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Folha de São Paulo 27/08/2008
Fazenda defende cobrar ponto extra na TV a cabo
Pela 2ª vez no mês, secretaria contraria Anatel
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Folha de São Paulo 27/08/2008
Separação de telefonia e banda larga é
O ministro Hélio Costa (Comunicações) chamou de "retrógrada" a proposta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que obriga as companhias de telefonia fixa a criarem nova empresa para o serviço de banda larga. A separação é um dos pontos previstos na proposta do novo PGO (Plano Geral de Outorgas), em análise na agência
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Folha de São Paulo 27/08/2008
Escolas usam games e blogs para ensinar
Interação Para conseguirem mais atenção, instituições se aproximam da tecnologia; pais assistem a eventos pela rede
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O Estado de São Paulo 27/08/2008
Senado abre caminho para a Oi comprar a BrT
Ao aprovar, ontem, a indicação de Emília Ribeiro para conselheira da Anatel, o Senado pode ter dado importante contribuição para facilitar a aprovação do novo Plano Geral de Outorgas (PGO)
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O Estado de São Paulo 27/08/2008
Tecnologia brasileira nos EUA
Companhias nacionais mudam a estratégia para entrar no mercado americano e passam a comprar empresas
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Info OnLine 27/08/2008
Candidado ao Oscar é exibido no YouTube
O diretor Charles Ferguson afirmou nesta quarta-feira (27/08) que seu documentário “No end in sight” poderá ser assistido integralmente no site de compartilhamento de vídeo
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Convergência Digital 26/08/2008
Conheça os principais pontos da Instrução Normativa que muda a contratação de TI no Governo
A IN-4 possui 43 artigos, sendo que muitos deles estabelecem regras sobre como deverá ser feito o processo de elaboração de projetos para a contratação de determinado serviço de TI e, até mesmo, os riscos inerentes ao projeto, caso ele venha a não dar certo
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Agência Brasil - Radiobrás 27/08/2008
Governo quer democratizar acesso a informações online com o uso de software livre
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, em parceria com outras instituições, organizaram o debate para a assinatura de acordos a fim de criar sistemas de software livre entre os serviços públicos do governo federal
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IDG Now! 26/08/2008
Programa de estágio da Motorola oferece 60 vagas até 31 de outubro
As vagas são voltadas para as áreas de engenharia, exatas e humanas. Empresa exige inglês avançado e conhecimentos de informática
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IDG Now! 26/08/2008
MSN pretende colaborar com o combate à pedofilia, diz executivo à CPI
Brasília - Em depoimento, Osvaldo Barbosa de Oliveira, afirma que MSN tem ferramentas para detectar transmissão de imagens de crianças
» Folha de São Paulo 27/08/2008
Fazenda defende cobrar ponto extra na TV a cabo
O Ministério da Fazenda bateu de frente com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em relação à cobrança do ponto extra na TV paga. A Seae (Secretaria de Acompanhamento Econômico) criticou o fim da cobrança proposto pela agência, se alinhando com as empresas privadas que atuam no setor. A Anatel não quis comentar.
É a segunda vez, neste mês, que a Fazenda discorda da Anatel. A primeira foi na consulta pública sobre a mudança do Plano Geral de Outorgas, para viabilizar a compra da Brasil Telecom pela Oi. Na ocasião, a Seae criticou a proposta de separação funcional entre os serviços de telefonia fixa e de banda larga, defendida pela Anatel, e ficou do lado das teles.
Para o órgão da Fazenda, o fim da cobrança do ponto extra na TV paga não traria nenhum benefício econômico ou concorrencial e seria potencialmente danoso, do ponto de vista social, porque os assinantes de menor renda, que têm apenas um televisor em casa, ""subsidiarão os assinantes de maior renda". O pressuposto é que os custos das empresas com os pontos extras serão diluídos por toda a base de assinantes.
Como da primeira vez, a manifestação da Seae foi assinada pelo coordenador-geral da área de Comunicação e Mídia, Marcelo Ramos. O texto está no site da Anatel, na consulta pública nº 29, sobre os direitos dos assinantes de TV paga.
Segundo a Seae, a cobrança pelo ponto extra é prática corrente em muitos países, e o Brasil é um dos que cobram preço mais alto (cerca de R$ 25 por mês), numa evidência da falta de competição. Ela dá como exemplos o Canadá (onde o serviço corresponde a R$ 7,50 por mês), EUA (R$ 8), Argentina (de R$ 3 a R$ 5), África do Sul (R$ 11,50) e França (R$ 24).
Segundo a Seae, no México, no Canadá e nos EUA, onde as operadoras de TV a cabo e telefonia competem com pacotes "triple play" (telefonia, TV paga e internet), o valor do ponto extra é um terço do que se cobra no Brasil, mas a proibição de cobrança do ponto extra, por si só, não resolveria o problema.
Ao tentar proibir a cobrança do ponto extra de TV paga, a Anatel provocou protestos das companhias telefônicas -que já começam a oferecer televisão por assinatura-, dos programadores internacionais de canais pagos e até das indústrias de equipamentos eletrônicos, como a Motorola, a Cisco e a Nokia Siemens.
A Turner (programadora dos EUA) disse que as operadoras deixarão de oferecer o ponto extra. ""O consumidor terá de contratar duas assinaturas para ter mais de um televisor com TV por assinatura em casa; haverá aumento do preço dos pacotes, em razão do repasse do aumento de custo. O consumidor final será o maior prejudicado", afirma.
A Globosat também previu queda na audiência dos canais pagos e diminuição do investimento publicitário. Curiosa é a concordância circunstancial entre as teles e a ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura). Adversárias ferrenhas em relação à entrada das teles no mercado de TV paga, ABTA, Telefônica e Oi defendem a cobrança extra.
Confusão
A cobrança do ponto extra deveria ter terminado em junho, com a entrada em vigor do Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura, aprovado em dezembro pela Anatel.
O texto deu margem a interpretações divergentes. A Anatel reconheceu que o texto era ambíguo e suspendeu a proibição da cobrança até a edição de novo regulamento. Em 26 de junho, a ABTA obteve liminar para manter a cobrança.
A Anatel colocou em consulta pública outra versão do regulamento, que mantém a proibição. Pela nova versão, as operadoras poderão cobrar só por "instalação" e "reparo da rede interna e dos conversores/decodificadores de sinal ou equipamentos similares". O prazo para encaminhamento de sugestões à Anatel terminou na segunda-feira. Segundo a agência, não há previsão de prazo para a divulgação do texto final.
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» Folha de São Paulo 27/08/2008
Separação de telefonia e banda larga é
O ministro Hélio Costa (Comunicações) chamou de "retrógrada" a proposta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que obriga as companhias de telefonia fixa a criarem nova empresa para o serviço de banda larga. A separação é um dos pontos previstos na proposta do novo PGO (Plano Geral de Outorgas), em análise na agência.
As declarações do ministro convergem com a posição das teles, que se opõem à separação das empresas. Costa ressaltou que o governo não precisará levar a separação adiante mesmo se essa for a decisão da agência. Isso porque a Anatel fará apenas recomendação ao ministério, que elaborará relatório para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva então edite decreto sobre a matéria.
"O ministério não tem obrigatoriamente de fazer aquilo que vem da Anatel, não é mandatório. A política pública quem faz é o ministério e o governo", afirmou Costa. Para o ministro, a proposta iria "amarrar" as empresas ao restringir suas áreas de atuação.
"Precisamos ter empresas modernas, capazes de trabalhar numa nova visão da comunicação no mundo. Criar dificuldades para a empresa trabalhar? Proposta mais retrógrada." Hélio Costa defendeu ainda o fim da cobrança de mensalidade do ponto extra na TV por assinatura. Para ele, a decisão "já está tomada".
"Nossa posição é que a cobrança do ponto extra não é permitida. O que está em discussão é se as empresas de TV por assinatura podem cobrar a instalação do equipamento uma vez e pronto", afirmou.
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» Folha de São Paulo 27/08/2008
Escolas usam games e blogs para ensinar
O método de ensino tradicional, em que o professor explica e o aluno anota, perde espaço diante dos recursos da comunicação digital.
Para conseguirem a atenção das crianças, instituições de ensino se adaptam à realidade do seu público-alvo, acostumado, desde cedo, a ter acesso a ferramentas tecnológicas.
Desde o ano passado, alunos do sexto ao nono ano do Colégio Santa Maria, em SP, têm a opção de participar da oficina de criação de games, que é oferecida como atividade extra.
"A gente desenvolve pequenos jogos para computador. A idéia é usar o interesse que o aluno já tem nesse tipo de atividade para desenvolver alguns conceitos importantes no sentido pedagógico", afirma o professor de informática Muriel Vieira Rubens, 27.
"Os alunos estudam conceitos de física, como velocidade e gravidade, para construir personagens. E, também, têm noções de arte, como sombra e luz, para construir cenários."
Criador
"Totalmente viciado em games", como diz, Felipe Coutinho, 12, aluno do sétimo ano do Santa Maria, aproveitou a oficina para aprender a fazer jogos, e não apenas brincar com eles. "Criei um game de hóquei para a Olimpíada. Tive que fazer programações e aprender muito inglês, porque o programa estava nessa língua."
O garoto tomou gosto pela atividade e já criou vários games de ação e corrida. "Dá para aprender muito, mais do que na sala de aula", diz.
Estimulada pela professora Veronice Leal, 43, do quinto ano do Colégio Santa Maria, Isabella Perez, 10, resolveu criar um blog (www.isabellaperez.blogspot.com).
"Coloco dicas de passeio, jogos, notícias, coisas que aprendo na escola. Acho legal ter blog porque você posta o que gosta, para todo mundo saber", diz.
A professora Veronice usa a ferramenta (www.quintoanotarde.blogspot.com) para estimular o debate sobre assuntos tratados em sala de aula. "Os alunos acompanham melhor o que acontece, enviam dicas, exercitam a escrita. E os pais também sabem mais sobre o que os filhos estão aprendendo", afirma.
Ao vivo
Para atender aos pais que nem sempre podem acompanhar os eventos de que os filhos participam, o Colégio Santo Américo, em SP, faz transmissões pela rede (www.colegiosantoamerico.com.br).
"Com a TV on-line, pais que moram longe ou viajam muito podem acompanhar seus filhos. Na transmissão mais recente, tivemos pais que viram os filhos do México, da Guatemala, do Chile", diz Rudolf Riederer, 61, gerente de tecnologia da informação do colégio.
Para Lucas Rojo Rodrigues, 15, aluno do Santo Américo, a transmissão é positiva porque divulga um trabalho, antes restrito à sala de aula, para todo o mundo.
"Quando você debate e sabe que aquilo está na internet, presta mais atenção", diz o estudante.
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» O Estado de São Paulo 27/08/2008
Senado abre caminho para a Oi comprar a BrT
Ao aprovar, ontem, a indicação de Emília Ribeiro para conselheira da Anatel, o Senado pode ter dado importante contribuição para facilitar a aprovação do novo Plano Geral de Outorgas (PGO). Há oito meses, o conselho vem operando com apenas quatro integrantes. Apesar de esses quatro conselheiros serem favoráveis às mudanças no PGO, eles se mostraram divididos (dois para cada lado) quando trataram da criação de uma empresa à parte para o serviço de banda larga.
A aprovação do quinto conselheiro pode evitar um impasse no conselho. Indicada pelo senador José Sarney (PMDB-AP) e apoiada pelo ministro Hélio Costa, também do PMDB, Emília é alinhada com as preocupações do governo. Quando teve seu nove aprovado no Comissão de Infra-Estrutura do Senado, na semana passada, ela evitou opinar sobre o novo PGO. ''Acho maravilhoso que aconteçam (mudanças no PGO), mas, quanto ao mérito, não posso falar sem olhar o conteúdo das consultas públicas''.
A mudança no PGO é essencial para a conclusão da compra da Brasil Telecom pela Oi. As atuais regras impedem que uma concessionária de telefonia fixa adquira o controle de outra, passando atuar simultaneamente em mais de uma das áreas definidas no atual PGO. Emília é assessora da Presidência do Senado. Com o aval do plenário da Casa, ela agora só precisa da nomeação oficial do Palácio do Planalto para tomar posse.
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» O Estado de São Paulo 27/08/2008
Tecnologia brasileira nos EUA
Empresas brasileiras de tecnologia vão às compras nos Estados Unidos, aproveitando o câmbio favorável e o barateamento dos ativos naquele país, trazido pela desaceleração da economia americana. Esses investimentos marcam uma mudança na estratégia das companhias brasileiras, que, com as aquisições, buscam garantir sua presença nos Estados Unidos, maior mercado de tecnologia da informação do mundo, com uma carteira inicial de clientes e com conhecimento da cultura local de negócios.
Na segunda-feira, Miguel Abuhab, fundador da Datasul, anunciou a compra da Agentrics, que fornece software para redes de varejo, por US$ 50 milhões. Em julho, a Bematech, que fornece sistemas de automação comercial, adquiriu a Logic Controls, numa operação que pode chegar a US$ 22 milhões. Em maio, a ThinkInternational, companhia americana de serviços de tecnologia da informação, foi comprada pela brasileira BRQ, por um valor não revelado.
As empresas adquiridas são pequenas. "As aquisições fazem parte da estratégia de crescimento da Bematech", explicou Marcelo Coppla, diretor de assuntos corporativos da companhia, em entrevista por telefone a partir dos EUA, onde trabalhava na integração da empresa adquirida à subsidiária americana da Bematech. "Compramos sete empresas em dois anos."
Coppla apontou alguns fatores que levaram à aquisição da Logic Controls. "Ela tem uma domínio tecnológico dos produtos que desenvolve, com mais de 20 patentes nos EUA", explicou o diretor da Bematech. "Sua linha de produtos é complementar à nossa." Além disso, a Logic Controls desenvolveu uma cadeia de suprimentos forte na China, durante 25 anos de atuação.
No ano passado, a Logic Controls faturou US$ 10 milhões, mais de 10 vezes o faturamento da subsidiária americana da Bematech. "Estávamos iniciando nos EUA", disse Coppla. A Logic Controls tem 44 funcionários, sendo oito na China. A Bematech International, empresa responsável pela aquisição, localizada em Cincinatti, Ohio, tem nove funcionários.
O dólar fraco ajuda nas aquisições. "O câmbio não foi o grande motivador, mas criou uma janela de oportunidade", explicou Coppla. A crise americana reduziu o crescimento do mercado de tecnologia, mas isso não parece representar uma preocupação para os brasileiros que fazem negócio por lá.
"Conversando com as pessoas que vivem aqui, dá para sentir a crise", explicou o executivo. Ele acrescentou, no entanto, que existe uma tendência de as empresas investirem em tecnologia para cortar custos, o que beneficia empresas como a Bematech.
A BRQ negociou durante um ano antes de fechar a compra da americana ThinkInternational. "O mercado americano de TI movimenta quase US$ 450 bilhões ao ano, e o brasileiro cerca de US$ 22 bilhões", disse Benjamin Quadros, presidente da BRQ, que planeja crescer como exportadora de software e serviços de tecnologia. "Agora, estamos perto do mercado comprador."
Quadros explicou que a aquisição é uma estratégia melhor que a criação de um escritório próprio. "Existe uma barreira que dificulta passar uma imagem de credibilidade e entender a cultura do cliente." A BRQ comprou 80% da companhia americana, que faturou US$ 8 milhões em 2007. No mesmo período, a BRQ faturou US$ 100 milhões.
"Conseguimos musculatura para competir com os indianos no mercado americano", disse Quadros. A empresa tem 50 funcionários nos EUA e 2 mil no Brasil. Em outubro de 2007, a BRQ recebeu um investimento de R$ 56 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como forma de financiar a expansão internacional.
NASDAQ
Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, afirmou que a empresa brasileira avalia aquisições, mas que nenhuma delas está próxima de ser concluída. Na segunda-feira, a empresa inaugura um escritório com 12 funcionários em Seattle. "A situação macroeconômica torna interessante criar um time local", apontou Condé. "Já existe diferença de salários entre um executivo no Brasil e nos EUA." A Spring Wireless já planeja até abrir o capital na bolsa americana Nasdaq.
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» Info OnLine 27/08/2008
Candidado ao Oscar é exibido no YouTube
LOS ANGELES – Pela primeira vez na sua história, o YouTube exibirá um documentário famoso do começo ao fim.
O diretor Charles Ferguson afirmou nesta quarta-feira (27/08) que seu documentário “No end in sight” poderá ser assistido integralmente no site de compartilhamento de vídeo.
Candidato ao Oscar por melhor documentário no ano passado e vencedor de um prêmio especial do júri no Festival de Sundance 2007, “No end” critica as decisões dos EUA durante os primeiros meses da guerra contra o Iraque, e mostra militares contando suas experiências.
Do dia 1 de setembro ao dia 4 de novembro, o filme estará disponível no site.
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» Convergência Digital 26/08/2008
Conheça os principais pontos da Instrução Normativa que muda a contratação de TI no Governo
Criada pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, em parceria com a Secretaria de Fiscalização de TI do Tribunal de Contas da União (Sefti) a Instrução Normativa nº 4, surgiu em abril deste ano causando impacto nos gestores de TI governamentais.
O portal Convergência Digital publicoua a íntegra do documento no seguinte link: http://www.convergenciadigital.com.br/inf/compras_slti.pdf.
A IN-4 possui 43 artigos, sendo que muitos deles estabelecem regras sobre como deverá ser feito o processo de elaboração de projetos para a contratação de determinado serviço de TI e, até mesmo, os riscos inerentes ao projeto, caso ele venha a não dar certo.
Esses dispositivos, começam a vigorar em janeiro de 2009 e deixou em pânico diversos gestores públicos, que alegaram não terem quadros necessários para exercer na plenitude essa instrução. Pelas novas regras, uma compra de deterkminado serviço de TI por um órgão integrante do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática - SISP - deverá ser precedida por um planejamento, "elaborado em harmonia com o Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI, alinhado à estratégia do órgão ou entidade".
Ou seja, eventual compra de tecnologia deve atender às necessidades de um plano a ser debatido internamente entre diversas áreas de um ministério ou órgão vinculado à ele. Este plano deve estar inserido em um contexto como ferramenta indispensável para se chegar a algum objetivo central. Isso acaba com a possibilidade de gestores públicos saírem, aleatoriamente, comprando programas por simples interesse em testá-los ou para tentar corrigir falhas em algum projeto que foi mal-formulado anteriormente.
Restrições
A Instrução Normativa nº 4, não permite que os órgãos contratem numa única parcela todos os serviços de TI e mais de uma Solução de Tecnologia da Informação em um único processo de licitação. Também fica proibida a contratação de gestão de processos de Tecnologia da Informação e de gestão de segurança de sistemas.
Daqui para a frente os órgãos terão que ter gestores responsáveis diretamente por essas áreas, razão pela qual 700 pessoas deverão ser contratadas temporariamente e o governo ainda poderá pagar uma gratificação de desempenho de funções de confiança em áreas estragécias que contenham informações de caráter sigilosos. Isso afasta definitivamente a presença de funcionários terceirizados, pelo menos no controle dessas atividades, desses bancos de dados.
Esse princípio somente não se aplicará, por exemplo, se um orgão contratar o serviço prestado por empresas públicas de Tecnologia da Informação como no caso do Serpro, Dataprev ou a Cobra Tecnologia, além de empresas que tenham sido criadas para este fim específico. Esse processo, no entanto, deverá ser acompanhado de uma justificativa sobre a vantagem financeira que ocorrerá a contratação de uma empresa pública de TI para a administração.
Fim da remuneração
A Instrução Normativa veda o estabelecimento de salários em edital de licitação dos funcionários dos fornecedores; a indicação de pessoas (apadrinhados políticos de funcionários de ministérios) para compor o quadro funcional dos fornecedores e a solicitação de funcionários de quem está prestando o serviço, "a execução de tarefas estranhas ao objetivo da contratação".
Também fica proibido o pagamento de reembolso de despesas com transportes, hospedagens e outros custos operacionais, que devem ser de exclusiva responsabilidade dos fornecedores.
Planejamento
A nova instrução define um conjunto de regras para que o gestor justifique a contratação de determinada solução de TI. Entre elas, destacam-se:
I - avaliação da necessidade por parte do Requisitante do Serviço, com apoio da Área de Tecnologia da Informação, considerando as necessidades corporativas da instituição;
II - explicitação da motivação da contratação da Solução de Tecnologia da Informação por
parte do Requisitante do Serviço;
III - especificação dos requisitos, a partir de levantamento de:
a) demandas dos potenciais gestores e usuários do serviço;
b) soluções disponíveis no mercado; e
c) análise de projetos similares realizados por outras instituições;
IV - identificação das diferentes soluções por parte da Área de Tecnologia da Informação,
com participação do Requisitante do Serviço, que atendam às necessidades, considerando:
a) disponibilidade de solução similar em outro órgão ou entidade da Administração Pública
Federal;
b) soluções existentes no Portal do Software Público Brasileiro (http://www.softwarepublico.gov.br);
c) capacidade e alternativas do mercado, inclusive a existência de software livre ou software público;
d) observância às políticas, premissas e especificações técnicas definidas pelos Padrões de
Interoperabilidade de Governo Eletrônico - e-PING e Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico - e-MAG, conforme as Portarias Normativas SLTI nº 5, de 14 de julho de 2005, e nº 3, de 07 de maio de 2007;
e) aderência às regulamentações da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICPBrasil,
conforme a Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, quando houver necessidade de utilização de certificação digital; e
f) custo financeiro estimado;
V - justificativa da solução escolhida, por parte da Área de Tecnologia da Informação, que
contemple, pelo menos:
a) descrição sucinta, precisa, suficiente e clara da Solução de Tecnologia da Informação
escolhida, indicando os serviços que a compõem;
b) alinhamento em relação às necessidades; e
c) identificação dos benefícios que serão alcançados com a efetivação da contratação em
termos de eficácia, eficiência, efetividade e economicidade;
VI - definição, a cargo da Área de Tecnologia da Informação com o apoio do Requisitante
do Serviço, dos aspectos relativos à sustentação da contratação:
a) segurança da informação;
b) recursos materiais e humanos;
c) transferência de conhecimento;
d) transição contratual; e
e) continuidade dos serviços em eventual interrupção contratual;
VII - avaliação dos riscos da contratação, a cargo do Gestor do Contrato, com o apoio do
Requisitante do Serviço e da Área de Tecnologia da Informação.
VIII - definição, pela Área de Tecnologia da Informação, dos critérios técnicos de julgamento da proposta para a fase de Seleção do Fornecedor, observando o seguinte:
a) utilização de critérios correntes no mercado;
b) o Artefato Análise de Viabilidade da Contratação;
c) vedação da indicação de entidade certificadora, exceto nos casos previamente dispostos
em normas do governo federal;
d) o fator desempenho não pode ser pontuado com base em atestados relativos à duração de trabalhos realizados pelo licitante;
e) quando necessário para a comprovação da aptidão, pode-se exigir mais de um atestado relativo ao mesmo quesito de capacidade técnica, desde que não frustre o caráter competitivo do certame;
f) vedação da pontuação progressiva de mais de um atestado comprobatório de experiência
de idêntico teor; e
g) os critérios de pontuação devem ser justificados em termos do benefício que trazem para
o contratante.
Postos de trabalho e pontuação técnica
A Instrução Normativa da SLTI também veda a contratação por postos de trabalho alocados, "salvo, excepcionalmente, mediante justificativa devidamente fundamentada". O gestor neste caso, terá de comprovar os resultados compatíveis com o posto previamente definido.
Nas licitações do tipo técnica e preço, a SLTI proibiu:
I - incluir critérios de pontuação técnica que não estejam diretamente relacionados com os
requisitos da Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada ou que frustrem o caráter competitivo do certame;
II - incluir critérios de valoração que tornem as propostas de preços menos relevantes que
as propostas técnicas;
III - atribuir, aos requisitos obrigatórios do objeto, pontuação inferior a 70% (setenta por
cento) da pontuação total do índice técnico.
A Instrução define critérios de aceitação para serviços de banco de dados, datacenter, software etc. O gestor público de TI a partir de agora torna-se responsável final pela execução dos serviços das empresas. A não execução incidirá, de forma solidária, multas e demais penalidades previstas na Lei 8.666, tanto para a empresa terceirizada, quanto para o gestor do contrato.
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» Agência Brasil - Radiobrás 27/08/2008
Governo quer democratizar acesso a informações online com o uso de software livre
Brasília - Democratizar o acesso dos cidadãos às informações públicas pela internet é um dos propósitos do Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico (Consegi 2008), que começa hoje (27) em Brasília.
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, em parceria com outras instituições, organizaram o debate para a assinatura de acordos a fim de criar sistemas de software livre entre os serviços públicos do governo federal.
O encontro ocorre até sexta-feira (29), no Centro de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).
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» IDG Now! 26/08/2008
Programa de estágio da Motorola oferece 60 vagas até 31 de outubro
São Paulo - As vagas são voltadas para as áreas de engenharia, exatas e humanas. Empresa exige inglês avançado e conhecimentos de informática.
A Motorola oferece 60 vagas de estágio até 31 de outubro para jovens das áreas de engenharia, exatas e humanas.
O programa de estágio, que atende pelo nome de Motopráxis, selecionará estudantes de ensino médio, colégios técnicos e aprendizes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e estudantes do ensino superior. Além disso, oferecerá um programa voltado aos funcionários que serão mentores dos estudantes, com o objetivo de acompanhar a evolução dos estagiários.
Para preencher a vaga, os estudantes de ensino superior devem ter previsão de formatura entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010 e ter disponibilidade para 80, 120 ou 160 horas mensais, determinada de acordo com a área. A empresa exige inglês avançado ou fluente e bons conhecimentos de informática.
Os interessados devem se inscrever pelo site da Motorola ou pelo site da empresa de recrutamento e seleção Manpower.
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» IDG Now! 26/08/2008
MSN pretende colaborar com o combate à pedofilia, diz executivo à CPI
O diretor-geral do MSN, Osvaldo Barbosa de Oliveira, manifestou hoje (26/08) o interesse do grupo em aprofundar a colaboração com as autoridades em torno do combate à pedofilia na internet.
Ao ouvir a exposição dele sobre o sistema de segurança virtual da empresa, o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, do Senado, senador Magno Malta (PR-ES), afirmou que a comissão está aguardando a quebra do sigilo de 18.500 usuários da internet no Brasil, identificados por comunicações ilegais.
A CPI também pretende pedir à Justiça a quebra do sigilo telefônico dessas pessoas, que devem ser indiciadas por crimes de pedofilia quando forem identificadas. Segundo Malta, entre seis mil e sete mil pessoas deverão responder criminalmente por usar a rede para praticar esses delitos.
O representante da Microsoft disse que o MSN comporta ferramentas capazes de detectar a transmissão de imagens de crianças veiculadas por pedófilos. Adiantou, entretanto, que quanto às comunicações habituais de usuários não há quebra do sigilo, com o monitoramento que é feito.
Os usuários do Messenger, do Hotmail e do Windows Live Space, segundo ele, assinam termo de conduta para a utilização desses produtos, oferecidos gratuitamente. Quando são detectadas comunicações ilegais, elas são suspensas e copiadas para que fiquem à disposição da Justiça, por meio de pedidos que venham a ser feitos à Microsoft.
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