgrade nos sistemas XPS 630, 720 H2C e M1730.
O downgrade da Dell será gratuito? Não. Nos Estados Unidos, usuários que escolherem a opção pagarão uma taxa extra de 20 dólares para a entrega dos PCs com o sistema. Interessados na linha Vostro pagarão entre 20 dólares e 50 dólares pela "atualização".
Brasileiros interessados na promoção terão que pagar valor máximo de 25 dólares.
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» B2B Magazine 26/06/2008
Nokia apresenta novos aparelhos e serviços
A Nokia anuncia a chegada ao Brasil de novos aparelhos Nokia Nseries. Os modelos Nokia N95 8GB e Nokia N78, que unem tecnologia de ponta, design e convergência, se integram, de forma mais direta, aos serviços de Internet da Nokia, como Nokia Mapas, N-Gage e Share on Ovi.
Os lançamentos reforçam o posicionamento de negócios da companhia de se tornar uma empresa de serviços de Internet. Com essa mudança, a Nokia passa a oferecer mais facilidades ao consumidor em apenas um dispositivo. A nova geração dos aparelhos Nokia Nseries traz um novo menu multimídia, em 3D, que ilustra algumas das mais recentes plataformas que vêm sendo desenvolvidas pela empresa e estão disponíveis pelo OVI. O site, atualmente em versão beta, tem previsão para disponibilizar sua versão local no último trimestre de 2008.
O Nokia Mapas é uma destas plataformas. Com mais de 200 países e 15 milhões de pontos de interesse, oferece recursos com isenção de tarifa, download de mapas e planejamento de rotas e também serviços de valor agregado como guias de cidades (com custo aproximado de R$21,00 por guia e navegação assistida por voz com licenças que vão de sete dias a um ano (sendo que a licença de um ano custa cerca de R$ 190,00).
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» PC World 27/06/2008
Games para celular devem gerar receita de US$ 4,5 bilhões este ano
O mercado mundial de jogos para aparelhos móveis deve faturar 4,5 bilhões de dólares este ano, ante 3,9 bilhões de dólares registrados em 2007. A previsão é do instituto de pesquisas Gartner.
Apesar do interesse dos consumidores por este tipo de entretenimento ser baixo, o potencial de crescimento do mercado é interessante, na medida em que o mercado se volta para segmentos de menor renda, trabalhadores remotos e usuários de smartphones, explica o analista Tuong Huy Nguyen.
Um dos motivos para o crescimento, segundo Nguyen, está no fato dos consumidores poderem comprar um jogo por um pequeno valor e usá-lo quantas vezes quiser. Em mercados emergentes, isso é bastante relevante.
Anualmente, a previsão do Gartner é que esse mercado apresente um crescimento de 10,2%. Até 2011, os gastos mundiais com mobile games chegarão a 6,3 bilhões de dólares. Analistas afirmam que as operadoras de celular devem impulsionar esse tipo de entretenimento oferecendo demos e jogos patrocinados.
A região asiática representa, de longe, o maior mercado, com gastos ultrapassando 2 bilhões de dólares. A Índia deve liderar o mercado ao lado da Ásia. O faturamento no país, que foi de 80 milhões de dólares em 2007, pode chegar a 450 milhões até 2012.
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» Folha OnLine Informática 26/06/2008
Relator da CPI da Pedofilia ameaça pedir fechamento do Google no Brasil
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou nesta quinta-feira (26) que a CPI da Pedofilia pode pedir a abertura de uma ação penal contra o Google, caso fique comprovado que a empresa "acoberta criminosos" e se negue a colaborar com o combate a crimes como a pedofilia. Ele diz que a comissão pode inclusive pedir o fechamento da empresa no Brasil, se a empresa "continuar patrocinando pedófilos" por meio do Orkut.
Hoje, a CPI da Pedofilia, da qual Torres é relator, aprovou requerimento para convocar novamente executivos do Google para depoimento. O presidente da empresa no Brasil, Alexandre Hohagen, deve participar de uma audiência da comissão na próxima quarta-feira (2), juntamente com representantes do MPF (Ministério Público Federal) e da ONG Safernet, que combate crimes virtuais.
O MPF afirma que o Google tem criado obstáculos para a assinatura de um TAC (termo de ajustamento de conduta) com o Ministério Público Federal, no sentido de agilizar a liberação e a manutenção de dados para investigações sobre crimes cibernéticos. O objetivo da audiência da próxima semana é averiguar quais são os entraves a esse entendimento e buscar uma solução.
"Nós vamos sentar e fazer a gata parir, ver o que está acontecendo", afirmou o senador à Folha Online. Segundo ele, é importante que o Google assine o TAC para agilizar o combate à pedofilia no país. "O Google precisa fornecer esses dados. Enquanto isso não for feito, vamos ficar pegando pedófilo por acaso".
Segundo o parlamentar, os senadores podem entrar com uma ação judicial contra o Google caso fique comprovado que a empresa se nega a colaborar para a solução desses crimes ou acionar o Ministério da Justiça para que a empresa "responsável pelo serviço considerado criminoso seja fechada". "O que nós queremos é a colaboração. Ninguém vive sem o Google [o mecanismo de buscas], mas não pode ser um Google pedófilo", diz.
A possibilidade de fechar o Orkut já havia sido levantada pelo presidente da CPI, o senador Magno Malta (PR-ES), no início dos trabalhos. "Se eles não tiverem a disposição de cooperar, nós teremos que chegar a qualquer medida, ainda que seja uma medida extrema como essa [tirar o Orkut do ar no Brasil]", afirmou Malta, antes de uma audiência com representantes do Google.
Depois ele descartou a medida, pois o Google se comprometeu a adotar um conjunto de medidas que coíbam crimes de pedofilia na rede.
No pacote, estão previstas ações como um filtro de imagens para impedir a divulgação de conteúdo criminoso; a preservação do registro de computadores utilizados para o acesso ao Orkut por seis meses e a disposição em firmar acordos internacionais para o combate aos crimes na internet. Mas o Google ainda não assinou o TAC com o Ministério Público.
Condições
De acordo com o MPF, para assinar o acordo o Google exige receber imunidade civil e criminal nesses casos --a empresa não quer ser responsabilizada criminalmente caso deixe de enviar às autoridades os dados de usuários do Orkut que permitam a identificação de criminosos.
"Eles não querem ser responsabilizados na eventualidade de não enviarem os dados, de uma omissão. Então você faz o acordo e depois, se eles não quiserem mandar, eles não mandam. Isso não tem o menor cabimento", afirma Sergio Suiama, procurador da República no Estado de São Paulo.
O Google nega as acusações e afirma que as negociações estão caminhando bem --restariam apenas detalhes jurídicos da redação do acordo. "Nós já fizemos muitas concessões, reafirmamos nosso compromisso de apurar os crimes", diz Félix Ximenes, diretor de comunicação da empresa.
Ximenes afirma que os senadores têm uma "inquietude por não ter o TAC assinado" e que os detalhes do termo de compromisso que ainda não foram acertados são "conceituais e filosóficos". "São coisas importante de discutir. Até que ponto eu posso circular com essas provas [de pedofilia]. Quais são as garantias de que eu não estou cometendo um crime?", questiona o executivo.
Trabalho
A CPI da Pedofilia foi criada no dia 25 de março deste ano no Senado, com o objetivo de investigar crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes. Um dos objetivos é tipificar o crime de pedofilia (classificado como o contato sexual envolvendo adultos e crianças) com a elevação da sua pena para 30 anos de reclusão.
Durante os trabalhos da CPI, os senadores pediram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação de uma divisão na Polícia Federal especializada em crimes cibernéticos. O presidente da comissão quer que a PF monte uma estrutura completa para investigar esse tipo de crime.
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Finep destinará financiamentos a empresas de base tecnológica no RS
A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), vinculada ao MCT (Ministérios da Ciência e Tecnologias) formalizou nesta quinta-feira (26), uma parceria com o Centro de Empreendimentos em Informática do Instituto de Informática da UFRGS (CEI/UFRGS) para operar o programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME).
Através dele, será investido, nos próximos quatro anos, R$ 1,3 bilhão em empresas com até dois anos de fundação em qualquer área de atuação. Num primeiro momento, será assinado o protocolo de intenções, pelo qual o CEI assume o compromisso de atuar como agente financeiro da agência de inovação do MCT. Depois, serão realizados os convênios, nos quais deverá ser apresentado um plano detalhado de trabalho. Passada essa etapa, a Finep repassará os recursos. A previsão é que o programa passe a operar ainda em 2008.
Neste primeiro ano, o CEI tem como meta atender, no Rio Grande do Sul, cerca de cem empresas com projetos inovadores.
A empresa beneficiada pelo Prime terá o seu projeto apoiado por duas modalidades de financiamento operadas pela Finep. O valor total do financiamento será da ordem de R$ 240 mil por empresa. Esses recursos serão liberados em dois anos, sendo que a primeira parcela, de R$ 120 mil, virá do Programa de Subvenção Econômica à Inovação. A empresa submete um projeto de inovação e recebe o financiamento não reembolsável para o desenvolvimento deste projeto. Já a segunda e última parcela utilizará recursos do Programa Juro Zero, que prevê a devolução do empréstimo em 100 vezes sem juros.
Antes de aderir ao programa, os empreendedores passarão por um curso obrigatório de imersão em negócios, com duração de nove dias. Nele, decidirão se, realmente, estão aptos a receber investimentos.
As empresas interessadas em participar do Prime, devem entrar em contato com CEI/UFRGS (cei@inf.ufrgs.br)
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Brasil lidera comércio eletrônico na América Latina e Caribe
O Brasil lidera o ranking de transações realizadas na América Latina, no ano passado, por meio do comércio eletrônico, com uma fatia de US$ 4,89 bilhões, de um total de negócios da ordem de US$ 10,9 bilhões, de acordo com estudo elaborado pela America Economia Intelligence e apresentado pela administradora de cartões de crédito Visa.
Segundo o estudo, o aumento das transações comerciais na internet, da ordem de 40%, em 2007, decorre do crescimento econômico dos países da região, avanços da tecnologia e mudanças de comportamento dos consumidores.
O levantamento, que engloba 17 países, concluiu, ainda, que os cartões de crédito desempenharam um papel importante para a expansão dessa modalidade de comércio; mais de 70% dos consumidores pesquisados preferem pagar suas compras on-line com cartão crédito.
“Benefícios como conveniência e segurança são altamente valorizados pelos consumidores e têm sido fundamentais para o crescimento do comércio eletrônico”, comenta José Maria Ayuso, vice-presidente de produtos da Visa América Latina e Caribe.
O comércio eletrônico cresceu 121% durante os últimos anos. Os países que lideram esse crescimento incluem Venezuela, que cresceu a uma taxa de 224%, seguido pelo Chile com 183%, México com 143%, e o Brasil aparece na quarta colocação, com 116%. No entanto, no que diz respeito a transações, o Brasil é o maior e mais robusto mercado de comércio eletrônico da região, acumulando 45% do total de transações da América latina em 2007. Essa liderança é fruto do aumento da renda per capita do brasileiro, forte infra-estrutura e aumento da bancarização, e também se dá graças a um aumento de alianças entre varejistas, provedores de tecnologia, bancos e órgãos governamentais.
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