Segunda-feira, 30 de junho de 2008
» Jornal do Brasil    30/06/2008
Sem Orkut, sem paquera

Quem não sabe usar computador não pega ninguém. Quer exclusão digital maior do que essa? É a pura verdade: hoje a paquera corre solta via IP, ou seja, ponto a ponto, pela internet



» Jornal do Brasil    30/06/2008
Esperança no combate ao spam

Órgão recomenda uso de diferentes servidores para e-mails originais e encaminhados



» Jornal do Brasil    30/06/2008
Internautas no mundo serão 1,8 bi em 2012

Em dados absolutos, a China deve ultrapassar os Estados Unidos no número de usuários freqüentes de internet --a Índia deve ficar com o terceiro lugar



» Valor Econômico    30/06/2008
Na Rússia, busca on-line é com o Yandex

Quer saber a distância entre Moscou e São Petersburgo, o melhor lugar na cidade para uma "borscht", ou como está o tempo em Novosibirsk? Na maior parte do mundo você consegue as respostas no Google. Mas um russo pode preferir o Yandex.



» Gazeta Mercantil    30/06/2008
Mapas digitais ajudam a atuação social

Por meio da página na internet (http://earth.google.com.br/outreach), o Google estimula as pessoas e organizações, dando treinamentos, para que usem o Google Earth para atividades que possam trazer benefícios sociais e ambientais - desde a criação de mapas dinâmicos sobre a movimentação de epidemias de gripe até a evolução do aquecimento global



» IDG Now!    30/06/2008
Saiba o que acontece com o fim do celular analógico no Brasil

Anatel desativa nesta segunda-feira (30/06) faixas usadas por sistemas analógicos. Como ficam os 11,8 mil usuários da rede AMPS?



» PC World    30/06/2008
Nove opções em software livre para a empresa economizar com TI

Programas como Linux, BrOffice e MySQL fazem parte do arsenal utilizado para enxugar os custos. Confira esta seleção



» Portal Estadão    30/06/2008
Justiça francesa pode obrigar eBay a indenizar Louis Vuitton

Site é acusado de permitir venda de produtos falsos e de não ter autorização para comercializar marca



» It Web    27/06/2008
O que o mercado brasileiro de TI pensa de Bill Gates

Confira depoimentos de profissionais que acompanharam a evolução da Microsoft e seu líder



» Convergência Digital    27/06/2008
Grupo S.O.S Computadores estima criar 700 vagas até o fim de 2008

A cada nova unidade são abertas aproximadamente 15 novas vagas de emprego, ou seja, considerando 20 unidades da S.O.S Educação Profissional seriam mais 300 vagas e da Real Time, com 40 escolas, seriam entre 400 e 600, já que uma escola da Real Time contrata, geralmente, de 10 a 15 funcionários




» Jornal do Brasil    30/06/2008
Sem Orkut, sem paquera

Quem não sabe usar computador não pega ninguém. Quer exclusão digital maior do que essa? É a pura verdade: hoje a paquera corre solta via IP, ou seja, ponto a ponto, pela internet.

Nas empresas, os departamentos de tecnologia já desistiram de tentar controlar o uso do e-mail corporativo para fins, digamos assim, nem tão profissionais, desde intermináveis debates reply for all sobre a data e o horário do próximo chope quanto à tentativa de passar um papo naquela gatinha do jurídico, assim, na cara-de-pau mesmo.

E o messenger no trabalho? Caso sério. Os funcionários fazem cara feia quando resolvem proibir, mas sabem bem que messenger e googletalk no trabalho são sinônimos de papo e paquera. Afinal de contas, às vezes o e-mail não dá conta do recado e precisamos de uma interação "mais rápida e dinâmica", na maioria das vezes com o intuito de propor ao interlocutor uma interação mais rápida e dinâmica.

E o Orkut? Caso seríssimo. O próprio Google admite que o que aconteceu com o Orkut no Brasil – ou seria "o que aconteceu com o Brasil depois do Orkut?" – superou todas as expectativas e previsões. O Orkut brasileiro hoje é um colosso. Tá todo mundo lá e encontra-se de tudo. O que seria dos adolescentes brasileiros hoje em dia se não fossem os scraps orkutianos? Não iam pegar ninguém. Seriam adolescentes condenados a dar voltas na praça, como antigamente. E os marmanjos, que adoram falar que Orkut é pra criançada, estão todos lá também, trocando scraps ainda mais safados.

É um tal de foto de gente pelada, gente fazendo todo tipo possível de biquinho sedutor nas fotos, depoimento de menina que conta que deu uns pegas na prima, scraps lascivos aos milhares e cantadas aos milhões. Tipo um carnaval fora de época, durante os 365 dias do ano! E funciona? Claro! Já ouvi histórias que confirmam, gente que tem uma vida sexual bastante ativa, só prospectando via Orkut.

Mas hoje em dia a rede de relacionamento do Google é apenas uma das opções: há canais de chat, os canais de SMS na TV a cabo, e uma infinidade de outros sites sociais e/ou serviços de paquera virtual. O grande problema é que, na maior parte dos casos, fica só no virtual mesmo, seja por inviabilidade geográfica ou por falta de saber o que fazer na hora em que a coisa precisa migrar para a vida real, de carne e osso.

Há métodos menos ortodoxos que também têm mostrado resultados. Um amigo meu cede o seu sofá para jovens donzelas durante alguns dias. E elas vêm. Como assim? Simples: ele se cadastrou no Couch Surfing e só hospeda mulheres. E tem que mandar foto antes! E elas mandam. E, se acabam vindo, é porque ao menos cogitam a possibilidade de que - se a boa impressão for mútua - role alguma coisa. Às vezes rola. Muitas vezes até.

Talvez ele seja leitor do sensacional "Vai que cola", um blog que o exemplo perfeito do virtual facilitando o real, ou seja, uma coleção on-line de cantadas falíveis (sim, é isso mesmo que você leu) porém impagáveis, que quando não falham... funcionam. São pérolas como "Você é tudo aquilo que eu procurava e nem o Google achava" ou "Então, vamos marcar de tomar um chope, um suco, um banho". Imperdível.


Voltar


» Jornal do Brasil    30/06/2008
Esperança no combate ao spam

O conselho do Grupo de Trabalho Antiabuso de Mensagens (MAAWG, no original em inglês) fez novas recomendações, no fim da semana passada, para que os servidores consigam controlar a quantidade de lixo eletrônico que chegam em nossas caixas de entrada todos os dias. O principal pedido é que os provedores usem diferentes servidores para e-mails recebidos e encaminhados. Também recomenda bloquear a porta – conhecida como porta 25 – pelo qual o spam viaja.

Para Richard Cox, do grupo anti-spam do Reino Unido, Spamhaus, as orientações podem ser implementadas ainda este ano.

– Estas recomendações são muito importantes e, vindas de um órgão tão respeitado, não há desculpa para não segui-las – sustenta.

Estima-se que mais de 90% dos e-mails são spam. Pesquisa do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) mostrou que, no ano passado, a proporção dos internautas que relataram algum tipo de problema de segurança na rede foi de 29%, um aumento de três pontos percentuais anuais em relação aos dois estudos anteriores.

A pesquisa indica que esta proporção aumenta segundo o grau de instrução e renda do usuário, mas, mesmo que as orientações sejam adotadas pela maioria dos servidores, peritos consideram que é pouco provável que as pessoas notem uma redução drástica do spam a curto prazo.

– Alguns servidores estarão sempre escancarados, mesmo que consigamos fechar a porta 25 – explicou Matt Sergeant, um tecnólogo anti-spam da empresa de segurança MessageLabs. – Mas isto não significa que não vale a pena ser feito. Se não levarmos a idéia adiante, o volume do spam aumentará.

A primeira recomendação do MAAWG pede a separação entre e-mails originais e aqueles que são encaminhados.

– Quando a correspondência é encaminhada, é comum que spams e vírus também sejam transmitidos – conta Sergeant.

A maior parte dos problemas de segurança registrados no ano passado refere-se a ataques de vírus: cerca de 94% de todos os problemas citados, segundo internautas. O uso do antivírus como medida de segurança foi mencionada por 75% dos entrevistados com computador em casa.

É um número pequeno, se considerado que esta é uma medida de segurança básica. Mas é superior ao registrado em 2006, quando a prática era adotada por 70% dos internautas

A distinção entre e-mails originais e encaminhados evitará que o remetente do e-mail seja associado ao spam.

– Ela dará, aos destinatários, a capacidade de reconhecer o spam e rejeitá-lo – acrescentou Cox.

Botnets

A segunda recomendação analisa a questão dos chamados botnets – redes de computadores que foram dominadas por hackers, para enviar spams e software maliciosos. A MessageLabs calcula que mais de 90% dos spams são enviados via botnets. No estudo do NIC.br, 69% dos internautas que receberam spam apontam o gasto desnecessário do tempo com sendo principal problema.

O transtorno causado pelo conteúdo impróprio ou ofensivo vem a seguir, com 33%; 21% dos entrevistados afirmam ter enfrentado problemas com perdas de e-mail ou arquivos importantes; e 10% reclamaram do custo com problemas menores, como programas de proteção anti-spam e tempo de conexão.

O curioso é que 20% dos usuários que recebem spam, gostam.

A idéia de bloquear a porta 25 não é nova, mas ganhará novo impulso agora que foi oficialmente delineada pela MAAWG, aponta Cox. Um certo número de servidores nos EUA – de onde, historicamente, originam-se a maior parte dos spams – já implementa o bloqueio.

Mas Sargeant diz acreditar que os spammers são obrigados a permanecer à frente das tentativas de limitar a sua influência.

– Eles terão menos servidores para usar, mas simplesmente desenvolverão programas mais rápidos – completa.


Voltar


» Jornal do Brasil    30/06/2008
Internautas no mundo serão 1,8 bi em 2012

O número de usuários de internet vai chegar a 1,8 bilhões de pessoas em 2012, o equivalente a um quarto da população mundial. Segundo previsão da consultoria JupiterResearch, o crescimento será principalmente em economias emergentes, com Brasil, Rússia, Índia e China alcançando os maiores índices de crescimento. 

A JupiterResearch aponta que o número de internautas vai crescer 44% até 2012, em relação aos dados de 2007, alavancado principalmente por países em desenvolvimento. 

Em dados absolutos, a China deve ultrapassar os Estados Unidos no número de usuários freqüentes de internet --a Índia deve ficar com o terceiro lugar. Apesar disso, a consultoria avalia que, em 2012, esses países ainda estarão muito atrás de potências como os Estados Unidos no que se refere ao índice da população com acesso à rede.


Voltar


» Valor Econômico    30/06/2008
Na Rússia, busca on-line é com o Yandex

Quer saber a distância entre Moscou e São Petersburgo, o melhor lugar na cidade para uma "borscht", ou como está o tempo em Novosibirsk? Na maior parte do mundo você consegue as respostas no Google. Mas um russo pode preferir o Yandex.

Poucas pessoas fora da Rússia já ouviram falar do mecanismo de busca Yandex, mas isso poderá mudar em breve. O Yandex tem 44% do mercado russo - 10 pontos à frente do Google - e é o segundo maior mecanismo de busca na Europa, segundo a companhia de pesquisas comScore. A previsão é de que o Yandex vai listar suas ações na Nasdaq no quarto trimestre, em uma operação que poderá lhe render até US$ 2 bilhões.

Se confirmada, essa será a maior operação de abertura de capital de uma companhia russa no setor de tecnologia, dando à empresa um valor de mercado de cerca de US$ 5 bilhões. Embora o Yandex não comente os detalhes da listagem, analistas e investidores acreditam que ela será um sucesso. "Essa oferta pública inicial deverá ser muito popular", especialmente entre os investidores que anseiam entrar no mercado da internet na Rússia, afirma Konstantin Belov, analista do banco Uralsib, de Moscou.

Este é um mercado que promete um crescimento vigoroso. Apenas um quarto dos russos usam a internet, mas as conexões de alta velocidade começam a alcançar as cidades menores. A cobertura de banda larga, atualmente de 10% do território, deverá triplicar até 2010. O Google acredita que o mercado de anúncios relacionados a buscas na Rússia vai crescer de US$ 200 milhões no ano passado para US$ 1 bilhão até 2010.

O Yandex provavelmente será o principal beneficiado dessa expansão. O co-fundador e executivo-chefe Arkady Volozh, formado em matemática pelo Instituto Gubkin de Petróleo & Gás de Moscou, começou o negócio importando computadores na década de 1980. Nos anos 1990, ele ampliou a atuação para a área de software e começou a trabalhar com lingüistas em um programa de processamento do complexo idioma russo. Volozh achava que o software tinha potencial como mecanismo de busca e tentou vendê-lo para portais da internet.

Como eles não se interessaram, Volozh e seus sócios estabeleceram, em 2000, sua própria companhia. Graças à alta qualidade de sua busca, o Yandex rapidamente destronou o Rambler, o mecanismo de busca russo líder na época. Desde então, as receitas do Yandex - obtidas principalmente com a venda de anúncios - dobraram a cada ano, atingindo US$ 167 milhões em 2007. "O Yandex concentrou-se na busca e desenvolveu um mecanismo muito bom", diz Vladimir Dolgov, presidente do Google Rússia.

Mas o Google também tem um mecanismo muito bom e está dando uma grande arrancada na Rússia. A gigante americana abriu seu primeiro escritório no país em 2006 e desde então aumentou sua participação de mercado de 5% para mais de 33%, afirma a comScore. Sua popularidade foi impulsionada pela melhoria dos algoritmos de busca adaptados ao idioma e pelas novas versões de serviços internacionais como o YouTube e o Google Maps voltados para a Rússia.

Não será fácil para o Yandex competir nessas frentes. Mas a empresa está reagindo com ofertas próprias inovadoras. O Yandex Money, um serviço de pagamentos pela internet, permite aos clientes realizarem compras on-line com cartões de raspar comprados em quiosques.

Em julho, o Yandex vai comprar a Smilink, uma companhia que monitora o trânsito nas cidades russas, em um esforço para melhorar seus serviços de informações para viagens. E em 2007 o Yandex adquiriu a MoiKrug.ru, um site de relacionamento para empresários. A estratégia representa uma grande mudança para o Yandex, que cresceu enfatizando seus negócios de busca na internet. Mas analistas afirmam que a diversificação, diante das pressões competitivas de empresas como o Google, é a decisão certa para a companhia.

Mesmo se perder participação de mercado para o Google, o Yandex possui vantagens significativas como concorrente local. A China e a Coréia do Sul possuem grandes companhias domésticas de busca que conseguem competir com os gigantes globais usando a maior compreensão que elas têm de seus próprios mercados.

"Estou otimista com o Yandex", diz Anton Vorykhalov, analista da consultoria IKS, de Moscou. "O Google pode ter uma participação de mercado satisfatória, mas haverá sempre uma posição de liderança para os grandes concorrentes nacionais."


Voltar


» Gazeta Mercantil    30/06/2008
Mapas digitais ajudam a atuação social

A nova-iorquina Rebecca Moore nunca visitou a Estátua da Liberdade, mas sobrevoou reservas indígenas na Amazônia onde poucos brasileiros estiveram. Criadora do Google Earth Outreach, braço social do Google Earth, ela esteve no Brasil para fazer um projeto com os índios suruís e lançar a versão em português do site do grupo (ver texto ao lado). 

Por meio da página na internet (http://earth.google.com.br/outreach), o Google estimula as pessoas e organizações, dando treinamentos, para que usem o Google Earth para atividades que possam trazer benefícios sociais e ambientais - desde a criação de mapas dinâmicos sobre a movimentação de epidemias de gripe até a evolução do aquecimento global. 

O Google percebeu o potencial de seu programa, que está disponível em versão gratuita e paga na internet, quando, três meses após seu lançamento, ocorreu o furacão Katrina, que alagou Nova Orleans (EUA). O governo americano pediu para a empresa ajudar nas buscas. As pessoas telefonavam para os serviços de emergência, isoladas no teto das construções, mas, como as ruas e pontos de referência estavam embaixo d´água, as equipes de resgate não conseguiam localizá-las. Pelo Google Earth foi possível identificar a latitude e longitude em que elas se encontravam e indicar locais próximos onde helicópteros poderiam pousar. "Quatro mil pessoas foram resgatadas", conta com orgulho. 

Depois disso o Outreach foi criado. Na crise de Darfur, no Sudão, imagens do programa mostraram todas as aldeias que foram arrasadas, indicando quantas casas restaram das que existiam no local. O caso teve repercussão internacional, e o próprio presidente americano, George W. Bush, citou o trabalho como uma prova definitiva de que acontecia um genocídio na região.
Ainda na África, no Congo, a fundação criada pela ativista Jane Goodall conseguiu identificar as áreas onde havia armadilhas de caçadores que capturavam chimpanzés e elefantes. "Os povos locais sabiam onde estavam as armadilhas, mas não sabiam ler os mapas. Ao mostrar imagens de satélite, conseguiram identificar montanhas e vales", explica Rebecca. 

A própria executiva fez um trabalho fora do horário de trabalho que virou referência para o Google. Ela recebeu uma carta em sua casa sobre um projeto de desmatamento nas cercanias, na Califórnia, que só mostrava a região afetada de forma cartográfica. O plano estava aprovado e entraria em operação. Rebecca relacionou o mapa com imagens do Google Earth, fez um vôo por cima das montanhas e descobriu que não haveria possibilidades de criação de estradas e o trabalho todo seria feito por helicópteros, que sobrevoariam áreas próximas a berçários e escolas infantis. "As autoridades reconheciam que isso não era certo, mas diziam que o plano era regular e não poderia ser interrompido", conta. Mas, quando ela começou a mostrar as imagens do local, dos efeitos ambientais e para a comunidade, conseguiu reverter o processo.


Voltar


» IDG Now!    30/06/2008
Saiba o que acontece com o fim do celular analógico no Brasil

Desde o dia 3 de abril de 1973, quando a primeira chamada de celular do mundo foi realizada, muita coisa mudou. Dez anos depois e com quase 800 gramas, o dispositivo chegou ao mercado.

Apelidados carinhosamente de ‘tijolões’, os primeiros aparelhos usavam, de um modo geral, o padrão analógico AMPS (Sistema de Telefonia Móvel Avançado).

Por determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), contudo, estes tijolos não têm mais vez a partir desta segunda-feira (30/06). A cartada final tem origem no Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências nas Faixas de 800 MHz, 900 MHz, 1.800 MHz, 1.900 MHz e 2.100 MHz, aprovado pela Resolução 454.

O documento prevê o fim, em 30 de junho de 2008, das faixas de 824 MHz a 849 MHz e de 869 MHz a 894 MHz, usadas para telefonia celular e fixa. A agência quer prorrogar, por mais 1 ano, o uso dos sistemas para a telefonia fixa. Mas as redes analógicas para celulares chegaram ao fim.

No Brasil, há 11.837 mil usuários que acessam a rede AMPS, segundo a Anatel. Se você acha pouco, saiba que este número é pouco maior que a população do país Tuvalu, constituído por 9 pequenas ilhas, localizado a Oeste da Oceania.

Lições de geografia à parte, como ficarão os usuários da telefonia celular analógica no Brasil? 

Primeiramente, é preciso que, se o usuário ainda não visitou sua operadora, entre em contato para a migração. “E o consumidor não pode ser cobrado por uma mudança de tecnologia, segundo as novas regras da Anatel”, explica a técnica do Procon-SP, Fátima Lemos.

A especialista em direitos do consumidor alerta que “se a operadora precisa fazer alguma modificação, o usuário não tem que arcar com o custo disso. A própria conta já inclui estes valores operacionais”, diz Fátima.

Ou seja, não é preciso se preocupar com a compra de um novo dispositivo móvel. “Eu adquiro um aparelho, que funciona em determinada tecnologia e frequência. Se eu preciso trocar o meu produto devido a uma mudança operacional, não posso ser onerado”, continua a técnica.

Nessa transição, o número continua o mesmo. O que ocorre é só a troca da linha digital pela analógica. Será necessário, claro, um celular compatível, que as operadoras têm a obrigação de oferecer gratuitamente, segundo a Anatel.

Embora pareça inadmissível que algumas pessoas ainda usem o sistema analógico em plena era 3G, o presidente da Teleco, Eduardo Tude, considera dois casos de usuários que ainda não fizeram a migração.

“Uma possibilidade envolve quem morava em áreas rurais, onde a tecnologia digital ainda não chegava e, apesar dos problemas do sistema analógico, não tinham outra opção”, afirma Tude. “Outro caso é o de pessoas que têm o celular integrado ao carro, por exemplo. Um amigo meu gastaria cerca de 3 mil reais com a nova integração, e por isso deixou como estava.”

Fora a qualidade ‘a desejar’ das ligações, o antigo sistema tinha outros problemas. “Uma das desvantagens é que o analógico consumia muito mais bateria. Além disso, a tecnologia é muito vulnerável, qualquer um podia ouvir suas conversas. As clonagens, inclusive, eram muito comuns”, conta Tude.

Caso o usuário do serviço analógico não tenha sido avisado pela operadora sobre a migração com antecedência suficiente para que ela ocorra sem traumas, Fátima garante que o consumidor tem direito a reclamar e até apelar à justiça.

"Se o usuário não foi informado, é possível pedir abatimento no valor do serviço, proporcional ao tempo em que ele não funcionou. Se o equívoco da operadora for evidenciado, ou seja, caso não ocorra aviso prévio ou troca de sistema sem ônus, é possível iniciar um processo por perdas e danos", explica.

Colaboração com a rede
Com o novo celular, conectado ao sistema digital, os usuários indiretamente colaboram com suas operadoras. Quando as redes analógicas forem desligadas, as empresas de telecomunicações ganharão mais espaço no espectro de frequência utilizado pelos celulares.

Isto ocorre porque com a tecnologia digital é possível inserir vários usuários em determinado canal. “O espectro da rede analógica é o mesmo usado atualmente pelas operadoras. Só que, com uma tecnologia de modulação digital, você pode transmitir muito mais informação em uma determinada banda”, explica Tude.

Segundo o presidente da Teleco, hoje é possível passar cerca de 10 canais no espaço que a tecnologia analógica limitava a apenas um. "Para a operadora, dar suporte à migração para essa quantidade de usuários sai muito barato, já que, para ela, esta banda vale muito mais."

E o roaming de CDMA?
Os usuários da operadora Vivo que ainda utilizam a tecnologia CDMA (Code Division Multiple Access) podem encontrar problemas com a desativação das redes analógicas para celular.

Em Minas Gerais e na região Nordeste do Brasil, a Vivo apela aos finados sistemas para possibilitar os roamings de seus clientes CDMA.

Atualmente, os acessos em redes CDMA representam 13,3% dos celulares ativos no Brasil - ou 17,4 milhões, segundo a Anatel.

Segundo a assessoria da operadora, quando o desligamento foi anunciado, a Vivo pesquisou por usuários que se deslocavam com frequência para estas regiões e sugeriu a migração para a tecnologia GSM (Global System for Mobile Communications).

“Esta questão acelera o fim do CDMA, mas demora. Não são todos que fazem roaming nestes locais, mas vemos que a queda no número de usuários irá cair”, opina Tude.



Voltar


» PC World    30/06/2008
Nove opções em software livre para a empresa economizar com TI

Os custos com software são um componente importante na hora de pensar a infra-estrutura tecnológica de uma empresa, mesmo em negócios de pequeno porte. Mas é possível ter bons programas sem recorrer à pirataria. Basta investir no software livre.

Esse conceito surgiu como um movimento organizado no início de 1983, quando Richard Stallman começou o Projeto GNU e, depois fundou a FSF – Free Software Foundation. Ele se baseia na definição de que o programa pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição.

O modelo mais comum de um programa ser distribuído livremente é acompanhado por uma licença de software livre, como a GPL, sigla para General Public License (em português algo como Licença Pública Geral) ou como a BSD – sigla para Berkeley Software Distribution – e com a disponibilização do seu código-fonte.

O Linux é uma das maiores expressões do software livre. Ele foi criado em 1991 por Linus Torvalds, na época um estudante finlandês, que disponibilizou o software de graça e convidou quem quisesse participar para complementar o núcleo, desde que mantivessem suas contribuições gratuitas. Com isso, milhares de programadores começaram a trabalhar para melhorar o Linux, e o sistema operacional cresceu rapidamente.

Além de ser gratuito, o Linux é um programa rápido e muito estável. Atributos que conquistaram rapidamente um grande público de desenvolvedores de sistemas. 

Como é um software livre, o Linux adota uma licença GPL. Aliado a outros programas na mesma linha, como o KDE, GNOME, Apache, Firefox o OpenOffice.org, ele compõe um ambiente moderno, seguro e estável para desktops e servidores.


Selecionamos dez programas sem custo que podem ser utilizados em seu escritório ou na infra-estrutura tecnológica de sua pequena empresa.

Distribuições
Inicialmente Linus Torvalds disponibilizava somente o kernel (núcleo) do Linux e os desenvolvedores precisavam encontrar ou criar outros programas e compilá-los para poder montar o sistema operacional.


Com isso, alguns grupos começaram a organizar de forma mais profissional estes recursos e surgiu a primeira distribuição Linux, o MCC – Manchester Computer Centre, desenvolvido pela Universidade de Manchester, para facilitar a instalação do Linux.

A procura por empresas especializadas em compilar, testar e empacotar o Linux e diversos aplicativos aumentou gradualmente com a sua fama. Diversos grupos, motivados pelas mais variadas razões, desenvolvem milhares de softwares para Linux promovendo o uso do software de livre distribuição.

O fato de o Linux e suas aplicações serem desenvolvidos em diversos locais fez com que algumas empresas se especializassem em compilar, testar, desenvolver softwares e suportar o Linux, assim como seus aplicativos, além de implementarem melhorias voltadas para o seu mercado de atuação.

Dessa forma surgiram diversas distribuições ao redor do mundo, como Debian, Mandrake Linux, Turbolinux, SuSe e o Red Hat Linux. Elas podem ser baixadas da internet gratuitamente diretamente dos sites dos desenvolvedores ou de sites de downloads. 

Entre as mais recentes, a que mais tem conquistado os novos usuários é a Ubuntu. O Ubuntu tem se destacado pela sua facilidade de instalação e pela grande compatibilidade com os mais variados periféricos, incluindo aí os drivers para a sua instalação.


A versão mais recente do Ubuntu – 8.04, chamada de Hardy Heron – permite que ele seja instalado em um equipamento que já possua o Windows, facilitando a instalação e, caso o usuário deseje, a remoção do programa.

Existem muitos sites que oferecem programas para você utilizar em ambiente Linux. Os que são direcionados para o uso doméstico são gratuitos em sua esmagadora maioria. Para a utilização comercial nem todos são desta maneira, pois exige um desenvolvimento específico.

Além do Linux
Gimp 2.4 - Este editor de imagens para Linux ou Windows tem recursos semelhantes ao Adobe Photoshop. Com ele você pode retocar e redimensionar fotos, ajustar cor, brilho, contraste, além de aplicar efeitos e fazer ilustrações. Sua grande vantagem, além das funcionalidades, é que utiliza pouca memória RAM em relação a outros softwares. Mas para quem está acostumado com o Photoshop, vai demorar um pouco para se encontrar com os menus.

Apache 2.2.8 - Este é o servidor de web gratuito mais utilizado no mundo. Tem diferentes versões para Unix e Windows. O utilitário Apacheconf permite a configuração básica do servidor. Ele suporta Ipv6, WebDAv, sistemas de segurança SSL e ferramentas sofisticadas de publicação web.

PHP 5.2.6 - Programa para desenvolvedores de web que faz a intermediação entre o browser e o banco de dados, apresentando na tela as informações em formato HTML. Sua operação é toda feita por linha de comando e apresenta excelente fl exibilidade e performance. 

KbarCode 2.6 - Este é um programa para a geração de códigos de barras e impressão de etiquetas. Com ele, você também pode criar desde cartões de visitas até etiquetas com vários códigos de barras. Sua interface é totalmente interativa. Um assistente o auxilia na preparação e impressão dos projetos. Vem com centenas de modelos e ferramenta de gerenciamento de dados. Tem capacidade para imprimir e gerenciar até 10.000 etiquetas de uma única vez.

BrOffice.org 2.4.1 - Melhor alternativa para quem quer uma suíte de código aberto para escritório. Totalmente gratuito, ele tem em seu pacote editor de texto, gerenciador de apresentações, planilha eletrônica, banco de dados, programa de ilustrações e editor de fórmulas. Além de oferecer muitos recursos para criação de documentos e bancos de dados, entre outros, o BrOffice oferece uma integração muito grande entre os programas do pacote. A ferramenta de desenho, por exemplo, é a mesma no Writer – editor de texto – e no Impress, o gerenciador de apresentações. Todos os softwares do pacote compartilham o mesmo corretor ortográfico, dicionário de sinônimos e hifenização. Caso seja feita uma modificação em um dos programas, ela passa a valer para todos os demais. Possui boa compatibilidade com o Microsoft Office.

OpenClinic 0.7 - Programa desenvolvido em PHP que permite o registro médico dos pacientes atendidos. Com ele, os doutores podem colocar na ficha os históricos clínicos de seus pacientes e até os hábitos de cada um, o que permite montar um histórico abrangente. Necessita do Apache para rodar.


KmyMoney 0.9 - Sistema gerenciador de finanças semelhante ao Microsoft Money. Ele pode ser utilizado para controlar os gastos pessoais ou de pequenas empresas. Como todo programa de controle de gastos, a primeira configuração é bem cansativa, mas depois de acertadas as contas e a maneira de controlar, ele se torna muito simples de usar. 


SQL-Ledger 2.8.14 - Trata-se de um software de ERP (Enterprise Resource Planning), ou seja, um programa de gestão empresarial. Com ele você pode controlar desde a produção até a venda de seus produtos, passando pelo estoque, contabilidade e vendas.



Voltar


» Portal Estadão    30/06/2008
Justiça francesa pode obrigar eBay a indenizar Louis Vuitton

PARIS - Uma corte comercial de Paris decide nesta segunda-feira se fará o site de leilões eBay pagar 51 milhões de euros (US$ 80 milhões) em indenização para a Louis Vuitton e outros grupos de luxo por deixar cópias falsas de seus produtos serem leiloadas.

Louis Vuitton Malletier, a sessão de carteiras e malas do grupo LVMH, e a Christian Dior Couture estão exigindo 20 milhões de euros e 17 milhões de euros, respectivamente por "negligência" do site de leilões online.

Quatro subsidiárias de perfumes da LVMH estão entre aquelas que exigem 14 milhões de euros por "vendas ilícitas" de seus produtos, iniciadas há um ano em meio.

Eles acusam o eBay de deixar conscientemente pessoas usarem seu site para vender malas falsas, batons, perfumes e roupas de marcas famosas, e que, mesmo quando os produtos autênticos estavam à venda, isto ocorreu em violação à suas redes de vendas autorizadas.

O veredicto, que deve sair nesta segunda, ocorre em meio a uma onda de ações legais contra o gigante online, que declara ter cerca de 84 milhões de usuários ativos em 30 mercados ao redor do mundo.


Voltar


» It Web    27/06/2008
O que o mercado brasileiro de TI pensa de Bill Gates

O IT Web conversou com profissionais que movimentam o mercado de tecnologia da informação para saber a opinião deles sobre Bill Gates. A seguir, você acompanha depoimentos de líderes de TI em grandes corporações, de consultores que construíram sua carreira no mercado de tecnologia e de apenas um executivo da indústria – apesar de a reportagem ter pedido declarações para diversos players de TI. As companhias que declinaram o convite do portal alegaram que não comentariam sobre este assunto.

"Como toda pessoa que obtém o destaque que ele obteve, gerou muitas polêmicas pelas suas idéias, práticas e conquistas, porém provocando uma boa revolução nesse mercado de TI, ajudando a popularizar e a desmistificar essa área; criando novos paradigmas, estendendo as fronteiras e provocando grandes e novas discussões, criando rivalidades. Tudo isso combinado ajudou a impulsionar mais ainda a informática. A importância e contribuição de Bill Gates foram muito grandes, mas o mais importante é que a escola que ele criou está se aprimorando e trazendo à tona outros grandes casos, e que também já estão provocando suas revoluções e desafiando a própria base estabelecida por ele, como o Google por exemplo."
Paulo Biamino, gerente de informática da Kimberly-Clark Brasil

"Bill Gates desmistificou a tecnologia da informação por meio de 2 principais pilares: 1) tornar a TI mais simples e mais fácil, "user friendly"; 2) tornar os preços da tecnologia mais acessíveis ao público, abrangendo uma fatia do mercado nunca antes considerada. 

Recordo-me sempre de um dos eventos de lançamento de uma das versões do Windows, quando seu próprio microcomputador não funcionou adequadamente. Acho que esse foi um marco para muitas pessoas, mostrando que até mesmo para o "gênio" da matéria podem ocorrer situações difíceis, o principal é persistir.

Acredito que sua filosofia continua, o mundo nunca ficará sem Bill Gates. Também me agrada muito o aspecto social da figura de Bill Gates."

Adriana Bianca, CIO para Mercosul da Henkel

"Bill Gates é, sem dúvida, um divisor de águas. O que a Microsoft, cuja identidade se confunde com a do próprio Gates, fez pela TI, no sentido de tornar o computador mais acessível a usuários não técnicos, viabilizou uma das maiores revoluções no uso da tecnologia de que se tem notícia. O mérito não é só da Microsoft mas ela, capitaneada por Gates, foi fundamental neste processo.

Para minha carreira, fico feliz de não estar até hoje usando terminais burros com telas pretas e letras verdes. No que pese os GPFs das versões iniciais do Windows e as imperfeições das soluções da Microsoft, consigo trabalhar melhor hoje do que há 20 anos graças a Bill Gates.

O mundo da TI sem Bill Gates não muda muito. Ele certamente não vai sumir e sempre há quem substitua uma figura como a dele. O símbolo demorará mais a ser substituído na indústria mas a capacidade de pensar e realizar no mercado de TI não se esgotará com a sua aposentadoria. Pelo contrário, abrirá espaço para novas formas de ver o mundo da TI."
Roberto Newton Carneiro, CIO da Comgás


"Um executivo que merece confiança de bilionários, que entregam a ele fortunas a serem aplicadas em projetos sociais ao redor do mundo, transmite a mais pura confiança empresarial, este executivo fará falta o mundo da TI.

Bill Gates, suas idéias e modelo de gestão empresarial, não só tiveram influência na minha vida pessoal dentro da área de TI, como nas empresas, adicionando facilidades e muita produtividade. Considero de certa forma, um ponto negativo, o quase monopólio do software no mundo da plataforma aberta. A Microsoft é a gigante que não dá muito espaço aos demais, por outro lado tem suas competências para isto. A inovação constante em tudo que produz, os desafios lançados à comunidade de TI são pontos altamente positivos do executivo.

Penso que a estratégia da Microsoft sem Bill Gates será a de aquisições de empresas e tecnologias, que, do ponto de vista comercial está correta, porém a essência da criatividade, ponto forte ao longo dos anos, sofrerá com a ausência dele.

Novamente, o mundo da TI perde sem Bill Gates, embora tenhamos alguns brilhantes executivos no momento, existem ícones, que marcam e são para sempre! Bill Gates para a TI é, na minha opinião, o que representou o Pelé para o futebol."
José Carlos Padilha, gerente de TI da Carbocloro

"É muito simples medir a importância de Bill Gates para a indústria de TI: olhe para o seu computador e para os computadores à sua volta. A marca idealizada e construída por Bill Gates está na maioria dos lugares em que a tecnologia também está. Não há dúvida de que a sua saída da Microsoft representa um enorme desafio para a empresa e para o seu sucessor; por outro lado, será uma excelente oportunidade para provar que a governança por ele estabelecida foi um sucesso, deixando sua criação nas mãos de profissionais competentes. Gates sempre foi, como reconhece o mercado, o guru por trás do sucesso da empresa e de suas soluções. Ele é a cara da Microsoft, e essa imagem saudável que conecta o executivo à empresa serve como referência na carreira profissional de qualquer um.

Acredito que, apesar da manifesta intenção de se dedicar somente à filantropia, ainda vamos ver as opiniões de Gates sobre tecnologia sendo publicadas aqui e ali. Afinal, trata-se de um homem apaixonado pelo setor. Estou certo de que o mercado continuará sempre recebendo, de braços abertos, a visão e a opinião de Bill Gates."

Laércio Albuquerque, diretor-geral da CA Brasil

"É uma pessoa que não tem um conhecimento técnico dos mais profundos, mas é inteligente e perspicaz, porque teve o mérito ter feito a ponte, do lado técnico, rodeando-se dos melhores profissionais, com o do negócio."
Roberto Carlos Mayer, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro-SP) e diretor da MBI Associados

"Bill Gates é um dos grandes revolucionários da história do mercado de tecnologia, o que desenvolveu como produto e como conceito de empresa fez com que todo o mercado de tI tivesse de repensar suas prioridades e estratégias. É também um daqueles líderes com a imagem de arregaçar as mangas e trabalhar com a equipe, daí a confiança que os produtos e a empresa inspiram.

Ele tem uma mistura de sorte e visão; vivi essa epoca pessoalmente, e toda a TI era voltada para o hardwareGates teve o mérito de enxergar que o software era o futuro e não o hardware."

Sergio Lozinsky, consultor de gestão empresarial da Booz&Co

"Sempre vai ser marcado por enxergar um negócio que ninguém tinha percebido. O pessoal da geração dele tem até inveja porque qualquer um podia ter tido essa idéia. O papel dele já foi bastante explorado, tem aquele vídeo de seu último dia na Microsoft que mostra como ele soube brincar com isso, com a idéia do mundo dos negócios ser algo de jovens e de qualquer pessoa. Ele sempre se posicionou como pessoa comum.

Com o tempo, ele perdeu a agressividade, a posição de desafiador que teve no passado, frente aos grandes players de seu tempo."

Pedro Bicudo, sócio da TGT Consulting


Voltar


» Convergência Digital    27/06/2008
Grupo S.O.S Computadores estima criar 700 vagas até o fim de 2008

O Grupo S.O.S Computadores, detentor das marcas franqueadoras S.O.S Educação Profissional e Real Time, escola de idiomas, tem planos de expansão (em número de unidades) de 20 novas franquias da S.O.S Educação Profissional até o final do ano, especialmente nas regiões sul, nordeste, centro-oeste e interior de São Paulo e do Rio de Janeiro. A Real Time está com previsão de abertura de 40 novas escolas franqueadas até o final do ano considerando todas as regiões do País.

A cada nova unidade são abertas aproximadamente 15 novas vagas de emprego, ou seja, considerando 20 unidades da S.O.S Educação Profissional seriam mais 300 vagas e da Real Time, com 40 escolas, seriam entre 400 e 600, já que uma escola da Real Time contrata, geralmente, de 10 a 15 funcionários.

Na S.O.S Educação Profissional, franqueadora com 25 anos de atuação no ensino de informática e cursos profissionalizantes, as vagas oferecidas são para consultores de vendas, gestores de unidades, operadores de telemarketing e promotores externos.

Os pré-requisitos para cada cargo são:

Consultor (a) de vendas – função com enfoque comercial. Pede-se 2º grau completo, com perfil dinâmico e pró-ativo;

Gestor (a) de unidade – função com enfoque comercial e de liderança, além de cumprimento de metas. Pede-se curso superior completo ou em andamento;

Operador (a) de telemarketing – Pede-se 2º grau completo ou em andamento e com experiência. Perfil comunicativo, boa dicção, comprometido com metas;

Promotor externo – Pede-se 2º grau completo ou em andamento. Perfil comunicativo, boa dicção, comprometido com metas. É uma excelente oportunidade para quem busca o primeiro emprego.

Na Real Time, escola de idiomas, são oferecidas vagas nas áreas comercial, administrativa, além de professores de inglês, espanhol e português.

Os interessados devem cadastrar seus dados no banco de currículos da empresa, no site www.sos.com.br ou www.rtidiomas.com.br.


Voltar