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O Estado de São Paulo 31/07/2008
Falco critica ""achismo"" da Embratel
Presidente da Oi afirma que concorrente se posiciona contra a compra da BrT sem argumentos concretos
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O Estado de São Paulo 31/07/2008
Com ajuda do FBI, hacker do Brasil é preso na Holanda
Ele teria capturado dados e controlado milhares de computadores, usados para atacar servidores de órgãos públicos e sistema de grandes empresas. Ele negociava a venda desse serviço por 30 mil
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Valor Econômico 31/07/2008
A mineira TV Aeroporto, agora, vai para o varejo em outros estados
O plano contempla investimento de R$ 5 milhões na instalação de cerca de duas mil telas de LCD em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória e Goiânia até julho de 2009. Os primeiros 150 equipamentos entraram em operação nesta semana na capital mineira, em restaurantes e postos de gasolina da rede Ale Combustíveis
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Folha de São Paulo 31/07/2008
"Supertele é o grupo Telmex", afirma a Oi
Empresa critica Embratel, que integra grupo mexicano
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Info Online 30/07/2008
Dell testa novo player de música
O novo produto da Dell entrará em um mercado liderado pela Apple, fabricante do iPod. Empresas como a Microsoft e a Sony já tentaram atrair parte da demanda por esse tipo de aparelho, mas falharam
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O Estado de São Paulo 31/07/2008
Lula assina hoje decreto que muda call centers
Novas regras trazem medidas como cancelamento imediato e prazo de cinco dias para resposta ao cliente
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WNews / UOL 30/07/2008
Chile é 1º país da América do Sul a receber iPhone 3G pela Claro
A operadora de telefonia móvel do grupo America Móvel informou que os 35 mil consumidores interessados em iPhone começarão a ser contatados a partir da próxima semana
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PC World 30/07/2008
Fnac abre seis novas Apple Shops no Brasil
Varejista expande experiência iniciada no Rio de Janeiro para as três lojas de São Paulo e para Campinas, Curitiba e Brasília
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Tecnologia - Terra 31/07/2008
Hardware & Software: Crescem rumores sobre sucessor do Windows
O site SD Times afirmou ter tido acesso a documentos internos da Microsoft que definem o projeto, centrado na web e baseado na idéia de sistemas conectados. Isso eliminaria em grande parte a dependência entre aplicativos e o hardware onde eles rodam - como acontece hoje nos sistemas operacionais
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IDG Now! 31/07/2008
Dicas high-tech para o Dia dos Pais
Aproveite a semana que antecede o Dia dos Pais para preparar uma surpresa tecnológica
» O Estado de São Paulo 31/07/2008
Falco critica ""achismo"" da Embratel
O presidente da Oi, Eduardo Falco, chamou de "achismo" os argumentos usados pela Embratel contra a compra da Brasil Telecom (BrT) pela Oi. "Provavelmente algum advogado está usando o nome da Embratel", disse o executivo, sobre o documento enviado pela operadora de longa distância à Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda. "Eu respeito os executivos da Embratel, mas eles estão agora numa posição indesejável. A Embratel está se expondo sem argumentos concretos."
Pedro Dutra, advogado da Embratel, preferiu não responder ao executivo. A Embratel divulgou uma nota dizendo que foi a Seae que solicitou uma opinião da empresa sobre a compra da BrT pela Oi. O comunicado é bastante parecido com outro que a empresa havia divulgado anteriormente, mas inclui uma frase nova: "A Embratel não se posicionou contra a compra da BrT pela Oi." Em sua petição à Seae, a empresa argumenta que a criação da BrOi (como foi apelidada a nova empresa) prejudicaria a concorrência.
"Estamos convictos do aumento da competição", disse Falco. O executivo disse que, com a nova empresa, será criada a quarta operadora nacional de telefonia celular (as três atuais são a Vivo, a TIM e a Claro) e a segunda infra-estrutura nacional de comunicação de dados (a primeira é a Embratel). "Na telefonia fixa, as áreas não são sobrepostas. A aquisição não vai diminuir a competição porque ela não existe."
Falco afirmou que já esperava a oposição das empresas internacionais (a Embratel pertence à mexicana Telmex). "O que me causou estranheza foi a forma", disse o presidente da Oi. "Não vejo fatos e dados nas peças da Embratel a que tivemos acesso. Acho que foi um vacilo da Embratel na contratação de quem a representa."
A Embratel apontou, na petição à Seae, a necessidade de se implementar ou reforçar medidas pró-competição, como o unbundling (abertura da rede de acesso aos concorrentes) e a portabilidade numérica (possibilidade de trocar a operadora e manter o número). "Não tem nada a ver uma coisa com outra", disse Falco.
O presidente da Oi negou que a empresa tenha sido beneficiada pelos bancos oficiais. "A Oi está comprando com recursos próprios", disse Falco. "Os empréstimos são produtos comerciais, de prateleira, em que a garantia é a própria companhia." Ele acrescentou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) participa como banco e como investidor. A Oi conseguiu um empréstimo de R$ 4,3 bilhões do Banco do Brasil e o BNDES destinou R$ 2,569 bilhões para a reestruturação societária da empresa.
Além da Seae, a Secretaria de Fiscalização e Desestatização (Sefid), do Tribunal de Contas da União (TCU), também vai acompanhar "cada passo" do processo de fusão da compra da BrT pela Oi. A medida, aprovada por unanimidade, foi proposta pelo ministro Raimundo Carreiro, ex-integrante do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A decisão do TCU autoriza a Sefid a realizar diligências e requisitar documentos de quaisquer órgãos da administração pública envolvidos no processo de fusão, sobretudo da Seae e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça. A Sefid poderá ainda requisitar informações das empresas que serão atingidas pela fusão.
Em comunicado, o ministro Carreiro afirma que "questionamentos têm sido feito quanto à possível concentração excessiva no mercado de telecomunicações". E que a fusão resultará numa nova empresa, com mais de 52 milhões de clientes da telefonia fixa e móvel.
Carreiro lembra que a legislação em vigor - o Plano Geral de Outorgas (PGO) - impede a fusão de concessionárias que operem o serviço em áreas diferentes. "Para viabilizar a operação de fusão seria preciso alterar a legislação atual", afirma Carreiro, lembrando que a proposta de mudança do PGO já está em consulta pública na Anatel desde 15 de junho último, com término previsto para amanhã.
Para Carreiro, a importância da matéria torna necessário que a Secretaria de Fiscalização atue no processo de acompanhamento, em caráter excepcional, "com o intuito de que este tribunal seja informado pela Anatel de cada passado dado, inclusive por meio magnético, sobre o andamento da fusão, permitindo, assim, a realização do controle da operação".
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» O Estado de São Paulo 31/07/2008
Com ajuda do FBI, hacker do Brasil é preso na Holanda
Um hacker brasileiro foi preso ontem na Holanda sob acusações de ciberterrorismo e de fraudes bancárias por meio da internet. Ele teria capturado dados e controlado milhares de computadores, usados para atacar servidores de órgãos públicos e sistema de grandes empresas. Ele negociava a venda desse serviço por 30 mil.
A ação foi descoberta pelo FBI, que alertou a Polícia Federal. O hacker era vigiado havia quatro meses e embarcou na semana passada para fechar o negócio na Holanda. Além do brasileiro, cujo nome não foi revelado, um holandês e outro homem foram presos. Foram apreendidos 10 discos rígidos, 4 notebooks e 500 CDs e DVDs.
A Justiça Federal expediu mandados de busca e apreensão que foram cumpridos em Taubaté, onde o hacker morava, e em Caraguatatuba, onde tinha uma casa de praia. O hacker, por meio de e-mails ou sites falsos, instalava programas em computadores que ficavam "sob o seu domínio". O dono não percebia que seu computador era usado pelo criminoso.
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» Valor Econômico 31/07/2008
A mineira TV Aeroporto, agora, vai para o varejo em outros estados
Depois de colocar no ar a TV Aeroporto há dois anos nas principais salas de embarque do país, mirando um público potencial superior a 40 milhões de pessoas, a J. Chebly, empresa especializada em comunicação "indoors" (em espaços fechados), pretende levar o mesmo sistema de divulgação publicitária a hotéis, bares, restaurantes, postos de gasolina, drogarias e academias de ginástica.
O plano contempla investimento de R$ 5 milhões na instalação de cerca de duas mil telas de LCD em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória e Goiânia até julho de 2009. Os primeiros 150 equipamentos entraram em operação nesta semana na capital mineira, em restaurantes e postos de gasolina da rede Ale Combustíveis. Para a produção do conteúdo, que será inteiramente digital, foi constituída uma nova subsidiária da empresa mineira, a JC3D Inovação. A programação, sob a responsabilidade de um equipe formada por 18 profissionais, é veiculada sem áudio e tem duração de uma hora, sendo que 20 minutos são dedicados a peças publicitárias. O restante do tempo é ocupado por noticiário e programas de cultura, esporte e variedades.
Segundo Leonardo Chebly, diretor comercial da J. Chebly, o conteúdo será customizado. "Quem passa por um posto de gasolina demora, em média sete minutos para abastecer o veículo, enquanto quem está em um restaurante permanece pelo menos uma hora. As exigências desses indivíduos são diferentes", diz Chebly.
Com essa nova rede de comunicação, a J. Chebly espera aumentar em 50% o faturamento atual de R$ 9 milhões em dois anos. Atualmente, os aeroportos geram 60% da receita da empresa. Os principais anunciantes são bancos e empresas de telefonia e tecnologia. As peças de promoção publicitária da agência (como painéis, estandes e totens) estão espalhados em 35 aeroportos do país administrados pela Infraero, além dos de Ribeirão Preto (SP) e Porto Seguro (BA).
Nos terminais de Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont, Confins e Vitória, que em 2007 receberam juntos mais de 43 milhões de passageiros, a J. Chebly opera a TV Aeroporto - novo nome da Fly TV. São 95 aparelhos de plasma e LCD em operação. O conteúdo é fornecido por 10 produtoras, abrangendo informações climáticas, negócios, comportamento, moda, cultura, esporte e turismo.
O segmento de mídia rodoviária começou a ser explorado há três anos e já responde por 40% das receitas da J. Chebly, que está presente em 30 terminais de dez Estados (SP, RJ, MG, ES, GO, BA, CE, SE, RS e PA). Os principais anunciantes são empresas dos setores de telefonia e bebidas, além de planos de saúde e faculdades.
Com a constituição da JC3D, a empresa vai vender a possibilidade de os anunciantes usarem imagens tridimensionais. Por enquanto, as ações são direcionadas para atender a demanda de empresas em feiras e eventos, com a instalação de aparelhos de TV para a veiculação de vídeos corporativos e promocionais. Entre os primeiros clientes estão a operadora de telefonia Claro, a construtora InPar e a a fábrica de motores do grupo Fiat.
Nessa área, a JC3D utiliza a tecnologia WOWvx desenvolvida pela Philips e empregada numa nova família de aparelhos que dispensam o uso de lentes especiais pelos telespectadores para visualizarem as imagens tridimensionais. A JC3D foi recentemente credenciada pela Philips como uma das 20 agências no mundo aptas a produzir conteúdo para essa tecnologia. "Temos cinco equipamentos e estamos negociando agora um lote maior para, futuramente, estruturar redes de comunicação em bancos e shopping centers", afirma Leonardo Chebly.
O segmento de marketing "indoors" é pulverizado e está em expansão no Brasil. No ano passado, nove empresas se uniram para criar a Associação Brasileira de Mídia Indoor (Abramid), que já conta hoje com 15 associados. A entidade estima que o setor deve absorver cerca de 5% do investimento publicitário, que no ano passado alcançou R$ 18,9 bilhões.
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» Folha de São Paulo 31/07/2008
"Supertele é o grupo Telmex", afirma a Oi
As críticas da Embratel à compra da Brasil Telecom pela Oi provocaram violenta reação por parte da direção da Oi. Em entrevista à Folha, o presidente do grupo, Luiz Eduardo Falco, 48, incitou o concorrente a comprovar que a compra vá concentrar o mercado de telecomunicações. "Não vamos comprar a BrT para ter monopólio da telefonia fixa. A telefonia fixa está acabando. Ela é importante como plataforma para prestação de outros serviços, estes, sim, em crescimento", declarou. Segundo Falco, com a aquisição, a Oi será a quarta operadora de telefonia celular de cobertura nacional e terá o segundo backbone [sistema integrado que permite troca de informações entre diferentes tipos e fluxos de dados, como voz, imagem e texto] nacional para transmissão de dados. ""Isso é que bate no dedinho da Embratel. Até agora, ela reinou absoluta neste mercado."
FOLHA - Em documento entregue ao Ministério da Fazenda, a Embratel diz que a compra da Oi pela BrT eliminará um competidor (BrT) e pede medidas do governo para estimular a competição no mercado.
LUIZ EDUARDO FALCO - Suponho que as mesmas que a Telmex [controladora da Embratel] adotou no México, onde detém 92% de todas as linhas fixas e 73% dos celulares. As telecomunicações são um jogo global, e haverá lugar para alguns países que quiserem disputar o jogo. O Brasil deve decidir se quer participar ou não.
FOLHA - Estudo recente divulgado pela Telcomp (entidade que representa a Embratel e outras operadoras) diz que os preços dos serviços de telecomunicações aumentaram 12,2% no Brasil, nesta década, enquanto houve queda de 31% nos Estados Unidos e de 33,8% na União Européia. Por que os preços não caem aqui?
FALCO - A infra-estrutura de banda larga ainda está sendo construída no Brasil. Estamos em fase de investimento e, por isso, os preços não caíram. Enquanto a infra-estrutura não estiver pronta, não adianta vir com o papo de repartir o fruto dos investimentos. Os pequenos que investem também não querem repartir.
FOLHA - Nos EUA, existe competição efetiva entre as TVs a cabo e as companhias telefônicas. Aqui, as teles estão engolindo as TVs a cabo.
FALCO - Não concordo. Nas praças em que está implantada, a Net tem mais assinantes de banda larga [60% do mercado] do que as teles fixas, segundo a Anatel. A competição é bravíssima. A Embratel não é uma empresa de telefonia. É parte de um grupo mexicano que atua com várias plataformas tecnológicas no Brasil: TV a cabo, celular, telefonia fixa sem fio, rede de dados etc. A rede da Net é concentrada nas regiões metropolitanas de alto poder aquisitivo, enquanto a Oi é obrigada a atender Piripiri [Piauí]. A Embratel reclama que a Oi tem 100% do mercado em Piripiri. Por que ela não vai concorrer lá com a gente?
FOLHA - Como responde à crítica de que a Oi terá monopólio da telefonia fixa na maior parte do país?
FALCO - Não vamos comprar a BrT para ter monopólio da telefonia fixa. A telefonia fixa está acabando. Ela é importante como plataforma para prestação de outros serviços, estes, sim, em crescimento. A compra da BrT dará à Oi um "backbone" nacional para transmissão de dados e isso é que bate no dedinho da Embratel. Até agora, ela reinou nesse mercado. Será o segundo "backbone" nacional.
FOLHA - A negociação também é criticada por envolver recursos públicos (empréstimos do Banco do Brasil e do BNDES) e porque a legislação será alterada para viabilizar um negócio privado. Tais críticas podem inviabilizar a operação?
FALCO - Não vejo essa ameaça. A BrT será comprada pela Oi sem um centavo de dinheiro público. O Banco do Brasil é um banco comercial. Dizer que é dinheiro público por ser um banco de controle estatal é forçar a barra. Os bancos Itaú, Santander, Bradesco e Real também participarão do financiamento, porque são bancos grandes e o negócio envolve bilhões. Por que não usaríamos o Banco do Brasil? Ele não tem lepra. Não teremos moleza no BNDES. Ele atuará como banco e como empresa de participações. Venderá parte de suas ações na Oi nas mesmas condições dos demais controladores que estão saindo do negócio. O tiroteio não tem sentido.
FOLHA - A prisão de Daniel Dantas (acionista da BrT e da Oi) e as investigações da Polícia Federal na operação Satiagraha podem complicar o negócio?
FALCO - Os contratos já foram assinados. Acho que a investigação da PF não ameaça em nada o negócio.
FOLHA - A Embratel diz que a Oi ficaria presente em 97% do território.
FALCO - Esse é um número fake [falso], um mito. A nova Oi terá 30% dos acessos do Brasil, somando-se telefonia fixa, móvel, banda larga. Supertele é o grupo Telmex.
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» Info Online 30/07/2008
Dell testa novo player de música
BANGALORE - A Dell está testando um player de música digital que pode chegar ao mercado em setembro, segundo publicou o Wall Street Journal nesta quarta-feira (30/07), citando funcionários da empresa.
O novo produto da Dell entrará em um mercado liderado pela Apple, fabricante do iPod. Empresas como a Microsoft e a Sony já tentaram atrair parte da demanda por esse tipo de aparelho, mas falharam.
O player de música que a Dell está testando possui uma pequena tela para navegação e botões de controle básicos para selecionar as músicas de uma playlist.
Ele também pode ser conectado a serviços de música online, por meio de conexão de internet Wi-Fi. O modelo mais barato deve custar no mínimo 100 dólares.
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» O Estado de São Paulo 31/07/2008
Lula assina hoje decreto que muda call centers
Um decreto que será assinado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete extinguir um dos tormentos dos usuários de serviços como telefonia, financeiros e aviação civil: o funcionamento dos call centers.
A nova legislação, que traz medidas como opção de cancelamento imediato do serviço quando solicitado e prazo de cinco dias úteis para resposta de qualquer demanda, terá de ser posta em prática pelas empresas a partir de dezembro. Outras portarias específicas de cada setor deverão ser criadas até o fim do ano (veja quadro).
Para as entidades civis de defesa de consumidor, que participaram das audiências públicas que resultaram no projeto, as mudanças deverão diminuir a quantidade de reclamações de consumidores nos órgãos de defesa. Segundo o diretor do Procon do Distrito Federal, Peniel Pacheco, 65% das queixas que chegam à entidade tratam de serviços que serão afetados pelo decreto.
"As queixas mais comuns de nossos associados dizem respeito à dificuldade de se cancelar um serviço e demora na solução dos problemas", diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).
De acordo com o decreto, as empresas terão 120 dias para se adaptar às novas regras. Mas o setor de teleatendimento, um dos maiores empregadores privados do País, reclama do tempo para adaptação. "Para implementar boa parte das medidas, 120 dias é pouco tempo", diz o assessor jurídico da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), Cláudio Tartarini. Segundo ele, as alterações vão exigir investimentos em infra-estrutura e mudanças em sistemas de informática. "É preciso um prazo maior."
O setor também protesta contra outras medidas do decreto, como a que prevê canal único de atendimento para todos os serviços ou pacote de serviços oferecidos pela empresa. Ela obriga que seja disponibilizado número único para atendimento de questões sobre qualquer um dos produtos.
Segundo Tartarini, a determinação obrigará as empresas a contratar mais funcionários e até terceirizar serviços, e pode até prejudicar o consumidor. "Afinal, se ele tem um problema com cartão de crédito, quer ser atendido por uma pessoa especializada nesse serviço." Ele acredita, porém, que o governo ainda poderá alterar, parcial ou totalmente, esse e outros pontos do decreto.
Para o gerente jurídico do Instituto Brasileiro de Defesa de do Consumidor (Idec), Marcos Diegues, a adequação é simples. "Se essas companhias têm estrutura e capacidade para oferecer diferentes tipos de serviço, também devem ter para resolver os problemas desses consumidores."
TEMPO DE ESPERA
A delimitação de um tempo para atendimento das ligações, tema que acabou ficando de fora do decreto, deve ser alvo de uma portaria nos próximos meses. A idéia inicial do governo era definir o limite de um minuto para que o consumidor fosse atendido em uma ligação. Agora se cogita fixar o prazo máximo para atendimento em dois minutos.
Para Roberto Pfeiffer, diretor do Procon-SP e professor de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a fixação de um tempo máximo de espera por atendimento facilitará a fiscalização e incentivará as empresas a serem mais rápidas.
"Está provado que o consumidor que fica tempo demais esperando ao telefone acaba desistindo de exigir seus direitos", diz Maria Inês Dolci, do Proteste.
Veja o que muda com as novas regras
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» WNews / UOL 30/07/2008
Chile é 1º país da América do Sul a receber iPhone 3G pela Claro
O Chile foi o primeiro país sul-americano a confirmar a data de chegada do iPhone 3G na região. A Claro Chile informou que o aparelho da Apple chegará ao mercado no dia 22 de agosto. A operadora de telefonia móvel do grupo America Móvel informou que os 35 mil consumidores interessados em iPhone começarão a ser contatados a partir da próxima semana.
Segundo Vady Guerra, gerente de Serviços de Valor Agregado da Claro Chile, depois de passar por um longo processo de preparação, a operadora anuncia a data oficial de chegada do iPhone 3G. "As primeiras unidades do telefone chegam no dia 22 de agosto. A venda será feita à medida que os aparelhos chegarem ao país, e para os que se inscreveram no site", afirma.
A Claro entrará em contato com os consumidores inscritos na página web a partir da próxima semana, para informar os detalhes de entrega do celular. No Brasil, a operadora ainda não determinou a data de chegada do celular da Apple, que tem mais de 100 mil inscritos interessados no iPhone 3G.
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» PC World 30/07/2008
Fnac abre seis novas Apple Shops no Brasil
A rede de varejo Fnac vai abrir mais seis espaços exclusivos da Apple no Brasil, chamados Apple Shops. Agora, todas as lojas da Fnac terão um espaço dedicado para produtos Apple, incluindo as três em São Paulo (Paulista, Pinheiros e Morumbi) e nas cidades de Campinas, Curitiba e Brasília.
A abertura das novas lojas foi inspirada pelo sucesso da Apple Shop na Fnac Barra, no Rio de Janeiro, inaugurada em março deste ano. A varejista diz que as vendas de produtos Apple triplicaram e o número de visitantes interessados nos produtos Apple aumentou. "A expectativa com as novas aberturas é de que este crescimento se mantenha e até mesmo seja maior", afirmou Benjamin Dubost, diretor comercial da Fnac Brasil, em um comunicado. A Fnac diz ser a maior vendedora de produtos Apple no Brasil.
A Apple Shop é o espaço para produtos Apple dentro da Fnac, com móveis, equipamentos e até o carpete oficiais da marca. São vendidos os mesmos produtos disponíveis (da Apple e de outros fabricantes) nas lojas oficiais Estados Unidos, Europa e Japão. A Fnac diz que, por enquanto, apenas o iPhone não será vendido.
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» Tecnologia - Terra 31/07/2008
Hardware & Software: Crescem rumores sobre sucessor do Windows
Rumores na imprensa internacional esquentam as especulações em torno de um novo sistema operacional que a Microsoft estaria desenvolvendo. Sucessor do Windows, o Midori seria baseado na web, sem ser instalado ou rodar no hardware.
» Cloud computing: use a web como HD
» Novo Windows será operado por toque na tela
» Windows XP sai do mercado
» Fórum: opine sobre o Midori
O site SD Times afirmou ter tido acesso a documentos internos da Microsoft que definem o projeto, centrado na web e baseado na idéia de sistemas conectados. Isso eliminaria em grande parte a dependência entre aplicativos e o hardware onde eles rodam - como acontece hoje nos sistemas operacionais.
Um dos objetivos da empresa seria oferecer aplicativos para o Midori que fossem compatíveis com o Windows, o que também colaboraria para um processo de migração.
A Microsoft não fala sobre o Midori, mas confirma que existe um projeto. Se as informações forem verdadeiras, isso confirma um grande passo da Microsoft para se estabelecer na tendência do cloud computing.
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» IDG Now! 31/07/2008
Dicas high-tech para o Dia dos Pais
O dia dos pais está chegando e quem não quer cair na mesmice pode apostar na tecnologia para surpreender.
Preparamos sugestões de presentes tecnológicos que combinam com qualquer tipo de pai: os executivos, os motoristas, os que curtem música ou adoram fotografar as reuniões de família.
> Veja presentes high-tech para os pais
Se você continuar em dúvida sobre o qual presente dar, há gadgets para vários outros tipos de pais, seja os que gostam de cozinhar, os que adoram viajar, aqueles que vivem trabalhando, ou vivem no trânsito .
Um desses presentes deve combinar com o seu pai.
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